Questões de Concurso
Para cuidador
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I.Modificar os espaços ou ajudar as crianças a construir outros espaços.
II.Ajudar a criança a realizar alguma atividade em que ela apresenta dificuldade individualmente.
III.Utilizar a palavra como meio provocador, sempre com o intuito de reprovar atitudes morais dos padrões comportamentais estabelecidos.
Fonte: Lobo, Adelina Soares; Vega, Eunice Helena Tamiosso. Educação motora infantil: orientações a partir das teorias con strutivista, psicomotricista e desenvolvimentista motora − zero a seis anos. Caxias do Sul, RS: Educs, 2010.
É CORRETO o que se afirma em:
Fonte: Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs).
O conceito acima expresso, relaciona-se à qual das alternativas? Marque a opção CORRETA.
Excerto I.O conceito de lúdico não precisa estar na pauta de reflexão diária do professor, pois ao mesmo é necessário que se possa apresentar um ensino tradicional e normatizado, que já tenha sido balizado por diversos autores, o qual não transforma o aprendido em novo conhecimento.
Excerto II.O trabalho realizado pelo professor no espaço escolar abre possibilidade de refletir sobre os procedimentos adotados no ato de ensinar, a convivência e observação adquiridas dentro dessa sociedade escolar, oportuniza apresentar o lúdico como alternativa dinamizadora do ensino, onde os sujeitos da aprendizagem poderão ter a oportunidade de experimentar procedimentos metodológicos que facilitem a compreensão de determinado conteúdo trabalhado pelo professor.
Fonte: Cordovil, R.V.; Souza, J. C.R.; Nascimento Filho, V.B. Lúdico: entre o conceito e a realidade educacional. VIII Fórum internacional de pedagogia.
Sobre os excertos, assinale a alternativa CORRETA.
Fonte: Pereira (2005) apud Cordovil, R.V.; Souza, J. C.R.; Nascimento Filho, V.B. Lúdico: entre o conceito e a realidade educacional. VIII Fórum internacional de pedagogia.
Diante do exposto, identifique a alternativa que exprime corretamente a relação existente entre o brincar e o lúdico.
Portanto, no que se refere aos limites, julgue os itens a seguir:
I.Os limites somente devem ser estabelecidos diante de um comportamento inadequado da criança.
II.Os limites devem fazer parte da rotina da criança.
III.Os limites ensinados na infância contribuem para que o indivíduo cresça e tenha melhores estabelecimentos de relações familiares, sociais e profissionais.
É CORRETO o que se afirma em:
Para que os participantes tenham êxito nesse tipo de brincadeira, quais deverão ser os elementos fundamentais neles?
Marque a alternativa CORRETA.
O poder do "não" para a nossa saúde mental
Vivemos em um mundo em que ficou mais difícil dizer não. São tantas coisas bacanas pululando ao nosso redor, são tantas as demandas na vida e no trabalho que o "sim" acaba se impondo. É como se o que está fora − as redes sociais, os amigos, os colegas de trabalho, o parceiro ou parceira, a família − importasse mais. E se aquela pessoa ficar com raiva? E se nossa relação ficar abalada? E se eu ficar desatualizado, ficar de fora, perder o emprego, ficar marcado no trabalho? Dirigimos o olhar primeiro para o outro, esquecendo de olhar para nós mesmos. Não por acaso, muita gente acaba dizendo sim quando queria mesmo era dizer não.
Não por acaso, muita gente anda se sentindo sobrecarregada, ansiosa, esgotada ou, no caso do ambiente de trabalho, sofrendo com burnout. Responder apenas com o sim nos custa mental, física e emocionalmente. É cansativo.
Aprender a dizer não é um exercício diário e que começa conosco. Se uma pessoa não consegue falar não a si mesma, não conseguirá dizer não aos outros. É como aprender uma nova competência. Eventualmente, erraremos. Mas, com uma certa insistência, aprenderemos.
O segredo está em colocar na balança os nossos valores e prioridades na vida. Também está em estabelecer o que é mais importante, essencial no dia a dia. Isso vai permitir que você se mantenha mais focado, em vez de querer responder a tudo e a todos. Cada escolha implica em uma renúncia. Não se pode ter tudo.
Estamos mal acostumados a usar a palavra "egoísta". Colocar as nossas necessidades no topo da lista não tem nada de egoísmo. Ao contrário: é determinar que dá para fazer algo apenas quando se pode. Aprender a fazer escolhas, afinal, não só nos define como também define a vida que levamos. É preciso respeitar os nossos limites. Acrescentar essa palavra tão pequena ao nosso vocabulário diário é uma das grandes formas de autocuidado.
https://forbes.com.br/forbessaude/2023/10/arthur-guerra-o-poder-do-na o-para-a-nossa-saude-mental/
I. Com a mudança no perfil demográfico brasileiro, uma das expressões e conceitos alterados do estatuto refere-se a faixa etária, considera-se pessoa idosa no intuito dessa Lei às pessoas com idade igual ou superior a 65 (sessenta e cinco) anos.
II. É priorizado o atendimento da pessoa idosa através do sistema asilar ou semelhantes, em casos em que há perda da funcionalidade do sujeito.
III. Entre as pessoas idosas, é assegurada prioridade especial aos maiores de 80 (oitenta) anos, atendendose suas necessidades sempre preferencialmente em relação às demais pessoas idosas.
IV. Incumbe ao poder público fornecer às pessoas idosas, gratuitamente, medicamentos, especialmente os de uso continuado, assim como próteses, órteses e outros recursos relativos ao tratamento, habilitação ou reabilitação.
V. Para os efeitos desta Lei, considera-se violência contra a pessoa idosa qualquer ação que lhe cause morte, dano ou sofrimento físico, praticada em ambiente público ou privado.