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A questão se refere ao texto seguinte:
Trecho adaptado de "Pedagogia do Oprimido" de Paulo Freire:
"O ser humano é um ser de relações. Só em comunhão com os outros pode descobrir-se. Só a partir dessa comunhão vive a experiência verdadeira da liberdade. O diálogo, portanto, é fundamental para a educação libertadora. A educação tem como objetivo a conscientização, que é o reconhecimento da própria realidade e a capacidade de transformá-la."
A questão se refere ao texto seguinte:
Trecho adaptado de "Pedagogia do Oprimido" de Paulo Freire:
"O ser humano é um ser de relações. Só em comunhão com os outros pode descobrir-se. Só a partir dessa comunhão vive a experiência verdadeira da liberdade. O diálogo, portanto, é fundamental para a educação libertadora. A educação tem como objetivo a conscientização, que é o reconhecimento da própria realidade e a capacidade de transformá-la."
A questão se refere ao texto seguinte:
Trecho adaptado de "Pedagogia do Oprimido" de Paulo Freire:
"O ser humano é um ser de relações. Só em comunhão com os outros pode descobrir-se. Só a partir dessa comunhão vive a experiência verdadeira da liberdade. O diálogo, portanto, é fundamental para a educação libertadora. A educação tem como objetivo a conscientização, que é o reconhecimento da própria realidade e a capacidade de transformá-la."
I. É o adulto, na figura do professor que, na instituição infantil, ajuda a estruturar o campo das brincadeiras na vida das crianças. Consequentemente é ele que organiza sua base estrutural, por meio da oferta de determinados objetos, fantasias, brinquedos ou jogos, da delimitação e arranjo dos espaços e do tempo para brincar.
II. Por meio das brincadeiras os professores podem observar e constituir uma visão dos processos de desenvolvimento das crianças em conjunto e de cada uma em particular, registrando suas capacidades de uso das linguagens, assim como de suas capacidades sociais e dos recursos afetivos e emocionais que dispõem.
III. Cabe ao professor organizar situações para que as brincadeiras ocorram de maneira diversificada para propiciar às crianças a possibilidade de escolherem os temas, papéis, objetos e companheiros com quem brincar ou os jogos de regras e de construção, e assim elaborarem de forma pessoal e independente suas emoções, sentimentos, conhecimentos e regras sociais.
IV. É preciso que o professor tenha consciência que na brincadeira as crianças recriam e estabilizam aquilo que sabem sobre as mais diversas esferas do conhecimento, em uma atividade espontânea e imaginativa.
V. É preciso que o professor tenha consciência que as crianças não estão brincando livremente, pois há objetivos didáticos em questão.
É uma linguagem infantil que mantém um vínculo essencial com aquilo que é o “não-brincar”. É uma ação que ocorre no plano da imaginação isto implica que aquele que brinca tenha o domínio da linguagem simbólica. Isto quer dizer que é preciso haver consciência da diferença existente entre isso e a realidade imediata que lhe forneceu conteúdo para realizar-se. Nesse sentido, é preciso apropriar-se de elementos da realidade imediata de tal forma a atribuir-lhes novos significados. Essa peculiaridade dessa atividade ocorre por meio da articulação entre a imaginação e a imitação da realidade. É uma imitação transformada, no plano das emoções e das ideias, de uma realidade anteriormente vivenciada.
O enunciado conceitua
O cuidado precisa considerar, principalmente, as necessidades das crianças, que quando observadas, ouvidas e respeitadas, podem dar pistas importantes sobre a qualidade do que estão recebendo. Os procedimentos de cuidado também precisam seguir os princípios de promoção à saúde. Para se atingir os objetivos dos cuidados com a preservação da vida e com o desenvolvimento das capacidades humanas, é necessário que as atitudes e procedimentos estejam baseados em conhecimentos específicos sobre o desenvolvimento ________, _________ e _________ das crianças, levando em consideração as diferentes realidades socioculturais.
I. A instituição de educação infantil deve tornar acessível a todas as crianças que a frequentam, indiscriminadamente, elementos da cultura que enriquecem o seu desenvolvimento e inserção social. Cumpre um papel socializador, propiciando o desenvolvimento da identidade das crianças, por meio de aprendizagens diversificadas, realizadas em situações de interação.
II. Na instituição de educação infantil, pode-se oferecer às crianças condições para as aprendizagens que ocorrem nas brincadeiras e sem aquelas advindas de situações pedagógicas intencionais e nem aprendizagens orientadas pelos adultos. É importante ressaltar, porém, que essas aprendizagens, de natureza diversa, ocorrem de maneira isolada no processo de desenvolvimento infantil.
III. As novas funções para a educação infantil devem estar associadas a padrões de qualidade. Essa qualidade advém de concepções de desenvolvimento que consideram as crianças nos seus contextos sociais, ambientais, culturais e, mais concretamente, nas interações e práticas sociais que lhes fornecem elementos relacionados às mais diversas linguagens e ao contato com os mais variados conhecimentos para a construção de uma identidade autônoma.
Nas últimas décadas, os debates em nível nacional e internacional apontam para a necessidade de que as instituições de educação infantil incorporem de maneira integrada as funções de ________ e _________, não mais diferenciando nem hierarquizando os profissionais e instituições que atuam com as crianças pequenas e/ou aqueles que trabalham com as maiores.
( ) Pode-se apresentar um argumento contundente para demonstrar que a suposta indiferença com relação à infância nos períodos medieval e moderno resultou em uma postura insensível com relação à criação de filhos. Os bebês abaixo de 2 anos, em particular, sofriam de descaso assustador, com os pais considerando pouco aconselhável investir muito tempo ou esforço em um “pobre animal suspirante”, que tinha tantas probabilidades de morrer com pouca idade.
( ) Um sentimento superficial da criança – “paparicação” – era reservado à criancinha em seus primeiros anos de vida, enquanto ela ainda era uma coisinha engraçadinha. As pessoas se divertiam com a criança pequena como um animalzinho, um macaquinho impudico. Se ela morresse então, como muitas vezes acontecia, alguns podiam ficar desolados, mas a regra geral era não fazer muito caso, pois outra criança logo a substituiria. A criança não chegava a sair de uma espécie de anonimato.
( ) Até mesmo na arte a infância foi ignorada. Até por volta do século XII, a arte medieval desconhecia a infância ou não tentava representa-la. É difícil crer que essa ausência se devesse à incompetência ou a falta de habilidade. É mais provável que não houvesse lugar para a infância nesse 2 mundo.
I. No século XVIII, a criança era considerada um ser primitivo, irracional, uma tabula rasa e um adulto em miniatura. De acordo com Dahlberg, Moss e Pence (2003), a criança é vista “como um reprodutor de conhecimento, identidade e cultura, a criança pequena é entendida como iniciando a vida sem nada e a partir do nada - como um vazio ou tábula rasa” cabendo então à escola, a incumbência de moldá-la de acordo com os padrões sociais estabelecidos.
II. No século XIX, com a revolução industrial e com a mão de obra feminina nas fábricas, houve a necessidade de se criar instituições para guardar essas crianças, no qual eram de cunho assistencialista e a concepção de infância era única, padronizada. Com isso, nasce a pré-escola, para a criança pobre a educação era compensatória e para a criança rica uma educação de melhor qualidade, sendo a educação diferenciada para cada classe social.
III. A partir do século XX com a Psicologia do Desenvolvimento e teorias psicanalíticas com estudos sobre os aspectos cognitivos, afetivos da criança, muda-se o sentimento de infância novamente, passando a criança a ser vista como um ser pensante, com especificidade própria, que interage, imagina e cria.
( ) As crianças vivem inseridas em espaços e tempos de diferentes dimensões, em um mundo constituído de fenômenos naturais e socioculturais.
( ) Crianças demonstram curiosidade sobre o mundo físico (seu próprio corpo, os fenômenos atmosféricos, os animais, as plantas, as transformações da natureza, os diferentes tipos de materiais e as possibilidades de sua manipulação etc.) e o mundo sociocultural (as relações de parentesco e sociais entre as pessoas que conhece; como vivem e em que trabalham essas pessoas; quais suas tradições e seus costumes; a diversidade entre elas etc.).
( ) As crianças se deparam, frequentemente, com conhecimentos matemáticos (contagem, ordenação, relações entre quantidades, dimensões, medidas, comparação de pesos e de comprimentos, avaliação de distâncias, reconhecimento de formas geométricas, conhecimento e reconhecimento de numerais cardinais e ordinais etc.) que aguçam a curiosidade.
( ) A Educação Infantil precisa promover experiências nas quais as crianças possam fazer observações, manipular objetos, investigar e explorar seu entorno, levantar hipóteses e consultar fontes de informação para buscar respostas às suas curiosidades e indagações.
Sentar com apoio, rastejar, engatinhar, escorregar, caminhar apoiando-se em berços, mesas e cordas, saltar, escalar, equilibrar-se, correr, dar cambalhotas, alongar-se, dentre outros, são exemplos de oportunidades ricas para que as crianças possam, sempre animadas pelo espírito lúdico e na interação com seus pares, explorar e vivenciar um amplo repertório de movimentos, gestos, olhares, sons e mímicas com o _________, para descobrir variados modos de ocupação e uso do espaço com o __________.
I. É na interação com os pares e com adultos que as crianças vão constituindo um modo próprio de agir, sentir e pensar e vão descobrindo que existem outros modos de vida, pessoas diferentes, com outros pontos de vista.
II. Conforme vivem suas primeiras experiências sociais (na família, na instituição escolar, na coletividade), constroem percepções e questionamentos sobre si e sobre os outros, diferenciando-se e, simultaneamente, identificando-se como seres individuais e sociais. A fase de descobrir a si, conhecida também como fase das birras, precisa ser alinhada com a família para que as atitudes tomadas em casa sejam as mesmas na escola.
III. Ao mesmo tempo que participam de relações sociais e de cuidados pessoais, as crianças constroem sua autonomia e senso de autocuidado, de reciprocidade e de interdependência com o meio.
IV. É preciso criar oportunidades para que as crianças entrem em contato com outros grupos sociais e culturais, outros modos de vida, diferentes atitudes, técnicas e rituais de cuidados pessoais e do grupo, costumes, celebrações e narrativas. O professor precisa mediar e reprimir atitudes consideradas imorais perante a sociedade.