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Q4219934 Relações Públicas
No contexto da comunicação organizacional, a crise de imagem pode ser compreendida como uma situação que afeta a reputação de uma instituição perante seus públicos. Com base nessa informação, assinale a opção correta.
Alternativas
Q4219933 Jornalismo
No jornalismo, as declarações das fontes são recortadas e adaptadas segundo a história que a notícia vai contar. Certamente se espera algum grau de fidelidade – caso contrário, estaríamos falando de ficção, e não de jornalismo, no entanto, mesmo quando se busca ser fiel ao que a fonte disse, há sempre uma reorganização de suas declarações.

MARTINO, Luís Mauro Sá. Ética, mídia e comunicação: relações sociais em um mundo conectado. Luís Mauro Sá Martino, Ângela Cristina Salgueiro Marques. São Paulo: Summus, 2018 (com adaptações). 
Com base nos critérios de seleção dos conteúdos noticiosos, na relação entre a fidelidade às falas das fontes e no processo de construção da narrativa jornalística, assinale a opção correta.  
Alternativas
Q4219932 Jornalismo
No campo do jornalismo, os diferentes formatos de produção textual possuem características próprias quanto aos objetivos, à linguagem empregada e ao tratamento da informação. Considerando essa informação e as especificidades apresentadas, assinale a opção correta. 
Alternativas
Q4219931 Jornalismo
A produção da notícia envolve etapas que contribuem para a qualidade, a credibilidade e o compromisso ético da informação jornalística. A partir dessa informação, assinale a opção correta, à luz dos princípios deontológicos que norteiam a atividade jornalística.  
Alternativas
Q4219930 Português
A realidade que conhecemos resulta da edição do mundo. Essa parte construída, reelaborada pelos “produtores” dos meios (empresários, profissionais de mídia, donos do aparato tecnológico, entre outros), pode ser, muitas vezes, tão pequena e tão plena de interpretações implícitas que se distancia extensamente do fato “narrado”, procurando atender aos objetivos tanto dos que detêm os meios de comunicação como, no afã de agradar ao público, atendê‑lo no que lhe é mais caro: o espetáculo e a satisfação dos estereótipos morais ultrapassados. Esse processo metonímico – a parte pelo todo – acaba tendo força da “verdade”, da “objetividade”, da totalidade. E desse modo esse “mundo todo” será reproduzido e se incorporará à história vivida. Essa fabricação da realidade em que vive implica uma aparentemente eterna reprodução do que está, com as consequências que o cotidiano registra. Ou seja: a mídia faz parte integrante da que o cotidiano registra. Ou seja: a mídia faz parte da realidade, elaborando uma visão mediada dessa realidade. Tendo o poder de, concomitantemente, divulgá‑la, pode‑se afirmar que a mídia contribui para criar a realidade que ela se propõe a “descrever”.

BACCEGA, Maria Aparecida. Apresentação. In: BARROS FILHO,
Clóvis de. Ética na comunicação. 1. ed. São Paulo: Summus, 2021. 
Com base nesse texto e nos princípios deontológicos que orientam o processo de produção da notícia, assinale a opção correta.
Alternativas
Q4219789 Raciocínio Lógico
Em uma cesta de frutas, algumas frutas são maçãs e algumas são verdes. Sabe‑se que: ao serem retiradas todas as maçãs, restam 18 frutas; ao serem retiradas todas as frutas verdes, restam 21 frutas; ao serem retiradas todas as frutas que não são maçãs, restam 14 frutas; e, ao serem retiradas apenas as maçãs verdes, restam 29 frutas.
A partir dessa situação hipotética, assinale a opção que apresenta corretamente o número de maçãs verdes contidas nessa cesta.
Alternativas
Q4219788 Raciocínio Lógico
Assinale a opção que apresenta corretamente a negação da proposição “Nenhum brasileiro torce para a seleção argentina”.
Alternativas
Q4219787 Matemática
O consumo mensal de água na casa de Dalila é de 18,5 m³.
Considerando essa situação hipotética, assinale a opção que apresenta corretamente a quantidade de litros de água consumida em um ano, sabendo‑se que o consumo apresentado fora mantido. 
Alternativas
Q4219786 Matemática
Augusta fez um bolo em formato cilíndrico, com 10 cm de raio e 6 cm de altura. Para decorar o bolo, foi feito um furo cilíndrico central, com 5 cm de raio e a mesma altura do bolo. Depois disso, o bolo foi dividido em 9 pedaços iguais.
Com base nessa situação hipotética, assinale a opção que apresenta corretamente o volume de cada pedaço.
Alternativas
Q4219785 Matemática
Cláudia, Marcos e Paula vão disputar uma maratona. A probabilidade de Cláudia concluir a prova é de 80%, a de Paula é de 70% e a de Marcos é de 60%.
Considerando essa situação hipotética e que esses eventos sejam independentes, assinale a opção que apresenta corretamente a probabilidade de nenhum dos 3 concluir a maratona.
Alternativas
Q4219784 Matemática
Um barco de passeio pode transportar 10 adultos ou 15 crianças, mantendo o mesmo limite de carga. Em uma viagem, o barco já levará 6 adultos.
Em consonância com essa situação hipotética, assinale a opção que apresenta corretamente o maior número de crianças que ainda poderá ser transportado nessa viagem.
Alternativas
Q4219783 Matemática
Durante uma aula, os alunos perguntaram a idade da professora Sarita. Enigmática, ela respondeu: “O triplo da idade que eu tinha há 5 anos é igual ao dobro da idade que terei daqui a 10 anos, acrescido de 32”.
Considerando essa situação hipotética, assinale a opção que apresenta corretamente a idade atual da professora Sarita.
Alternativas
Q4219782 Matemática
Gael pensou em um número inteiro de 3 algarismos. Ao multiplicar esse número por 9, ele obteve um resultado terminado em 548.
Com base nessa situação hipotética, assinale a opção que apresenta corretamente a soma dos algarismos do número pensado por Gael.
Alternativas
Q4219781 Raciocínio Lógico
Um ninja desejava invadir um templo. Para isso, ele poderia escolher entre 3 passagens secretas para entrar no pátio, depois entre 4 corredores para chegar ao salão principal e, por fim, entre 5 escadas para alcançar a torre central.
A partir dessa situação hipotética, assinale a opção que apresenta corretamente o número de maneiras diferentes de o ninja entrar no templo e chegar à torre central.
Alternativas
Q4219780 Matemática
Em um condomínio, 12 moradores estavam disponíveis para compor uma comissão que participaria de uma reunião na qual se discutiriam melhorias no prédio. Nesse contexto, seriam escolhidos 4 moradores para essa comissão.
Com base nessa situação hipotética e sabendo‑se que Poliana e Simone não aceitariam participar juntas, assinale a opção que apresenta corretamente o número de comissões distintas que podem ser formadas.
Alternativas
Q4219779 Português
        A evolução das tecnologias de informação, aliada à crescente capacidade de coleta e armazenamento de dados, intensificou os debates sobre a posse e o uso ético dessas informações. A dicotomia entre as esferas pública e privada mostra‑se cada vez mais complexa e desafiadora, especialmente no contexto digital. Entretanto, considerar que dados de fácil acesso, como registros pessoais de usuários nas redes sociais, são informações públicas que podem ser utilizadas sem autorização e consentimento é uma interpretação equivocada e descontextualizada.

        A separação entre o público e o privado tornou‑se um dos principais debates éticos e políticos dos séculos XX e XXI. A construção e a aplicação dessa dualidade foram cruciais para as estruturas econômicas capitalistas e para a consolidação do ideal liberal da democracia burguesa nesse período. Todavia, na contemporaneidade, o rápido desenvolvimento tecnológico, especialmente no que tange à capacidade de registrar, armazenar e acessar informações, originou novos desafios sociais relacionados à posse e ao uso de dados. Com isso, o conflito entre o bem coletivo e o individual tem ocupado lugar central nas discussões das Ciências Humanas.

        A filósofa Hannah Arendt, em sua obra A Condição Humana, fez uma análise do conceito de público no âmbito da política e da ética. Ela considerou o público como um espaço compartilhado onde os humanos se reúnem para interagir e construir uma realidade social, sustentada na pluralidade de perspectivas e pela busca de um entendimento mútuo. Nesse ínterim, o público contrapõe‑se ao privado, que pertence ao espaço da necessidade (biológica, laboral e familiar) e da intimidade (espaço seguro para o amadurecimento emocional e das relações autênticas, garantidor da privacidade e da liberdade).

        Nos campos da Ética, o público é aquilo que diz respeito ao interesse do coletivo em detrimento dos interesses pessoais. Todavia, com o surgimento da Internet, e em especial das redes sociais, passou‑se a entender por público aquilo que pode ser divulgado sobre uma pessoa. Logo publicar textos, fotos, áudios e vídeos nas redes sociais significa que qualquer pessoa, com acesso ao site ou à rede social, pode visualizar essas informações em um local específico. Entretanto, o acesso público à informação não significa que o usuário as cede para usos alheios a seu conhecimento e a sua autorização.

Meucci, A. Dados públicos e ética na pesquisa:
um ensaio sobre a privacidade contextual.
Internet: <doi.org>  (com adaptações).
Assinale a opção que apresenta a proposta correta de reescrita para o trecho “Ela considerou o público como um espaço compartilhado onde os humanos se reúnem para interagir e construir uma realidade social, sustentada na pluralidade de perspectivas e pela busca de um entendimento mútuo.”, mantendo‑se a correção gramatical e o sentido original do texto.
Alternativas
Q4219778 Português
        A evolução das tecnologias de informação, aliada à crescente capacidade de coleta e armazenamento de dados, intensificou os debates sobre a posse e o uso ético dessas informações. A dicotomia entre as esferas pública e privada mostra‑se cada vez mais complexa e desafiadora, especialmente no contexto digital. Entretanto, considerar que dados de fácil acesso, como registros pessoais de usuários nas redes sociais, são informações públicas que podem ser utilizadas sem autorização e consentimento é uma interpretação equivocada e descontextualizada.

        A separação entre o público e o privado tornou‑se um dos principais debates éticos e políticos dos séculos XX e XXI. A construção e a aplicação dessa dualidade foram cruciais para as estruturas econômicas capitalistas e para a consolidação do ideal liberal da democracia burguesa nesse período. Todavia, na contemporaneidade, o rápido desenvolvimento tecnológico, especialmente no que tange à capacidade de registrar, armazenar e acessar informações, originou novos desafios sociais relacionados à posse e ao uso de dados. Com isso, o conflito entre o bem coletivo e o individual tem ocupado lugar central nas discussões das Ciências Humanas.

        A filósofa Hannah Arendt, em sua obra A Condição Humana, fez uma análise do conceito de público no âmbito da política e da ética. Ela considerou o público como um espaço compartilhado onde os humanos se reúnem para interagir e construir uma realidade social, sustentada na pluralidade de perspectivas e pela busca de um entendimento mútuo. Nesse ínterim, o público contrapõe‑se ao privado, que pertence ao espaço da necessidade (biológica, laboral e familiar) e da intimidade (espaço seguro para o amadurecimento emocional e das relações autênticas, garantidor da privacidade e da liberdade).

        Nos campos da Ética, o público é aquilo que diz respeito ao interesse do coletivo em detrimento dos interesses pessoais. Todavia, com o surgimento da Internet, e em especial das redes sociais, passou‑se a entender por público aquilo que pode ser divulgado sobre uma pessoa. Logo publicar textos, fotos, áudios e vídeos nas redes sociais significa que qualquer pessoa, com acesso ao site ou à rede social, pode visualizar essas informações em um local específico. Entretanto, o acesso público à informação não significa que o usuário as cede para usos alheios a seu conhecimento e a sua autorização.

Meucci, A. Dados públicos e ética na pesquisa:
um ensaio sobre a privacidade contextual.
Internet: <doi.org>  (com adaptações).
Assinale a opção cuja proposta de reescrita da oração “A filósofa Hannah Arendt, em sua obra A Condição Humana, fez uma análise do conceito de público no âmbito da política e da ética.” mantém a correção gramatical e o sentido original do texto.
Alternativas
Q4219777 Português
        A evolução das tecnologias de informação, aliada à crescente capacidade de coleta e armazenamento de dados, intensificou os debates sobre a posse e o uso ético dessas informações. A dicotomia entre as esferas pública e privada mostra‑se cada vez mais complexa e desafiadora, especialmente no contexto digital. Entretanto, considerar que dados de fácil acesso, como registros pessoais de usuários nas redes sociais, são informações públicas que podem ser utilizadas sem autorização e consentimento é uma interpretação equivocada e descontextualizada.

        A separação entre o público e o privado tornou‑se um dos principais debates éticos e políticos dos séculos XX e XXI. A construção e a aplicação dessa dualidade foram cruciais para as estruturas econômicas capitalistas e para a consolidação do ideal liberal da democracia burguesa nesse período. Todavia, na contemporaneidade, o rápido desenvolvimento tecnológico, especialmente no que tange à capacidade de registrar, armazenar e acessar informações, originou novos desafios sociais relacionados à posse e ao uso de dados. Com isso, o conflito entre o bem coletivo e o individual tem ocupado lugar central nas discussões das Ciências Humanas.

        A filósofa Hannah Arendt, em sua obra A Condição Humana, fez uma análise do conceito de público no âmbito da política e da ética. Ela considerou o público como um espaço compartilhado onde os humanos se reúnem para interagir e construir uma realidade social, sustentada na pluralidade de perspectivas e pela busca de um entendimento mútuo. Nesse ínterim, o público contrapõe‑se ao privado, que pertence ao espaço da necessidade (biológica, laboral e familiar) e da intimidade (espaço seguro para o amadurecimento emocional e das relações autênticas, garantidor da privacidade e da liberdade).

        Nos campos da Ética, o público é aquilo que diz respeito ao interesse do coletivo em detrimento dos interesses pessoais. Todavia, com o surgimento da Internet, e em especial das redes sociais, passou‑se a entender por público aquilo que pode ser divulgado sobre uma pessoa. Logo publicar textos, fotos, áudios e vídeos nas redes sociais significa que qualquer pessoa, com acesso ao site ou à rede social, pode visualizar essas informações em um local específico. Entretanto, o acesso público à informação não significa que o usuário as cede para usos alheios a seu conhecimento e a sua autorização.

Meucci, A. Dados públicos e ética na pesquisa:
um ensaio sobre a privacidade contextual.
Internet: <doi.org>  (com adaptações).
A coerência e a coesão do texto seriam mantidas, caso a conjunção “todavia”, em “Todavia, com o surgimento da Internet, e em especial das redes sociais, passou‑se a entender por público aquilo que pode ser divulgado sobre uma pessoa”, fosse substituída por 
Alternativas
Q4219776 Português
        A evolução das tecnologias de informação, aliada à crescente capacidade de coleta e armazenamento de dados, intensificou os debates sobre a posse e o uso ético dessas informações. A dicotomia entre as esferas pública e privada mostra‑se cada vez mais complexa e desafiadora, especialmente no contexto digital. Entretanto, considerar que dados de fácil acesso, como registros pessoais de usuários nas redes sociais, são informações públicas que podem ser utilizadas sem autorização e consentimento é uma interpretação equivocada e descontextualizada.

        A separação entre o público e o privado tornou‑se um dos principais debates éticos e políticos dos séculos XX e XXI. A construção e a aplicação dessa dualidade foram cruciais para as estruturas econômicas capitalistas e para a consolidação do ideal liberal da democracia burguesa nesse período. Todavia, na contemporaneidade, o rápido desenvolvimento tecnológico, especialmente no que tange à capacidade de registrar, armazenar e acessar informações, originou novos desafios sociais relacionados à posse e ao uso de dados. Com isso, o conflito entre o bem coletivo e o individual tem ocupado lugar central nas discussões das Ciências Humanas.

        A filósofa Hannah Arendt, em sua obra A Condição Humana, fez uma análise do conceito de público no âmbito da política e da ética. Ela considerou o público como um espaço compartilhado onde os humanos se reúnem para interagir e construir uma realidade social, sustentada na pluralidade de perspectivas e pela busca de um entendimento mútuo. Nesse ínterim, o público contrapõe‑se ao privado, que pertence ao espaço da necessidade (biológica, laboral e familiar) e da intimidade (espaço seguro para o amadurecimento emocional e das relações autênticas, garantidor da privacidade e da liberdade).

        Nos campos da Ética, o público é aquilo que diz respeito ao interesse do coletivo em detrimento dos interesses pessoais. Todavia, com o surgimento da Internet, e em especial das redes sociais, passou‑se a entender por público aquilo que pode ser divulgado sobre uma pessoa. Logo publicar textos, fotos, áudios e vídeos nas redes sociais significa que qualquer pessoa, com acesso ao site ou à rede social, pode visualizar essas informações em um local específico. Entretanto, o acesso público à informação não significa que o usuário as cede para usos alheios a seu conhecimento e a sua autorização.

Meucci, A. Dados públicos e ética na pesquisa:
um ensaio sobre a privacidade contextual.
Internet: <doi.org>  (com adaptações).
A respeito das relações sintáticas do texto, assinale a opção correta.
Alternativas
Q4219775 Português
        A evolução das tecnologias de informação, aliada à crescente capacidade de coleta e armazenamento de dados, intensificou os debates sobre a posse e o uso ético dessas informações. A dicotomia entre as esferas pública e privada mostra‑se cada vez mais complexa e desafiadora, especialmente no contexto digital. Entretanto, considerar que dados de fácil acesso, como registros pessoais de usuários nas redes sociais, são informações públicas que podem ser utilizadas sem autorização e consentimento é uma interpretação equivocada e descontextualizada.

        A separação entre o público e o privado tornou‑se um dos principais debates éticos e políticos dos séculos XX e XXI. A construção e a aplicação dessa dualidade foram cruciais para as estruturas econômicas capitalistas e para a consolidação do ideal liberal da democracia burguesa nesse período. Todavia, na contemporaneidade, o rápido desenvolvimento tecnológico, especialmente no que tange à capacidade de registrar, armazenar e acessar informações, originou novos desafios sociais relacionados à posse e ao uso de dados. Com isso, o conflito entre o bem coletivo e o individual tem ocupado lugar central nas discussões das Ciências Humanas.

        A filósofa Hannah Arendt, em sua obra A Condição Humana, fez uma análise do conceito de público no âmbito da política e da ética. Ela considerou o público como um espaço compartilhado onde os humanos se reúnem para interagir e construir uma realidade social, sustentada na pluralidade de perspectivas e pela busca de um entendimento mútuo. Nesse ínterim, o público contrapõe‑se ao privado, que pertence ao espaço da necessidade (biológica, laboral e familiar) e da intimidade (espaço seguro para o amadurecimento emocional e das relações autênticas, garantidor da privacidade e da liberdade).

        Nos campos da Ética, o público é aquilo que diz respeito ao interesse do coletivo em detrimento dos interesses pessoais. Todavia, com o surgimento da Internet, e em especial das redes sociais, passou‑se a entender por público aquilo que pode ser divulgado sobre uma pessoa. Logo publicar textos, fotos, áudios e vídeos nas redes sociais significa que qualquer pessoa, com acesso ao site ou à rede social, pode visualizar essas informações em um local específico. Entretanto, o acesso público à informação não significa que o usuário as cede para usos alheios a seu conhecimento e a sua autorização.

Meucci, A. Dados públicos e ética na pesquisa:
um ensaio sobre a privacidade contextual.
Internet: <doi.org>  (com adaptações).
Quanto ao emprego dos verbos e às relações de concordância verbal e nominal, assinale a opção correta.
Alternativas
Respostas
21: D
22: E
23: C
24: E
25: B
26: C
27: E
28: D
29: A
30: B
31: C
32: E
33: A
34: D
35: B
36: D
37: C
38: B
39: A
40: E