Questões de Concurso Sobre história geral em história

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Q3993140 História

        No mundo acadêmico de língua inglesa, os debates em torno do conceito de Early Modern History passaram a ser mais consensuais alguns anos à frente, prova de que a periodização não é apenas uma questão central, mas também sensível da historiografia. Até hoje, não se estabeleceu um consenso absoluto no que diz respeito aos marcos cronológicos dessa época. De modo análogo, o início do período designado como Late Modern, ou simplesmente Modern, costuma ser marcado em mais de um momento: meados do século XVIII, com o Iluminismo ou, mais tardiamente, com os acontecimentos e consequências da Revolução Francesa, entendidos em geral como o pilar político e intelectual da Modernidade; na virada do século XVIII para o século XIX, ainda com a primeira Revolução Industrial e o começo da guinada hegemônica do capitalismo, focando, assim, nas transformações socioeconômicas; ou somente após as primeiras décadas do século XIX, quando já se anunciavam as feições políticas dos Estados-nação e as garras do imperialismo, ou quando os resquícios do regime feudal desapareciam de fato.


Como se pode ver, a variedade de termos e balizas cronológicas na criação de um período é resultado de uma operação historiográfica que convida historiadores e historiadoras, leitores e leitoras a investigar o vigor ou a tibieza do passado histórico na definição do tempo presente.


André de Melo Araújo et al. (org.). A Época Moderna: Uma introdução.
 In: A Época Moderna. Petrópolis, RJ: Vozes, 2024, p. 13 (com adaptações).

Julgue o item a seguir, a partir do texto precedente. 


A expressão Era das Revoluções refere-se a processos políticos contemporâneos e coincidentes na Época Moderna Tardia, abarcando eventos distintos, mas entrelaçados, tais como a Revolução Americana, a Francesa e a Haitiana.

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Q3993139 História

        No mundo acadêmico de língua inglesa, os debates em torno do conceito de Early Modern History passaram a ser mais consensuais alguns anos à frente, prova de que a periodização não é apenas uma questão central, mas também sensível da historiografia. Até hoje, não se estabeleceu um consenso absoluto no que diz respeito aos marcos cronológicos dessa época. De modo análogo, o início do período designado como Late Modern, ou simplesmente Modern, costuma ser marcado em mais de um momento: meados do século XVIII, com o Iluminismo ou, mais tardiamente, com os acontecimentos e consequências da Revolução Francesa, entendidos em geral como o pilar político e intelectual da Modernidade; na virada do século XVIII para o século XIX, ainda com a primeira Revolução Industrial e o começo da guinada hegemônica do capitalismo, focando, assim, nas transformações socioeconômicas; ou somente após as primeiras décadas do século XIX, quando já se anunciavam as feições políticas dos Estados-nação e as garras do imperialismo, ou quando os resquícios do regime feudal desapareciam de fato.


Como se pode ver, a variedade de termos e balizas cronológicas na criação de um período é resultado de uma operação historiográfica que convida historiadores e historiadoras, leitores e leitoras a investigar o vigor ou a tibieza do passado histórico na definição do tempo presente.


André de Melo Araújo et al. (org.). A Época Moderna: Uma introdução.
 In: A Época Moderna. Petrópolis, RJ: Vozes, 2024, p. 13 (com adaptações).

Julgue o item a seguir, a partir do texto precedente. 


As teorias desenvolvimentistas do século XX foram inspiradas pela tradição liberal e baseavam-se em uma ideia de crescimento econômico infinito, que, embora reforçada pelo contínuo e crescente processo de industrialização, foi colocada em xeque pelo colapso ambiental iminente no capitalismo tardio.

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Q3993138 História

        No mundo acadêmico de língua inglesa, os debates em torno do conceito de Early Modern History passaram a ser mais consensuais alguns anos à frente, prova de que a periodização não é apenas uma questão central, mas também sensível da historiografia. Até hoje, não se estabeleceu um consenso absoluto no que diz respeito aos marcos cronológicos dessa época. De modo análogo, o início do período designado como Late Modern, ou simplesmente Modern, costuma ser marcado em mais de um momento: meados do século XVIII, com o Iluminismo ou, mais tardiamente, com os acontecimentos e consequências da Revolução Francesa, entendidos em geral como o pilar político e intelectual da Modernidade; na virada do século XVIII para o século XIX, ainda com a primeira Revolução Industrial e o começo da guinada hegemônica do capitalismo, focando, assim, nas transformações socioeconômicas; ou somente após as primeiras décadas do século XIX, quando já se anunciavam as feições políticas dos Estados-nação e as garras do imperialismo, ou quando os resquícios do regime feudal desapareciam de fato.


Como se pode ver, a variedade de termos e balizas cronológicas na criação de um período é resultado de uma operação historiográfica que convida historiadores e historiadoras, leitores e leitoras a investigar o vigor ou a tibieza do passado histórico na definição do tempo presente.


André de Melo Araújo et al. (org.). A Época Moderna: Uma introdução.
 In: A Época Moderna. Petrópolis, RJ: Vozes, 2024, p. 13 (com adaptações).

Julgue o item a seguir, a partir do texto precedente. 


A ascensão de Londres como capital financeira da economia mundial na Época Moderna foi consequência das reservas de carvão e das colônias do Novo Mundo, que propiciaram a ampliação dos instrumentos de crédito e dos investimentos na produção. 

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Q3993137 História

        No mundo acadêmico de língua inglesa, os debates em torno do conceito de Early Modern History passaram a ser mais consensuais alguns anos à frente, prova de que a periodização não é apenas uma questão central, mas também sensível da historiografia. Até hoje, não se estabeleceu um consenso absoluto no que diz respeito aos marcos cronológicos dessa época. De modo análogo, o início do período designado como Late Modern, ou simplesmente Modern, costuma ser marcado em mais de um momento: meados do século XVIII, com o Iluminismo ou, mais tardiamente, com os acontecimentos e consequências da Revolução Francesa, entendidos em geral como o pilar político e intelectual da Modernidade; na virada do século XVIII para o século XIX, ainda com a primeira Revolução Industrial e o começo da guinada hegemônica do capitalismo, focando, assim, nas transformações socioeconômicas; ou somente após as primeiras décadas do século XIX, quando já se anunciavam as feições políticas dos Estados-nação e as garras do imperialismo, ou quando os resquícios do regime feudal desapareciam de fato.


Como se pode ver, a variedade de termos e balizas cronológicas na criação de um período é resultado de uma operação historiográfica que convida historiadores e historiadoras, leitores e leitoras a investigar o vigor ou a tibieza do passado histórico na definição do tempo presente.


André de Melo Araújo et al. (org.). A Época Moderna: Uma introdução.
 In: A Época Moderna. Petrópolis, RJ: Vozes, 2024, p. 13 (com adaptações).

Julgue o item a seguir, a partir do texto precedente. 


Embora a Revolução Industrial seja predominantemente interpretada como um processo nacional identificado com a Grã-Bretanha e, em menor escala, os Países Baixos, a economia asiática nos setecentos era também pujante, o que permite pensar a formação da economia mundial moderna por uma chave policêntrica.

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Q3993136 História

        No mundo acadêmico de língua inglesa, os debates em torno do conceito de Early Modern History passaram a ser mais consensuais alguns anos à frente, prova de que a periodização não é apenas uma questão central, mas também sensível da historiografia. Até hoje, não se estabeleceu um consenso absoluto no que diz respeito aos marcos cronológicos dessa época. De modo análogo, o início do período designado como Late Modern, ou simplesmente Modern, costuma ser marcado em mais de um momento: meados do século XVIII, com o Iluminismo ou, mais tardiamente, com os acontecimentos e consequências da Revolução Francesa, entendidos em geral como o pilar político e intelectual da Modernidade; na virada do século XVIII para o século XIX, ainda com a primeira Revolução Industrial e o começo da guinada hegemônica do capitalismo, focando, assim, nas transformações socioeconômicas; ou somente após as primeiras décadas do século XIX, quando já se anunciavam as feições políticas dos Estados-nação e as garras do imperialismo, ou quando os resquícios do regime feudal desapareciam de fato.


Como se pode ver, a variedade de termos e balizas cronológicas na criação de um período é resultado de uma operação historiográfica que convida historiadores e historiadoras, leitores e leitoras a investigar o vigor ou a tibieza do passado histórico na definição do tempo presente.


André de Melo Araújo et al. (org.). A Época Moderna: Uma introdução.
 In: A Época Moderna. Petrópolis, RJ: Vozes, 2024, p. 13 (com adaptações).

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A frase "toda Revolução é uma guerra de independência" aponta para características comuns aos processos revolucionários do final do século XVIII, tais como a contestação à autoridade baseada na tradição e o caráter anticolonial.

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Q3993135 História

        No mundo acadêmico de língua inglesa, os debates em torno do conceito de Early Modern History passaram a ser mais consensuais alguns anos à frente, prova de que a periodização não é apenas uma questão central, mas também sensível da historiografia. Até hoje, não se estabeleceu um consenso absoluto no que diz respeito aos marcos cronológicos dessa época. De modo análogo, o início do período designado como Late Modern, ou simplesmente Modern, costuma ser marcado em mais de um momento: meados do século XVIII, com o Iluminismo ou, mais tardiamente, com os acontecimentos e consequências da Revolução Francesa, entendidos em geral como o pilar político e intelectual da Modernidade; na virada do século XVIII para o século XIX, ainda com a primeira Revolução Industrial e o começo da guinada hegemônica do capitalismo, focando, assim, nas transformações socioeconômicas; ou somente após as primeiras décadas do século XIX, quando já se anunciavam as feições políticas dos Estados-nação e as garras do imperialismo, ou quando os resquícios do regime feudal desapareciam de fato.


Como se pode ver, a variedade de termos e balizas cronológicas na criação de um período é resultado de uma operação historiográfica que convida historiadores e historiadoras, leitores e leitoras a investigar o vigor ou a tibieza do passado histórico na definição do tempo presente.


André de Melo Araújo et al. (org.). A Época Moderna: Uma introdução.
 In: A Época Moderna. Petrópolis, RJ: Vozes, 2024, p. 13 (com adaptações).

Julgue o item a seguir, a partir do texto precedente. 


Enquanto a Revolução Francesa tornou-se insígnia da ruptura política e ideológica com o Antigo Regime, no processo de independência da América inglesa, também reconhecido como Revolução Americana, a memória dos pais fundadores foi integrada à narrativa nacional, representando um elemento de continuidade entre o passado e o futuro.

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Q3993134 História

        Desde a Segunda Guerra Mundial, o ordenamento externo do poder norte-americano tem sido, em grande medida, mantido à parte do sistema político interno. Uma perspectiva comum e a continuidade dos objetivos separam a administração do império do governo da terra natal. Até certo ponto, o contraste entre os dois é uma função da distância geral entre o horizonte das chancelarias ou corporações e o dos cidadãos em todas as democracias capitalistas. No caso norte-americano, isso decorre também de outras duas particularidades locais: o provincianismo de um eleitorado com conhecimentos mínimos do mundo externo e um sistema político que ― em contradição com os pais fundadores ― tem cada vez mais dado um poder virtualmente irrestrito ao Executivo na condução dos assuntos externos.


Perry Anderson. Império. In: A política externa norte-americana e seus teóricos.
 São Paulo: Boitempo, 2015, p. 11 (com adaptações). 

Tendo o texto precedente como referência inicial, julgue o item a seguir, relativo à história estadunidense no século XX.


Apesar do distanciamento entre as questões internacionais e as domésticas, que se agudizou durante a Guerra Fria, no contexto da bipolaridade, a população dos EUA se aproximava da dos países alinhados por um componente-chave da ideologia norte-americana: a fé no sobrenatural, que funcionou como lastro para a política externa do país. 

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Q3993133 História

        Desde a Segunda Guerra Mundial, o ordenamento externo do poder norte-americano tem sido, em grande medida, mantido à parte do sistema político interno. Uma perspectiva comum e a continuidade dos objetivos separam a administração do império do governo da terra natal. Até certo ponto, o contraste entre os dois é uma função da distância geral entre o horizonte das chancelarias ou corporações e o dos cidadãos em todas as democracias capitalistas. No caso norte-americano, isso decorre também de outras duas particularidades locais: o provincianismo de um eleitorado com conhecimentos mínimos do mundo externo e um sistema político que ― em contradição com os pais fundadores ― tem cada vez mais dado um poder virtualmente irrestrito ao Executivo na condução dos assuntos externos.


Perry Anderson. Império. In: A política externa norte-americana e seus teóricos.
 São Paulo: Boitempo, 2015, p. 11 (com adaptações). 

Tendo o texto precedente como referência inicial, julgue o item a seguir, relativo à história estadunidense no século XX.


A entrada dos EUA na Segunda Guerra Mundial representou um consenso do establishment da Costa Leste, composto pelas elites econômicas, políticas e intelectuais do país, que fundiu o nacionalismo isolacionista ao nacionalismo intervencionista, criando condições para o imperialismo norte-americano

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Q3993132 História

        Desde a Segunda Guerra Mundial, o ordenamento externo do poder norte-americano tem sido, em grande medida, mantido à parte do sistema político interno. Uma perspectiva comum e a continuidade dos objetivos separam a administração do império do governo da terra natal. Até certo ponto, o contraste entre os dois é uma função da distância geral entre o horizonte das chancelarias ou corporações e o dos cidadãos em todas as democracias capitalistas. No caso norte-americano, isso decorre também de outras duas particularidades locais: o provincianismo de um eleitorado com conhecimentos mínimos do mundo externo e um sistema político que ― em contradição com os pais fundadores ― tem cada vez mais dado um poder virtualmente irrestrito ao Executivo na condução dos assuntos externos.


Perry Anderson. Império. In: A política externa norte-americana e seus teóricos.
 São Paulo: Boitempo, 2015, p. 11 (com adaptações). 

Tendo o texto precedente como referência inicial, julgue o item a seguir, relativo à história estadunidense no século XX.


Nicolas Spykman foi o ideólogo que mais influenciou a política externa norte-americana a partir da Segunda Guerra Mundial: ele defendia que a democracia era um "fetiche" e que o êxito da política externa dependia da concentração de poder nas mãos do presidente e do apoio a governos autoritários no exterior, desde que aliados. 

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Q3993131 História

        Desde a Segunda Guerra Mundial, o ordenamento externo do poder norte-americano tem sido, em grande medida, mantido à parte do sistema político interno. Uma perspectiva comum e a continuidade dos objetivos separam a administração do império do governo da terra natal. Até certo ponto, o contraste entre os dois é uma função da distância geral entre o horizonte das chancelarias ou corporações e o dos cidadãos em todas as democracias capitalistas. No caso norte-americano, isso decorre também de outras duas particularidades locais: o provincianismo de um eleitorado com conhecimentos mínimos do mundo externo e um sistema político que ― em contradição com os pais fundadores ― tem cada vez mais dado um poder virtualmente irrestrito ao Executivo na condução dos assuntos externos.


Perry Anderson. Império. In: A política externa norte-americana e seus teóricos.
 São Paulo: Boitempo, 2015, p. 11 (com adaptações). 

Tendo o texto precedente como referência inicial, julgue o item a seguir, relativo à história estadunidense no século XX.


O New Deal foi um conjunto de programas federais norte-americanos elaborado sob o governo Franklin D. Roosevelt em resposta à crise de 1929, que primou pelas práticas protecionistas, revogando medidas de abertura econômica, tais como o Ato Tarifário Smoot-Hawley, e nomeando Secretário de Estado, responsável pela política externa, um opositor ao livre mercado, Cordell Hull.

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Q3993130 História

        Desde a Segunda Guerra Mundial, o ordenamento externo do poder norte-americano tem sido, em grande medida, mantido à parte do sistema político interno. Uma perspectiva comum e a continuidade dos objetivos separam a administração do império do governo da terra natal. Até certo ponto, o contraste entre os dois é uma função da distância geral entre o horizonte das chancelarias ou corporações e o dos cidadãos em todas as democracias capitalistas. No caso norte-americano, isso decorre também de outras duas particularidades locais: o provincianismo de um eleitorado com conhecimentos mínimos do mundo externo e um sistema político que ― em contradição com os pais fundadores ― tem cada vez mais dado um poder virtualmente irrestrito ao Executivo na condução dos assuntos externos.


Perry Anderson. Império. In: A política externa norte-americana e seus teóricos.
 São Paulo: Boitempo, 2015, p. 11 (com adaptações). 

Tendo o texto precedente como referência inicial, julgue o item a seguir, relativo à história estadunidense no século XX.


A proposição dos Catorze Pontos representou uma decisão monocrática do presidente Woodrow Wilson, sem apoio parlamentar, em um contexto em que o isolacionismo ainda tinha grande força nos EUA.

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Q3993129 História

        Desde a Segunda Guerra Mundial, o ordenamento externo do poder norte-americano tem sido, em grande medida, mantido à parte do sistema político interno. Uma perspectiva comum e a continuidade dos objetivos separam a administração do império do governo da terra natal. Até certo ponto, o contraste entre os dois é uma função da distância geral entre o horizonte das chancelarias ou corporações e o dos cidadãos em todas as democracias capitalistas. No caso norte-americano, isso decorre também de outras duas particularidades locais: o provincianismo de um eleitorado com conhecimentos mínimos do mundo externo e um sistema político que ― em contradição com os pais fundadores ― tem cada vez mais dado um poder virtualmente irrestrito ao Executivo na condução dos assuntos externos.


Perry Anderson. Império. In: A política externa norte-americana e seus teóricos.
 São Paulo: Boitempo, 2015, p. 11 (com adaptações). 

Tendo o texto precedente como referência inicial, julgue o item a seguir, relativo à história estadunidense no século XX.


Baseada na ideologia de segurança nacional, a Doutrina Truman constituiu as bases institucionais que fundamentaram o império norte-americano ― o Departamento de Defesa, o Estado-Maior Unificado, o Conselho de Segurança Nacional e a Agência Central de Inteligência (CIA)―, parcialmente dissolvidas na chamada segunda Guerra Fria, a partir do governo Ronald Reagan

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Q3990864 História
Nesse contexto histórico, a educação foi pensada como um projeto filosófico e político. Levou-se adiante a confiança na razão (racionalismo) para transformar a sociedade, combater a ignorância e promover a emancipação humana. A educação era vista como a principal ferramenta para alcançar o progresso e a liberdade. Grandes pensadores alinhados a esse ideário foram Rousseau, Kant e Locke. Esse foi o contexto histórico: 
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Q3989366 História
Diante do cenário social catastrófico palestino com a longevidade do conflito Israel x Hamas, ainda em curso em 2026, analistas políticos e organizações sociais têm constituído discursos que analisam a caracterização de “ciclos de violência” na região, considerando que momentos de grande opressão militar e social israelenses são sucedidos de reações, também extremas, com forte apelo popular por parte dos palestinos. Assim, apesar das diferenças contextuais entre os tempos e eventos, esses mesmos analistas apontam para a ocorrência de uma terceira Intifada. Sobre os dois movimentos anteriores conceituados como Intifadas, devemos considerar assertivos os seguintes elementos:
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Q3989365 História
Conhecido como “Operação 2ª via”, o movimento apoiado pelos EUA, inclusive pela CIA, que culminou com a deposição do presidente chileno Salvador Allende, além de apoio militar, teve como estratégia: 
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Q3989364 História
Há diferentes interpretações historiográficas acerca do fenômeno cristalizado como Imperialismo Japonês, iniciado após a Revolução Meiji e encerrado com a Segunda Guerra Mundial. Entre essas interpretações, uma delas surge exatamente nesse pós-guerra, construída por setores conservadores da sociedade japonesa, sendo, desde sua origem, amplamente contestada fora do Japão. Tal vertente justifica o imperialismo sob o seguinte argumento:
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Q3989363 História
A partir da historiografia marxista, é precondição essencial para a explicação do processo histórico conceituado como Revolução Industrial: 
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Q3989362 História
“Em 1º de novembro de 1755 um terremoto arrasou Lisboa, provocando milhares de mortes e destruindo cerca de 85% da cidade. (...) O Rei D. José I e o primeiro-ministro, Sebastião José de Carvalho e Melo, (...) contrataram arquitetos e engenheiros de toda a Europa a fim de reconstruir a capital. A arquitetura das casas era uniforme, assim como o desenho das portas, janelas e varandas. Vigas, balaustradas, azulejos e até pregos foram feitos em série a partir de um pequeno número de modelos, (...). A arquitetura (...) deveria submeter os interesses particulares à utilidade pública da regularidade e da beleza da capital.”
ENDERS, A.; MORAES, M. & FRANCO, R. História em curso: da Antiguidade à Globalização. São Paulo: Editora do Brasil; Rio de Janeiro: FGV, 2008. p. 206

Considerando as informações do trecho selecionado e o contexto europeu da época abordada, uma alcunha que poderia ser – e provavelmente foi – atribuída à Lisboa após sua reconstrução é:  
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Q3989361 História

Observe a charge a seguir: 

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: https://www.chrismadden.co.uk/cartoon-gallery/galileo-cartoon-galileo-discussing-his-telescopicdiscoveries-with-the-pope/. Acesso em 23 fev 2026


A interpretação da obra remete a uma marcante transformação no pensamento ocidental no início da modernidade. A seguinte característica dessa transformação pode ser associada à seguinte “descoberta” expressa na charge, respectivamente:  

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Q3989355 História
Apesar da diversidade e da longevidade dos processos emancipatórios na América espanhola, bem como suas diferenças fundamentais em relação à independência brasileira, é nas décadas posteriores a essas independências que se evidenciam as maiores diferenças, inclusive na oposição entre fragmentação x centralização territorial. A historiografia latino-americana do século XX, no que tange às ex-colônias, considerando tal aspecto, conceituou os resultados das independências na América espanhola sob o termo: 
Alternativas
Respostas
741: C
742: E
743: C
744: C
745: C
746: C
747: E
748: C
749: E
750: E
751: C
752: E
753: A
754: D
755: C
756: A
757: D
758: B
759: B
760: C