O professor do futuro (e do sempre) deve ensinar, no
presente, não o método que passa (e até faz passar...), mas
a alma que permanece.
Deve ensinar, não a única resposta certa em meio à múltipla desescolha, mas a capacidade de cometer erros criativos,
de ver que um fracasso, didaticamente, vale mil sucessos.
Ensinar, não a opção correta, a única porteira pela qual
a boiada passa, de cabeça baixa, para o matadouro, mas a
coragem de pular no escuro (se for preciso), e com os olhos
abertos.
Transmitir, não o conhecimento mastigado, a ração, mas
despertar no aluno a vontade de mastigar por conta própria, de
usar a razão, de saborear conhecimentos tradicionais e inéditos.
O professor do futuro ensina, não o caminho das pedras,
mas o amor às pedras que existem em todos os caminhos.
O verdadeiro professor é um inspirador.
Suas aulas são poéticas, proféticas.
Não hipnotizam, acordam.
Não cansam, desafiam. Não
anestesiam, fazem refletir.
(Gabriel Perissé. Projeto DOSVOX – NCE/UFRJ. Matéria publicada em
01/09/2002. Edição nº 37. Adaptado.)
Considerando o trecho “Ensinar, não a opção correta, a
única porteira pela qual a boiada passa, de cabeça baixa,
para o matadouro, mas a coragem de pular no escuro (se
for preciso), e com os olhos abertos.” (3º§), é possível
afirmar que:
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
Errou um tema comum da banca? Veja o que mais costuma cair no Raio-X. Ver raio-X
teste
Parabéns! Você acertou!
Essa questão segue o padrão da banca! Veja o que mais costuma cair. Ver raio-X