Questões de Concurso
Sobre práticas e mediações educacionais em artes em educação artística
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Constitui exemplo de atividade que favorece o desenvolvimento dessa competência em sala de aula a interpretação, de modo contextualizado,
I da pintura Guernica, de Pablo Picasso.
II de notícia acompanhada de artigos de opinião em veículo jornalístico.
III da obra Macunaíma, de Mário de Andrade.
IV da canção O bêbado e a equilibrista, interpretada por Elis Regina.
V de espetáculos de dança como Gira, do grupo Corpo, e suas relações com músicas do Metá Metá.
Estão corretos apenas os itens
A partir dessa observação, é correto afirmar que a
I. A integração de diferentes contextos e metodologias, ampliando o desenvolvimento técnico, artístico e crítico do estudante.
II. A prática técnica de alto nível com a utilização exclusiva de métodos tradicionais reconhecidos, por exemplo, o método completo para clarineta H. Klosé.
III. A padronização do ensino por meio de repertório erudito, desconsiderando-se outras vivências musicais.
verifica-se que está/ão correta/s apenas
Considerando suas características históricas, estruturais e práticas, assinale a alternativa que melhor justifica o uso do choro como recurso pedagógico nesse nível de formação.
Considerando essas premissas, assinale a alternativa correta.
Nos anos 1980, foi criada e difundida no Brasil a Metodologia Triangular para o ensino de Arte, estruturada em três eixos fundamentais: o fazer artístico, a leitura da obra de arte e a contextualização. Após décadas de desenvolvimento, essa proposta permanece relevante, sendo constantemente aprimorada por pesquisas e práticas pedagógicas.
Considere que, em uma aula de artes para alunos dos anos iniciais do ensino fundamental, o(a) docente apresentou aos estudantes uma obra do artista Juan Miró e propôs uma atividade de releitura.
Levando-se em conta o conceito de releitura em uma perspectiva contemporânea do ensino de artes, conclui- -se que a proposta de releitura
Há uma hegemonia do visual no ensino de Arte que limita a leitura e a fruição estética de obras bidimensionais por pessoas com deficiência visual (DV). Diante desse cenário, coloca-se a necessidade de o professor, ao organizar práticas pedagógicas em arte para o aluno com DV, promover o desenvolvimento de sua cultura, sensibilidade, criatividade e conhecimentos.
Como uma estratégia de acessibilidade que possibilita a leitura e a fruição estética de obras de arte planas para estudantes deficientes visuais, de forma a respeitar sua autonomia, destaca-se a
I - Fundamentando II - Interpretando III - Revelando IV - Descrevendo
P - Incentiva a busca por conhecimentos adicionais em campos teóricos, como história da arte, ou conteúdos relativos à crítica da arte, contextos, autor, época e obras em questão. Q - Possibilita a materialização pelo estudante dos aprendizados construídos, por meio da construção de uma produção de sua autoria. R - Possibilita a interpretação da obra e a correlação de sentimentos, ideias ou sensações pelos estudantes, a partir da imagem em questão. S - Favorece a observação da obra analisada e sua investigação, por meio de anotações sobre os detalhes visualmente percebidos. T - Promove a identificação e a comparação dos elementos de estrutura e organização de composição da obra analisada.
As associações corretas são:
Até poucas décadas atrás, a oportunidade de se consumir arte estava restrita aos museus, espaços culturais. A arte e a produção de imagens estavam atreladas aos ateliers e escolas de arte. Hoje, a arte está nas ruas, as imagens povoam as telas dos celulares e os vídeos na internet. Produzir imagens é algo cotidiano, e ser artista envolve outros contextos de produção e consumo. Diante desse novo paradigma, é importante a reflexão sobre as metodologias de ensino de arte. Sobre o tema, Sardelich afirma:
Não cabe mais ao/à educador/a se perguntar o que as/os educandas/os não sabem e propor-se a ensinar- -lhes, e sim o que já sabem e como é possível ampliar as conexões, para que, juntos, possam organizar outros discursos com os saberes-mosaico que todos possuem. Mais do que pensar em representações e artefatos, interessa ao/à educador/a saber o que o grupo de trabalho, que inclui educandas/os e educadoras/ es, quer aprender e o que pode aprender.
SARDELICH, M. E. Leitura de imagens, cultura visual e prática educativa. Cadernos de Pesquisa, v. 36, n. 128, p. 451-472, maio/ago. 2006.
Esse trecho refere-se ao conceito de
Os processos avaliativos para o ensino de artes visuais possuem estratégias específicas e conhecê-las é de grande relevância para o trabalho docente.
Dentre as estratégias avaliativas em artes, a avaliação autêntica é aquela que
Em uma turma do 7o ano do ensino fundamental, ao propor uma atividade em sala de aula de análise de uma obra de arte, o professor percebeu a diversidade de interpretações que a obra despertou nos estudantes.
Com base nessa experiência de ensino de arte, é possível evocar o conceito de visualidades, que se relaciona aos conceitos de