Questões de Concurso
Para stf
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Ao deixar a presidência do STF, o ministro deverá retornar à turma que integrava originariamente.
Para atingir o quorum em uma das turmas do tribunal, os ministros da outra podem ser convocados para completá-la, obedecida a ordem crescente de antiguidade.
A pena mínima aplicável ao servidor público condenado em processo administrativo pela divulgação de informação sigilosa é a suspensão.
O servidor está obrigado a resguardar o sigilo da informação classificada como sigilosa, a menos que tenha acesso ao seu conteúdo em razão de causas fortuitas ou eventuais.
O cargo de secretário de turma do STF é de livre provimento e recrutamento amplo.
Uma servidora do STF não poderá manter sua tia sob subordinação hierárquica.
Servidor do STF que responda a processo por quebra ilícita de contrato de locação poderá compor o Conselho de Ética do tribunal, mas estará impedido de integrá-lo se for réu em ação penal.
Atos da vida particular do servidor do STF não guardam relação com os deveres éticos que lhe são impostos pelo código em apreço.
Para se comunicar com autoridade de mesma hierarquia, um ministro do Supremo Tribunal Federal deve redigir aviso, documento que segue o padrão ofício, com acréscimo de vocativo.
Em documentos destinados ao presidente do Supremo Tribunal Federal, o emprego do vocativo Excelentíssimo Senhor, seguido do cargo, atende a regra de formalidade nas comunicações oficiais.
O presidente da República é o destinatário da exposição de motivos, mas será o remetente de uma mensagem, caso queira comunicar-se com o Poder Legislativo, situação em que não deverá constar a identificação do signatário.
A redação oficial, maneira como atos e comunicações são elaborados pelo poder público, deve orientar-se por princípios dispostos na Constituição Federal, tais como impessoalidade e publicidade.
O memorando, uma forma de comunicação interna, caracteriza-se pela agilidade, razão por que devem ser simples os procedimentos burocráticos de sua tramitação.
O termo “que” (l.2) introduz oração que complementa de forma direta o sentido do verbo “aprender” (l.1).
Não acarretaria prejuízo para a correção gramatical e os sentidos do texto a substituição de “engendra a omissão” (l.7) por dá existência à omissão.
A eliminação da vírgula logo após a conjunção “porque” (l.10) não acarretaria prejuízo à correção gramatical do texto.
No trecho “o não importar-se com o que ocorra” (l.7-8), é opcional a colocação do pronome “se” antes de “importar-se”: o não se importar com o que ocorra.
No trecho “é possível que associe a figura do seu pai com a figura do seu pai como é hoje” (l.4-5), o conectivo “que” inicia oração que complementa o sentido do adjetivo “possível”.
Seria mantida a correção gramatical do texto caso a expressão “mais que” (l.23) fosse substituída por mais do que.
Nas linhas 21 e 22, a substituição das vírgulas por travessões manteria a correção gramatical e o sentido do texto.

