Questões de Concurso
Para auditor
Foram encontradas 14.018 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Paciência

Arnaldo Jabor
Considere as justificativas para o uso de pontuação no texto.
I - A vírgula da linha 4 separa orações coordenadas com diferentes.
II - As vírgulas da linha 22 isolam um adjunto adverbial deslocado.
III - A vírgula da linha 17 separa termos da mesma função sintática.
IV - O principal motivo do uso das aspas no texto é sinalizar o uso de estrangeirismo.
Quais estão corretas?
Paciência

Arnaldo Jabor
Paciência

Arnaldo Jabor
Considere as propostas de modificação do texto.
I - Substituição de berros que lembram as antigas trabalhadores do cais, linhas 3-4, POR berros de que se lembram as antigas trabalhadores do cais.
II - Substituição de eu me lembrei da fila dos bancos, linhas 10-11, POR eu lembrei a fila dos bancos.
III - substituição de ela deletou sem sequer ler o título, linha 12, POR ela deletou sem nem ler o título.
IV - Acréscimo de uma vírgula depois de DIA, linha 23.
Quais mantêm a correção e o significado original do texto?
Paciência

Arnaldo Jabor
Paciência

Arnaldo Jabor
I - O tratamento exigido para altos encargos do Poder Executivo exige a forma de tratamento Vossa Excelência.
II - A concordância, na redação oficial, exige 3ª pessoa independente do emissor ou recebedor.
III - Estruturas como “Vimos, por meio deste, ...” devem ser evitadas por caracterizarem um vício de linguagem.
São corretas:
Paciência

Arnaldo Jabor
II - A paciência ______ dispomos para enfrentar os problemas prosaicos é pouca.
III - O banco _________ eficiência duvidávamos aprimorou seus serviços.
IV - Os objetivos _______almejamos demonstração paciência.
V - A paz ________aspiramos exige muita paciência.
Completam correta e respectivamente como lacunas dos períodos como palavras da alternativa:
Paciência

Arnaldo Jabor
I - Acréscimo de vírgulas após amiga, emprego e escola, linha 8, e a substituição das vírgulas já existentes por ponto-e-vírgula.
II - A substituição de onde por aonde nas linhas 16 e 18.
III - A colocação de acento circunflexo na palavra que, linha 18.
IV - Acréscimo de vírgula depois de miocárdio, linha 19.
V - Substituição de que, linha 3, por os quais.
Quais modificações são necessárias?
Não lembro em que momento percebi que viver deveria ser uma permanente reinvenção de nós mesmos — para não morrermos soterrados na poeira da banalidade embora pareça que ainda estamos vivos. Mas compreendi, num lampejo: então é isso, então é assim. Apesar dos medos, convém não ser demais fútil nem demais acomodada. Algumas vezes é preciso pegar o touro pelos chifres, mergulhar para depois ver o que acontece: porque a vida não tem de ser sorvida como uma taça que se esvazia, mas como o jarro que se renova a cada gole bebido. Para reinventar-se é preciso pensar: isso aprendi muito cedo. Apalpar, no nevoeiro de quem somos, algo que pareça uma essência: isso, mais ou menos, sou eu. Isso é o que eu queria ser, acredito ser, quero me tornar ou já fui. Muita inquietação por baixo das águas do cotidiano. Mais cômodo seria ficar com o travesseiro sobre a cabeça e adotar o lema reconfortante: “Parar pra pensar, nem pensar!” (...) Somos demasiado frívolos: buscamos o atordoamento das mil distrações, corremos de um lado a outro achando que somos grandes cumpridores de tarefas. Quando o primeiro dever seria de vez em quando parar e analisar: quem a gente é, o que fazemos com a nossa vida, o tempo, os amores. E com as obrigações também, é claro, pois não temos sempre cinco anos de idade, quando a prioridade absoluta é dormir abraçado no urso de pelúcia e prosseguir, no sono, o sonho que afinal nessa idade ainda é a vida. Mas pensar não é apenas a ameaça de enfrentar a alma no espelho: é sair para as varandas de si mesmo e olhar em torno, e quem sabe finalmente respirar. Compreender: somos inquilinos de algo bem maior do que o nosso pequeno segredo individual. É o poderoso ciclo da existência. Nele todos os desastres e toda a beleza têm significado como fases de um processo. Se nos escondermos num canto escuro abafando nossos questionamentos, não escutaremos o rumor do vento nas árvores do mundo. Nem compreenderemos que o prato das inevitáveis perdas pode pesar menos do que o dos possíveis ganhos. (...) Para viver de verdade, pensando e repensando a existência, para que ela valha a pena, é preciso ser amado; e amar; e amar-se. Ter esperança; qualquer esperança. Questionar o que nos é imposto, sem rebeldias insensatas mas sem demasiada sensatez. Saborear o bom, mas aqui e ali enfrentar o ruim. Suportar sem se submeter, aceitar sem se humilhar, entregar-se sem renunciar a si mesmo e à possível dignidade. Sonhar, porque se desistimos disso apaga-se a última claridade e nada mais valerá a pena. Escapar, na liberdade do pensamento, desse espírito de manada que trabalha obstinadamente para nos enquadrar, seja lá no que for. E que o mínimo que a gente faça seja, a cada momento, o melhor que afinal se conseguiu fazer.
(Lya Luft , texto adaptado, http://www.pensador.info/p/artigo_de_opiniao_lya_luft/1/)
Em “para que ela valha a pena”, na expressão sublinhada não ocorre o uso do sinal indicativo de crase. Indique a opção em que este sinal foi usado INCORRETAMENTE: