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Diante do quadro descrito e considerando as comorbidades apresentadas pelo paciente, a conduta mais apropriada para o manejo da hipertensão neste caso é
Diante do quadro descrito, a conduta imediata mais adequada para manejo da função renal do paciente é a seguinte:
Considerando o quadro clínico descrito, o exame complementar indicado para confirmar a hipótese diagnóstica etiológica mais provável é o(a)
Helena, mulher cis, 56 anos, é levada ao pronto atendimento devido a episódio de fraqueza súbita em membro inferior direito, que dificultou a marcha, há cerca de 6 horas, evoluindo com crises convulsivas. O acompanhante informa que a paciente é acompanhada em UBS por hipertensão arterial, dislipidemia e diabetes mellitus, com antecedente de AVE isquêmico há 8 anos, do qual se recuperou sem déficits. Ao exame neurológico, apresenta Glasgow 14, déficit neurológico focal restrito a membro inferior direito, preservando força nos demais membros, sem alteração de fala, com reflexos pupilares normais, sem desvio de rima labial e ausência de sinais de irritação meníngea. Sinais vitais estáveis, exceto temperatura axilar de 37,7°C. Teste rápido para HIV na admissão foi reagente. Realizada RM de crânio abaixo.

O diagnóstico mais provável para este caso é
Considerando o quadro clínico, a alternativa que indica a conduta medicamentosa mais adequada para o manejo imediato da ascite neste paciente é a
Homem de 30 anos, previamente hígido, farmacêutico, é atendido em ambulatório devido à queixa de tosse seca de mais de 6 meses de evolução. Buscou atendimento, pois vem tendo episódios de febre durante a noite, acompanhados de sudorese profusa, que cessam ao uso de dipirona. Durante anamnese, nega escarro produtivo, hemoptise, dor torácica ou dispneia, mas refere perda de peso discreta no período. No exame físico, evidencia-se adenomegalia de cerva de 2 centímetros em cadeia cervical anterior esquerda, pouco endurecida, aderida a planos profundos, sem sinais flogísticos, além de abaulamento discreto em fossa supraclavicular ipsilateral. Ausculta pulmonar com murmúrio vesicular reduzido, percussão com submacicez e frêmito toracovocal aumentado em ápice esquerdo, além de sibilos discretos em hemitórax esquerdo. Realizou a radiografia abaixo.

Com base no caso acima, a hipótese diagnóstica mais provável para o paciente é


Um homem de 69 anos, com diabetes mellitus tipo 2, hipertensão e doença arterial coronariana, comparece para avaliação pré-operatória antes de uma colecistectomia laparoscópica.
Ele realizou intervenção coronária percutânea na artéria descendente anterior proximal há 3 anos, devido a um infarto sem supradesnivelamento do segmento ST. Consegue subir dois lances de escada sem sintomas e nada todo final de semana. Nega angina ou sintomas de insuficiência cardíaca, mas apresenta limitação por dor crônica no joelho. A pressão arterial é 118 × 70 mmHg, frequência cardíaca 72 bpm, mede 1,70 m e pesa 82 kg. O exame físico é normal. Usa diariamente insulina glargina 20 U, losartana 50 mg, metoprolol succinato 50 mg, aspirina 81 mg, atorvastatina 40 mg, clortalidona 25 mg e potássio. Os exames laboratoriais mostram HbA1c 8,1, creatinina 1,8 mg/dL e hemograma normal. O eletrocardiograma mostra ritmo sinusal a 70 bpm, sem evidência de isquemia ou infarto.
Assinale a alternativa que apresenta a melhora conduta para esse caso.
Um homem de 57 anos chega a um hospital de uma pequena cidade sem capacidade de angioplastia com um infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST anterior. Por causa de uma tempestade, o transporte aéreo não é possível, e o hospital com hemodinâmica mais próximo fica a 250 quilômetros. Ele recebe um agente trombolítico com reperfusão bem-sucedida, com resolução da dor torácica e normalização dos segmentos ST. Dois dias depois, ele relata dor torácica ao caminhar até o banheiro.
Qual das seguintes estratégias é mais apropriada para esse paciente?
Mulher de 64 anos, hipertensa e com síndrome metabólica, apresenta dor torácica típica aos esforços.
Exames realizados:
• ECG repouso: normal.
• Teste ergométrico: infradesnivelamento de ST em esforço moderado.
• Cintilografia de perfusão: defeito reversível leve em parede anterior.
• AngioTC coronária: coronárias sem placas obstrutivas.
• Cateterismo cardíaco subsequente: ausência de estenoses epicárdicas significativas.
Apesar disso, mantém dor torácica limitante durante atividades habituais.
Qual é o melhor próximo passo diagnóstico segundo as diretrizes mais atuais?
Homem de 58 anos, previamente saudável, apresenta dispneia progressiva, edema de membros inferiores e ascite há 4 meses. Não há história de cirurgia cardíaca, tuberculose ou radioterapia. Ao exame físico: pressão jugular elevada com sinal de Kussmaul positivo; bulhas normofonéticas; edema importante de membros inferiores; sem sopros significativos.
Demais exames:
• ECG: baixo voltagem difusa.
• Rx tórax: coração de tamanho normal.
• Ecocardiograma:
Pericárdio discretamente espessado.
Septo interventricular com movimento paradoxal (“septal bounce”).
Veia cava inferior dilatada.
Função sistólica preservada.
Velocidade de fluxo mitral E’ medial > E’ lateral.
Pressões pulmonares normais.
• Cateterismo cardíaco (hemodinâmica):
Pressões diastólicas iguais entre VE e VD (“equalização”).
Curva de enchimento em “raiz quadrada” (dip-and-plateau).
Pressão de artéria pulmonar normal.
Qual é o diagnóstico mais provável?
Um homem de 55 anos, com hipertensão, tabagismo e histórico de ataque isquêmico transitório (AIT), apresenta-se a um pronto-socorro rural com 3 horas de dor torácica intermitente. Na chegada, sua frequência cardíaca é de 92 bpm e a pressão arterial é de 170 × 90 mmHg. Peso: 76 kg. Ao exame físico, ele está diaforético e ansioso. Os pulmões estão limpos, o coração tem ritmo regular com um suave galope de S3, e o abdome é flácido e não doloroso. As extremidades estão quentes e sem edema. Um eletrocardiograma é obtido (figura a seguir). Ele recebe um bolo intravenoso de tenecteplase 40 mg. Após a administração da terapia fibrinolítica, os sintomas do paciente desaparecem e a elevação do segmento ST melhora.

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
Assinale a alternativa que apresenta a melhor conduta no manejo desse paciente?
Uma mulher de 45 anos, com histórico de hipertensão e diabetes tipo 2, chega ao pronto-socorro com 3 horas de dor torácica intensa e persistente. Seus sinais vitais iniciais são: pressão arterial 85 × 60 mmHg; frequência cardíaca 110 bpm; frequência respiratória 25 irpm; e saturação de O2 de 95% em 4 L de O2 suplementar. Ao exame físico, ela está pálida e diaforética. À ausculta, apresenta ritmo taquicárdico regular, galope de S3 e estertores bibasais. A pressão venosa jugular está em 14 cm H2O. As extremidades estão frias e pegajosas. Um cateter urinário é inserido e, após 1 hora, não há diurese. O eletrocardiograma mostra depressões do segmento ST nas precordiais, sem elevação do ST.
Qual é a classificação de Killip desta paciente?
Mulher, 67 anos, hipertensa e diabética, apresenta-se ao pronto-socorro com dor torácica em aperto, iniciada em repouso há 1h 30min, com duração de 20 minutos, associada a sudorese fria. Ela relata episódios semelhantes nos últimos 3 dias, sempre em repouso, mas de menor intensidade.
No atendimento:
• PA: 148 × 82 mmHg.
• FC 92: bpm. • SaO2 : 96%.
• Não há estertores, perfusão periférica normal.
• ECG inicial: ritmo sinusal, sem supra de ST, com inversão de T em V4–V6.
• Troponina ultrassensível (0h): normal.
• Cálculo de risco GRACE inicial: 118 (risco intermediário).
• História de DAC prévia: negativa.
Nesse caso, qual é a conduta diagnóstica mais apropriada?
Mulher de 59 anos, hipertensa e com antecedente de Covid há 1 ano, apresenta palpitações, dor torácica atípica e fadiga persistente há 4 meses. Exames realizados: ECG = ritmo sinusal, alterações inespecíficas da repolarização. Ecocardiograma = ventrículos com função normal, sem hipertrofia, sem alterações segmentares, AE discretamente aumentado; holter 24 horas = extrassístoles ventriculares isoladas e 1 episódio curto de TVNS (5 batimentos); troponina basal = negativa; angioTC coronária = sem doença aterosclerótica significativa. O cardiologista suspeita de miocardite crônica ou cicatriz miocárdica como potencial substrato arrítmico.
Qual é o melhor próximo exame para confirmar diagnóstico e definir risco?