Questões de Concurso Para fisioterapeuta

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Q4011354 Português
A FILA


Para os que não desistiram


    Antes da conversão do gentio ao maravilhoso mundo digital, havia mais filas no mundo para se esperar a vez. De nascer. De morrer. De usar o telefone... De pedir perdão... Ou amor eterno.

    As pessoas madrugavam, já concebendo, resignadas, a existência clara da lógica de sempre haver mais fila do que atendimento. Havia grande fome no mundo analógico! Sobretudo, de informação. Por isso, havia a fila só para informação. Fila para saber que outra fila tinha que enfrentar, para pegar a senha para entrar noutra fila... Várias encarnações sobre as pernas cansadas. Numa sequência quase infinda, como uma Matriuska, que, ao fim, revela seu nada.

    Em todo canto havia o canto da fila. E o lugar de quem chegava por último, era sempre o da espera horrenda: o fim final... A danação eterna de esperar a vez e ser avisado: "- Por hoje só! Quem quiser, que volte amanhã e pegue a fila!"

     Receita Federal, INPS, INAMPS, COBAL, Correios, Caixa Econômica 'Foderal', Banco do Brasil, Lojas Brasileiras, vulgo LOBRÁS, veja só! (Não existia Havan!). Tudo era boca para fila, sorvedouro de gente para as infra dimensões. "- Na fila aí, minha gente! Borá lá! Se organizando... Um atrás do outro!" Conduzia a voz de comando, ao que, obedientes, perfilavam-se os peixinhos para adentrar na boca do tubarão. 

    Também eu, no meu tempo, gastei muito do cálcio de minhas pernas engrossando filas. Certa vez, a fila da vez e a conformidade (ou comorbidade) do caso, era na Caixa Econômica. Causo de ir ver se tinha direito a FGTS, Fundo de não sei o quê... auxílio... Mensagem perdida numa garrafa que fosse endereçada a mim.

-Essa fila não anda!?

-Só abre às 9. E pra triagem, ainda!

- Issé uma imoralidade! -E parece que vai chover de novo.

    A fila parecia uma cobra morta. Abandonada sobre a calçada. Começa rente à porta da Caixa... Descia as escadas. Sapateava no barro do retângulo onde jazia um jardim. Ocupava a frente das lojas ainda fechadas: a pastelaria Canarinho, Casa Rosada Tecidos, Dedé discos... Se perdia Rua da Conceição afora, umedecida pela chuva de ontem e sob ameaça de outra.

    Uma velha de saia godê florida cochilava encostada na pa-rede. Uma sacola de plástico preto presa no braço. O diabo de um velho pitava um cigarro forte. "- A essa hora, meu senhor!?". Baforejava fumaça prum lado e pro outro, como uma locomotiva incensando os presentes, que já devidamente anestesiados pelo cotidiano, nem ligavam. No 6° lugar, estava uma bonitinha. Bem feita de corpo, a diaba! Não fosse essa calça brega de oncinha e essa blusa verde-limão escrito H-u-g-o B-os-s! Réplica! Na certa!
De repente gritos e alvoroço! Algo desfez a fila ali atrás. Esbagaçou-se só o rabo da cobra morta!

    Um ladrão! Avançou na bolsa a tira colo de uma mulher baixinha. Ninguém interveio. Puxou ela pro meio da rua. Puxava a bolsa. A mulher rodopiava levada à dança pela força do ladrão.. Um cara alto, magro, cabelo de pigmaleão... Ele rodava a baixinha para esquerda e para direita e ela ia. A bolsa não. Nem se mexia... Debaixo do sovaco. Alça curta ao ombro. Via-se que era prevenida!

    E foram rodando. Rodando... Rodando. Avançando palmo a passo no meio da rua, se aproximando mais e mais da frente do banco. Duelavam agora na nossa frente. Ninguém intervinha. Fez-se grave silencio. Eu era o 13° da fila. Lugar bom, alto, perto já da escada. De onde eu estava, dava para ouvir o fungado do ladrão, já cansado. A baixinha não desistia... Aqui acolá, gritava: " Me solte, sujeito! Me solte!". Mas ele neco de soltar. Uma hora ela sede! Não posso dar o bote perdido!", devia pensar ele. Risco de linchamento, sempre tem.

     Subiram à calçada aos rodopios. O povo só afastou um pouquinho. Ninguém intervinha.

    Pisotearam o barro molhado. Na verdade, lama mesmo, dentro do retângulo com o jardim morto. Ele puxou com as últimas forças prevendo a fraqueza. Chegou a levantá-la do chão! No em falso, ela escorrega e cai. Apertou a bolsa debaixo do sovaco e pressionou com a outra mão. Foi aí que, impaciente com a resistência indevida de alguém tão pequeno, ele sabugou a mulher na lama, revirando-a de muitos modos possíveis, como faria um cachorro faminto, abocanhando uma presa.

     Ela se encorcovava quanto mais ele sacudia. A bolsa ia sumindo dentro dela, como que movediça! 

    Ele por fim, desistiu. Apontou o dedo silencioso e olhou esbugalhado para ela. Nada disse! Saiu na carreira. Talvez mais com vergonha, do que com medo.

    Ninguém interveio.

    Levantou sozinha. Batendo o barro da roupa, passada à lama. Ajeitou a blusa e a bolsa, intacta, debaixo do sovaco. Com altivez, nem olhou pro povo. Se dirigindo a mim (justo a mim! Que a reconheci no primeiro rodopio... ), pronunciou pausadamente o meu nome: "XXXXXXXXX" e disse:
-Tá vendo aí, meu filho, como são as coisas? Uma pobre velha, não tem ninguém que a defenda! Mas ele vai roubar a mãe dele, esse filho da puta! Por que eu mesmo, ele não rouba não! 
Era dona Zuíla, minha professora do ensino fundamental. Há muitas lições que se pode aprender olhando duma fila. Era a minha vez. Há ainda grande fome também no mundo digital! Sobretudo, de coragem.


(Souza, Auricélio Ferreira de. Objeto urgente: A fila p. 47, 50. São Paulo: Patuá, 2025)

Numa sequência quase infinda, como uma Matriuska, que, ao fim, revela seu nada. Esse fragmento possui seu sentido expresso em: 
Alternativas
Q4011353 Português
A FILA


Para os que não desistiram


    Antes da conversão do gentio ao maravilhoso mundo digital, havia mais filas no mundo para se esperar a vez. De nascer. De morrer. De usar o telefone... De pedir perdão... Ou amor eterno.

    As pessoas madrugavam, já concebendo, resignadas, a existência clara da lógica de sempre haver mais fila do que atendimento. Havia grande fome no mundo analógico! Sobretudo, de informação. Por isso, havia a fila só para informação. Fila para saber que outra fila tinha que enfrentar, para pegar a senha para entrar noutra fila... Várias encarnações sobre as pernas cansadas. Numa sequência quase infinda, como uma Matriuska, que, ao fim, revela seu nada.

    Em todo canto havia o canto da fila. E o lugar de quem chegava por último, era sempre o da espera horrenda: o fim final... A danação eterna de esperar a vez e ser avisado: "- Por hoje só! Quem quiser, que volte amanhã e pegue a fila!"

     Receita Federal, INPS, INAMPS, COBAL, Correios, Caixa Econômica 'Foderal', Banco do Brasil, Lojas Brasileiras, vulgo LOBRÁS, veja só! (Não existia Havan!). Tudo era boca para fila, sorvedouro de gente para as infra dimensões. "- Na fila aí, minha gente! Borá lá! Se organizando... Um atrás do outro!" Conduzia a voz de comando, ao que, obedientes, perfilavam-se os peixinhos para adentrar na boca do tubarão. 

    Também eu, no meu tempo, gastei muito do cálcio de minhas pernas engrossando filas. Certa vez, a fila da vez e a conformidade (ou comorbidade) do caso, era na Caixa Econômica. Causo de ir ver se tinha direito a FGTS, Fundo de não sei o quê... auxílio... Mensagem perdida numa garrafa que fosse endereçada a mim.

-Essa fila não anda!?

-Só abre às 9. E pra triagem, ainda!

- Issé uma imoralidade! -E parece que vai chover de novo.

    A fila parecia uma cobra morta. Abandonada sobre a calçada. Começa rente à porta da Caixa... Descia as escadas. Sapateava no barro do retângulo onde jazia um jardim. Ocupava a frente das lojas ainda fechadas: a pastelaria Canarinho, Casa Rosada Tecidos, Dedé discos... Se perdia Rua da Conceição afora, umedecida pela chuva de ontem e sob ameaça de outra.

    Uma velha de saia godê florida cochilava encostada na pa-rede. Uma sacola de plástico preto presa no braço. O diabo de um velho pitava um cigarro forte. "- A essa hora, meu senhor!?". Baforejava fumaça prum lado e pro outro, como uma locomotiva incensando os presentes, que já devidamente anestesiados pelo cotidiano, nem ligavam. No 6° lugar, estava uma bonitinha. Bem feita de corpo, a diaba! Não fosse essa calça brega de oncinha e essa blusa verde-limão escrito H-u-g-o B-os-s! Réplica! Na certa!
De repente gritos e alvoroço! Algo desfez a fila ali atrás. Esbagaçou-se só o rabo da cobra morta!

    Um ladrão! Avançou na bolsa a tira colo de uma mulher baixinha. Ninguém interveio. Puxou ela pro meio da rua. Puxava a bolsa. A mulher rodopiava levada à dança pela força do ladrão.. Um cara alto, magro, cabelo de pigmaleão... Ele rodava a baixinha para esquerda e para direita e ela ia. A bolsa não. Nem se mexia... Debaixo do sovaco. Alça curta ao ombro. Via-se que era prevenida!

    E foram rodando. Rodando... Rodando. Avançando palmo a passo no meio da rua, se aproximando mais e mais da frente do banco. Duelavam agora na nossa frente. Ninguém intervinha. Fez-se grave silencio. Eu era o 13° da fila. Lugar bom, alto, perto já da escada. De onde eu estava, dava para ouvir o fungado do ladrão, já cansado. A baixinha não desistia... Aqui acolá, gritava: " Me solte, sujeito! Me solte!". Mas ele neco de soltar. Uma hora ela sede! Não posso dar o bote perdido!", devia pensar ele. Risco de linchamento, sempre tem.

     Subiram à calçada aos rodopios. O povo só afastou um pouquinho. Ninguém intervinha.

    Pisotearam o barro molhado. Na verdade, lama mesmo, dentro do retângulo com o jardim morto. Ele puxou com as últimas forças prevendo a fraqueza. Chegou a levantá-la do chão! No em falso, ela escorrega e cai. Apertou a bolsa debaixo do sovaco e pressionou com a outra mão. Foi aí que, impaciente com a resistência indevida de alguém tão pequeno, ele sabugou a mulher na lama, revirando-a de muitos modos possíveis, como faria um cachorro faminto, abocanhando uma presa.

     Ela se encorcovava quanto mais ele sacudia. A bolsa ia sumindo dentro dela, como que movediça! 

    Ele por fim, desistiu. Apontou o dedo silencioso e olhou esbugalhado para ela. Nada disse! Saiu na carreira. Talvez mais com vergonha, do que com medo.

    Ninguém interveio.

    Levantou sozinha. Batendo o barro da roupa, passada à lama. Ajeitou a blusa e a bolsa, intacta, debaixo do sovaco. Com altivez, nem olhou pro povo. Se dirigindo a mim (justo a mim! Que a reconheci no primeiro rodopio... ), pronunciou pausadamente o meu nome: "XXXXXXXXX" e disse:
-Tá vendo aí, meu filho, como são as coisas? Uma pobre velha, não tem ninguém que a defenda! Mas ele vai roubar a mãe dele, esse filho da puta! Por que eu mesmo, ele não rouba não! 
Era dona Zuíla, minha professora do ensino fundamental. Há muitas lições que se pode aprender olhando duma fila. Era a minha vez. Há ainda grande fome também no mundo digital! Sobretudo, de coragem.


(Souza, Auricélio Ferreira de. Objeto urgente: A fila p. 47, 50. São Paulo: Patuá, 2025)

O texto nos permite inferir:

I. Há uma crítica poética à era digital e nostalgia por um tempo em que as interações e até mesmo os processos naturais da vida (nascer, morrer) ou sociais (pedir perdão, amor eterno, usar o telefone) envolviam a espera e a conexão humana mais direta.
II. As filas são vistas como parte de uma experiência humana, onde as pessoas interagem ou pelo menos compartilham o mesmo espaço tempo.
II No "maravilhoso mundo digital", muitas dessas "filas" (esperas por comunicação, por serviços, por respostas) foram substituídas por interações instantâneas e virtuais, que, embora eficientes, podem ser consideradas mais impessoais ou menos "vivas" do que a interação face a face. Este é o principal motivo da falta de empatia.
IV. A implicação é que a tecnologia nos conectou à internet, mas nos desconectou de alguma forma das pessoas e do ritmo natural da vida, onde a paciência e a presença eram mais valorizadas.
V. É um lamento lírico pela perda do envolvimento coletivo e da profundidade das relações que a espera e a interação física deveriam proporcionar.
Alternativas
Q4000484 Fisioterapia
Um paciente com queixa de dor crônica profunda na musculatura lombar é submetido à aplicação de uma compressa quente superficial. O fisioterapeuta observa que, apesar do conforto térmico na pele, não há melhora significativa na flexibilidade tecidual profunda. Assinale a alternativa que explica CORRETAMENTE esse achado:
Alternativas
Q4000483 Fisioterapia
Um atleta de voleibol sofreu uma entorse de tornozelo há 20 minutos, apresentando sinais flogísticos iniciais. O fisioterapeuta decide aplicar uma bolsa de gelo para o manejo imediato da lesão. Considerando os princípios da termodinâmica e os efeitos fisiológicos do frio, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4000482 Fisioterapia
Durante a calibração de um aparelho de laserterapia, um fisioterapeuta observa que o feixe produzido é homogêneo e refinado. Ao explicar as propriedades desse feixe para um estagiário, o fisioterapeuta ressalta que essas características são fundamentais para que os fótons ativem os cromóforos, como melanina e hemoglobina e estimulem eventos fisiológicos sem causar dano térmico. Sobre as características físicas e os parâmetros de saída do laser terapêutico, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4000481 Fisioterapia
Um fisioterapeuta precisa tratar uma patologia musculoesquelética localizada em tecidos profundos, aproximadamente 2 cm abaixo da superfície da pele, e propõe utilizar o equipamento de Laserterapia de Baixa Intensidade. Com base nas propriedades físicas do laser, qual a escolha mais adequada? 
Alternativas
Q4000480 Fisioterapia
Durante a calibração de um equipamento de eletroterapia, um fisioterapeuta analisa os parâmetros de uma Corrente Alternada. Ele observa que a frequência do aparelho está ajustada em 100 Hz. Sobre as propriedades das correntes elétricas, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4000479 Fisioterapia
Um fisioterapeuta planeja utilizar a técnica de iontoforese para a introdução de um fármaco anti-inflamatório no tecido de um paciente com tendinopatia. Para que a medicação seja devidamente repelida pelo eletrodo e penetre na pele, o fisioterapeuta deve selecionar uma corrente que mantenha um fluxo unidirecional constante e uma polaridade definida em cada eletrodo. Com base nos princípios da eletrotécnica aplicada, qual modalidade de corrente deve ser selecionada e qual sua característica fundamental?
Alternativas
Q4000478 Fisioterapia
Durante a avaliação cinético-funcional da coluna de um paciente com queixa de limitação de movimento e dor cervical alta, o fisioterapeuta realiza testes de mobilidade passiva para verificar a integridade da rotação cervical. Com base na anatomia da coluna vertebral, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q4000477 Fisioterapia
Um atleta de basquete, após uma aterrissagem brusca de um salto, apresenta dor aguda na região inferior do calcanhar, acompanhada de calor e vermelhidão local. Ele relata incapacidade de suportar o esforço da sustentação do próprio peso no membro afetado. O fisioterapeuta identifica uma provável contusão no calcanhar, afetando o acolchoamento de gordura e o periósteo. Com base no relato, qual a conduta fisioterapêutica mais adequada? 
Alternativas
Q4000476 Fisioterapia
Um fisioterapeuta atende um paciente com doença neuromuscular que apresenta diminuição progressiva da capacidade vital e dificuldade na eliminação de secreções devido a uma tosse ineficaz. O profissional opta por realizar a técnica empilhamento de ar utilizando um ressuscitador manual (Ambu®) acoplado a uma máscara facial. Para que a manobra seja executada corretamente e atinja a capacidade de insuflação máxima, o fisioterapeuta deve orientar o paciente a: 
Alternativas
Q4000475 Fisioterapia
Durante a aplicação de uma técnica de desobstrução, um fisioterapeuta utiliza um dispositivo de oscilação oral de alta frequência que utiliza uma esfera metálica em um cone plástico. Para o sucesso da terapia, o paciente deve realizar uma expiração capaz de vencer a inércia da esfera, gerando vibrações que auxiliam no deslocamento do muco. De acordo com os princípios físicos desse aparelho, a frequência de oscilações (em Hertz) produzida é o resultado do equilíbrio entre: 
Alternativas
Q4000474 Fisioterapia
Um fisioterapeuta aplica a técnica de Drenagem Autógena (DA) em um paciente com hipersecreção pulmonar. Para garantir a eficácia da técnica na mobilização de secreções e evitar o colapso precoce das vias aéreas durante as manobras, o profissional deve instruir o paciente corretamente sobre as fases do ciclo respiratório. Considerando os fundamentos da DA, a orientação CORRETA é: 
Alternativas
Q4000473 Fisioterapia
Um fisioterapeuta é contratado por uma empresa para implementar um programa de prevenção de distúrbios osteomusculares. O setor de Recursos Humanos solicita que o profissional apresente uma proposta inicial que justifique o investimento e demonstre como as ações serão conduzidas para reduzir os afastamentos. Durante o planejamento, o fisioterapeuta deve considerar as diversas frentes de atuação e as formas de comunicação com os setores da empresa. Considerando o raciocínio clínico e administrativo na fisioterapia do trabalho, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4000472 Fisioterapia
Uma paciente de 28 anos busca atendimento fisioterapêutico com queixa de fraqueza que vai e vem. Relata que, ao final do dia, sente dificuldade para manter os olhos abertos e sua voz torna-se anasalada. Durante a avaliação, o fisioterapeuta observa que a paciente apresenta ptose palpebral bilateral após fixar o olhar para cima por um minuto, mas recupera a força após alguns minutos de repouso. O exame de sensibilidade e a coordenação motora estão preservados. Considerando o provável diagnóstico de Miastenia Gravis, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4000471 Fisioterapia
Um paciente de 52 anos apresenta diagnóstico de dedo em gatilho no terceiro quirodáctilo da mão dominante. Após 12 semanas de tratamento conservador contínuo incluindo o uso de órteses, recursos eletrofototérmicos e exercícios, o paciente não apresenta melhora na mobilidade e relata persistência do quadro álgico. Diante da falha do tratamento conservador, qual deve ser a consideração clínica CORRETA para este caso?
Alternativas
Q4000470 Fisioterapia
Um paciente de 45 anos, no período inicial de consolidação após estabilização cirúrgica de uma fratura, apresenta quadro de dor intensa, edema e inibição muscular. Durante o planejamento da intervenção, o fisioterapeuta considera o uso de agentes eletrofísicos e orientações para a progressão funcional. Assinale a alternativa CORRETA sobre o manejo de fraturas pelo fisioterapeuta:
Alternativas
Q4000469 Fisioterapia
Um paciente de 35 anos, em fase de reabilitação após uma fratura diafisária de fêmur, apresenta em seu exame de imagem a transição do estágio de maturação de calo mole para calo duro. Assinale a alternativa CORRETA que descreve os eventos que caracterizam o estágio de maturação do calo ósseo: 
Alternativas
Q4000468 Fisioterapia
Um fisioterapeuta planeja um programa de exercícios resistidos em ambiente aquático para um paciente que necessita de fortalecimento muscular e melhora do condicionamento aeróbico. Durante a execução dos movimentos, o fisioterapeuta observa que a resistência encontrada pelo paciente varia conforme a velocidade e a agitação da água. No que diz respeito aos exercícios aquáticos, o termo força de arrasto refere-se a:
Alternativas
Q4000467 Fisioterapia
Um paciente de 58 anos, com diagnóstico de osteoartrite de quadril com alta irritabilidade, apresenta espasmos musculares protetores em adutores e redução significativa da amplitude de movimento. O fisioterapeuta decide utilizar a piscina terapêutica como recurso para facilitar o ganho de flexibilidade e o relaxamento muscular. Considerando o uso de imersão e exercícios em temperaturas terapêuticas, assinale a conduta CORRETA: 
Alternativas
Respostas
381: C
382: A
383: D
384: B
385: E
386: B
387: E
388: D
389: D
390: A
391: E
392: A
393: C
394: C
395: A
396: C
397: B
398: E
399: E
400: A