Questões de Concurso Para professor - educação física

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Q4285342 Português
Leia o texto a seguir e responda a questão.

Além do tempo de tela: o que os mais jovens têm feito no celular?

Qualidade da interação e dos conteúdos acessados precisa estar no centro do debate sobre saúde mental entre crianças e adolescentes

Por Luiz Zoldan*

        Reduzir a crise de saúde mental entre jovens ao “tempo de tela” é uma explicação confortável – e perigosamente insuficiente. O debate público precisa de um ajuste urgente: mais do que contar horas, é preciso entender a qualidade da interação desses adolescentes com os dispositivos digitais. 

        Em consultórios, escolas e ambientes de trabalho, a constatação é recorrente: a forma como os jovens se relacionam consigo mesmos, com os outros e com o mundo mudou profundamente. E as telas ocupam um papel central nessa transformação. 

        Vivemos em uma realidade na qual nunca estivemos tão conectados e, paradoxalmente, tão expostos a fatores que afetam a saúde mental, especialmente entre crianças e adolescentes.

        A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que mais de um em cada dez adolescentes já manifesta um uso problemático de redes sociais, com perda de controle e consequências negativas no dia a dia. 

        Estudos consistentes associam o uso excessivo de telas à piora nos indicadores de saúde mental. Cerca de 25% dos adolescentes que passam mais de 4 horas diárias em frente a telas apresentam sintomas recentes de ansiedade ou depressão. Evidências longitudinais também confirmam que o aumento do tempo de exposição está ligado a um maior risco de sofrimento emocional a longo prazo. 

        O Brasil figura entre os países com maior tempo de tela no mundo, ultrapassando 5 horas diárias apenas em smartphones. Entre os adolescentes brasileiros, os números são ainda mais alarmantes, chegando a quase 6 horas em dias de semana e ultrapassando 8 horas nos fins de semana.

        O cenário nacional é marcado por três desafios: o acesso a smartphones em idades cada vez mais precoces, a desigualdade no acesso à educação digital e a fragilidade na mediação por parte de famílias e escolas. Diante disso, cresce a percepção entre os próprios jovens de que algo não vai bem: quase metade deles já considera que as redes sociais impactam negativamente pessoas da sua idade. 

        Ainda assim, é crucial qualificar a leitura desses dados. A própria ciência mostra que o impacto não é uniforme. O uso passivo, caracterizado pela rolagem infinita e pela comparação social, está mais associado ao malestar. Por outro lado, usos mais ativos e focados na conexão podem ter um efeito protetor. O problema central, portanto, não é apenas o tempo, mas o padrão de uso. Comportamentos compulsivos e de dependência estão mais ligados a desfechos negativos do que o número absoluto de horas.

        Nesse contexto, avanços como a atualização do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e a aplicação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) ao ambiente digital são essenciais, pois reconhecem a vulnerabilidade de crianças e adolescentes nesse ecossistema. Essas iniciativas buscam responsabilizar as plataformas, proteger dados e reduzir a exposição a conteúdos nocivos. Contudo, a regulação, sozinha, não resolve. Ela cria um ambiente mais seguro, mas não substitui a educação, o vínculo afetivo e o desenvolvimento de repertório emocional.

        Durante anos, a principal recomendação foi limitar o tempo de tela. Embora essa abordagem continue relevante, especialmente para crianças mais novas, hoje sabemos que é insuficiente. O verdadeiro problema não é apenas o que acontece nas telas, mas o que deixa de acontecer fora delas: sono de qualidade, atividade física, convivência e a própria construção da identidade são processos insubstituíveis para o desenvolvimento psíquico. 

        O uso excessivo de telas, por exemplo, está diretamente ligado a um sono mais curto e de pior qualidade – um dos principais gatilhos para o sofrimento mental. Idealmente, um uso de qualidade envolve interações sociais reais, consumo de conteúdos educativos ou criativos e intencionalidade, sem prejudicar o sono. Em contrapartida, a utilização de risco é aquela em que há comportamento compulsivo, comparação social constante, exposição a conteúdos negativos e a substituição de experiências presenciais por virtuais.

        Com base em evidências científicas e na prática clínica, algumas medidas são fundamentais. Para as famílias, é preciso estabelecer acordos claros, evitar o uso de aparelhos antes de dormir (especialmente porque um terço dos adolescentes os utiliza depois da meia-noite), acompanhar os conteúdos acessados e, acima de tudo, dar o exemplo. Isso implica reconhecer que muitos adultos também mantêm uma relação excessiva, distraída e pouco saudável com as telas, o que compromete o ensino da autorregulação.

        Nas escolas, o desafio vai além da simples restrição: passa pela promoção da alfabetização digital e midiática, pelo desenvolvimento de competências socioemocionais e pela criação de espaços de convivência offline que favoreçam o pertencimento, o diálogo e a construção da identidade. Isso inclui a promoção de conversas qualificadas sobre corpo, gênero, autoestima e relações sociais, temas profundamente atravessados pela lógica das redes. 

        Para os profissionais de saúde, investigar o padrão de uso digital tornou-se parte indispensável da avaliação clínica, assim como sono, alimentação e atividade física. Ainda assim, o enfrentamento desse problema não é responsabilidade somente de indivíduos, famílias e consultórios. O desafio exige que empresas de tecnologia e políticas públicas atuem de forma mais firme na limitação de mecanismos de design viciantes e persuasivos e na implementação de estratégias integradas entre saúde, educação e regulação digital.

        A relação entre os jovens e a tecnologia não é um “problema” a ser eliminado, mas uma realidade a ser gerenciada com inteligência. É preciso superar a lógica simplista de “mais ou menos tempo de tela” e adotar uma abordagem mais sistêmica e que considere o  contexto, o conteúdo e a intenção de cada interação. No fim das contas, o maior indicador de sucesso não é quantas horas um jovem passa conectado, mas sua capacidade de se desconectar com liberdade, propósito e, acima de tudo, saúde mental.

*Luiz Zoldan é psiquiatra e gerente médico do Espaço Einstein Bem-Estar e Saúde Mental

Fonte: https://veja.abril.com.br/coluna/letra-de-medico/alem-dotempo-de-tela-o-que-os-mais-jovens-tem-feito-no-celular/.
No trecho: "A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que mais de um em cada dez adolescentes já manifesta um uso problemático de redes sociais.", do ponto de vista da estrutura do período e da análise sintática, é corretor afirmar que:
Alternativas
Q4285339 Português
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À instabilidade das coisas do mundo

Gregório de Matos

Nasce o Sol e não dura mais que um dia,
Depois da luz se segue a noite escura,
Em tristes sombras morre a formosura,
Em contínuas tristezas a alegria.

Porém se acaba o sol, por que nascia?
Se é tão formosa a luz, por que não dura?
Como a beleza assim se transfigura?
Como o gosto da pena assim se fia?

Mas no sol e na luz BBfalta a firmeza,
Na formosura não se dê constância,
E na alegria sinta-se tristeza.

Começa o mundo enfim pela ignorância,
E tem qualquer dos bens por natureza
A firmeza somente na inconstância.

Fonte: MATOS, Gregório. Gregório de Matos: poemas. 2. Ed. São Paulo: Martin Claret, 2013.
No verso "Em tristes sombras morre a formosura.", os elementos destacados em negrito, no âmbito da gramática normativa da língua portuguesa, classificam-se, morfológica e sintaticamente, respectivamente, como:
Alternativas
Q4285338 Português
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À instabilidade das coisas do mundo

Gregório de Matos

Nasce o Sol e não dura mais que um dia,
Depois da luz se segue a noite escura,
Em tristes sombras morre a formosura,
Em contínuas tristezas a alegria.

Porém se acaba o sol, por que nascia?
Se é tão formosa a luz, por que não dura?
Como a beleza assim se transfigura?
Como o gosto da pena assim se fia?

Mas no sol e na luz BBfalta a firmeza,
Na formosura não se dê constância,
E na alegria sinta-se tristeza.

Começa o mundo enfim pela ignorância,
E tem qualquer dos bens por natureza
A firmeza somente na inconstância.

Fonte: MATOS, Gregório. Gregório de Matos: poemas. 2. Ed. São Paulo: Martin Claret, 2013.
No verso "Começa o mundo enfim pela ignorância", observa-se uma figura de linguagem decorrente da inversão da ordem direta dos termos da oração. Essa figura é denominada de: 
Alternativas
Q4285336 Português
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À instabilidade das coisas do mundo

Gregório de Matos

Nasce o Sol e não dura mais que um dia,
Depois da luz se segue a noite escura,
Em tristes sombras morre a formosura,
Em contínuas tristezas a alegria.

Porém se acaba o sol, por que nascia?
Se é tão formosa a luz, por que não dura?
Como a beleza assim se transfigura?
Como o gosto da pena assim se fia?

Mas no sol e na luz BBfalta a firmeza,
Na formosura não se dê constância,
E na alegria sinta-se tristeza.

Começa o mundo enfim pela ignorância,
E tem qualquer dos bens por natureza
A firmeza somente na inconstância.

Fonte: MATOS, Gregório. Gregório de Matos: poemas. 2. Ed. São Paulo: Martin Claret, 2013.
O vocábulo “contínuas” foi acentuado de forma adequada à gramática normativa da Língua Portuguesa no verso “Em contínuas tristezas a alegria”. Assinale a alternativa em que todas as palavras estão acentuadas de forma adequada à gramática normativa.
Alternativas
Q4285334 Português
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À instabilidade das coisas do mundo

Gregório de Matos

Nasce o Sol e não dura mais que um dia,
Depois da luz se segue a noite escura,
Em tristes sombras morre a formosura,
Em contínuas tristezas a alegria.

Porém se acaba o sol, por que nascia?
Se é tão formosa a luz, por que não dura?
Como a beleza assim se transfigura?
Como o gosto da pena assim se fia?

Mas no sol e na luz BBfalta a firmeza,
Na formosura não se dê constância,
E na alegria sinta-se tristeza.

Começa o mundo enfim pela ignorância,
E tem qualquer dos bens por natureza
A firmeza somente na inconstância.

Fonte: MATOS, Gregório. Gregório de Matos: poemas. 2. Ed. São Paulo: Martin Claret, 2013.
Considerando o contexto em que se encontra dentro do poema e observando a ordem sintática e a estrutura do verso, o termo "a alegria", em “Em contínuas tristezas a alegria”, exerce a função sintática de:
Alternativas
Q4285332 Português
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À instabilidade das coisas do mundo

Gregório de Matos

Nasce o Sol e não dura mais que um dia,
Depois da luz se segue a noite escura,
Em tristes sombras morre a formosura,
Em contínuas tristezas a alegria.

Porém se acaba o sol, por que nascia?
Se é tão formosa a luz, por que não dura?
Como a beleza assim se transfigura?
Como o gosto da pena assim se fia?

Mas no sol e na luz BBfalta a firmeza,
Na formosura não se dê constância,
E na alegria sinta-se tristeza.

Começa o mundo enfim pela ignorância,
E tem qualquer dos bens por natureza
A firmeza somente na inconstância.

Fonte: MATOS, Gregório. Gregório de Matos: poemas. 2. Ed. São Paulo: Martin Claret, 2013.
A respeito da análise sintática do poema, assinale a afirmativa correta segundo a gramática normativa da língua portuguesa.
Alternativas
Q4285330 Literatura
Leia o texto a seguir e responda à questão.

À instabilidade das coisas do mundo

Gregório de Matos

Nasce o Sol e não dura mais que um dia,
Depois da luz se segue a noite escura,
Em tristes sombras morre a formosura,
Em contínuas tristezas a alegria.

Porém se acaba o sol, por que nascia?
Se é tão formosa a luz, por que não dura?
Como a beleza assim se transfigura?
Como o gosto da pena assim se fia?

Mas no sol e na luz BBfalta a firmeza,
Na formosura não se dê constância,
E na alegria sinta-se tristeza.

Começa o mundo enfim pela ignorância,
E tem qualquer dos bens por natureza
A firmeza somente na inconstância.

Fonte: MATOS, Gregório. Gregório de Matos: poemas. 2. Ed. São Paulo: Martin Claret, 2013.
Sobre o poema “À instabilidade das coisas do mundo”, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4281927 Educação Física
A Unidade Temática Práticas Corporais de Aventura na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) trata das formas de expressão corporal que têm como características os movimentos provocados pelas situações de imprevisibilidade proporcionados pelos riscos controlados em um ambiente desafiador. No documento, elas estão previstas para os Anos Finais do Ensino Fundamental e são diferenciadas, sob os critérios de
Alternativas
Q4281926 Educação Física
O Guia de Atividade Física para a População Brasileira publicado pelo Ministério da Saúde recomenda orientações sobre atividades físicas voltadas às Crianças e Jovens com deficiência, de 6 a 17 anos. Quanto à frequência, duração e intensidade das atividades, o documento recomenda que devam ser realizadas em, pelo menos, 
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Q4281925 Saúde Pública
Nas aulas de Educação Física Escolar, nota-se a manutenção da compreensão de saúde centrada nos aspectos reducionistas e biológicos. Numa perspectiva ampliada, crítica, denominada Saúde Coletiva, a saúde é compreendida a partir dos aspectos multifatoriais, mas os avanços ainda persistem no debate teórico acadêmico. Para uma nova proposição pedagógica voltada à Saúde, deve-se considerar
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Q4281924 Educação Física
Na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), a Unidade Temática Dança trata das práticas corporais que têm como características os movimentos ritmados, organizados em passos e evoluções, podendo integrar coreografias. Como práticas históricas e culturalmente constituídas, a BNCC contempla expressões rítmicas indígenas e africanas como objetos de conhecimento em quais anos do Ensino Fundamental?
Alternativas
Q4281923 Educação Física
Na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), as Ginásticas Competitivas são compreendidas como práticas esportivas e estão organizadas na Unidade Temática Esporte. Entretanto, especificamente para a Unidade Temática Ginástica, buscou-se a ampliação e a diversificação das atividades gímnicas presentes na sociedade, contemplando quais manifestações?
Alternativas
Q4281922 Educação Física
No final da década de 1990 foi formulada a primeira Pedagogia do Esporte brasileira, denominada como Jogo Possível. Ela visava defender o Esporte como um dos conteúdos tratados nas aulas de Educação Física Escolar e não apenas uma prática esportivizada ou como base de formação de atletas. Para tanto, o programa de ensino do esporte possibilita a maior participação de alunos, permite variações nos esportes e acentua a ludicidade e a cooperação. Nesse sentido, o referencial presente nessa pedagogia do esporte é  
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Q4281921 Pedagogia
Leia o texto a seguir.

Nossa rua é o mundo que a gente vive fora de nossas famílias, de nossas escolas e outras instituições. É onde a gente aprende sem professores visíveis, sem pedagogias e metodologias declaradas. Todos vivem suas ruas para sempre; o mundo nos ensina desde o nascimento até o último de nossos dias [...] As ruas existem em nossos pedaços de terra, nas faixas de asfalto, nos campinhos de grama, nas quadras de esporte de escolas ou de prédios, nos quintais das casas, e até nos quartos de dormir. As ruas são mesas de botequim, praias, salões de festas, são todos os lugares em que, com outras pessoas, formamos nossas pequenas sociedades lúdicas, sociedades que comungam de determinada cultura e na qual nada se faz que não seja apenas usufruir da vida, sem qualquer outro compromisso além desse viver fora do tempo contado.

FREIRE, João Batista. O jogo de bola na escola: introdução à pedagogia da rua. Autores Associados, 2022, p. 15-16.

É a partir dessa compreensão de “rua” que se estabelecem os fundamentos para uma Pedagogia da Rua. Nesse sentido, a rua
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Q4281920 Educação Física
A Pedagogia do Jogo proposta para os Jogos Esportivos Coletivos se diferencia das demais abordagens esportivas baseadas no jogo, por exemplo o Teaching Games for Understanding e a Iniciação Esportiva Universal (as Game-base Approaches – GBA´s) por
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Q4281919 Educação Física
A aquisição das habilidades motoras, sobretudo as fundamentais, varia ao longo da vida conforme as oportunidades, estímulos, instruções e ambientes adequados. No entanto, o primeiro passo para a intervenção num programa desenvolvimentista é a identificação das fases e dos níveis de desenvolvimento dos alunos. Para tanto, um conjunto de instrumentos avaliativos das habilidades motoras fundamentais foram propostos pela área e, atualmente, um dos mais utilizados no mundo é 
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Q4281918 Educação Física
Seguindo os pressupostos de uma Educação Física desenvolvimentista, para alinhar a primeira etapa do ensino fundamental com as fases do desenvolvimento motor, a principal tarefa da Educação Física Escolar é
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Q4281917 Educação Física
A estruturação de um currículo desenvolvimentista é um dos desafios para a Educação Física. Para os estudiosos da área do comportamento motor, a principal dificuldade no estabelecimento de uma proposta desenvolvimentista é 
Alternativas
Q4281916 Educação Física
Baseados nos aspectos maturacionais e descritivos das mudanças do organismo, tivemos a elaboração de um modelo conhecido como “ampulheta” para descrever e orientar de forma ascendente e hierárquica as etapas aos quais o movimento humano deveria se desenvolver. No entanto, recentemente houve a ampliação desse modelo ao incorporar a teoria dos sistemas dinâmicos e o modelo de restrições. Esse novo modelo conjuga os processos descritivos e explicativos do desenvolvimento motor. Ele foi denominado de
Alternativas
Q4281915 Educação Física
Numa Concepção Construtivista, ampliada no início da década de 2000, o jogo não deve ser enquadrado na mesma categoria que o esporte, a dança, a ginástica e as lutas por serem eles
Alternativas
Respostas
701: A
702: C
703: A
704: B
705: C
706: A
707: C
708: D
709: C
710: A
711: B
712: C
713: B
714: A
715: A
716: D
717: C
718: B
719: C
720: A