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Julgue os seguintes itens, com base no disposto no Código de Ética e Conduta da AGEPAR, instituído pela Resolução n.º 31/2022.
I - O Comitê de Ética e Conduta é composto por três membros titulares, sendo um deles o seu presidente, e dois suplentes, todos com mandato de dois anos, permitida uma recondução por igual período.
II - Resumem-se a dois os requisitos a serem observados nas denúncias por violação ao referido código propostas perante o Comitê de Ética e Conduta: a descrição da conduta e a indicação da autoria.
III - O baixo potencial ofensivo do fato é razão apta a ensejar o arquivamento da denúncia.
Assinale a opção correta.
Um usuário trabalha com vários aplicativos simultaneamente em um computador com Windows 11. Para organizar sua área de trabalho, ele deseja posicionar rapidamente as janelas abertas em disposições predefinidas na tela para escolher entre diferentes arranjos exibidos pelo sistema.
Considerando a situação hipotética apresentada, assinale a opção em que é corretamente indicado o recurso do Windows 11 relacionado à funcionalidade que atende ao desejo do usuário.
Texto CG1A1
A corrida pela exploração dos chamados minerais críticos à transição energética acentua os conflitos socioambientais existentes no setor mineral brasileiro. Esses elementos naturais são necessários para o desenvolvimento de uma economia de baixo carbono e a produção de componentes utilizados na fabricação de baterias, veículos elétricos, painéis solares, turbinas eólicas, entre outros itens. Além disso, eles também são aplicados majoritariamente em atividades não relacionadas com a transição energética.
No total, 101 mil pessoas em 15 estados foram impactadas pela extração de minerais da transição, que desencadeou 380 confrontos no país entre 2020 e 2023. A Amazônia Legal, composta por nove estados brasileiros, foi a região com mais disputas, concentrando 46,3% das ocorrências.
Um dos autores das pesquisas, o geógrafo Luiz Jardim Wanderley, da Universidade Federal Fluminense (UFF), esclarece que são consideradas conflitos as reações dos atingidos pelos impactos socioambientais e pelas situações de violência, que incluem trabalho em condições análogas à escravidão, estupros, acidentes, ameaças, tentativas de assassinato e mortes.
Os conflitos identificados nesse levantamento podem se sobrepor. O tipo mais prevalente abarca disputas pelo uso da terra, que abrangeram 59,2% das ocorrências, seguidas de embates relativos a acesso à água (39,4%), problemas de saúde (16,4%) e questões trabalhistas (12,4%), explica Wanderley. Entre os minerais utilizados na produção de componentes necessários à transição energética, o cobre e a bauxita foram os que provocaram mais danos, com 25,3% das ocorrências cada um deles. Ao mesmo tempo, esses elementos apresentaram valorização no mercado entre 2020 e 2023. “Os dados sugerem que há uma correlação entre a intensidade da extração do mineral, seu valor de venda e a incidência de conflitos”, diz.
Texto CG1A1
A corrida pela exploração dos chamados minerais críticos à transição energética acentua os conflitos socioambientais existentes no setor mineral brasileiro. Esses elementos naturais são necessários para o desenvolvimento de uma economia de baixo carbono e a produção de componentes utilizados na fabricação de baterias, veículos elétricos, painéis solares, turbinas eólicas, entre outros itens. Além disso, eles também são aplicados majoritariamente em atividades não relacionadas com a transição energética.
No total, 101 mil pessoas em 15 estados foram impactadas pela extração de minerais da transição, que desencadeou 380 confrontos no país entre 2020 e 2023. A Amazônia Legal, composta por nove estados brasileiros, foi a região com mais disputas, concentrando 46,3% das ocorrências.
Um dos autores das pesquisas, o geógrafo Luiz Jardim Wanderley, da Universidade Federal Fluminense (UFF), esclarece que são consideradas conflitos as reações dos atingidos pelos impactos socioambientais e pelas situações de violência, que incluem trabalho em condições análogas à escravidão, estupros, acidentes, ameaças, tentativas de assassinato e mortes.
Os conflitos identificados nesse levantamento podem se sobrepor. O tipo mais prevalente abarca disputas pelo uso da terra, que abrangeram 59,2% das ocorrências, seguidas de embates relativos a acesso à água (39,4%), problemas de saúde (16,4%) e questões trabalhistas (12,4%), explica Wanderley. Entre os minerais utilizados na produção de componentes necessários à transição energética, o cobre e a bauxita foram os que provocaram mais danos, com 25,3% das ocorrências cada um deles. Ao mesmo tempo, esses elementos apresentaram valorização no mercado entre 2020 e 2023. “Os dados sugerem que há uma correlação entre a intensidade da extração do mineral, seu valor de venda e a incidência de conflitos”, diz.
Texto CG1A1
A corrida pela exploração dos chamados minerais críticos à transição energética acentua os conflitos socioambientais existentes no setor mineral brasileiro. Esses elementos naturais são necessários para o desenvolvimento de uma economia de baixo carbono e a produção de componentes utilizados na fabricação de baterias, veículos elétricos, painéis solares, turbinas eólicas, entre outros itens. Além disso, eles também são aplicados majoritariamente em atividades não relacionadas com a transição energética.
No total, 101 mil pessoas em 15 estados foram impactadas pela extração de minerais da transição, que desencadeou 380 confrontos no país entre 2020 e 2023. A Amazônia Legal, composta por nove estados brasileiros, foi a região com mais disputas, concentrando 46,3% das ocorrências.
Um dos autores das pesquisas, o geógrafo Luiz Jardim Wanderley, da Universidade Federal Fluminense (UFF), esclarece que são consideradas conflitos as reações dos atingidos pelos impactos socioambientais e pelas situações de violência, que incluem trabalho em condições análogas à escravidão, estupros, acidentes, ameaças, tentativas de assassinato e mortes.
Os conflitos identificados nesse levantamento podem se sobrepor. O tipo mais prevalente abarca disputas pelo uso da terra, que abrangeram 59,2% das ocorrências, seguidas de embates relativos a acesso à água (39,4%), problemas de saúde (16,4%) e questões trabalhistas (12,4%), explica Wanderley. Entre os minerais utilizados na produção de componentes necessários à transição energética, o cobre e a bauxita foram os que provocaram mais danos, com 25,3% das ocorrências cada um deles. Ao mesmo tempo, esses elementos apresentaram valorização no mercado entre 2020 e 2023. “Os dados sugerem que há uma correlação entre a intensidade da extração do mineral, seu valor de venda e a incidência de conflitos”, diz.
Texto CG1A1
A corrida pela exploração dos chamados minerais críticos à transição energética acentua os conflitos socioambientais existentes no setor mineral brasileiro. Esses elementos naturais são necessários para o desenvolvimento de uma economia de baixo carbono e a produção de componentes utilizados na fabricação de baterias, veículos elétricos, painéis solares, turbinas eólicas, entre outros itens. Além disso, eles também são aplicados majoritariamente em atividades não relacionadas com a transição energética.
No total, 101 mil pessoas em 15 estados foram impactadas pela extração de minerais da transição, que desencadeou 380 confrontos no país entre 2020 e 2023. A Amazônia Legal, composta por nove estados brasileiros, foi a região com mais disputas, concentrando 46,3% das ocorrências.
Um dos autores das pesquisas, o geógrafo Luiz Jardim Wanderley, da Universidade Federal Fluminense (UFF), esclarece que são consideradas conflitos as reações dos atingidos pelos impactos socioambientais e pelas situações de violência, que incluem trabalho em condições análogas à escravidão, estupros, acidentes, ameaças, tentativas de assassinato e mortes.
Os conflitos identificados nesse levantamento podem se sobrepor. O tipo mais prevalente abarca disputas pelo uso da terra, que abrangeram 59,2% das ocorrências, seguidas de embates relativos a acesso à água (39,4%), problemas de saúde (16,4%) e questões trabalhistas (12,4%), explica Wanderley. Entre os minerais utilizados na produção de componentes necessários à transição energética, o cobre e a bauxita foram os que provocaram mais danos, com 25,3% das ocorrências cada um deles. Ao mesmo tempo, esses elementos apresentaram valorização no mercado entre 2020 e 2023. “Os dados sugerem que há uma correlação entre a intensidade da extração do mineral, seu valor de venda e a incidência de conflitos”, diz.
Texto CG1A1
A corrida pela exploração dos chamados minerais críticos à transição energética acentua os conflitos socioambientais existentes no setor mineral brasileiro. Esses elementos naturais são necessários para o desenvolvimento de uma economia de baixo carbono e a produção de componentes utilizados na fabricação de baterias, veículos elétricos, painéis solares, turbinas eólicas, entre outros itens. Além disso, eles também são aplicados majoritariamente em atividades não relacionadas com a transição energética.
No total, 101 mil pessoas em 15 estados foram impactadas pela extração de minerais da transição, que desencadeou 380 confrontos no país entre 2020 e 2023. A Amazônia Legal, composta por nove estados brasileiros, foi a região com mais disputas, concentrando 46,3% das ocorrências.
Um dos autores das pesquisas, o geógrafo Luiz Jardim Wanderley, da Universidade Federal Fluminense (UFF), esclarece que são consideradas conflitos as reações dos atingidos pelos impactos socioambientais e pelas situações de violência, que incluem trabalho em condições análogas à escravidão, estupros, acidentes, ameaças, tentativas de assassinato e mortes.
Os conflitos identificados nesse levantamento podem se sobrepor. O tipo mais prevalente abarca disputas pelo uso da terra, que abrangeram 59,2% das ocorrências, seguidas de embates relativos a acesso à água (39,4%), problemas de saúde (16,4%) e questões trabalhistas (12,4%), explica Wanderley. Entre os minerais utilizados na produção de componentes necessários à transição energética, o cobre e a bauxita foram os que provocaram mais danos, com 25,3% das ocorrências cada um deles. Ao mesmo tempo, esses elementos apresentaram valorização no mercado entre 2020 e 2023. “Os dados sugerem que há uma correlação entre a intensidade da extração do mineral, seu valor de venda e a incidência de conflitos”, diz.
Coluna I
1. Drenagem autógena. 2. Técnica de expiração forçada. 3. Pressão expiratória positiva oscilante com esfera metálica. 4. Espirometria de incentivo.
Coluna II
(__) Respirações controladas iniciadas abaixo da capacidade residual funcional, com volume corrente ampliado aos poucos para deslocar o muco da periferia às vias centrais. (__) Uma ou duas manobras de sopro com a glote aberta, a partir de volume pulmonar médio, intercaladas com períodos de respiração relaxada. (__) Inspiração lenta e profunda, sustentada próximo à capacidade pulmonar total e guiada por sinal visual do volume ou do fluxo alcançado. (__) Vibração da coluna aérea durante o esvaziamento pulmonar, com frequência maior quando o aparelho é inclinado para cima.
Assinale a alternativa que apresenta a associação CORRETA, de cima para baixo:
(1) Verificar a contração anal voluntária, a sensibilidade em S4-S5 e a pressão anal profunda, para decidir entre lesão completa e incompleta. (2) Identificar, em cada lado, o dermátomo mais caudal com sensibilidade tátil leve e dolorosa intactas. (3) Definir o segmento mais cefálico entre os níveis sensitivos e motores obtidos, que corresponde ao nível neurológico único. (4) Identificar, em cada lado, o músculo-chave mais caudal com grau mínimo 3, desde que os segmentos acima tenham grau 5.
Assinale a alternativa que apresenta a ordem CORRETA dessas etapas de classificação:
Coluna I
1. Nervo torácico longo. 2. Nervo radial. 3. Nervo ulnar. 4. Nervo axilar.
Coluna II
(__) Após luxação anterior do ombro, há fraqueza para abduzir o braço e hipoestesia na face lateral do ombro, sobre o deltoide. (__) Após mastectomia com esvaziamento linfonodal, a borda medial da escápula se afasta do tórax ao empurrar a parede. (__) Ao segurar uma folha de papel entre o polegar e a face lateral do indicador, o paciente flete a interfalângica do polegar. (__) Após fratura da diáfise do úmero, há queda do punho e dos dedos, com a extensão ativa do cotovelo preservada.
Assinale a alternativa que apresenta a associação CORRETA, de cima para baixo: