A radiografia de tórax é um exame de imagem bem
comum, principalmente devido a seu baixo custo, à
possibilidade de ser realizado à beira-leito e à grande
disponibilidade nos sistemas hospitalares, seja de
grandes centros, periferias ou até mesmo intrahospitalar. Sua interpretação é primordial para
encontrar alterações torácicas e no campo
pleuropulmonar, favorecendo tanto o diagnóstico
nosológico quanto o diagnóstico cinético funcional.
No entanto, para obter sucesso nessa interpretação, é
imprescindível uma sistematização da avaliação da
imagem, respeitando a semiologia e a terminologia
radiológica. A opacidade é descrita como um termo
genérico e inespecífico que indica qualquer imagem
que atenua o feixe de raios X tornando a imagem
radiográfica mais opaca (“branca”). Portanto, leia a
descrição a seguir e assinale a alternativa que
apresenta o nome do tipo de opacidade descrito:
“Indica preenchimento do espaço aéreo, obliterando
a imagem de vasos e vias aéreas, com maior
densidade, de cunho homogêneo e limites imprecisos.
Sua etiologia pode ser de preenchimento por:
transudato (aumento da pressão hidrostática ou
redução da pressão coloidosmótica), exsudato
(processo infeccioso), sangue, material gástrico e
neoplasia (carcinoma broncogênico). Relacionados a
este tipo de opacidade, têm-se os sinais radiográficos
mais clássicos: o sinal do broncograma aéreo e o sinal
da silhueta.”