Questões de Concurso Sobre filosofia e a grécia antiga em filosofia

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Q3482336 Filosofia
Sobre a história do pensamento geográfico e os fundamentos que contribuíram para a constituição da Geografia como ciência, analise as afirmativas a seguir:

I. A filosofia foi essencial na formação do pensamento geográfico, oferecendo um embasamento conceitual para as ciências, por meio da reflexão abstrata e geral sobre o conhecimento.

II. A consolidação da geografia como disciplina científica se deu a partir do século XVIII, quando houve um aumento na quantidade de conhecimento e no número de instrumentos técnicos disponíveis.

III. As teorias geográficas são independentes das demais áreas do saber e não utilizam conceitos emprestados de outras ciências.

IV. Os pensadores pré-socráticos, principalmente das escolas Jônica, Itálica e Eleata, influenciaram a base filosófica da geografia ao proporem reflexões sobre a natureza.

Estão CORRETAS:
Alternativas
Q3453573 Filosofia
Ética na Administração Pública: Filósofo da Grécia Antiga, que foi precursor do estudo aprofundado da Ética. Escolha nas alternativas a que se refere ao filósofo expoente desse estudo.
Alternativas
Q3440101 Filosofia
    Sócrates caracterizou seu método como maiêutica, que significa literalmente a arte de fazer o parto, uma analogia com o ofício de sua mãe, que era parteira. Ele também se considerava um parteiro, mas de ideias. O papel do filósofo, portanto, não é transmitir um saber pronto e acabado, mas fazer com que outro indivíduo, seu interlocutor, através da dialética, da discussão no diálogo, dê à luz suas próprias ideias (Teeteto, 149a-150c).

MARCONDES, Danilo. Iniciação à história da filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein. Rio de Janeiro: Zahar, 2002. p. 47.

A partir da passagem acima, avalie os itens abaixo em verdadeiro (V) ou falso (F).

( ) O método socrático da maiêutica tem como objetivo principal a exposição do conhecimento acumulado pelo filósofo, que deve ser transmitido aos discípulos.
( ) A maiêutica é uma metáfora para explicar que o conhecimento verdadeiro nasce do próprio interlocutor, com auxílio do diálogo.
( ) A mãe de Sócrates era parteira, assim se compara seu papel de filósofo ao de alguém que auxilia no nascimento de ideias.
( ) O diálogo e a discussão são ferramentas essenciais no método socrático, pois permitem ao interlocutor desenvolver o próprio pensamento.

A opção que representa corretamente a sequência das afirmações é:
Alternativas
Q3440100 Filosofia
Na obra de Marilena Chaui, Convite à filosofia, nos deparamos com a comparação entre mito e filosofia. Veja os dois textos a seguir:

Texto I
   O mito pretendia narrar como as coisas eram ou tinham sido no passado imemorial, longínquo e fabuloso, voltando-se para o que era antes que tudo existisse tal como existe no presente. A Filosofia, ao contrário, se preocupa em explicar como e por que, no passado, no presente e no futuro (isto é, na totalidade do tempo), as coisas são como são.

Texto II
   O mito narrava a origem por meio de genealogias e rivalidades ou alianças entre forças divinas sobrenaturais e personalizadas, enquanto a Filosofia, ao contrário, explica a produção natural das coisas por elementos naturais primordiais [...] por meio de causas naturais e impessoais [...].

CHAUI, Marilena de Souza. Convite à filosofia. 13. ed. São Paulo: Ática, 2004. p. 36.

Comparando os dois textos é possível afirmar que
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Q3440086 Filosofia
     Pode-se provar a existência de Deus por cinco vias. À primeira [...] parte do movimento. Nossos sentidos atestam, com toda a certeza, que neste mundo algumas coisas se movem. Ora, tudo o que se move é movido por outro. [...] Assim, se o que move é também movido, o é necessariamente por outro, e este por outro ainda. Ora, não se pode continuar até o infinito [...]. É então necessário chegar a um primeiro motor, não movido por nenhum outro, e este, todos entendem: é Deus.

TOMÁS DE AQUINO. Suma Teológica. Vol. 1. 9. ed. São Paulo: Edições Loyola, 2009.

Na primeira via, Tomás de Aquino explica o movimento com base em um princípio da filosofia clássica, qual seja: 
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Q3440085 Filosofia
      A democracia é, como o próprio nome indica, a forma de governo na qual o povo exerce o poder político. Ora, o povo, viu-se, tem como grau de conhecimento máximo o conhecimento que Platão designa de opinião [...]. Assim, a rigor, a democracia é precisamente a forma de governo na qual a opinião pública é livre para se realizar, por assim dizer.

COMPARINI, Julio de Souza; NUNES, Silvio Gabriel Serrano; TOMELIN, Georghio Alessandro. Democracia e opinião pública em Platão. Cadernos de Ética e Filosofia Política, São Paulo, v. 42, n. 2, p. 40–54, 2º sem. 2023.

Segundo o texto, o fundamento da crítica de Platão à democracia está na
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Q3440074 Filosofia
Durante uma aula de Filosofia no 2º ano do Ensino Médio, o professor a imagens de um edifício emblemático do brutalismo brasileiro.

Imagem associada para resolução da questão
Fonte: Foto por Felipe Lavignatti para o Arte Fora do Museu - www.arteforadomuseu.com.br

Alguns estudantes estranham o estilo e comentam que ele “não parece bonito”, ao que o professor aproveita para propor uma reflexão: “É possível pensar a beleza de uma obra que não busca agradar, mas impactar?” Em seguida, ele apresenta a concepção de beleza em Aristóteles, fundamentada nos princípios de harmonia, proporção e finalidade, e propõe aos estudantes uma reflexão sobre se – e de que modo – esses critérios podem ser aplicados à arquitetura contemporânea.
Ao relacionar uma obra arquitetônica contemporânea com a concepção clássica de beleza, o professor está promovendo uma abordagem filosófica voltada para: 
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Q3427747 Filosofia
Sobre a metafísica aristotélica, Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins, em seu livro Filosofando: introdução à Filosofia, afirmam: “Toda a estrutura teórica da filosofia aristotélica desemboca no divino, numa teologia. A descrição das relações entre as coisas leva ao reconhecimento da existência de um ser superior e necessário (...). Porque, se as coisas são contingentes (...), é preciso concluir que são produzidas por causas exteriores a elas”.
Segundo Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins, a estratégia aristotélica para evitar a regressão infinita fundamenta-se
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Q3427731 Filosofia
Em sua obra Boas-vindas à Filosofia, Marilena Chauí destaca a seguinte postura do fazer filosófico: “A Filosofia começa dizendo não às crenças e aos preconceitos do dia a dia (...). Por isso começa dizendo que não sabemos o que imaginávamos saber. Esse foi o principal ensinamento do patrono da Filosofia, Sócrates, quando afirmou que começamos a buscar o conhecimento verdadeiro apenas quando somos capazes de dizer: ‘Só sei que nada sei’”.
A máxima socrática referida no excerto é considerada fundamental para a
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Q3427721 Filosofia
Danilo Marcondes, em seu livro Iniciação à história da Filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein, aborda uma das principais teses da filosofia aristotélica: “a virtude está no meio (meson); por exemplo, o corajoso não é aquele que nada teme, nem o que tudo teme, mas sim o que tem uma dose certa de temor que é a cautela, sem contudo perder a iniciativa, e evitando o excesso que seria a temeridade”.
A tese aristotélica mencionada por Danilo Marcondes, no excerto, implica que a conduta ética deve
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Q3333297 Filosofia
É fato que o excesso de exercícios bem como a deficiência destes arruínam o vigor; do mesmo modo, tanto a bebida e o alimento em demasia quanto a falta destes arruínam a saúde, quando em proporção adequada a produzem, aumentam e preservam. O mesmo acontece em relação à moderação, à coragem e às outras virtudes. Aquele que, tomado pelo medo, de tudo foge e nada suporta se torna um covarde, ao passo que aquele que não experimenta medo diante de coisa alguma e tudo enfrenta se torna um temerário. Do mesmo modo, aquele que se curva a todos os prazeres e não se refreia diante de nenhum se converte em um licencioso. Por outro lado, quem se afasta de todos os prazeres, como os indivíduos rudes, se torna [um indivíduo] insensível.

(Aristóteles, 2001)

Segundo Aristóteles, para alcançar a virtude, é necessário
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Q3333295 Filosofia
A escola estoica foi fundada em Atenas em 300 a.C. por Zenão de Cítio (344-262 a.C.). A doutrina estoica antiga foi desenvolvida e elaborada pelos discípulos e sucessores de Zenão, Cleantes (330-232 a.C.) e Crisipo (280-206 a.C.). O estoicismo concebe a filosofia de forma sistemática e composta de três partes fundamentais: a física, a lógica e a ética, cuja relação é explicada através da metáfora da árvore. A física corresponderia à raiz, a lógica ao tronco e a ética aos frutos.

(Marcondes, 2010. Adaptado)

Segundo Danilo Marcondes (2010), a metáfora da árvore na filosofia estoica ilustra a
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Q3333291 Filosofia
O estabelecimento de uma conexão causal entre determinados fenômenos naturais constitui a forma básica da explicação científica, e é, em grande parte, por esse motivo que consideramos as primeiras tentativas de elaboração de teorias sobre o real dos filósofos jônicos como o início do pensamento científico. Explicar é relacionar um efeito a uma causa que o antecede e o determina.

(Marcondes, 2010)

Segundo Danilo Marcondes, no entanto, um problema epistemológico inerente à explicação causal é 
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Q3325677 Filosofia
A reflexão sobre as causas do movimento e da mudança era central para os gregos. Nesse sentido, Aristóteles desenvolveu a teoria das quatro causas. São elas, EXCETO: 
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Q3283837 Filosofia
Acerca do conhecimento humano, Platão afirmou no diálogo Teeteto:

“Disse essa pessoa que conhecimento é opinião verdadeira acompanhada de explicação racional, e que sem esta deixava de ser conhecimento”.

Fonte: PLATÃO. Teeteto. Tradução de Carlos Alberto Nunes. Belém: Universidade Federal do Pará, 1968. p. 201c.

Com base na passagem citada, assinale V (verdadeiro) ou F (falso) em cada afirmativa a seguir.

( ) O conhecimento exige que a crença seja verdadeira, mas a justificativa é dispensável, desde que haja convicção.
( ) O conceito de opinião verdadeira, sem justificativa, não é suficiente para caracterizar o conhecimento da realidade empírica na perspectiva de Platão.
( ) A explicação racional desempenha um papel fundamental na distinção entre conhecimento e opinião no pensamento platônico.

A sequência correta é
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Q3222060 Filosofia
O surgimento do logos na filosofia grega antiga marca uma nova abordagem racional frente às explicações míticas tradicionais. Com base nesse contexto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3210537 Filosofia
“Na busca da unidade, de uma natureza (physis), os primeiros pensadores gregos sistematizaram questões e se indagaram sobre as finalidades da existência, sobre o que era comum a todos os seres da mesma espécie, produzindo uma visão essencializada e metafísica sobre os seres humanos” (Brasil, 2018).
De acordo com o trecho acima, retirado da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), essa “visão essencializada e metafísica sobre os seres humanos” corresponde a uma identificação da condição humana como a de um:
Alternativas
Q3205975 Filosofia
Para explicar a arte e a vida na Grécia Antiga, o filósofo Friedrich Nietzsche, na obra o Nascimento da Tragédia, partiu da oposição entre o espírito apolíneo e o espírito dionisíaco.
Marque V, para verdadeiro, e F, para falso, nas sentenças que tratam sobre os aspectos apolíneos e dionisíacos segundo a filosofia nietzschiana:

( ) O espírito apolíneo domina as artes plásticas (figurativas) e o espírito dionisíaco domina a música (artes não-figurativas).
( ) O espírito apolíneo prima pela ebriedade e pela exaltação entusiástica.
( ) Graças ao espírito dionisíaco, os gregos antigos conseguiram suportar a existência, tornando o horror da vida em algo aceitável.
( ) A filosofia socrático-platônica, ao pretender dominar racionalmente a vida, eliminou o espírito dionisíaco da Grécia Antiga.
( ) A valorização da racionalidade e a repressão da dimensão dionisíaca foram responsáveis pela produção de um gênero humano forte, feliz e criativo.

A sequência correta, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q3205961 Filosofia
A filosofia pré-socrática é caracterizada pela preocupação cosmológica, concentrando-se na busca do princípio (monismo) ou dos princípios (pluralismo) capaz(es) de explicar o mundo natural.
São filósofos pluralistas:
Alternativas
Q3205957 Filosofia
Citando determinado filósofo, Giovanni Reale e Dario Antiseri dizem: “Os deuses não podem nada ou podem qualquer coisa. Se eles não podem, por que lhes ergues preces? Se eles podem, por que não lhes suplicas que te concedam não temeres nem desejares algumas dessas coisas e de não te amargurares por algumas delas, ao invés de obtê-las ou evitá-las? Porque, de qualquer forma, se eles podem ajudar os homens, devem ajudá-lo também nisso. Talvez digas: ‘Os deuses deram-me faculdade para agir a esse respeito.’ Então, não é melhor que te sirvas livremente do que está em teu poder ao invés de inquietar-te servil e vilmente por aquilo que não está em teu poder? Ademais, quem te disse que os deuses não nos coadjuvam também naquilo que está em nosso poder? Começa a suplicar-lhes nesse sentido e verás.”

REALE, G; ANTISERI, D. História da filosofia. 3. ed. São Paulo: Paulus, 2007. v. 1, p. 332.

O filósofo citado por Reale e Antiseri expressa a filosofia
Alternativas
Respostas
161: B
162: C
163: C
164: B
165: E
166: E
167: D
168: A
169: E
170: A
171: A
172: E
173: E
174: B
175: C
176: E
177: E
178: C
179: C
180: B