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O gráfico abaixo representa o tempo gasto por uma adolescente com suas atividades diárias.

O número de horas por dia que essa adolescente utiliza para estudar em casa é:
A figura abaixo representa dois reservatórios, sendo que o reservatório I é cúbico com arestas de medida 12 cm e o reservatório II tem a forma de um bloco retangular com medidas de 36 cm, 15 cm e 10 cm.

Enchendo o reservatório I com água e despejando no reservatório II, que esta inicialmente vazio, a porcentagem da capacidade do reservatório II que será ocupado com essa água será de
Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas com a correta conjugação verbal.
__________ -se em silêncio ao longo da apresentação.
Se você o ________, avise que a reunião já começou.
Vocês _________ os suprimentos?
Leia o texto abaixo para responder à questão.
Dinossauros eram mais lentos do que se imaginava, diz estudo com galinhas d'angola
Nova pesquisa indica que cálculos de estudos anteriores, feitos a partir de pegadas de dinossauros, podem indicar que os dinossauros eram mais velozes do que a realidade
O cinema retrata os dinossauros como seres velozes e predadores implacáveis, que não davam chance para suas presas. Mas quão rápido eles realmente eram? Um estudo publicado na revista científica Biology Letfers indicou que cálculos tradicionais para determinar a velocidade dos dinossauros podem estar equivocados. E a pesquisa colocou isso à prova de maneira criativa: usando galinhas-d'angola para estimar a velocidade de deslocamento de seus ancestrais répteis extintos.
Para determinar a velocidade que um dinossauro corria, os paleontólogos normalmente utilizam equações matemáticas que partem da distância entre pegadas dos animais deixadas em trilhas, por exemplo. Porém, novos estudos mostram como esse método pode ser inconsistente. Um deles, feito por pesquisadores de universidades no Reino Unido, EUA e Brasil, trabalharam com membros da única linhagem de dinossauros ainda existente: as aves.
Recorrendo às simpáticas galinhas-d'angola (Numida meleagris), a pesquisa fez com que essas aves corressem em percursos de lama com diferentes consistências.
Corrida pré-histórica
Os experimentos foram gravados e cronometrados para que fosse possível determinar a velocidade real dos movimentos das galinhas. Após isso, os cientistas usaram equações e procedimentos de fotogrametria — técnica para medir objetos e ambientes a partir de fotos — para calcular a velocidade das aves com base nas pegadas marcadas da trilha.
Comparando os resultados obtidos pelas gravações e pelas pegadas os pesquisadores notaram que o método que avalia somente as trilhas de lama indicava que as galinhas estavam correndo até quatro vezes mais rápido do que realmente corriam em todos os experimentos.
Isso fortaleceu a teoria de que os cálculos utilizados em trilhas de dinossauros não necessariamente representam a realidade dos movimentos desses animais no passado.
A noção de que os cálculos historicamente feitos para os dinossauros assumem que eles andassem por superfícies mais sólidas que a lama também colabora para a ideia de que, nesse tipo de superfície, a velocidade de deslocamento deles seria menor.
Outra conclusão obtida no estudo foi a de que o comprimento do passo das galinhas (e provavelmente dos dinossauros) não é um bom indicador de aceleração e desaceleração. As equações anteriormente usadas assumem que um passo mais longo equivale a uma velocidade maior, porém as gravações mostraram aves se movendo em diferentes velocidades, mesmo deixando pegadas com distâncias semelhantes entre elas.
Moral da história? Dinos que deixaram suas pegadas em solos mais firmes não necessariamente eram mais rápidos do que aqueles que circulavam áreas de solo mais macio.
Disponível em: https://revistagalilei.globo.com/ciencia/noticia/2025/06/dinossauros-eram-mais-lentos-do-que-se-imaginava-diz-estudo-com-galinhas-dangola.ghtml
“Para determinar a velocidade que um dinossauro corria, os paleontólogos normalmente utilizam equações matemáticas que partem da distância entre pegadas dos animais deixadas em trilhas, por exemplo. Porém, novos estudos mostram como esse método pode ser inconsistente.”
O termo em destaque imprime uma ideia de
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Dinossauros eram mais lentos do que se imaginava, diz estudo com galinhas d'angola
Nova pesquisa indica que cálculos de estudos anteriores, feitos a partir de pegadas de dinossauros, podem indicar que os dinossauros eram mais velozes do que a realidade
O cinema retrata os dinossauros como seres velozes e predadores implacáveis, que não davam chance para suas presas. Mas quão rápido eles realmente eram? Um estudo publicado na revista científica Biology Letfers indicou que cálculos tradicionais para determinar a velocidade dos dinossauros podem estar equivocados. E a pesquisa colocou isso à prova de maneira criativa: usando galinhas-d'angola para estimar a velocidade de deslocamento de seus ancestrais répteis extintos.
Para determinar a velocidade que um dinossauro corria, os paleontólogos normalmente utilizam equações matemáticas que partem da distância entre pegadas dos animais deixadas em trilhas, por exemplo. Porém, novos estudos mostram como esse método pode ser inconsistente. Um deles, feito por pesquisadores de universidades no Reino Unido, EUA e Brasil, trabalharam com membros da única linhagem de dinossauros ainda existente: as aves.
Recorrendo às simpáticas galinhas-d'angola (Numida meleagris), a pesquisa fez com que essas aves corressem em percursos de lama com diferentes consistências.
Corrida pré-histórica
Os experimentos foram gravados e cronometrados para que fosse possível determinar a velocidade real dos movimentos das galinhas. Após isso, os cientistas usaram equações e procedimentos de fotogrametria — técnica para medir objetos e ambientes a partir de fotos — para calcular a velocidade das aves com base nas pegadas marcadas da trilha.
Comparando os resultados obtidos pelas gravações e pelas pegadas os pesquisadores notaram que o método que avalia somente as trilhas de lama indicava que as galinhas estavam correndo até quatro vezes mais rápido do que realmente corriam em todos os experimentos.
Isso fortaleceu a teoria de que os cálculos utilizados em trilhas de dinossauros não necessariamente representam a realidade dos movimentos desses animais no passado.
A noção de que os cálculos historicamente feitos para os dinossauros assumem que eles andassem por superfícies mais sólidas que a lama também colabora para a ideia de que, nesse tipo de superfície, a velocidade de deslocamento deles seria menor.
Outra conclusão obtida no estudo foi a de que o comprimento do passo das galinhas (e provavelmente dos dinossauros) não é um bom indicador de aceleração e desaceleração. As equações anteriormente usadas assumem que um passo mais longo equivale a uma velocidade maior, porém as gravações mostraram aves se movendo em diferentes velocidades, mesmo deixando pegadas com distâncias semelhantes entre elas.
Moral da história? Dinos que deixaram suas pegadas em solos mais firmes não necessariamente eram mais rápidos do que aqueles que circulavam áreas de solo mais macio.
Disponível em: https://revistagalilei.globo.com/ciencia/noticia/2025/06/dinossauros-eram-mais-lentos-do-que-se-imaginava-diz-estudo-com-galinhas-dangola.ghtml
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Dinossauros eram mais lentos do que se imaginava, diz estudo com galinhas d'angola
Nova pesquisa indica que cálculos de estudos anteriores, feitos a partir de pegadas de dinossauros, podem indicar que os dinossauros eram mais velozes do que a realidade
O cinema retrata os dinossauros como seres velozes e predadores implacáveis, que não davam chance para suas presas. Mas quão rápido eles realmente eram? Um estudo publicado na revista científica Biology Letfers indicou que cálculos tradicionais para determinar a velocidade dos dinossauros podem estar equivocados. E a pesquisa colocou isso à prova de maneira criativa: usando galinhas-d'angola para estimar a velocidade de deslocamento de seus ancestrais répteis extintos.
Para determinar a velocidade que um dinossauro corria, os paleontólogos normalmente utilizam equações matemáticas que partem da distância entre pegadas dos animais deixadas em trilhas, por exemplo. Porém, novos estudos mostram como esse método pode ser inconsistente. Um deles, feito por pesquisadores de universidades no Reino Unido, EUA e Brasil, trabalharam com membros da única linhagem de dinossauros ainda existente: as aves.
Recorrendo às simpáticas galinhas-d'angola (Numida meleagris), a pesquisa fez com que essas aves corressem em percursos de lama com diferentes consistências.
Corrida pré-histórica
Os experimentos foram gravados e cronometrados para que fosse possível determinar a velocidade real dos movimentos das galinhas. Após isso, os cientistas usaram equações e procedimentos de fotogrametria — técnica para medir objetos e ambientes a partir de fotos — para calcular a velocidade das aves com base nas pegadas marcadas da trilha.
Comparando os resultados obtidos pelas gravações e pelas pegadas os pesquisadores notaram que o método que avalia somente as trilhas de lama indicava que as galinhas estavam correndo até quatro vezes mais rápido do que realmente corriam em todos os experimentos.
Isso fortaleceu a teoria de que os cálculos utilizados em trilhas de dinossauros não necessariamente representam a realidade dos movimentos desses animais no passado.
A noção de que os cálculos historicamente feitos para os dinossauros assumem que eles andassem por superfícies mais sólidas que a lama também colabora para a ideia de que, nesse tipo de superfície, a velocidade de deslocamento deles seria menor.
Outra conclusão obtida no estudo foi a de que o comprimento do passo das galinhas (e provavelmente dos dinossauros) não é um bom indicador de aceleração e desaceleração. As equações anteriormente usadas assumem que um passo mais longo equivale a uma velocidade maior, porém as gravações mostraram aves se movendo em diferentes velocidades, mesmo deixando pegadas com distâncias semelhantes entre elas.
Moral da história? Dinos que deixaram suas pegadas em solos mais firmes não necessariamente eram mais rápidos do que aqueles que circulavam áreas de solo mais macio.
Disponível em: https://revistagalilei.globo.com/ciencia/noticia/2025/06/dinossauros-eram-mais-lentos-do-que-se-imaginava-diz-estudo-com-galinhas-dangola.ghtml
Leia o texto abaixo para responder à questão.
Dinossauros eram mais lentos do que se imaginava, diz estudo com galinhas d'angola
Nova pesquisa indica que cálculos de estudos anteriores, feitos a partir de pegadas de dinossauros, podem indicar que os dinossauros eram mais velozes do que a realidade
O cinema retrata os dinossauros como seres velozes e predadores implacáveis, que não davam chance para suas presas. Mas quão rápido eles realmente eram? Um estudo publicado na revista científica Biology Letfers indicou que cálculos tradicionais para determinar a velocidade dos dinossauros podem estar equivocados. E a pesquisa colocou isso à prova de maneira criativa: usando galinhas-d'angola para estimar a velocidade de deslocamento de seus ancestrais répteis extintos.
Para determinar a velocidade que um dinossauro corria, os paleontólogos normalmente utilizam equações matemáticas que partem da distância entre pegadas dos animais deixadas em trilhas, por exemplo. Porém, novos estudos mostram como esse método pode ser inconsistente. Um deles, feito por pesquisadores de universidades no Reino Unido, EUA e Brasil, trabalharam com membros da única linhagem de dinossauros ainda existente: as aves.
Recorrendo às simpáticas galinhas-d'angola (Numida meleagris), a pesquisa fez com que essas aves corressem em percursos de lama com diferentes consistências.
Corrida pré-histórica
Os experimentos foram gravados e cronometrados para que fosse possível determinar a velocidade real dos movimentos das galinhas. Após isso, os cientistas usaram equações e procedimentos de fotogrametria — técnica para medir objetos e ambientes a partir de fotos — para calcular a velocidade das aves com base nas pegadas marcadas da trilha.
Comparando os resultados obtidos pelas gravações e pelas pegadas os pesquisadores notaram que o método que avalia somente as trilhas de lama indicava que as galinhas estavam correndo até quatro vezes mais rápido do que realmente corriam em todos os experimentos.
Isso fortaleceu a teoria de que os cálculos utilizados em trilhas de dinossauros não necessariamente representam a realidade dos movimentos desses animais no passado.
A noção de que os cálculos historicamente feitos para os dinossauros assumem que eles andassem por superfícies mais sólidas que a lama também colabora para a ideia de que, nesse tipo de superfície, a velocidade de deslocamento deles seria menor.
Outra conclusão obtida no estudo foi a de que o comprimento do passo das galinhas (e provavelmente dos dinossauros) não é um bom indicador de aceleração e desaceleração. As equações anteriormente usadas assumem que um passo mais longo equivale a uma velocidade maior, porém as gravações mostraram aves se movendo em diferentes velocidades, mesmo deixando pegadas com distâncias semelhantes entre elas.
Moral da história? Dinos que deixaram suas pegadas em solos mais firmes não necessariamente eram mais rápidos do que aqueles que circulavam áreas de solo mais macio.
Disponível em: https://revistagalilei.globo.com/ciencia/noticia/2025/06/dinossauros-eram-mais-lentos-do-que-se-imaginava-diz-estudo-com-galinhas-dangola.ghtml
Leia o texto abaixo para responder à questão.
Dinossauros eram mais lentos do que se imaginava, diz estudo com galinhas d'angola
Nova pesquisa indica que cálculos de estudos anteriores, feitos a partir de pegadas de dinossauros, podem indicar que os dinossauros eram mais velozes do que a realidade
O cinema retrata os dinossauros como seres velozes e predadores implacáveis, que não davam chance para suas presas. Mas quão rápido eles realmente eram? Um estudo publicado na revista científica Biology Letfers indicou que cálculos tradicionais para determinar a velocidade dos dinossauros podem estar equivocados. E a pesquisa colocou isso à prova de maneira criativa: usando galinhas-d'angola para estimar a velocidade de deslocamento de seus ancestrais répteis extintos.
Para determinar a velocidade que um dinossauro corria, os paleontólogos normalmente utilizam equações matemáticas que partem da distância entre pegadas dos animais deixadas em trilhas, por exemplo. Porém, novos estudos mostram como esse método pode ser inconsistente. Um deles, feito por pesquisadores de universidades no Reino Unido, EUA e Brasil, trabalharam com membros da única linhagem de dinossauros ainda existente: as aves.
Recorrendo às simpáticas galinhas-d'angola (Numida meleagris), a pesquisa fez com que essas aves corressem em percursos de lama com diferentes consistências.
Corrida pré-histórica
Os experimentos foram gravados e cronometrados para que fosse possível determinar a velocidade real dos movimentos das galinhas. Após isso, os cientistas usaram equações e procedimentos de fotogrametria — técnica para medir objetos e ambientes a partir de fotos — para calcular a velocidade das aves com base nas pegadas marcadas da trilha.
Comparando os resultados obtidos pelas gravações e pelas pegadas os pesquisadores notaram que o método que avalia somente as trilhas de lama indicava que as galinhas estavam correndo até quatro vezes mais rápido do que realmente corriam em todos os experimentos.
Isso fortaleceu a teoria de que os cálculos utilizados em trilhas de dinossauros não necessariamente representam a realidade dos movimentos desses animais no passado.
A noção de que os cálculos historicamente feitos para os dinossauros assumem que eles andassem por superfícies mais sólidas que a lama também colabora para a ideia de que, nesse tipo de superfície, a velocidade de deslocamento deles seria menor.
Outra conclusão obtida no estudo foi a de que o comprimento do passo das galinhas (e provavelmente dos dinossauros) não é um bom indicador de aceleração e desaceleração. As equações anteriormente usadas assumem que um passo mais longo equivale a uma velocidade maior, porém as gravações mostraram aves se movendo em diferentes velocidades, mesmo deixando pegadas com distâncias semelhantes entre elas.
Moral da história? Dinos que deixaram suas pegadas em solos mais firmes não necessariamente eram mais rápidos do que aqueles que circulavam áreas de solo mais macio.
Disponível em: https://revistagalilei.globo.com/ciencia/noticia/2025/06/dinossauros-eram-mais-lentos-do-que-se-imaginava-diz-estudo-com-galinhas-dangola.ghtml
(__)O juiz poderá atribuir efeito suspensivo aos recursos, com o objetivo de evitar dano irreparável à parte recorrente.
(__)O valor das multas aplicadas será destinado à União, e sua arrecadação ficará a cargo do ministério público federal.
(__)Caso a associação autora não promova a execução da sentença condenatória no prazo de sessenta dias após o trânsito em julgado, caberá ao juiz dar ciência à defensoria pública para fazê-lo.
(__)A associação autora será condenada ao pagamento de honorários advocatícios se a pretensão for manifestamente infundada, e, em caso de má-fé, poderá responder solidariamente com seus dirigentes.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima.
(__)O Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV) e o Relatório de Impacto de Vizinhança (RIV) podem ser dispensados caso o empreendimento esteja inserido em Operação Urbana Consorciada previamente licenciada.
(__)Os Empreendimentos Geradores de Impacto de Vizinhança (EGIV) devem apresentar EIV-RIV quando houver possibilidade de alteração significativa no entorno ou sobrecarga da infraestrutura local.
(__)Os empreendimentos classificados como Polos Geradores de Tráfego (PGT) devem apresentar EITT-RITT, compondo o EIV-RIV quando for o caso.
(__)A elaboração de EIA-RIMA é obrigatória para os Empreendimentos Geradores de Impacto Ambiental (EGIA), conforme definido na legislação específica e avaliado pela autoridade ambiental competente.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima.
I.A atuação da guarda municipal deve buscar a redução do sofrimento e a preservação da vida, mesmo em ações de patrulhamento preventivo.
II.O uso progressivo da força é um dos princípios mínimos que orientam as ações da guarda, devendo ser adotado conforme a proporcionalidade e a necessidade da intervenção.
III.O compromisso com a evolução social da comunidade está entre os princípios que norteiam a guarda municipal, reforçando sua atuação integrada ao bem-estar coletivo.
Está correto o que se afirma em:
(__)A retroatividade da Lei penal benéfica é vedada pela Declaração Universal dos Direitos Humanos, pois ela fere o princípio da legalidade e da segurança jurídica.
(__)A presunção de inocência é assegurada até prova em contrário em julgamento público com garantias plenas de defesa, conforme disposto no art. 11 da Declaração Universal dos Direitos Humanos.
(__)A Declaração Universal autoriza, em casos excepcionais, a imposição de pena mais severa do que aquela vigente à época do fato, desde que o julgamento ocorra sob normas reconhecidas internacionalmente.
(__)Ninguém poderá ser considerado culpado por ação ou omissão que, no momento da prática, não configurava delito segundo o Direito Nacional ou Internacional.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima.
Coluna A (Termos)
1.Inspetor
2.Guarda Civil Municipal Classe Distinta − GCM
3.Guarda Civil Municipal Classe Especial − GCM Classe Especial
Coluna B (Descrições)
(__)No máximo, 3% (três por cento) do efetivo.
(__)No máximo, 20% (vinte por cento) do efetivo.
(__)No máximo, 10% (dez por cento) do efetivo.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência da associação correta dos itens acima.
Assinale a alternativa que corretamente completa a lacuna no excerto.
Assinale a alternativa que corretamente completa a lacuna no excerto.
(__)A integração entre Poder Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública e áreas como segurança pública, saúde e educação é uma diretriz expressa da política pública de combate à violência contra a mulher.
(__)A criação de mecanismos legais de mediação entre vítima e agressor é uma das estratégias recomendadas pela Lei Maria da Penha para pacificação familiar, inclusive nos casos de reincidência.
(__)A articulação entre entes federativos é opcional e apenas recomendada, sendo dispensável na efetivação das políticas públicas previstas na Lei Maria da Penha.
(__)A capacitação permanente dos profissionais das áreas de segurança, saúde, educação e assistência social é prevista como uma diretriz da política pública de enfrentamento à violência de gênero.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima.