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Q4194593 Português

Leia o texto para responder à questão.


    Em regra, idealizamos nossos profissionais da saúde (médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, psicoterapeutas, a lista é longa). Quando os consultamos, levando-lhes nossas dores, depositamos neles toda nossa confiança, porque imaginamos, supomos que eles saibam sobre nós e nossos males exatamente o que é preciso para que eles possam nos curar. É bem possível que essa confiança seja excessiva, mas, mesmo em seu excesso, ela é útil para que um tratamento funcione.


    Acreditar no médico que nos prescreve um remédio não é tudo, claro; ainda é preciso que ele prescreva o remédio certo. Mas é bem provável que, para quem acredita em seu médico, aumentem as chances de que o remédio prescrito seja eficaz, de que o paciente não caia na percentagem estatística dos que (sempre existem) não obtêm efeito algum com o remédio.


    A importância da confiança para que os tratamentos funcionem vale provavelmente para todas as profissões da saúde. E vale mais ainda no caso da psicoterapia.


    Então, por que o psicoterapeuta não poderia esperar o tipo de vínculo duradouro e afetuoso que garante panetones, vinho e outros presentes nas festas? Porque nenhuma psicoterapia, seja ela qual for, deveria almejar a dependência do paciente. Transformar a confiança inicial numa eterna admiração e gratidão seria como substituir uma doença por um vício: você não tem mais pneumonia, mas tem uma necessidade visceral de tomar e venerar antibióticos. De fato, se a psicoterapia faz seu efeito, o paciente para de idealizar o terapeuta.


    Há terapeutas que, aparentemente, cultivam o amor, a admiração e a gratidão de seus pacientes acima de tudo. Eles parecem se importar mais com isso do que com a eficácia dos tratamentos. Ou seja, há terapeutas que escolheram a profissão com uma boa dose daquela vontade de ser amado e admirado, a mesma que talvez seja uma contraindicação para o exercício da profissão.


(Contardo Calligaris. Cartas a um jovem terapeuta: reflexões para psicoterapeutas, aspirantes e curiosos. Paidós, 2021)

Assinale a alternativa em que o vocábulo em destaque se refere à palavra ou expressão indicada entre parênteses.
Alternativas
Q4194592 Português

Leia o texto para responder à questão.


    Em regra, idealizamos nossos profissionais da saúde (médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, psicoterapeutas, a lista é longa). Quando os consultamos, levando-lhes nossas dores, depositamos neles toda nossa confiança, porque imaginamos, supomos que eles saibam sobre nós e nossos males exatamente o que é preciso para que eles possam nos curar. É bem possível que essa confiança seja excessiva, mas, mesmo em seu excesso, ela é útil para que um tratamento funcione.


    Acreditar no médico que nos prescreve um remédio não é tudo, claro; ainda é preciso que ele prescreva o remédio certo. Mas é bem provável que, para quem acredita em seu médico, aumentem as chances de que o remédio prescrito seja eficaz, de que o paciente não caia na percentagem estatística dos que (sempre existem) não obtêm efeito algum com o remédio.


    A importância da confiança para que os tratamentos funcionem vale provavelmente para todas as profissões da saúde. E vale mais ainda no caso da psicoterapia.


    Então, por que o psicoterapeuta não poderia esperar o tipo de vínculo duradouro e afetuoso que garante panetones, vinho e outros presentes nas festas? Porque nenhuma psicoterapia, seja ela qual for, deveria almejar a dependência do paciente. Transformar a confiança inicial numa eterna admiração e gratidão seria como substituir uma doença por um vício: você não tem mais pneumonia, mas tem uma necessidade visceral de tomar e venerar antibióticos. De fato, se a psicoterapia faz seu efeito, o paciente para de idealizar o terapeuta.


    Há terapeutas que, aparentemente, cultivam o amor, a admiração e a gratidão de seus pacientes acima de tudo. Eles parecem se importar mais com isso do que com a eficácia dos tratamentos. Ou seja, há terapeutas que escolheram a profissão com uma boa dose daquela vontade de ser amado e admirado, a mesma que talvez seja uma contraindicação para o exercício da profissão.


(Contardo Calligaris. Cartas a um jovem terapeuta: reflexões para psicoterapeutas, aspirantes e curiosos. Paidós, 2021)

Assinale a alternativa em que a vírgula isola uma expressão temporal
Alternativas
Q4194591 Português

Leia o texto para responder à questão.


    Em regra, idealizamos nossos profissionais da saúde (médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, psicoterapeutas, a lista é longa). Quando os consultamos, levando-lhes nossas dores, depositamos neles toda nossa confiança, porque imaginamos, supomos que eles saibam sobre nós e nossos males exatamente o que é preciso para que eles possam nos curar. É bem possível que essa confiança seja excessiva, mas, mesmo em seu excesso, ela é útil para que um tratamento funcione.


    Acreditar no médico que nos prescreve um remédio não é tudo, claro; ainda é preciso que ele prescreva o remédio certo. Mas é bem provável que, para quem acredita em seu médico, aumentem as chances de que o remédio prescrito seja eficaz, de que o paciente não caia na percentagem estatística dos que (sempre existem) não obtêm efeito algum com o remédio.


    A importância da confiança para que os tratamentos funcionem vale provavelmente para todas as profissões da saúde. E vale mais ainda no caso da psicoterapia.


    Então, por que o psicoterapeuta não poderia esperar o tipo de vínculo duradouro e afetuoso que garante panetones, vinho e outros presentes nas festas? Porque nenhuma psicoterapia, seja ela qual for, deveria almejar a dependência do paciente. Transformar a confiança inicial numa eterna admiração e gratidão seria como substituir uma doença por um vício: você não tem mais pneumonia, mas tem uma necessidade visceral de tomar e venerar antibióticos. De fato, se a psicoterapia faz seu efeito, o paciente para de idealizar o terapeuta.


    Há terapeutas que, aparentemente, cultivam o amor, a admiração e a gratidão de seus pacientes acima de tudo. Eles parecem se importar mais com isso do que com a eficácia dos tratamentos. Ou seja, há terapeutas que escolheram a profissão com uma boa dose daquela vontade de ser amado e admirado, a mesma que talvez seja uma contraindicação para o exercício da profissão.


(Contardo Calligaris. Cartas a um jovem terapeuta: reflexões para psicoterapeutas, aspirantes e curiosos. Paidós, 2021)

No 4º parágrafo, o vocábulo ‘almejar’ tem como sinônimo, no contexto em que foi utilizado, a palavra
Alternativas
Q4194590 Português

Leia o texto para responder à questão.


    Em regra, idealizamos nossos profissionais da saúde (médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, psicoterapeutas, a lista é longa). Quando os consultamos, levando-lhes nossas dores, depositamos neles toda nossa confiança, porque imaginamos, supomos que eles saibam sobre nós e nossos males exatamente o que é preciso para que eles possam nos curar. É bem possível que essa confiança seja excessiva, mas, mesmo em seu excesso, ela é útil para que um tratamento funcione.


    Acreditar no médico que nos prescreve um remédio não é tudo, claro; ainda é preciso que ele prescreva o remédio certo. Mas é bem provável que, para quem acredita em seu médico, aumentem as chances de que o remédio prescrito seja eficaz, de que o paciente não caia na percentagem estatística dos que (sempre existem) não obtêm efeito algum com o remédio.


    A importância da confiança para que os tratamentos funcionem vale provavelmente para todas as profissões da saúde. E vale mais ainda no caso da psicoterapia.


    Então, por que o psicoterapeuta não poderia esperar o tipo de vínculo duradouro e afetuoso que garante panetones, vinho e outros presentes nas festas? Porque nenhuma psicoterapia, seja ela qual for, deveria almejar a dependência do paciente. Transformar a confiança inicial numa eterna admiração e gratidão seria como substituir uma doença por um vício: você não tem mais pneumonia, mas tem uma necessidade visceral de tomar e venerar antibióticos. De fato, se a psicoterapia faz seu efeito, o paciente para de idealizar o terapeuta.


    Há terapeutas que, aparentemente, cultivam o amor, a admiração e a gratidão de seus pacientes acima de tudo. Eles parecem se importar mais com isso do que com a eficácia dos tratamentos. Ou seja, há terapeutas que escolheram a profissão com uma boa dose daquela vontade de ser amado e admirado, a mesma que talvez seja uma contraindicação para o exercício da profissão.


(Contardo Calligaris. Cartas a um jovem terapeuta: reflexões para psicoterapeutas, aspirantes e curiosos. Paidós, 2021)

Segundo o autor, no caso específico da psicoterapia a idealização
Alternativas
Q4194589 Português

Leia o texto para responder à questão.


    Em regra, idealizamos nossos profissionais da saúde (médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, psicoterapeutas, a lista é longa). Quando os consultamos, levando-lhes nossas dores, depositamos neles toda nossa confiança, porque imaginamos, supomos que eles saibam sobre nós e nossos males exatamente o que é preciso para que eles possam nos curar. É bem possível que essa confiança seja excessiva, mas, mesmo em seu excesso, ela é útil para que um tratamento funcione.


    Acreditar no médico que nos prescreve um remédio não é tudo, claro; ainda é preciso que ele prescreva o remédio certo. Mas é bem provável que, para quem acredita em seu médico, aumentem as chances de que o remédio prescrito seja eficaz, de que o paciente não caia na percentagem estatística dos que (sempre existem) não obtêm efeito algum com o remédio.


    A importância da confiança para que os tratamentos funcionem vale provavelmente para todas as profissões da saúde. E vale mais ainda no caso da psicoterapia.


    Então, por que o psicoterapeuta não poderia esperar o tipo de vínculo duradouro e afetuoso que garante panetones, vinho e outros presentes nas festas? Porque nenhuma psicoterapia, seja ela qual for, deveria almejar a dependência do paciente. Transformar a confiança inicial numa eterna admiração e gratidão seria como substituir uma doença por um vício: você não tem mais pneumonia, mas tem uma necessidade visceral de tomar e venerar antibióticos. De fato, se a psicoterapia faz seu efeito, o paciente para de idealizar o terapeuta.


    Há terapeutas que, aparentemente, cultivam o amor, a admiração e a gratidão de seus pacientes acima de tudo. Eles parecem se importar mais com isso do que com a eficácia dos tratamentos. Ou seja, há terapeutas que escolheram a profissão com uma boa dose daquela vontade de ser amado e admirado, a mesma que talvez seja uma contraindicação para o exercício da profissão.


(Contardo Calligaris. Cartas a um jovem terapeuta: reflexões para psicoterapeutas, aspirantes e curiosos. Paidós, 2021)

O autor do texto afirma que a idealização dos profissionais de saúde em geral
Alternativas
Q4194588 Português

Leia a tira para responder à questão.


No 3º quadro, os vocábulos destacados expressam, respectivamente, os sentidos de
Alternativas
Q4194587 Português

Leia a tira para responder à questão.


A frase do 4º quadro pode ser substituída, mantendo o sentido original e a correção gramatical, por:
Alternativas
Q4194586 Português

Leia a tira para responder à questão.


O efeito de humor da tira deriva, principalmente, do fato de que
Alternativas
Q3734255 Atualidades
A CNN Brasil divulgou, no dia 15 de janeiro de 2023, a seguinte notícia:
Como uma série de falhas de segurança abriu caminho para ataques em Brasília
[...]
Quando um mar de pessoas, envolto no verde e amarelo da Bandeira Brasileira, surge no alto do prédio modernista do Congresso [...], em Brasília, há uma semana, no último dia 8 de janeiro, foi possível ver também em diversas imagens policiais militares do Distrito Federal conversando, ou filmando a multidão a distância.
[...]
Por cerca de quatro horas, milhares de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro invadiram as sedes dos Três Poderes do governo brasileiro [...] sobrecarregando as forças de segurança e pedindo que o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva fosse deposto.

Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/politica/como-uma-serie-de-falhas-de-seguranca-abriu-caminhopara-ataques-em-brasilia/.

Conforme a notícia os locais invadidos no ataque de 08 de janeiro de 2023 foram:
Alternativas
Q3734254 Redes de Computadores
[...] chega ao Brasil: o que é nova tecnologia e como ela muda sua vida.
O [...], a nova geração de internet móvel, chega ao Brasil nesta quarta-feira, (6/7). Brasília é a primeira cidade brasileira a contar com a nova tecnologia. Em seguida, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre e João Pessoa também receberão a tecnologia, mas ainda não há data prevista. Até setembro de 2029, todas as capitais brasileiras terão [...] disponível. E até dezembro do mesmo ano, a previsão é de que todas as cidades brasileiras sejam cobertas.

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/geral-59176786. Publicada em: 05 nov. 2021. Atualizada em 06 jul. 2022.

De acordo com a notícia a nova geração de internet móvel é denominada:
Alternativas
Q3734253 Português
A partir do excerto retirado do site BBC News Brasil, responda a questão.

Além do desmatamento: 38% da Floresta Amazônica é afetada por outras formas de degradação
[...]
O exemplo recente, vindo de um dos Estados Brasileiros que fazem parte da Amazônia Legal, mostra que as ameaças que rondam a floresta vão muito além do desmatamento.
Esse é o alerta de um estudo publicado nesta quinta-feira, (26/01), na revista científica Science, uma das mais importantes do mundo: outras formas de degradação que têm interferência do homem já destroem boa parte da floresta e devem ser, em 2050, umas das principais fontes de _________________, independente do aumento, ou da diminuição do desmatamento.

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/geral-64395133. Publicada em: 26 jan. 2023.

Segundo a notícia lida, assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna.
Alternativas
Q3734252 Administração Pública
Realize a leitura da notícia.

Anac proíbe pousos de aeronaves a jato no Aeroporto de Noronha por causa da condição da pista; tipo de avião é o mais usado na ilha.
[...]
O Governo Federal proibiu pouso de aviões com motores a reação (turbojatos) no Aeroporto de Fernando de Noronha, a partir de 12 de outubro, por causa das condições da pista. A proibição foi determinada pela [...] (Anac), que notificou, na quarta (5), o governo de Pernambuco, as companhias aéreas que operam na ilha e a empresa responsável por administrar o aeroporto.
Segundo a Anac, uma portaria com essa proibição deve ser publicada na edição de sexta-feira (7) do Diário Oficial da União.

Disponível em: https://g1.globo.com/pe/pernambuco/blog/viver-noronha/post/2022/10/06/anac-proibe-pousosde-turbojatos-no-aeroporto-de-fernando-de-noronha-por-causa-da-condicao-da-pista-tipo-de-aviao-e-o-maisutilizado-na-ilha.ghtml. Publicada em: 06 out. 2022.

Conforme a referida notícia, a entidade integrante da Administração Pública Federal, responsável pela regulação e fiscalização das atividades de aviação civil e de infraestrutura aeronáutica e aeroportuária é a:
Alternativas
Q3734251 Serviço Social
Leia o fragmento de notícia disponível na página do UOL: https://noticias.uol.com.br/colunas/carlosmadeiro/2023/01/29/programa-cisternas-tem-pior-resultado-em-2022-e-gera-fila-de-espera-none.htm

Programa de [...] tem pior resultado em 2022 e gera espera por água no NE.

Captura_de tela 2025-11-20 173747.png (168×95)

A construção de [...] para moradores do semiárido teve o pior resultado em 20 anos do Programa [...] — destinado a garantir a reserva de água a famílias que vivem em área rural em regiões de seca.
Segundo dados do MDS (Ministério da Assistência e Desenvolvimento Social, Família e Combate à Fome), foram construídas 3.698 [...] em 2022, o menor número da série histórica do programa.
Notícia publicada em: 29 jan. 2023.

Assinale a alternativa que contém o nome do reservatório destinado à reserva de água para as famílias da área rural no Nordeste:
Alternativas
Q3734246 Português
Quanto à acentuação gráfica, assinale (V) verdadeiro ou (F) falso e aponte a alternativa correta.

( ) Acentuam-se os monossílabos tônicos terminados em -a, -e, -o, seguidos ou não de s.
( ) Não se acentuam os monossílabos tônicos que encerram os ditongos abertos éi, éu, ói.
( ) Acentuam-se os verbos pôr, têm (plural) e vêm (plural) porque existem os homógrafos por (preposição átona), tem (singular) e vem (singular).
( ) Não se acentuam a base (isto é, a vogal) dos ditongos abertos éi, éu, ói, quando tônicos e em palavras oxítonas.
( ) Não se acentua a vogal tônica dos ditongos -iu e -ui, quando precedida de vogal.
( ) Coloca-se acento circunflexo na primeira vogal dos hiatos oo e ee.
Alternativas
Q3734245 Português
Quanto a encontros consonantais e dígrafos, assinale os itens com (V) verdadeiro ou (F) falso e marque a alternativa correta.

( ) Encontro consonantal é a sequência de dois ou mais fonemas consonânticos numa palavra.
( ) O encontro consonantal ocorre somente na mesma sílaba.
( ) O encontro consonantal ocorre somente em sílabas diferentes.
( ) Dígrafo é o grupo de duas letras representando um só fonema.
( ) Dígrafo não é encontro consonantal, pois representa um só fonema.
Alternativas
Respostas
1161: A
1162: B
1163: C
1164: B
1165: E
1166: C
1167: A
1168: D
1169: D
1170: C
1171: D
1172: A
1173: B
1174: A
1175: D
1176: A
1177: C
1178: C
1179: B
1180: D