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Pondere o seguinte argumento:
1. Todos os relatórios produzidos pela equipe Alfa passam por revisão técnica.
2. O relatório entregue ontem não passou por revisão técnica.
3. O relatório entregue ontem, é semelhante em formato e estrutura, aos relatórios produzidos pela equipe Alfa.
Com base nessas informações, é correto concluir que:
Tendo em vista a proposição composta:
P: “Paulo não é professor ou Priscila não é pintora.”
A negação lógica de P é:
Considerando-se P, Q e R proposições simples, analise a proposição composta:
(~P v Q) ⟶ R
Sabendo-se que P é verdadeira, Q é falsa e R é falsa, assinale a alternativa que determina o valor lógico da proposição composta.
Estamos discorrendo a obra:
Falando-se sobre versificação, leia os itens e assinale a alternativa correta.
I- Há casos em que o final de um verso não coincide com o final de um segmento sintático, de maneira que o verso só termina no verso seguinte. Esse tipo de ligação entre os versos chama-se enjambement ou encadeamento.
II- Os versos são classificados de acordo com o número de sílabas poéticas que possuem: monossílabo, dissílabo, trissílabo, tetrassílabo, pentassílabo, hexassílabo, heptassílabo, octossílabo, eneassílabo, decassílabo, hendecassílabo, dodecassílabo, verso bárbaro, (com mais de doze sílabas poéticas).
III- O verso decassílabo pode ser heroico ou sáfico. O decassílabo heroico possui a acentuação tônica principal na 6ª e 10ª sílabas. O decassílabo sáfico, na 4ª, 8ª e 10ª sílabas.
IV- O verso alexandrino pode ser clássico ou moderno. O alexandrino clássico possui acentuação tônica principal na 6ª e 12ª sílabas. O alexandrino moderno, na 4ª, 8ª e 12ª sílabas, ou na 3ª, 6ª, 9ª e 12ª sílabas.
Leia o texto para responder às próximas duas questões.
Fuga do cão. (Juliano Martinz).
Era uma perseguição implacável. Injusta, poderia dizer. Afinal, como duas pernas podem competir contra quatro?
Enquanto corria tanto quanto podia, percebia em assustadores relances que o cachorro ia alcançá-lo.
Podia ouvir os sons guturais que provinham das entranhas do quadrúpede sedento de sangue.
Neste momento, ao perceber o fôlego lhe faltando, Jonas se arrependeu. Maldita hora que decidira entrar pelo portão deixado aberto pelo vizinho para pegar algumas frutas. Seus pais não lhe haviam ensinado tão incisivamente que pegar bens alheios é roubo?
Malditas laranjas suculentas, pensou!
Tarde demais para lamentos. Entrara no quintal do vizinho sem autorização, despertara o cão raivoso e agora fugia do facínora.
Em certo momento, nem sentia as pernas – eram tão rápidas que dispensavam qualquer coordenação. Jamais imaginaria ser capaz de correr tanto assim.
Tanto correu que, de repente, descobriu-se em outro bairro. Parou, resfolegando como um cavalo. Olhou para trás e descobriu que o cachorro desaparecera.
Deu um grito de alegria ao perceber que fora mais rápido do que o cão. Quem poderia imaginar? Enfim, duas pernas venceram quatro! O feito renderia muitas histórias entre os amigos.
E isto sem contar o fato de que o susto servira para lhe ensinar uma importante lição: da próxima vez, ouviria os pais e a voz da consciência.
Foi quando um quintal alheio lhe chamou a atenção. Ao lado da casa, Jonas se deparou com uma cintilante árvore carregada de malditas laranjas suculentas!