Questões de Concurso Para técnico em segurança do trabalho

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Q3572948 Segurança e Saúde no Trabalho
Cabe à organização quanto ao uso de Equipamento de Proteção Individual, exceto: 
Alternativas
Q3572947 Segurança e Saúde no Trabalho
A Norma de Higiene Ocupacional 11 avalia sobre os níveis de iluminamento em ambientes internos de trabalho, diante disso relacione os itens de acordo com a definição dos aspectos a serem verificados na análise preliminar e assinale a alternativa com a sequência correta.

1. Cintilação
2. Efeito estroboscópico
3. Ofuscamento
4. Zonas de transição entre ambientes internos e externos

( ) É a sensação visual produzida por áreas brilhantes dentro do campo de visão, que pode resultar em fadiga visual, erros e até mesmo acidentes.
( ) Diferenças significativas nos níveis de iluminamento entre as áreas de trabalho e suas áreas adjacentes podem causar desconforto visual e ocasionar acidentes em locais onde haja movimentação frequente.
( ) Ocorre quando uma fonte de luz pulsante ilumina um objeto em movimento, podendo ocasionar modificação aparente do seu movimento ou sua imobilização aparente
( ) Termo utilizado para descrever variações de brilho aparente ou de cor de uma fonte luminosa percebida visualmente. 
Alternativas
Q3572946 Segurança e Saúde no Trabalho
De acordo com a definição de ruído de impacto descrita na Norma de Higiene Ocupacional 01, assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna.
Não é permitida exposição a ruídos de impacto ou impulsivos com níveis de pico superiores a _______dB para indivíduos que não estejam adequadamente protegidos. 
Alternativas
Q3572945 Engenharia Civil
Assinale a alternativa que esteja em desacordo com a NR 23 – Proteção Contra Incêndios. 
Alternativas
Q3572944 Direito Previdenciário
A Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) é um documento emitido para reconhecer tanto um acidente de trabalho ou de trajeto bem como uma doença ocupacional. Após a ocorrência de um acidente de trabalho deverão ser emitidas 4 vias, sendo encaminhadas para as seguintes entidades e instituições: 
Alternativas
Q3572943 Segurança e Saúde no Trabalho
Segundo a NR 17 que regulamenta sobre a ergonomia, assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna.
É vedado o levantamento não eventual de cargas que possa comprometer a segurança e a saúde do trabalhador quando a distância de alcance horizontal da pega for superior a __________em relação ao corpo.
Alternativas
Q3572942 Eletricidade
De acordo com as instalações elétricas descritas na NR 18, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q3572941 Segurança e Saúde no Trabalho
Enumere a hierarquia correta quanto as medidas de planejamento do trabalho que deverão ser adotadas nos trabalhos em altura conforme a NR 35 e assinale a alternativa com a sequência correta.

( ) Medidas que minimizem as consequências da queda, quando o risco de queda não puder ser eliminado.
( ) Medidas para evitar o trabalho em altura, sempre que existir meio alternativo de execução.
( ) Medidas que eliminem o risco de queda dos trabalha dores, na impossibilidade de execução do trabalho de outra forma. 
Alternativas
Q3572940 Segurança e Saúde no Trabalho
Sobre a NR 13, assinale a alternativa que preencha as lacunas com a determinação dos prazos corretos. Após a inspeção do vaso de pressão, deve ser anotada no Registro de Segurança a sua condição operacional, e, em até _____ dias, deve ser emitido o relatório, que passa a fazer parte da sua documentação, podendo este prazo ser estendido para _____dias em caso de parada geral de manutenção. 
Alternativas
Q3572939 Segurança e Transporte
De acordo com a NR 11 – Transporte, movimentação, armazenagem e manuseio de materiais, sobre o armazenamento de materiais, assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna.
Material empilhado deverá ficar afastado das estruturas laterais do prédio a uma distância de pelo menos ______________. 
Alternativas
Q3572938 Segurança e Saúde no Trabalho
A NR 3 – Embargo e Interdição – regulamenta sobre as diretrizes para a classificação das consequências de acordo com os riscos envolvidos. Relacione as colunas de acordo com a classificação das consequências dos riscos e assinale a alternativa com a sequência correta.

1. Leve.
2. Significativa.
3. Severa.
4. Morte.

( ) Pode prejudicar a integridade física e/ou a saúde, provocando lesão que implique em incapacidade temporária por prazo superior a 15 dias.
( ) Pode levar a óbito imediato ou que venha a ocorrer posteriormente.
( ) Pode prejudicar a integridade física e/ou a saúde, provocando lesão que implique em incapacidade temporária por prazo igual ou inferior a 15 dias.
( ) Pode prejudicar a integridade física e/ou a saúde, provocando lesão ou sequela permanentes. 
Alternativas
Q3572937 Direito do Trabalho
Sobre os procedimentos de segurança da poda de árvores descrita na NR 38, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q3572936 Segurança e Saúde no Trabalho
Analise as assertivas de acordo com a nova NR 38 que estabelece os requisitos e as medidas de prevenção para atividades de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos e assinale a alternativa correta.

I. É defeso o acondicionamento de alimentos e bebidas no carrinho coletor em qualquer hipótese.
II. A limitação da velocidade do caminhão a 20 km/h no deslocamento nas áreas de trabalho.
III. O deslocamento dos trabalhadores de um setor para outro adjacente, com o uso da plataforma operacional, somente pode ser realizado quando houver sequência da execução da atividade de coleta entre os setores.
IV. A NR 38 se aplica também aos resíduos da construção civil e industriais.
V. A organização deve manter registro atualizado de todos os logradouros em que desenvolve suas atividades, por rota, frente de serviço ou pontos de coleta, com identificação dos pontos de apoio, suas características e definição do tipo de atendimento prestado aos trabalhadores. 
Alternativas
Q3572935 Segurança e Saúde no Trabalho
Conforme a NR 18, assinale a alternativa que preencha as lacunas que descrevem corretamente as proporções das instalações sanitárias.
“A instalação sanitária deve ser constituída de lavatório, bacia sanitária sifonada, dotada de assento com tampo, e mictório, na proporção de 1 conjunto para cada grupo de ___ trabalhadores ou fração, bem como de chuveiro, na proporção de 1 unidade para cada grupo de ___trabalhadores ou fração.” 
Alternativas
Q3572934 Engenharia Civil
Em caso de ocorrência de acidente fatal, descrita na NR 18, é obrigatória a adoção da seguinte medida: 
Alternativas
Q3572933 Segurança e Saúde no Trabalho
Assinale a alternativa que preencha corretamente as lacunas, segundo a NR 16 – Atividades e Operações Perigosas.
O exercício de trabalho em condições de periculosidade assegura ao trabalhador a percepção de adicional de _______, incidente sobre o salário, sem os acréscimos resultantes de gratificações, prêmios ou participação nos lucros da empresa 
Alternativas
Q3571992 Legislação Municipal
De acordo com o artigo 166 da Lei Orgânica de Fazenda Rio Grande, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3571983 Raciocínio Lógico
Considere a proposição “Se João estuda muito então ficará aprovado em um concurso”. Assinale a alternativa que contém a negação dessa proposição. 
Alternativas
Q3571980 Português
Leia o texto para responder a questão.


Por que a moeda brasileira se chama real?


        “Real”, no sentido de realeza, era a moeda adotada por Portugal e suas colônias desde a época das Grandes Navegações – o plural era “réis”, de onde vem a expressão “conto de réis”, que equivale a um milhão de réis. No Brasil, o Real português vigorou dos tempos coloniais até 1942, no auge do Estado Novo de Getúlio Vargas.

        Àquela altura, a inflação já tinha comido tanto o valor do velho real que a unidade básica da economia era o "mil reais" – "miréis" na fonética daqueles tempos. Getúlio, então, instituiu uma nova unidade monetária, o cruzeiro – este um nome 100% nacional, referindo-se ao Cruzeiro do Sul, a constelação mais distinta do nosso hemisfério. E cada cruzeiro valia mil reais.

         A partir dali, porém, a inflação só fez acelerar. Nos 25 anos entre 1942 e 1967, tivemos inflação de pelo menos 2 dígitos em 23. O "mil cruzeiros" já era a nova unidade monetária. A Ditadura Militar, então, mandou cortar três zeros. Surgia o Cruzeiro novo.

      Mas faltou combinar com as nossas equipes econômicas. A Ditadura seguiu imprimindo dinheiro para encher o país de obras. O Banco do Brasil, para você ter uma ideia, tinha o poder de fabricar moeda. Se o governo precisasse de dinheiro para fazer uma hidrelétrica, ou para pagar o espumante das festas, pedia para o Banco do Brasil imprimir notas, pagava tudo, e beleza. O que podia dar errado?

      Tudo, claro. Quando você enche a praça de dinheiro, o próprio dinheiro vira carne de vaca. Perde valor. A essa perda de valor, você sabe, damos o nome de "inflação".

       E a inflação saiu dos dois dígitos. Foi para três – mais de 100% ao ano. Hora de mudar a moeda de novo.

     Em 1986, o governo Sarney aposentava o cruzeiro e inaugurava o "cruzado". Como estamos falando de nome de moeda aqui, vale um adendo. "Cruzado" era a moeda de prata que Portugal usava na época das Grandes Navegações. Nisso, a equipe de Sarney encarregada de dar nome à nova moeda matava dois coelhos. Usava um nome com estofo histórico e que, ao mesmo tempo, não soava alienígena, já que lembrava a denominação da moeda anterior.

      E aí... Bom, os desmandos financeiros do Estado seguiam de vento em popa. Em 1987 a inflação chegou perto de 500%. Em 1988, passou de 1.000%. Em 1989, roçou os 2.000%.

     Hora de trocar de moeda de novo. Chegava o cruzado novo. Em 1990, Fernando Collor assumiu e determinou que o cruzado novo voltasse a se chamar "cruzeiro" – por questões estéticas e para deixar seu glorioso confisco à poupança mais didático. Os cruzeiros circulariam livremente; os "cruzados novos" ficariam retidos. Só uma baboseira linguística para fazer com que o pior plano econômico da história do país parecesse menos patético do que era de fato.

       Por essas e outras, Collor acabou saindo. Deixou no lugar o vice Itamar Franco e uma inflação que, em 1993, chegaria ao seu maior valor histórico: 2.477%.

    Itamar, que entendia tanto de economia quanto de penteado, propôs a seu ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, "prender o Abílio Diniz e congelar os preços" – Abílio, então dono da rede de supermercados Pão de Açúcar deveria ser preso, na cabeça do então presidente, para deixar de aumentar preços – como se quem criasse inflação fosse quem comercializa produtos, e não quem imprime moeda.

       Em 1994, enfim, a equipe de FHC lançou o Plano Real. Não foi um simples corte de zeros. Houve um trabalho que envolveu saneamento das contas públicas, com cortes violentos de gastos (de modo a controlar a própria emissão de moeda), e, mais tarde – a partir de 1999 –, com a adoção do regime de "metas de inflação". Grosso modo, esse regime diz que, se a inflação subir além de um patamar aceitável, deve-se aumentar os juros básicos da economia. Juros altos freiam o consumo e os financiamentos bancários. Isso esfria a economia. Passa a circular menos moeda, e o valor do dinheiro se mantém. É por isso que, desde a década de 1990, o risco de hiperinflação caiu a zero.

     Por que o "real" ganhou esse nome? Por que ele matava dois coelhos também. Tem fundo histórico, já que é o nome da moeda anterior ao cruzeiro, e remete à ideia de uma moeda com "valor real".


Disponível em https://www.instagram.com/p/CopyL_dgJIj/ 
Assinale a alternativa cujo trecho a seguir foi reescrito de maneira que não altere seu sentido.
“Houve um trabalho que envolveu saneamento das contas públicas, com cortes violentos de gastos (de modo a controlar a própria emissão de moeda), e, mais tarde – a partir de 1999 –, com a adoção do regime de ‘metas de inflação’”. 
Alternativas
Q3571976 Português
Leia o texto para responder a questão.


Por que a moeda brasileira se chama real?


        “Real”, no sentido de realeza, era a moeda adotada por Portugal e suas colônias desde a época das Grandes Navegações – o plural era “réis”, de onde vem a expressão “conto de réis”, que equivale a um milhão de réis. No Brasil, o Real português vigorou dos tempos coloniais até 1942, no auge do Estado Novo de Getúlio Vargas.

        Àquela altura, a inflação já tinha comido tanto o valor do velho real que a unidade básica da economia era o "mil reais" – "miréis" na fonética daqueles tempos. Getúlio, então, instituiu uma nova unidade monetária, o cruzeiro – este um nome 100% nacional, referindo-se ao Cruzeiro do Sul, a constelação mais distinta do nosso hemisfério. E cada cruzeiro valia mil reais.

         A partir dali, porém, a inflação só fez acelerar. Nos 25 anos entre 1942 e 1967, tivemos inflação de pelo menos 2 dígitos em 23. O "mil cruzeiros" já era a nova unidade monetária. A Ditadura Militar, então, mandou cortar três zeros. Surgia o Cruzeiro novo.

      Mas faltou combinar com as nossas equipes econômicas. A Ditadura seguiu imprimindo dinheiro para encher o país de obras. O Banco do Brasil, para você ter uma ideia, tinha o poder de fabricar moeda. Se o governo precisasse de dinheiro para fazer uma hidrelétrica, ou para pagar o espumante das festas, pedia para o Banco do Brasil imprimir notas, pagava tudo, e beleza. O que podia dar errado?

      Tudo, claro. Quando você enche a praça de dinheiro, o próprio dinheiro vira carne de vaca. Perde valor. A essa perda de valor, você sabe, damos o nome de "inflação".

       E a inflação saiu dos dois dígitos. Foi para três – mais de 100% ao ano. Hora de mudar a moeda de novo.

     Em 1986, o governo Sarney aposentava o cruzeiro e inaugurava o "cruzado". Como estamos falando de nome de moeda aqui, vale um adendo. "Cruzado" era a moeda de prata que Portugal usava na época das Grandes Navegações. Nisso, a equipe de Sarney encarregada de dar nome à nova moeda matava dois coelhos. Usava um nome com estofo histórico e que, ao mesmo tempo, não soava alienígena, já que lembrava a denominação da moeda anterior.

      E aí... Bom, os desmandos financeiros do Estado seguiam de vento em popa. Em 1987 a inflação chegou perto de 500%. Em 1988, passou de 1.000%. Em 1989, roçou os 2.000%.

     Hora de trocar de moeda de novo. Chegava o cruzado novo. Em 1990, Fernando Collor assumiu e determinou que o cruzado novo voltasse a se chamar "cruzeiro" – por questões estéticas e para deixar seu glorioso confisco à poupança mais didático. Os cruzeiros circulariam livremente; os "cruzados novos" ficariam retidos. Só uma baboseira linguística para fazer com que o pior plano econômico da história do país parecesse menos patético do que era de fato.

       Por essas e outras, Collor acabou saindo. Deixou no lugar o vice Itamar Franco e uma inflação que, em 1993, chegaria ao seu maior valor histórico: 2.477%.

    Itamar, que entendia tanto de economia quanto de penteado, propôs a seu ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, "prender o Abílio Diniz e congelar os preços" – Abílio, então dono da rede de supermercados Pão de Açúcar deveria ser preso, na cabeça do então presidente, para deixar de aumentar preços – como se quem criasse inflação fosse quem comercializa produtos, e não quem imprime moeda.

       Em 1994, enfim, a equipe de FHC lançou o Plano Real. Não foi um simples corte de zeros. Houve um trabalho que envolveu saneamento das contas públicas, com cortes violentos de gastos (de modo a controlar a própria emissão de moeda), e, mais tarde – a partir de 1999 –, com a adoção do regime de "metas de inflação". Grosso modo, esse regime diz que, se a inflação subir além de um patamar aceitável, deve-se aumentar os juros básicos da economia. Juros altos freiam o consumo e os financiamentos bancários. Isso esfria a economia. Passa a circular menos moeda, e o valor do dinheiro se mantém. É por isso que, desde a década de 1990, o risco de hiperinflação caiu a zero.

     Por que o "real" ganhou esse nome? Por que ele matava dois coelhos também. Tem fundo histórico, já que é o nome da moeda anterior ao cruzeiro, e remete à ideia de uma moeda com "valor real".


Disponível em https://www.instagram.com/p/CopyL_dgJIj/ 
“Matar dois coelhos” é uma expressão 
Alternativas
Respostas
4721: A
4722: B
4723: D
4724: A
4725: C
4726: C
4727: B
4728: A
4729: D
4730: C
4731: C
4732: A
4733: B
4734: C
4735: D
4736: C
4737: A
4738: A
4739: C
4740: B