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Desde a Segunda Guerra Mundial, o ordenamento externo do poder norte-americano tem sido, em grande medida, mantido à parte do sistema político interno. Uma perspectiva comum e a continuidade dos objetivos separam a administração do império do governo da terra natal. Até certo ponto, o contraste entre os dois é uma função da distância geral entre o horizonte das chancelarias ou corporações e o dos cidadãos em todas as democracias capitalistas. No caso norte-americano, isso decorre também de outras duas particularidades locais: o provincianismo de um eleitorado com conhecimentos mínimos do mundo externo e um sistema político que ― em contradição com os pais fundadores ― tem cada vez mais dado um poder virtualmente irrestrito ao Executivo na condução dos assuntos externos.
Tendo o texto precedente como referência inicial, julgue o item a seguir, relativo à história estadunidense no século XX.
Nicolas Spykman foi o ideólogo que mais influenciou a política externa norte-americana a partir da Segunda Guerra Mundial: ele defendia que a democracia era um "fetiche" e que o êxito da política externa dependia da concentração de poder nas mãos do presidente e do apoio a governos autoritários no exterior, desde que aliados.
Comentários
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A afirmação está incorreta. A afirmativa mistura as teorias geopolíticas de Nicolas Spykman com as formulações e opiniões de outro importante estrategista, George Kennan, e de outros formuladores do pós-guerra como Dean Acheson.
Fonte: Google Gemini
Spykman:
não tratou democracia como “fetiche”;
não formulou defesa de apoio a regimes autoritários;
não elaborou uma doutrina de concentração presidencial como base da política externa.
GPT
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