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Q3803851 Legislação Municipal
Conforme a Lei Orgânica Municipal, no que se refere às vedações impostas ao Vereador, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3803850 Direito Administrativo
Conforme a Lei Orgânica Municipal, analise as assertivas a seguir, relativas ao controle interno exercido pela Administração Direta e Indireta do Município.
I. O controle interno abrange o acompanhamento da execução do orçamento municipal e dos contratos e atos jurídicos análogos.
II. O controle interno compreende a verificação da regularidade e da contabilização dos atos que resultem na arrecadação de receitas e na realização de despesas.
III. O controle interno inclui a verificação e o registro da fidelidade funcional dos agentes da Administração e dos responsáveis por bens e valores públicos.
Das assertivas, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q3803689 Estatística
Analise as assertivas que seguem acerca de medidas de tendência central.
I. Ao se considerar um conjunto de trezentos e onze números, caso seja necessário determinar a mediana entre os números, será necessário utilizar-se do cálculo de uma média aritmética.
II. Um conjunto de cinco números tem a possibilidade dos números se repetirem dentro de si; a partir disso, tem-se apenas dois números diferentes dentro desse conjunto e há ao menos uma repetição de cada; a moda do conjunto será o elemento que tem três ocorrências nesse conjunto.
III. Caso seja conhecida a média aritmética de um conjunto de números, assim como todos os números que o compõe, exceto um, é possível calcular o valor desse único número que não se conhece.
Estão CORRETAS:
Alternativas
Q3803688 Matemática
Em um pequeno estacionamento de um órgão público há 10 vagas disponíveis. Em uma manhã específica, há 9 das vagas ocupadas, sendo que dois dos carros são azuis, dois são vermelhos, três são pretos, um é verde e um é prata. Qual das alternativas traz, respectivamente, a probabilidade aproximada de o primeiro carro a sair do estacionamento ser um vermelho, a probabilidade aproximada do próximo carro a sair ser um preto, e a probabilidade aproximada do próximo carro a sair ser prata? 
Alternativas
Q3803687 Raciocínio Lógico
Um anagrama pode ser compreendido como a construção de uma nova palavra ou frase obtida através do rearranjo de todas as letras de uma palavra ou frase original, utilizando cada letra exatamente uma vez. Considere que as letras a seguir formam uma palavra:
KLJNKAXZOI
A partir dessa palavra, é possível se obter uma quantidade específica de diferentes anagramas. Entretanto, para que a quantidade de diferentes anagramas seja 1.512.000 inferior, qual das alternativas traz uma possibilidade de alteração que, se feita na palavra, trará o resultado desejado?
Alternativas
Q3803686 Matemática
Seja uma matriz formada por três linhas e três colunas, ou seja, nove elementos. Os termos dessa matriz formam, em determinada ordem, uma progressão aritmética. Os elementos da primeira linha são chamados de 1°, 2° e 3°, da esquerda para a direita; os da segunda linha, de 4°, 5° e 6°, da esquerda para a direita; e os da terceira linha, de 7°, 8° e 9°, da esquerda para a direita. Se a progressão, de primeiro elemento - o 5° elemento da matriz - igual a 7 e razão igual a 2, se dá na ordem dos elementos abaixo destacados, qual das alternativas apresenta o determinante dessa matriz?
5°; 7°; 1°; 4°; 9°; 2°; 3°; 6°; 8°
Alternativas
Q3803685 Matemática
Considere que existe um bloco de argila em formato de paralelepípedo, com comprimento igual a 1,8 metros, largura igual a 1,6 metros e altura igual a 1,4 metros. Foi necessário retirar, de metade das faces do bloco, exatamente o volume de uma pirâmide de base quadrada com lado da base e altura medindo 60 centímetros. Nesse sentido, após a remoção dos volumes de pirâmides, qual das alternativas apresenta o que resta do volume do bloco de argila. 
Alternativas
Q3803684 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil no Brasil

        As desigualdades socioeconômicas repercutem também no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação do estudo inédito. O desafio da equidade no acesso à educação infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

        O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10 milhões de crianças de baixa renda na primeira infância, inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.

        A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).

        “Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está falando de a creche ser um espaço de aprendizagem, desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”, avaliou.

        A desigualdade de acesso à educação infantil pelas famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%) e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%) apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de 30% para a população do CadÚnico.

        De acordo com o estudo, as diferenças são notadas também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.

        O estudo revela que os municípios menores e com menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que reforça a importância de políticas públicas que apoiem os territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país. Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas, quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo, lembrando sempre que a educação básica é um direito da criança. Fonte:

https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025- 12/desigualdades-sociais-dificulta-acesso-educacao-infantil-no-brasil (adaptado).
No texto, aparece a forma “MEC” para designar um órgão da administração pública federal. Esse tipo de formação lexical é característico de um processo específico da língua portuguesa, utilizado para condensar nomes extensos em unidades gráficas autônomas. Do ponto de vista linguístico, a forma “MEC” enquadra-se corretamente como:
Alternativas
Q3803683 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil no Brasil

        As desigualdades socioeconômicas repercutem também no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação do estudo inédito. O desafio da equidade no acesso à educação infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

        O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10 milhões de crianças de baixa renda na primeira infância, inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.

        A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).

        “Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está falando de a creche ser um espaço de aprendizagem, desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”, avaliou.

        A desigualdade de acesso à educação infantil pelas famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%) e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%) apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de 30% para a população do CadÚnico.

        De acordo com o estudo, as diferenças são notadas também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.

        O estudo revela que os municípios menores e com menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que reforça a importância de políticas públicas que apoiem os territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país. Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas, quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo, lembrando sempre que a educação básica é um direito da criança. Fonte:

https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025- 12/desigualdades-sociais-dificulta-acesso-educacao-infantil-no-brasil (adaptado).
No trecho “defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa”, a palavra “sobretudo”, nesse contexto, classifica-se gramaticalmente como: 
Alternativas
Q3803682 Pedagogia
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil no Brasil

        As desigualdades socioeconômicas repercutem também no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação do estudo inédito. O desafio da equidade no acesso à educação infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

        O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10 milhões de crianças de baixa renda na primeira infância, inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.

        A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).

        “Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está falando de a creche ser um espaço de aprendizagem, desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”, avaliou.

        A desigualdade de acesso à educação infantil pelas famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%) e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%) apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de 30% para a população do CadÚnico.

        De acordo com o estudo, as diferenças são notadas também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.

        O estudo revela que os municípios menores e com menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que reforça a importância de políticas públicas que apoiem os territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país. Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas, quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo, lembrando sempre que a educação básica é um direito da criança. Fonte:

https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025- 12/desigualdades-sociais-dificulta-acesso-educacao-infantil-no-brasil (adaptado).
O texto destaca a importância da educação infantil, especialmente da creche, para o desenvolvimento das crianças em situação de vulnerabilidade social. A partir dessa abordagem, identifique a alternativa que melhor sintetiza o papel atribuído à creche no contexto apresentado. 
Alternativas
Q3803681 Pedagogia
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil no Brasil

        As desigualdades socioeconômicas repercutem também no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação do estudo inédito. O desafio da equidade no acesso à educação infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

        O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10 milhões de crianças de baixa renda na primeira infância, inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.

        A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).

        “Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está falando de a creche ser um espaço de aprendizagem, desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”, avaliou.

        A desigualdade de acesso à educação infantil pelas famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%) e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%) apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de 30% para a população do CadÚnico.

        De acordo com o estudo, as diferenças são notadas também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.

        O estudo revela que os municípios menores e com menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que reforça a importância de políticas públicas que apoiem os territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país. Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas, quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo, lembrando sempre que a educação básica é um direito da criança. Fonte:

https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025- 12/desigualdades-sociais-dificulta-acesso-educacao-infantil-no-brasil (adaptado).
Ao analisar os dados apresentados no texto, observa-se que o acesso à educação infantil no Brasil é profundamente influenciado por fatores socioeconômicos e regionais. Considerando essa perspectiva, assinale a alternativa que expressa corretamente a relação entre desigualdade social e acesso à educação infantil discutida no texto. 
Alternativas
Q3803680 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil no Brasil

        As desigualdades socioeconômicas repercutem também no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação do estudo inédito. O desafio da equidade no acesso à educação infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

        O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10 milhões de crianças de baixa renda na primeira infância, inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.

        A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).

        “Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está falando de a creche ser um espaço de aprendizagem, desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”, avaliou.

        A desigualdade de acesso à educação infantil pelas famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%) e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%) apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de 30% para a população do CadÚnico.

        De acordo com o estudo, as diferenças são notadas também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.

        O estudo revela que os municípios menores e com menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que reforça a importância de políticas públicas que apoiem os territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país. Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas, quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo, lembrando sempre que a educação básica é um direito da criança. Fonte:

https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025- 12/desigualdades-sociais-dificulta-acesso-educacao-infantil-no-brasil (adaptado).
Com relação ao número de fonemas e dígrafos de palavras do texto, é INCORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3795132 Pedagogia
Luckesi (2013) defende que avaliar é um ato ético e amoroso, que deve envolver acolhimento, respeito e compromisso com o crescimento do estudante. Sobre essa perspectiva, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3795131 Pedagogia
Rangel (2015) afirma que o trabalho do orientador está atravessado por uma dimensão ética. Assim, suas ações devem ser ________, desenvolvidas por uma postura ________, sustentadas por relações ________ e orientadas para práticas que promovam o(a) ______________.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Alternativas
Q3795130 Pedagogia
Vygotsky (2007) enfatiza a relação entre o desenvolvimento social e processos psicológicos superiores. Sobre subjetividade e aprendizagem, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) A subjetividade do aluno é formada exclusivamente por fatores internos, sem relação com o contexto social.
( ) A interação social é fundamental para o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores.
( ) O ensino deve antecipar o desenvolvimento do aluno, oferecendo desafios dentro da zona de desenvolvimento proximal.
( ) A aprendizagem mecânica, sem mediação social, pouco contribui para formação da subjetividade.
( ) O papel do educador é apenas transmitir conteúdos, sem necessidade de mediação ativa.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo é: 
Alternativas
Q3795129 Pedagogia
O planejamento em Orientação Educacional, segundo Lück (2014), constitui um processo intencional que organiza a ação pedagógica e orienta de forma articulada com a realidade escolar. Sobre esse processo, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3795128 Psicologia
Para Outeiral (1994), durante o período da adolescência ocorrem diversas mudanças que influenciam corpo, emoções e vínculos. Nesse contexto, a vivência da sexualidade na adolescência pode ser compreendida como um(a): 
Alternativas
Q3795127 Pedagogia
Segundo Durkheim (2014) a escola é um reflexo da sociedade, organizando a vida coletiva, influenciando e orientando o comportamento dos alunos. Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os conceitos durkheimianos com as situações apresentadas.

Coluna 1

1. Fato social. 2. Anomia. 3. Solidariedade.

Coluna 2

( ) Normas escolares, horários e códigos de conduta que orientam o comportamento coletivo.
( ) Situação em que os estudantes ficam desmotivados e confusos devido à ausência ou fragilidade das normas.
( ) Projetos coletivos, atividades de integração e cooperação que fortalecem o senso de pertencimento.
( ) Regras e valores compartilhados que mantêm a disciplina e a previsibilidade nas relações entre alunos e professores.
( ) Desorganização ou conflitos entre alunos por falta de referência normativa ou moral clara.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q3795126 Pedagogia
Para Pranis (2010), os círculos de construção de paz em escolas têm como objetivo promover o diálogo, a empatia e a convivência harmoniosa entre os alunos. Através da prática desses círculos, procura-se:
Alternativas
Q3795125 Pedagogia
 Em relação à atuação do orientador educacional frente ao contexto da violência escolar, Elias (2011) apresenta abordagens de ações interventivas e preventivas. Sobre o tema, analise as assertivas abaixo:

I. A formação continuada é vista como essencial para que o orientador compreenda a complexidade da violência e atue de forma qualificada.
II. A violência escolar deve ser tratada como problema exclusivo da escola, sem necessidade de integração com políticas públicas amplas.
III. O enfrentamento da violência escolar pode ser conduzido por medidas disciplinares punitivas, pois estas são suficientes para modificar comportamentos e modificar o clima escolar.
IV. O orientador educacional deve atuar como mediador nas relações escolares, contribuindo para resolução dialogada dos conflitos.
V. A atuação do orientador educacional deve incluir ações preventivas, como o fortalecimento do diálogo, a escuta qualificada e a construção de práticas que promovam a convivência democrática na escola.

Quais estão corretas?
Alternativas
Respostas
561: D
562: C
563: A
564: B
565: D
566: C
567: D
568: A
569: B
570: B
571: D
572: A
573: E
574: B
575: A
576: C
577: C
578: A
579: D
580: C