Questões de Concurso
Sobre história do brasil em história
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Considerando as ideias de Gomes e outras informações sobre o tema abordado no fragmento textual, o professor percebeu que, na sua aula, deveria enfatizar que
Jean de Léry (1534-1611) fez parte de uma expedição francesa que, em 1536, veio à América Portuguesa. Após retornar à Europa, ele escreveu a obra Viagem à terra do Brasil, na qual narra acontecimentos dessa viagem. Um fragmento dessa obra narra um diálogo entre Léry e um Tupinambá. Segundo Lèry,

Considerando o fragmento textual, percebe-se que, no período colonial brasileiro,
Fonte: NOVAES, Carlos Eduardo; LOBO, César. História do Brasil para principiantes: de Cabral a Cardoso, 500 anos de novela. São Paulo: Ática, 1997, p. 150. Adaptado.
A imagem faz uma crítica a qual período histórico do Brasil?
I- A Província de Minas Gerais tinha o maior número de habitantes e era um dos maiores territórios do Império.
II- A Capitania de São Paulo e Minas de Ouro foi dividida em Capitania de Minas Gerais e Capitania do Rio de Janeiro.
III- A Capitania de Minas Gerais passou por transformações ao longo do tempo, e sua primeira sede foi Vila Rica.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s)
Das figuras políticas é interessante destacar como têm sido representados nos livros didáticos os dois imperadores do Brasil: D. Pedro I, sempre jovem, porque afinal morreu com 34 anos; seu filho D. Pedro II, sempre velho, apesar dos textos escolares darem destaque ao episódio da “Maioridade” que tornou D. Pedro II chefe de Estado com apenas 15 anos. A ilustração do pai jovem e do filho velho tem causado uma certa perplexidade aos jovens leitores e falta a explicação do aparente paradoxo.
(Circe Maria Fernandes Bittencourt (org.), O saber histórico na sala de aula. São Paulo: Contexto, 1998. Adaptado)
A imagem de um D. Pedro II velho foi construída
As listas de conteúdos, sua distribuição pelas séries da escola secundária, as orientações para o trabalho pedagógico elaboradas pelas instituições educacionais durante o período Vargas e expressas nas Orientações Metodológicas (parte importante dos Programas) traduziam a preocupação oficial e as discussões que perpassavam os meios intelectuais brasileiros. Mais do que isso, eram um instrumento ideológico para a valorização de um corpus de ideias, crenças e valores centrados na unidade de um Brasil, num processo de uniformização que permitisse o ocultamento da divisão social e a direção das massas pelas elites.
(Circe Maria Fernandes Bittencourt (org.), O saber histórico na sala de aula. São Paulo: Contexto, 1998. Adaptado)
À época discutida no trecho, destacava-se a importância da História como
(João José Reis, “’Nos achamos em campo a tratar da liberdade’: a resistência negra no Brasil oitocentista”. In: Carlos Guilherme Motta (org.) Viagem incompleta. A experiência brasileira (1500 – 2000). Formação: histórias. São Paulo: Editora SENAC, 2000)
O excerto refere-se