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Q4068873 Matemática
Karina comprou um computador em 15 prestações mensais, cada uma no valor de R$ 154,00. Após pagar 4 prestações do computador, ela decidiu quitar o pagamento junto com a quinta parcela, pois havia recebido um bônus em seu trabalho que lhe permite realizar esse adiantamento. Dessa forma, qual será o valor que Karina irá desembolsar para quitar o computador? 
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Q4068872 Raciocínio Lógico
Os trabalhadores – José, Mário e Pedro, estão juntos em uma obra para a construção de um novo edifício municipal. Cada um dos trabalhadores será designado para uma das funções: arremate, misturas, concretagem. Considere que:
• Mário é o trabalhador menos experiente e ficará com a função de misturas;
• o trabalhador mais experiente não ficará com a concretagem; e,
• José não ficará com a função de concretagem.
Com base nessas informações, pode-se afirmar corretamente que:
Alternativas
Q4068871 Raciocínio Lógico
Marcelina trabalha como agente de endemias na prefeitura do município Y e passou por uma cirurgia de extração de pedras na vesícula. Por esse motivo, ela retirou licença-saúde de 20 dias, contados sem interrupção. Sendo assim, se a licença de Marcelina iniciar sua contagem em uma quarta-feira e ela retornar ao trabalho no dia seguinte ao último dia de licença, em que dia da semana Marcelina irá voltar a trabalhar?
Alternativas
Q4068870 Matemática
Ao promover um Concurso Público para a contratação de 25 novos funcionários para o setor de serviços gerais, a prefeitura do município Y passará a contar com um total de funcionários nesse setor que corresponde a 5/4 da quantidade de funcionários antes do Concurso Público. Com base nessa situação hipotética, pode-se concluir que o total de funcionários no setor de serviços gerais, após o Concurso Público, será de:
Alternativas
Q4068868 Português

Leia a charge a seguir: 

Imagem associada para resolução da questão


Em “Afinal, o que faz um professor?”, o ponto de interrogação foi empregado para:

Alternativas
Q4068867 Português
O professor do futuro

    O professor do futuro (e do sempre) deve ensinar, no presente, não o método que passa (e até faz passar...), mas a alma que permanece.
    Deve ensinar, não a única resposta certa em meio à múltipla desescolha, mas a capacidade de cometer erros criativos, de ver que um fracasso, didaticamente, vale mil sucessos.
    Ensinar, não a opção correta, a única porteira pela qual a boiada passa, de cabeça baixa, para o matadouro, mas a coragem de pular no escuro (se for preciso), e com os olhos abertos.
    Transmitir, não o conhecimento mastigado, a ração, mas despertar no aluno a vontade de mastigar por conta própria, de usar a razão, de saborear conhecimentos tradicionais e inéditos.
    O professor do futuro ensina, não o caminho das pedras, mas o amor às pedras que existem em todos os caminhos.
    O verdadeiro professor é um inspirador. Suas aulas são poéticas, proféticas. Não hipnotizam, acordam.
    Não cansam, desafiam. Não anestesiam, fazem refletir.

(Gabriel Perissé. Projeto DOSVOX – NCE/UFRJ. Matéria publicada em 01/09/2002. Edição nº 37. Adaptado.)
“[...] mas despertar no aluno a vontade de mastigar por conta própria, de usar a razão, de saborear conhecimentos tradicionais e inéditos.” (4º§) Assinale, a seguir, a alternativa que evidencia o significado oposto da expressão destacada. 
Alternativas
Q4068866 Português
O professor do futuro

    O professor do futuro (e do sempre) deve ensinar, no presente, não o método que passa (e até faz passar...), mas a alma que permanece.
    Deve ensinar, não a única resposta certa em meio à múltipla desescolha, mas a capacidade de cometer erros criativos, de ver que um fracasso, didaticamente, vale mil sucessos.
    Ensinar, não a opção correta, a única porteira pela qual a boiada passa, de cabeça baixa, para o matadouro, mas a coragem de pular no escuro (se for preciso), e com os olhos abertos.
    Transmitir, não o conhecimento mastigado, a ração, mas despertar no aluno a vontade de mastigar por conta própria, de usar a razão, de saborear conhecimentos tradicionais e inéditos.
    O professor do futuro ensina, não o caminho das pedras, mas o amor às pedras que existem em todos os caminhos.
    O verdadeiro professor é um inspirador. Suas aulas são poéticas, proféticas. Não hipnotizam, acordam.
    Não cansam, desafiam. Não anestesiam, fazem refletir.

(Gabriel Perissé. Projeto DOSVOX – NCE/UFRJ. Matéria publicada em 01/09/2002. Edição nº 37. Adaptado.)
Substantivos são palavras que se referem aos nomes. Afinal, todos os seres, objetos, fenômenos e lugares que nos cercam são nomeados por algum termo. Considerando que eles podem variar em gênero (feminino e masculino), trata-se de palavra transcrita do texto que se apresenta no feminino: 
Alternativas
Q4068865 Português
O professor do futuro

    O professor do futuro (e do sempre) deve ensinar, no presente, não o método que passa (e até faz passar...), mas a alma que permanece.
    Deve ensinar, não a única resposta certa em meio à múltipla desescolha, mas a capacidade de cometer erros criativos, de ver que um fracasso, didaticamente, vale mil sucessos.
    Ensinar, não a opção correta, a única porteira pela qual a boiada passa, de cabeça baixa, para o matadouro, mas a coragem de pular no escuro (se for preciso), e com os olhos abertos.
    Transmitir, não o conhecimento mastigado, a ração, mas despertar no aluno a vontade de mastigar por conta própria, de usar a razão, de saborear conhecimentos tradicionais e inéditos.
    O professor do futuro ensina, não o caminho das pedras, mas o amor às pedras que existem em todos os caminhos.
    O verdadeiro professor é um inspirador. Suas aulas são poéticas, proféticas. Não hipnotizam, acordam.
    Não cansam, desafiam. Não anestesiam, fazem refletir.

(Gabriel Perissé. Projeto DOSVOX – NCE/UFRJ. Matéria publicada em 01/09/2002. Edição nº 37. Adaptado.)
Considerando a norma culta da Língua Portuguesa, assinale a afirmativa que apresenta ERRO de ortografia.
Alternativas
Q4068864 Português
O professor do futuro

    O professor do futuro (e do sempre) deve ensinar, no presente, não o método que passa (e até faz passar...), mas a alma que permanece.
    Deve ensinar, não a única resposta certa em meio à múltipla desescolha, mas a capacidade de cometer erros criativos, de ver que um fracasso, didaticamente, vale mil sucessos.
    Ensinar, não a opção correta, a única porteira pela qual a boiada passa, de cabeça baixa, para o matadouro, mas a coragem de pular no escuro (se for preciso), e com os olhos abertos.
    Transmitir, não o conhecimento mastigado, a ração, mas despertar no aluno a vontade de mastigar por conta própria, de usar a razão, de saborear conhecimentos tradicionais e inéditos.
    O professor do futuro ensina, não o caminho das pedras, mas o amor às pedras que existem em todos os caminhos.
    O verdadeiro professor é um inspirador. Suas aulas são poéticas, proféticas. Não hipnotizam, acordam.
    Não cansam, desafiam. Não anestesiam, fazem refletir.

(Gabriel Perissé. Projeto DOSVOX – NCE/UFRJ. Matéria publicada em 01/09/2002. Edição nº 37. Adaptado.)
Em “Não hipnotizam, acordam. Não cansam, desafiam. Não anestesiam, fazem refletir.” (8º§), o termo assinalado pode ser substituído, sem alteração de sentido, por:
Alternativas
Q4068863 Português
O professor do futuro

    O professor do futuro (e do sempre) deve ensinar, no presente, não o método que passa (e até faz passar...), mas a alma que permanece.
    Deve ensinar, não a única resposta certa em meio à múltipla desescolha, mas a capacidade de cometer erros criativos, de ver que um fracasso, didaticamente, vale mil sucessos.
    Ensinar, não a opção correta, a única porteira pela qual a boiada passa, de cabeça baixa, para o matadouro, mas a coragem de pular no escuro (se for preciso), e com os olhos abertos.
    Transmitir, não o conhecimento mastigado, a ração, mas despertar no aluno a vontade de mastigar por conta própria, de usar a razão, de saborear conhecimentos tradicionais e inéditos.
    O professor do futuro ensina, não o caminho das pedras, mas o amor às pedras que existem em todos os caminhos.
    O verdadeiro professor é um inspirador. Suas aulas são poéticas, proféticas. Não hipnotizam, acordam.
    Não cansam, desafiam. Não anestesiam, fazem refletir.

(Gabriel Perissé. Projeto DOSVOX – NCE/UFRJ. Matéria publicada em 01/09/2002. Edição nº 37. Adaptado.)
Considerando o fragmento “Deve ensinar, não a única resposta certa em meio à múltipla desescolha, mas a capacidade de cometer erros criativos, de ver que um fracasso, didaticamente, vale mil sucessos.” (2º§), podemos afirmar que a expressão destacada exprime circunstância de: 
Alternativas
Q4068862 Português
O professor do futuro

    O professor do futuro (e do sempre) deve ensinar, no presente, não o método que passa (e até faz passar...), mas a alma que permanece.
    Deve ensinar, não a única resposta certa em meio à múltipla desescolha, mas a capacidade de cometer erros criativos, de ver que um fracasso, didaticamente, vale mil sucessos.
    Ensinar, não a opção correta, a única porteira pela qual a boiada passa, de cabeça baixa, para o matadouro, mas a coragem de pular no escuro (se for preciso), e com os olhos abertos.
    Transmitir, não o conhecimento mastigado, a ração, mas despertar no aluno a vontade de mastigar por conta própria, de usar a razão, de saborear conhecimentos tradicionais e inéditos.
    O professor do futuro ensina, não o caminho das pedras, mas o amor às pedras que existem em todos os caminhos.
    O verdadeiro professor é um inspirador. Suas aulas são poéticas, proféticas. Não hipnotizam, acordam.
    Não cansam, desafiam. Não anestesiam, fazem refletir.

(Gabriel Perissé. Projeto DOSVOX – NCE/UFRJ. Matéria publicada em 01/09/2002. Edição nº 37. Adaptado.)
No trecho “O professor do futuro (e do sempre) deve ensinar, no presente, não o método que passa (e até faz passar...), mas a alma que permanece.” (1º§), os parênteses têm como objetivo:
Alternativas
Q4068861 Português
O professor do futuro

    O professor do futuro (e do sempre) deve ensinar, no presente, não o método que passa (e até faz passar...), mas a alma que permanece.
    Deve ensinar, não a única resposta certa em meio à múltipla desescolha, mas a capacidade de cometer erros criativos, de ver que um fracasso, didaticamente, vale mil sucessos.
    Ensinar, não a opção correta, a única porteira pela qual a boiada passa, de cabeça baixa, para o matadouro, mas a coragem de pular no escuro (se for preciso), e com os olhos abertos.
    Transmitir, não o conhecimento mastigado, a ração, mas despertar no aluno a vontade de mastigar por conta própria, de usar a razão, de saborear conhecimentos tradicionais e inéditos.
    O professor do futuro ensina, não o caminho das pedras, mas o amor às pedras que existem em todos os caminhos.
    O verdadeiro professor é um inspirador. Suas aulas são poéticas, proféticas. Não hipnotizam, acordam.
    Não cansam, desafiam. Não anestesiam, fazem refletir.

(Gabriel Perissé. Projeto DOSVOX – NCE/UFRJ. Matéria publicada em 01/09/2002. Edição nº 37. Adaptado.)
A expressão “profética” transcrita do texto é acentuada pelo mesmo motivo que as seguintes palavras, EXCETO: 
Alternativas
Q4068860 Português
O professor do futuro

    O professor do futuro (e do sempre) deve ensinar, no presente, não o método que passa (e até faz passar...), mas a alma que permanece.
    Deve ensinar, não a única resposta certa em meio à múltipla desescolha, mas a capacidade de cometer erros criativos, de ver que um fracasso, didaticamente, vale mil sucessos.
    Ensinar, não a opção correta, a única porteira pela qual a boiada passa, de cabeça baixa, para o matadouro, mas a coragem de pular no escuro (se for preciso), e com os olhos abertos.
    Transmitir, não o conhecimento mastigado, a ração, mas despertar no aluno a vontade de mastigar por conta própria, de usar a razão, de saborear conhecimentos tradicionais e inéditos.
    O professor do futuro ensina, não o caminho das pedras, mas o amor às pedras que existem em todos os caminhos.
    O verdadeiro professor é um inspirador. Suas aulas são poéticas, proféticas. Não hipnotizam, acordam.
    Não cansam, desafiam. Não anestesiam, fazem refletir.

(Gabriel Perissé. Projeto DOSVOX – NCE/UFRJ. Matéria publicada em 01/09/2002. Edição nº 37. Adaptado.)
Em “O verdadeiro professor é um inspirador.” (6º§), é possível deduzir que o professor: 
Alternativas
Q4068859 Português
O professor do futuro

    O professor do futuro (e do sempre) deve ensinar, no presente, não o método que passa (e até faz passar...), mas a alma que permanece.
    Deve ensinar, não a única resposta certa em meio à múltipla desescolha, mas a capacidade de cometer erros criativos, de ver que um fracasso, didaticamente, vale mil sucessos.
    Ensinar, não a opção correta, a única porteira pela qual a boiada passa, de cabeça baixa, para o matadouro, mas a coragem de pular no escuro (se for preciso), e com os olhos abertos.
    Transmitir, não o conhecimento mastigado, a ração, mas despertar no aluno a vontade de mastigar por conta própria, de usar a razão, de saborear conhecimentos tradicionais e inéditos.
    O professor do futuro ensina, não o caminho das pedras, mas o amor às pedras que existem em todos os caminhos.
    O verdadeiro professor é um inspirador. Suas aulas são poéticas, proféticas. Não hipnotizam, acordam.
    Não cansam, desafiam. Não anestesiam, fazem refletir.

(Gabriel Perissé. Projeto DOSVOX – NCE/UFRJ. Matéria publicada em 01/09/2002. Edição nº 37. Adaptado.)
Considerando o trecho “Ensinar, não a opção correta, a única porteira pela qual a boiada passa, de cabeça baixa, para o matadouro, mas a coragem de pular no escuro (se for preciso), e com os olhos abertos.” (3º§), é possível afirmar que:
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Q4068794 Pedagogia
O currículo deve ser entendido numa perspectiva prática que envolve diversas dimensões, desde decisões administrativas até a práxis pedagógica, considerando os itinerários formativos, múltiplos; diversos; e, subjetivos. Essa reflexão nos leva a uma concepção de currículo ligada àquilo que realmente se efetiva nas escolas, ou seja, aos saberes produzidos no processo de ensino-aprendizagem. No pensamento educacional, em geral, e no curricular, em particular, a tradição crítica do currículo nos remete a: 
Alternativas
Q4068793 Pedagogia
A construção nos jogos é um elemento importante para a abstração do mundo real e, nesse sentido, é necessário considerar a fala e a ação da criança, que, muitas vezes, expressa complicadas relações de seu cotidiano. Dessa forma, enquanto constrói, a criança possibilita ao educador perceber suas representações mentais, o que se refere ao seu mundo exterior e interior. Neste lugar reside a importância da ludicidade, que tem nas contribuições de Piaget a proposição de quatro sucessivos sistemas de jogo; assinale-os.
Alternativas
Q4068792 Pedagogia
A leitura na escola deve variar de acordo com o texto, pois não se lê poesia como se lê uma receita ou uma narrativa, já que a reflexão que o primeiro exige é diferente das outras, e as crianças precisam perceber como proceder em cada caso. Dessa forma, o professor precisa levar essas informações para a sala de aula para que elas possam aprender. Uma criança compreende quando o adulto diz “olha o que a fada do dente deixou pra você!”. Em situações como essa, a criança faz uma relação com o texto escrito, como em um conto de fadas. Assim, ela:
Alternativas
Q4068791 Pedagogia
Na turma da professora Ana Carolina Guimarães há desde crianças que já conseguem ler textos com facilidade até os alunos que, aos 8 ou 9 anos de idade, ainda sequer criaram familiaridade com todas as letras do alfabeto. O cenário da volta às aulas preocupou a professora do 3º ano do ensino fundamental 1 na Escola Estadual São Bento, em Belo Horizonte (MG).
(Como a alfabetização sofreu na pandemia: criança que já deveria saber ler ainda não domina o abc – BBC News Brasil em São Paulo. https://www.bbc.com/portuguese/brasil-58935297. Acesso em: 03/05/2022)
Com ou sem pandemia aprender a ler ou a interpretar requer uma atitude teórica definida. Algumas crianças podem conhecer o nome das letras e não compreender o sistema de escrita, outras podem avançar nessa compreensão sem ter tido informações sobre a denominação das letras. Do ponto de vista construtivo, as primeiras escritas desenvolvem-se em grandes períodos. Considerando o exposto, analise as afirmativas a seguir.
I. Aquisição do princípio ideográfico: cada signo representa um objeto ou uma ideia, de modo que nas representações ideográficas a criança decompõe os sons.
II. Distinção entre representação icônica e não icônica: são as marcas gráficas figurativas e não figurativas.
III. Construção de formas de diferenciação: controle progressivo das variações entre os eixos qualitativo e quantitativo (letras). IV. Fonetização da escrita: inicia com o período silábico.
Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q4068790 Pedagogia
O reforço positivo veio da psicologia e objetiva direcionar o comportamento dos pequenos. Ele acontece quando bons desempenhos são alcançados, conforme as expectativas dos professores ou pais e, no intuito de estimulá-los, são usados incentivos favoráveis e motivacionais pelas ações que foram bem cumpridas. Vale destacar que as recompensas são apenas para os bons resultados, mas é fundamental ter um olhar sensível para perceber as tentativas do aluno em relação ao que foi solicitado a ele. Skinner considera que o que o homem faz é o resultado de condições que podem ser especificadas e que, uma vez determinadas, poderemos antecipar e até certo ponto determinar as ações. Desse modo, a psicologia contribui para o entendimento do comportamento dos alunos no contexto das práticas escolares cotidianas. Esta compreensão, na vertente comportamentalista ou behaviorista, indica que todo comportamento do homem seria condicionado e classificado como respondente ou operante. Neste contexto, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Respostas
121: A
122: X
123: B
124: B
125: D
126: A
127: D
128: A
129: A
130: C
131: A
132: A
133: A
134: B
135: C
136: A
137: A
138: D
139: D
140: D