Questões de Concurso Para cuidador

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Q3573944 Pedagogia
 O desenvolvimento emocional, motor e físico das crianças perpassa por intervenções do professor que pode sugerir, propor, estimular ou reforçar a prática de determinadas condutas motrizes, seja através de exercícios, seja por meio de jogos. Além disso, o professor pode fazer intervenções em nível afetivo-emocional, reforçando os aspectos relacionais, dentre eles, julgue os itens a seguir:

I.Modificar os espaços ou ajudar as crianças a construir outros espaços.
II.Ajudar a criança a realizar alguma atividade em que ela apresenta dificuldade individualmente.
III.Utilizar a palavra como meio provocador, sempre com o intuito de reprovar atitudes morais dos padrões comportamentais estabelecidos.
Fonte: Lobo, Adelina Soares; Vega, Eunice Helena Tamiosso. Educação motora infantil: orientações a partir das teorias con strutivista, psicomotricista e desenvolvimentista motora − zero a seis anos. Caxias do Sul, RS: Educs, 2010.


É CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q3573943 Sociologia
Diz respeito ao conhecimento e à valorização de características étnicas e culturais dos diferentes grupos sociais que convivem no território nacional, às desigualdades socioeconômicas e à crítica às relações sociais discriminatórias e excludentes que permeiam a sociedade brasileira, oferecendo ao aluno a possibilidade de conhecer o Brasil como um país complexo, multifacetado e algumas vezes paradoxal.
Fonte: Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs).

O conceito acima expresso, relaciona-se à qual das alternativas? Marque a opção CORRETA.
Alternativas
Q3573942 Português
Analise os excertos abaixo:

Excerto I.O conceito de lúdico não precisa estar na pauta de reflexão diária do professor, pois ao mesmo é necessário que se possa apresentar um ensino tradicional e normatizado, que já tenha sido balizado por diversos autores, o qual não transforma o aprendido em novo conhecimento.
Excerto II.O trabalho realizado pelo professor no espaço escolar abre possibilidade de refletir sobre os procedimentos adotados no ato de ensinar, a convivência e observação adquiridas dentro dessa sociedade escolar, oportuniza apresentar o lúdico como alternativa dinamizadora do ensino, onde os sujeitos da aprendizagem poderão ter a oportunidade de experimentar procedimentos metodológicos que facilitem a compreensão de determinado conteúdo trabalhado pelo professor.
Fonte: Cordovil, R.V.; Souza, J. C.R.; Nascimento Filho, V.B. Lúdico: entre o conceito e a realidade educacional. VIII Fórum internacional de pedagogia.


Sobre os excertos, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3573941 Pedagogia
[...] A importância de viver o brincar como possibilidade de incorporação do lúdico à prática docente, na medida em que "quanto mais o adulto vivenciar sua ludicidade, maior será a chance de este profissional trabalhar com a criança de forma prazerosa.
Fonte: Pereira (2005) apud Cordovil, R.V.; Souza, J. C.R.; Nascimento Filho, V.B. Lúdico: entre o conceito e a realidade educacional. VIII Fórum internacional de pedagogia.

Diante do exposto, identifique a alternativa que exprime corretamente a relação existente entre o brincar e o lúdico.
Alternativas
Q3573940 Noções de Primeiros Socorros
Um aluno da unidade escolar começou a apresentar manifestações clínicas sugestivas de intoxicação alimentar, abaixo estão algumas das opções relacionadas aos primeiros socorros à criança, identifique a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3573939 Pedagogia
Uma coisa é certa: o caminho para que os limites sejam compreendidos e respeitados requer perseverança e insistência dos pais. E o estabelecimento de rotinas bem definidas e muito diálogo com a criança são fundamentais neste processo. Além disso, dar limites não é algo que facilita somente a vida dos pais, é um meio para o desenvolvimento da criança e seu bem-estar nos diferentes ambientes da sociedade. Caso contrário, com o passar dos anos, o convívio com outras pessoas dentro da escola e posteriormente na vida profissional pode ser um grande desafio que afeta o potencial em todos os sentidos.

Elisabete Alhadas. A importância dos limites para o desenvolvimento infantil. Colégio Acadêmico Florença, 2022.
Diante do exposto, abaixo estão algumas formas de estabelecimento das regras e do limite, dentre elas, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3573938 Português
Uma coisa é certa: o caminho para que os limites sejam compreendidos e respeitados requer perseverança e insistência dos pais. E o estabelecimento de rotinas bem definidas e muito diálogo com a criança são fundamentais neste processo. Além disso, dar limites não é algo que facilita somente a vida dos pais, é um meio para o desenvolvimento da criança e seu bem-estar nos diferentes ambientes da sociedade. Caso contrário, com o passar dos anos, o convívio com outras pessoas dentro da escola e posteriormente na vida profissional pode ser um grande desafio que afeta o potencial em todos os sentidos.

Elisabete Alhadas. A importância dos limites para o desenvolvimento infantil. Colégio Acadêmico Florença, 2022.

Portanto, no que se refere aos limites, julgue os itens a seguir:


I.Os limites somente devem ser estabelecidos diante de um comportamento inadequado da criança.

II.Os limites devem fazer parte da rotina da criança.

III.Os limites ensinados na infância contribuem para que o indivíduo cresça e tenha melhores estabelecimentos de relações familiares, sociais e profissionais.


É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q3573937 Pedagogia
A brincadeira é uma linguagem infantil que mantém um vínculo essencial com aquilo que é o "não-brincar". Se a brincadeira é uma ação que ocorre no plano da imaginação isto implica que aquele que brinca tenha o domínio da linguagem simbólica. Isto quer dizer que é preciso haver consciência da diferença existente entre a brincadeira e a realidade imediata que lhe forneceu conteúdo para realizar-se. Nesse sentido, para brincar é preciso apropriar-se de elementos da realidade imediata de tal forma a atribuir-lhes novos significados. Essa peculiaridade da brincadeira ocorre por meio da articulação entre a imaginação e a imitação da realidade. Toda brincadeira é uma imitação transformada, no plano das emoções e das ideias, de uma realidade anteriormente vivenciada.


Brasil. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial curricular nacional para a educação infantil. Brasília: MEC/SEF, 1998.
O texto se relaciona à um tipo de brincadeira que mais se adequa à qual faixa etária? Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3573936 Pedagogia
A brincadeira é uma linguagem infantil que mantém um vínculo essencial com aquilo que é o "não-brincar". Se a brincadeira é uma ação que ocorre no plano da imaginação isto implica que aquele que brinca tenha o domínio da linguagem simbólica. Isto quer dizer que é preciso haver consciência da diferença existente entre a brincadeira e a realidade imediata que lhe forneceu conteúdo para realizar-se. Nesse sentido, para brincar é preciso apropriar-se de elementos da realidade imediata de tal forma a atribuir-lhes novos significados. Essa peculiaridade da brincadeira ocorre por meio da articulação entre a imaginação e a imitação da realidade. Toda brincadeira é uma imitação transformada, no plano das emoções e das ideias, de uma realidade anteriormente vivenciada.


Brasil. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial curricular nacional para a educação infantil. Brasília: MEC/SEF, 1998.
Diante do exposto no texto, qual dos conteúdos programáticos expostos que se relaciona ao descrito? Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3573935 Português
Essa brincadeira pode ser feita em ambientes internos, como salas de aula, ou externos, como parques e jardins. Nessa atividade, uma criança é vendada enquanto as outras escondem um objeto. Então, a criança escolhida passa a procurar tal objeto e recebe dicas dos colegas através de algumas palavras utilizadas que dão nome à essa brincadeira. Quanto mais perto se está de encontrar o objeto, usa-se uma palavra, ao passo que quanto mais longe, utiliza-se a outra palavra.


Toda matéria. Disponível em: https://www.todamateria.com.br/brincadeiras -para-educacao-infantil/.

Para que os participantes tenham êxito nesse tipo de brincadeira, quais deverão ser os elementos fundamentais neles?


Marque a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q3573934 Português
Essa brincadeira pode ser feita em ambientes internos, como salas de aula, ou externos, como parques e jardins. Nessa atividade, uma criança é vendada enquanto as outras escondem um objeto. Então, a criança escolhida passa a procurar tal objeto e recebe dicas dos colegas através de algumas palavras utilizadas que dão nome à essa brincadeira. Quanto mais perto se está de encontrar o objeto, usa-se uma palavra, ao passo que quanto mais longe, utiliza-se a outra palavra.


Toda matéria. Disponível em: https://www.todamateria.com.br/brincadeiras -para-educacao-infantil/.
O texto refere-se à qual tipo de brincadeira? Marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3573930 Matemática
Uma fábrica de sacolas que opera com 6 máquinas trabalhando no mesmo ritmo produzindo 81.750 sacolas por mês, teve 2 de suas máquinas quebradas. Quantas sacolas ela passou a produzir mensalmente?
Alternativas
Q3573917 Português

O poder do "não" para a nossa saúde mental


Vivemos em um mundo em que ficou mais difícil dizer não. São tantas coisas bacanas pululando ao nosso redor, são tantas as demandas na vida e no trabalho que o "sim" acaba se impondo. É como se o que está fora − as redes sociais, os amigos, os colegas de trabalho, o parceiro ou parceira, a família − importasse mais. E se aquela pessoa ficar com raiva? E se nossa relação ficar abalada? E se eu ficar desatualizado, ficar de fora, perder o emprego, ficar marcado no trabalho? Dirigimos o olhar primeiro para o outro, esquecendo de olhar para nós mesmos. Não por acaso, muita gente acaba dizendo sim quando queria mesmo era dizer não.


Não por acaso, muita gente anda se sentindo sobrecarregada, ansiosa, esgotada ou, no caso do ambiente de trabalho, sofrendo com burnout. Responder apenas com o sim nos custa mental, física e emocionalmente. É cansativo.


Aprender a dizer não é um exercício diário e que começa conosco. Se uma pessoa não consegue falar não a si mesma, não conseguirá dizer não aos outros. É como aprender uma nova competência. Eventualmente, erraremos. Mas, com uma certa insistência, aprenderemos.


O segredo está em colocar na balança os nossos valores e prioridades na vida. Também está em estabelecer o que é mais importante, essencial no dia a dia. Isso vai permitir que você se mantenha mais focado, em vez de querer responder a tudo e a todos. Cada escolha implica em uma renúncia. Não se pode ter tudo.


Estamos mal acostumados a usar a palavra "egoísta". Colocar as nossas necessidades no topo da lista não tem nada de egoísmo. Ao contrário: é determinar que dá para fazer algo apenas quando se pode. Aprender a fazer escolhas, afinal, não só nos define como também define a vida que levamos. É preciso respeitar os nossos limites. Acrescentar essa palavra tão pequena ao nosso vocabulário diário é uma das grandes formas de autocuidado.



https://forbes.com.br/forbessaude/2023/10/arthur-guerra-o-poder-do-na o-para-a-nossa-saude-mental/

Qual é a importância de aprender a dizer "não" de acordo com o texto?
Alternativas
Q3573916 Comunicação Social
'Empresas já leem nossas mentes e vão saber ainda mais com neurotecnologia', diz pesquisadora


Alguns anos atrás, a ideia de "ameaça à privacidade de pensamento" estava mais para 1984, de George Orwell, e para o terreno da ficção científica distópica.

Para Nita Farahany, professora da Universidade Duke (EUA) que se especializou em pesquisar as consequências das novas tecnologias e suas implicações éticas, essa ameaça já é presente hoje e deve ser levada a sério.

A iraniana-americana lançou neste ano o livro The Battle for your Brain: Defending the Right to Think Freely in the Age of Neurotechnology ("A Batalha pelo seu Cérebro: Defendendo o Direito de Pensar Livremente na Era da Neurotecnologia", em tradução livre, sem edição brasileira).

Mas como é possível ler o nosso cérebro? Bem, de fato ainda não existe — como na ficção — uma supermáquina que entra na cabeça de uma pessoa e entrega uma lista completa de ideias e conceitos.

Na verdade, explica Farahany, as defesas da nossa privacidade de pensamento começaram a ser derrubadas sem a necessidade de examinar diretamente o cérebro.

Isso foi possível com a vasta quantidade de dados pessoais compartilhada em redes sociais e outros apps, que é analisada por algoritmos e depois monetizada.

Hoje as companhias de tecnologia detêm informações importantes sobre nós: quem são nossos amigos, qual conteúdo gera emoção (e, importante, que tipo de emoção), as preferências políticas, em quais produtos clicamos, por onde circulamos ao longo do dia e algumas das transações financeiras.

"Tudo isso está sendo usado por empresas para criar perfis muito precisos sobre quem somos e assim entender nossas preferências e nossos desejos", diz Farahany em entrevista à BBC News Brasil.

"É importante as pessoas entenderem que elas já estão em um mundo onde mentes são lidas."

Outra fronteira do nosso funcionamento interno começa a ser explorada com a popularização de smartwatches (relógios inteligentes), que reúnem dados sobre batimento cardíaco, níveis de estresse, qualidade do sono e muito mais.

Mas o avanço da neurotecnologia, com equipamentos em contato direto com a cabeça, leva tudo isso a um novo patamar, com mais dados e mais precisão.

Ela explica que sensores cerebrais são justamente parecidos com sensores de frequência cardíaca encontrados nos smartwatches ou em anéis que medem a temperatura do corpo quando captam a atividade elétrica no cérebro.

"E toda vez que você pensa, ou toda vez que sente algo, os neurônios disparam em seu cérebro, emitindo pequenas descargas elétricas. Padrões característicos podem ser usados para tirar conclusões", afirma.

"Por exemplo, se você vê uma propaganda e sente alegria ou estresse ou raiva, tédio, envolvimento... todas essas reações podem ser captadas por meio da atividade elétrica em seu cérebro e decodificadas com a inteligência artificial mais avançada."

Ou seja, esses sinais cerebrais transmitem o que sentimos, observamos, imaginamos ou pensamos.

Farahany afirma que as pessoas precisam compreender e aceitar que o cérebro "não é inteiramente delas".

Essa situação leva a própria filosofia a questionar o conceito de livre arbítrio, ou seja, o poder de um indivíduo de optar por suas ações.

"Imagine que você se proponha no começo da semana a não passar mais de uma hora por dia nas redes sociais. Aí você descobre no final que você gastou quatro horas por dia. O que aconteceu?", pondera a professora de Direito e Filosofia na Duke.

"Se existem algoritmos projetados para te capturar quando você quer se desconectar, se existem notificações quando você fica muito tempo fora do celular, se você quer assistir a só um episódio da série e o próximo começa automaticamente, você usou seu livre arbítrio? São ferramentas e técnicas projetadas para prejudicar aquilo com que você se comprometeu."

'Tecnologia em si raramente é o problema'

Farahany, ao contrário do que se possa pensar, é uma grande entusiasta dos avanços da neurotecnologia.

Ela enumera ao longo de The Battle for Your Brain uma longa lista de contextos em que o monitoramento cerebral poderia melhorar a humanidade e salvar vidas.

"O que eu proponho é um equilíbrio. É tanto uma forma de as pessoas enxergarem os aspectos positivos da tecnologia, mas também de estarem protegidas contra os riscos mais significativos", diz.

"Para chegar lá, é necessário mudar a forma como pensamos a nossa relação com a tecnologia. A tecnologia raramente é o problema. Quase sempre é o mau uso."

"Não se trata de encampar posições absolutas do tipo 'tudo isso é ruim' ou 'tudo isso é ótimo', mas tentar definir quais são as funcionalidades dessa tecnologia para o bem comum e quais são os riscos de uso indevido."

Esses cenários de um futuro não tão distante, no entanto, são complexos, cheios de facas de dois gumes.

A neurotecnologia poderá reduzir o número de acidentes fatais ao acompanhar os graus de desatenção e, principalmente, de fadiga que atingem caminhoneiros e condutores de trem/metrô, por exemplo.

Essa mesma funcionalidade pode ser abusada por uma empresa ou escola em busca da produtividade total, em que momentos de distração de um empregado ou aluno são vigiados, registrados e eventualmente punidos.

Uma pulseira que capta ondas eletromagnéticas enviadas pelo cérebro para movimentar braços e mãos poderá transformar esses impulsos em sinais eletrônicos e tornar experiências digitais ou de realidade virtual muito mais intuitivas e integradas.

E há um potencial ainda mais importante nesse dispositivo: o de detectar os estágios iniciais de uma doença neurodegenerativa. A análise das atividades cerebrais como um todo poderá representar um salto imenso para a medicina e a longevidade.

Por outro lado, escreve Farahany no livro, a mesma pulseira também perceberá "se você está envolvido em uma atividade íntima usando suas mãos em seu quarto".

E todos esses dados nas mãos de governos?

Mas para a professora iraniana-americana a grande preocupação em relação à privacidade individual está em governos de posse de uma gama cada mais ampla de dados pessoais.

Ela relata que o Departamento de Defesa dos EUA financiou uma empresa que desenvolveu um sistema biométrico que combina dados de ondas cerebrais, estados cognitivos, reconhecimento facial, análise das pupilas dos olhos e mudanças na quantidade de suor produzido.

Já na China, uma reportagem de 2018 do jornal South China Morning Post contava que trabalhadores de diversos ramos e integrantes de forças militares do país já usavam monitores de ondas cerebrais para detectar picos emocionais como depressão, ansiedade ou raiva.

Além do uso para melhorar performances e assim o resultado financeiro de empresas, a reportagem dizia que outro objetivo era "manter a estabilidade social" chinesa.

Farahany afirma que, na maioria dos países, as leis sobre privacidade não contemplam explicitamente o direito à privacidade mental.

"Acredito que as Nações Unidas precisam avançar no sentido de reconhecer o que chamo de 'direito à liberdade cognitiva'. Um direito universal que nos direcionaria a uma atualização da privacidade, que diga explicitamente que há direito à privacidade mental, um direito de estar protegido contra interferências na maneira como pensamos e sentimos."

Ela diz que "liberdade de pensamento" é hoje aplicada e entendida como sendo estritamente a respeito de liberdade de religião e de crença.

"Acho que precisamos expandir esse entendimento para haver uma proteção contra a interferência, a manipulação e a punição contra o pensamento."

O problema é que a tecnologia se desenvolve sempre mais rápido que o debate e a aprovação de uma legislação, e empresas e governos se aproveitam dos vazios de legalidade.

"Trata-se realmente de tentar descobrir o quanto antes, e também conforme a tecnologia evolui, quais são seus benefícios e riscos. E depois esclarecer o que está em jogo e desenvolver um regime regulatório que aborde isso. Nem sempre é fácil de fazer", reconhece Farahany.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c88jmpl902lo
De acordo com a professora Nita Farahany, como as empresas de tecnologia estão coletando informações sobre as pessoas para entender suas preferências e desejos?
Alternativas
Q3572712 Noções de Primeiros Socorros
As queimaduras são lesões causadas por agentes químicos, físicos ou elétrica, capazes de produzir dano e morte para as células. Com relação aos cuidados imediatos a uma vítima de queimadura, assinale a alternativa incorreta. 
Alternativas
Q3572711 Direito Previdenciário
Com relação aos benefícios de aposentadoria e pensão do Regime Geral da Previdência Social, assinale a alternativa correta.  
Alternativas
Q3572710 Estatuto da Pessoa Idosa - Lei nº 10.741 de 2003
Em 2022, é publicada a Lei n° 14.423 de 22 de julho de 2022 que altera as expressões contidas na Lei n° 10.741 de 1° de outubro de 2003, a qual dispõe sobre o Estatuto da Pessoa Idosa, com relação ao Estatuto, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.

I. Com a mudança no perfil demográfico brasileiro, uma das expressões e conceitos alterados do estatuto refere-se a faixa etária, considera-se pessoa idosa no intuito dessa Lei às pessoas com idade igual ou superior a 65 (sessenta e cinco) anos.
II. É priorizado o atendimento da pessoa idosa através do sistema asilar ou semelhantes, em casos em que há perda da funcionalidade do sujeito.
III. Entre as pessoas idosas, é assegurada prioridade especial aos maiores de 80 (oitenta) anos, atendendose suas necessidades sempre preferencialmente em relação às demais pessoas idosas.
IV. Incumbe ao poder público fornecer às pessoas idosas, gratuitamente, medicamentos, especialmente os de uso continuado, assim como próteses, órteses e outros recursos relativos ao tratamento, habilitação ou reabilitação.
V. Para os efeitos desta Lei, considera-se violência contra a pessoa idosa qualquer ação que lhe cause morte, dano ou sofrimento físico, praticada em ambiente público ou privado.
Alternativas
Q3572709 Pedagogia
Com relação a autorização para viajar, de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3572708 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Com relação ao direito da criança e do adolescente sobre a convivência familiar e comunitária, assinale a alternativa incorreta. 
Alternativas
Q3572707 Serviço Social
Ao longo dos anos de sua criação, o Estatuto da Criança e do Adolescente trouxe evoluções para a efetivação da proteção integral sendo um documento construído de forma coletiva com diversas organizações cíveis, governamentais e instituições de ensino. Uma das leis publicadas foi a Lei nº 13.010, de 26 de junho de 2014, conhecida como Lei Menino Bernardo, e refere-se a(o): 
Alternativas
Respostas
3601: C
3602: A
3603: B
3604: A
3605: D
3606: A
3607: A
3608: B
3609: A
3610: A
3611: B
3612: A
3613: D
3614: D
3615: C
3616: X
3617: A
3618: C
3619: D
3620: B