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Leia os textos abaixo:
Texto I
Os professores de História, Língua Portuguesa e Geografia que trabalham no 8º ano do Ensino Fundamental, elaboraram um projeto disciplinar. Escolheram a obra literária Os Sertões, de Euclides da Cunha, publicada em 1902. A obra de estilo pré-modernista é uma narrativa da Guerra
de Canudos (Bahia, 1896-1897), sob a ótica do autor que atuou como
jornalista para cobertura do conflito. A obra se divide em 3 partes e cada
turma do 8º ano ficou responsável pela leitura e pelo estudo de cada uma
delas: A Terra, O Homem, A Luta. A obra descreve o Sertão (clima, vegetação, relevo e, principalmente, a seca), o sertanejo (sua origem, suas
características e a discussão das raças e o determinismo geográfico), a
liderança de Canudos, Antônio Conselheiro, e, por fim, narra, de forma
descritiva e realista, a Guerra de Canudos e suas expedições. No desenvolvimento do projeto, cada turma envolvida se responsabilizou pelo estudo de uma das partes, compreendendo a escrita no tempo do autor e
trabalhando as teorias que davam sustentação à compreensão das diversas categorias que são abrangidas pela obra. A professora de História
orientou a turma do 8º ano C, responsável pela última parte da obra: A
Luta.
Texto II
O jagunço, saqueador de cidades, sucedeu ao garimpeiro, saqueador da
terra. O mandão político substituiu o capangueiro decaído. [...] Ora, aqueles homens, depois de esboçarem talvez a única feição útil da nossa atividade naqueles tempos, tiveram desde o começo do século XVIII,
quando se desvendaram as lavras do Rio de Contas à Jacobina, perigosos agentes que, se lhes não derrancaram o caráter varonil, o nortearam
a lamentáveis destinos. De feito, transmudaram-se em contato com os
sertanistas gananciosos. Estes vinham, então, do oriente, espavorindo a
ferro e fogo o selvagem e fundando povoados que, ao revés dos já existentes, não tinham o germe de uma fazenda de gado, mas as ruínas das
malocas. Bateram rudemente a região, estacionando largo tempo ante a
barreira de serras que vão de Caetité para o norte; e quando as minas
esgotadas lhes demandaram aparelhos para a exploração intensiva, tiveram, logo adiante, entre as matas que vão de Macaúbas a Açuruá, novas
paragens opulentas, atraindo-os para o âmago das terras
(CUNHA, Euclides da. Os Sertões. 1984, p. 127).
A professora de História, responsável pela orientação da 3ª parte: a Luta, discutiu o autor no seu tempo e as representações do contexto histórico na transição para república e nos conflitos brasileiros.
Com relação à proposta da atividade interdisciplinar na disciplina de História e considerando os textos-base para esta questão, é CORRETO afirmar:
Leia os textos abaixo:
Texto I
Segundo Lilia Schwarcz, a lista dos títulos de nobreza no Brasil era longa
e abrasileirada: Bujuru, Sirinhaém, Batovi, Coruripe, Ingaí, Juruá, Paranagaba, Piaçabuçu, Saramenha, Sincorá, Uruçuí, Itapororoca, Aratanha,
Cascalho, Tacaruna, Aramaré, Icó, Poconé, Quissamã, Saicã, Sinimbu,
Toropi, Tracunhaém, Solimões, Jurumirim, Uraraí... para além desses,
também havia aqueles que indicavam uma localização geográfica relacionada, de alguma forma, à pessoa agraciada com a mercê (nascimento
ou de atividade política, propriedade ou batalha) como Amazonas, Paraná, Mauá.
(SCHWARCZ, Lilia Moritz. As Barbas do Imperador: D. Pedro II, um monarca nos trópicos. 2. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p. 178).
Texto II
Durante o Império brasílico (1822-1889), o Brasil experienciou sua própria
Corte, que, nos moldes do mundo europeu, definia a vida pública e dava
sustentação à estrutura social e política. Compunha o espaço público e
foi formalizada com a transferência de D. João VI, que incorporou no Brasil as tradições vindas da Europa. Quem concedia os títulos de nobreza
no Brasil, durante o Império, era o Poder executivo, geralmente como pagamento de favores às pessoas que obtinham status, títulos, honras e
distinções, cargos, funções e participação das formalidades e da intimidade do imperador.
Sobre a corte no império brasílico, é CORRETO afirmar:
Pensando nas festas religiosas e nas sociabilidades, a professora Cibele exibiu para seus alunos o documentário “50 anos de Reinado em Japaraíba”, realizado pela Prefeitura do município. A festa Reinado de Nossa Senhora do Rosário é uma festa popular religiosa que celebra a cultura negra local e é composta por rituais de dança e música. O documentário traz relatos da manifestação cultural e religiosa no município e, a partir dele, a professora propôs trabalhar as tradições e a religiosidade como forma de sociabilidade e suas permanências. Após o documentário, os alunos e a professora refletiram juntos e ela contou um pouco da origem e dos sentidos da festa, que acontecem em várias partes do Estado de Minas Gerais desde os primórdios do seu povoamento e são mantidas como tradição, remontando os tempos da escravidão. A festa compreende uma preparação e é seguida pelos cortejos, desfiles do rei/rainha, músicas e danças dos grupos que passam o dia a cantar e dançar pelas ruas da cidade. A professora pediu que os alunos registrassem por escrito e por imagens o que o documentário despertava em cada um e buscou construir os sentidos coletivos e da memória. Alguns alunos relataram a presença de parentes na festa e de suas próprias memórias e a atividade mobilizou a turma de forma muito positiva.
Pensando nos conteúdos mobilizados e nas competências trabalhadas pela professora, é CORRETO afirmar que a professora buscou a
A chegada dos europeus ao Brasil promoveu também o encontro com os indígenas Tupiniquins, pertencentes à Grande família Tupinambá (tronco Tupi-Guarani) que transmitiram todo o aprendizado sobre si mesmos e sobre os seus inimigos, chamados de tapuias (escravos). Essas impressões sustentaram a distinção entre os grupos indígenas brasileiros entre amigos e hostis, ou entre indígenas do litoral e do sertão. As necessidades econômicas acabaram por promover perseguição e expulsão, assim como o aldeamento e a catequese, sob controle dos jesuítas, para controle da terra e do seu povo originário. Durante o Brasil colonial, Tomé de Souza, padres jesuítas e depois o Marquês de Pombal criaram diretrizes para solucionar a questão indígena e dar segurança à colonização e ao interesse da busca por riquezas no território. Particularmente, as orientações pombalinas expulsaram os jesuítas, criando o Diretório dos índios, regulamentando as funções dos administradores, mantendo a determinação da catequese, e, depois, as Cartas Régias, de 1808, decretaram a “guerra justa” contra os Botocudos de Minas Gerais, autorizaram o cativeiro por 15 anos, a partir do batismo, e concederam terras para os nobres da corte, expulsando ainda mais os indígenas para o interior.
Sobre os indígenas no Brasil colonial, é CORRETO afirmar:
Por muito tempo, a História do Brasil se estruturou nos ciclos econômicos para organizar e compreender o desenvolvimento econômico brasileiro. Assim, durante o período colonial, foram estabelecidos grandes ciclos como o do pau-brasil, o do açúcar e o do ouro. Os historiadores do século XXI têm adotado uma concepção das temporalidades sociais, não mais sob o foco econômico, mas que combinem e redefinam, de modo constante, os períodos temporais e suas transições e características.
Sobre os ciclos econômicos e sua teoria nos estudos de Brasil colonial, é CORRETO afirmar:
O professor Daniel realizou uma atividade cultural com seus alunos. Inicialmente ele propôs a eles que, por meio de uma pesquisa, levantassem e identificassem instrumentos musicais que são originalmente brasileiros. Os alunos identificaram as violas (como a caipira e a de cocho, de Mato Grosso), o violão brasileiro, e o violão de sete cordas, o reco-reco, o berimbau, o repique, o tamborim ou pandeiro, o cavaco, o agogô. Ao mesmo tempo, identificaram também que esses instrumentos tiveram influência ou vieram de outras culturas como a africana e a portuguesa. Para atividade cultural, os alunos escolheram alguns instrumentos que conseguiram ou improvisaram com o apoio da professora de artes e fizeram uma roda de samba durante o intervalo da aula de sexta-feira. Foi uma festa para os alunos da turma do professor Daniel e de várias outras turmas que interagiram e participaram! Mas nem tudo foi festa. A diretora recebeu reclamações de alguns pais com relação às músicas e ao estilo escolhido. O professor Daniel, apesar de chateado, resolveu usar o resultado para aprendizagem e discutiu com seus alunos sobre a desvalorização da cultura de matriz africana por parte da sociedade brasileira e do preconceito que se afirma, principalmente, entre setores mais conservadores e religiosos, que demonizam as práticas do batuque e as suas representações.
A tarefa do professor envolveu CORRETAMENTE a
Leia os textos abaixo:
Texto I
É importante destacar que se entende por raça a construção social forjada nas tensas relações entre brancos e negros, muitas vezes simuladas como harmoniosas, nada tendo a ver com o conceito biológico de raça cunhado no século XVIII e hoje sobejamente superado. Cabe esclarecer que o termo raça é utilizado com frequência nas relações sociais brasileiras, para informar como determinadas características físicas, como cor de pele, tipo de cabelo, entre outras, influenciam, interferem e até mesmo determinam o destino e o lugar social dos sujeitos no interior da sociedade brasileira.
(BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. p. 13. Disponível em: https://download.inep.gov.br/publicacoes/diversas/temas_interdisciplinares/diretrizes_curriculares_nacionais_para_a_educacao_das_relacoes_etnico_raciais_e_para_o_ensino_de_historia_e_cultura_afro_brasileira_e_africana.pdf)
Texto II
Em primeiro lugar, é importante esclarecer que ser negro no Brasil não se limita às características físicas. Trata-se, também, de uma escolha política. É importante tomar conhecimento da complexidade que envolve o processo de construção da identidade negra em nosso país. Processo esse, marcado por uma sociedade que, para discriminar os negros, utiliza-se tanto da desvalorização da cultura de matriz africana como dos aspectos físicos herdados pelos descendentes de africanos.
(BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. p. 15. Disponível em: https://download.inep.gov.br/publicacoes/diversas/temas_interdisciplinares/diretrizes_curriculares_nacionais_para_a_educacao_das_relacoes_etnico_raciais_e_para_o_ensino_de_historia_e_cultura_afro_brasileira_e_africana.pdf. Adaptado)
A partir dos dois textos, retirados das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações étnico-raciais, é CORRETO afirmar:
“No Japão, um terremoto de magnitude 7,6 atingiu recentemente a costa oeste, gerando alertas de tsunami com ondas de até 5 metros, o que provocou mortes e desaparecimentos, além da destruição de casas e incêndios na região de Ishikawa. O país está localizado em uma área conhecida pela intensa atividade sísmica, resultante de sua posição geográfica”.
(Fonte: G1, 2024 - Disponível em https://g1.globo.com/mundo/noticia/2024/01/01/japao-tem-alerta-de-tsunami-apos-terremotos.ghtml, Acesso em: set. 2024)
Assinale a afirmativa CORRETA sobre o tectonismo no Japão e sua relação com a frequência de abalos sísmicos e a ocorrência de tsunamis:
O aumento da xenofobia tem agravado as dificuldades enfrentadas por refugiados ao redor do mundo que buscam segurança e melhores condições de vida em outros países. A xenofobia e a questão dos refugiados têm gerado muita discussão e preocupação no cenário mundial, especialmente nos últimos anos devido às crises migratórias.
Com base em conceitos sobre migração, direitos humanos e dinâmicas territoriais, indique a afirmativa que MELHOR explica a relação entre a xenofobia e os refugiados no contexto de migração e territórios:
Os grandes centros urbanos enfrentam desafios significativos devido ao crescimento populacional e à urbanização acelerada. Esses desafios afetam não apenas a infraestrutura das cidades, mas também a qualidade de vida de seus habitantes.
Considerando essa realidade, analise as afirmações a seguir sobre os impactos do crescimento populacional em grandes centros urbanos e marque a afirmativa CORRETA em relação a esses efeitos:
Leia as estratégias a seguir e identifique qual delas se destaca como a mais eficaz para promover a educação ambiental e desenvolver a consciência crítica dos estudantes sobre as interações entre a sociedade e o meio ambiente. A proposta deve estimular os alunos a se tornarem sujeitos ativos e a desenvolverem habilidades criativas e autônomas.
O espaço geográfico é o resultado das relações socioespaciais que se manifestam nas esferas econômica, política e simbólico-cultural. Essas relações, frequentemente, apresentam contradições e refletem diferentes projetos espaciais.
Na economia, a exploração do homem pelo homem é claramente visível, enquanto, na esfera política, ocorrem conflitos pelo controle do espaço e a luta dos excluídos. No âmbito simbólico-cultural, surgem representações do espaço carregadas de ideologias diversas. Assim, a ação humana provoca transformações que fazem do espaço um reflexo e uma condição das relações entre sociedade e espaço.
A partir das informações contidas no texto e em outros conhecimentos sobre o tema, julgue as afirmativas a seguir:
I. Conflitos políticos entre Estados refletem diferentes interesses e projetos espaciais, evidenciando como as disputas por território e recursos naturais podem gerar tensões e rivalidades.
II. A ação humana provoca transformações que tornam o espaço um reflexo e condição das relações entre sociedade e espaço, sem influências ideológicas.
III. A exploração do homem pelo homem é uma característica exclusiva do
setor agrícola, pois não se observa essa dinâmica em outros setores da
economia.
Assinale a alternativa que indica quais afirmações são verdadeiras:
“A Divisão Regional do Brasil consiste no agrupamento de Estados e Municípios em regiões com a finalidade de atualizar o conhecimento regional do País e viabilizar a definição de uma base territorial para fins de levantamento e divulgação de dados estatísticos. Ademais, visa contribuir com uma perspectiva para a compreensão da organização do território nacional e assistir o governo federal, bem como Estados e Municípios, na implantação e gestão de políticas públicas e investimentos” (IBGE,2024).
Analise as afirmações a seguir sobre as regiões do Brasil e sua regionalização:
I. As características sociais das regiões englobam aspectos fundamentais, como o índice de desenvolvimento humano (IDH) e o número de habitantes, os quais são essenciais para compreender as condições de vida da população em cada área. Esses dados não apenas revelam desigualdades sociais, mas também ajudam a traçar perfis socioeconômicos que refletem as necessidades e os desafios enfrentados pelos residentes de diferentes regiões.
II. As características econômicas das regiões são frequentemente avaliadas exclusivamente pelo nível de industrialização, ignorando o Produto Interno Bruto (PIB) como um indicador do desenvolvimento econômico. Essa visão desconsidera o PIB na análise da produção e da
riqueza gerada no país, pois este indicador não é a melhor medida
para avaliar se a economia está crescendo ou se contraindo.
III. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) definiu a divisão
atual do Brasil em regiões no ano de 1970, sendo esta a primeira a
considerar, de maneira integrada, as características econômicas, sociais e físicas das diversas áreas do país. Essa abordagem holística
permitiu uma compreensão mais profunda das particularidades de
cada região, refletindo a complexidade do território brasileiro.
IV. A divisão regional do Brasil, estabelecida pela Constituição Federal de
1988, manteve inalteradas as categorias de regiões definidas anteriormente pelo IBGE, já que uma nova configuração resultaria em ajustes insignificantes nas características sociais, econômicas e físicas
que definem cada região, sem influenciar as realidades e dinâmicas
locais de maneira significativa.
Assinale a alternativa que indica apenas afirmações CORRETAS:
Compreender um mapa para se orientar no espaço pode ser desafiador, pois estamos habituados a perceber o mundo em três dimensões: altura, largura e profundidade, enquanto os mapas são representações bidimensionais que omitem a dimensão da altura. Essa diferença pode dificultar a interpretação correta das informações contidas nos mapas, exigindo habilidades específicas. Nesse cenário, a Alfabetização Cartográfica e suas metodologias torna-se essencial, pois permite, em seu processo de ensino-aprendizagem, que se estabeleça uma conexão entre teoria e prática e, assim, uma interpretação correta das informações apresentadas nos mapas. No ambiente escolar, é fundamental que o professor de Geografia tenha um domínio sólido dos princípios básicos da Cartografia, para que os estudantes possam compreender as informações contidas nos mapas.
Indique abaixo a metodologia que o professor pode aplicar para melhor atender um estudante do Fundamental II que está iniciando o estudo de cartografia e precisa desenvolver habilidades essenciais para a interpretação de cartografia:
A produção de baterias de lítio, fundamentais para o funcionamento de veículos elétricos, enfrenta uma série de desafios ambientais e sociais. De acordo com uma reportagem do “Portal Terra”, a fabricação dessas baterias envolve a extração de materiais raros, tem altos custos e consome grandes quantidades de água, o que agrava seus impactos ambientais. “Os carros elétricos podem contribuir para amenizar as mudanças climáticas do planeta ao trocarem o combustível fóssil pela energia limpa. Mas nem tudo é perfeito: as baterias de lítio também trazem problemas ambientais por trás de sua produção. Em comparação com o motor a combustão, o veículo elétrico reduz em aproximadamente 30% a emissão de dióxido de carbono (CO2). Além da alta eficiência, traz consigo custos de manutenção baixo e menos impostos”.
“Os carros elétricos podem contribuir para amenizar as mudanças climáticas do planeta ao trocarem o combustível fóssil pela energia limpa. Mas nem tudo é perfeito: as baterias de lítio também trazem problemas ambientais por trás de sua produção. Em comparação com o motor a combustão, o veículo elétrico reduz em aproximadamente 30% a emissão de dióxido de carbono (CO2). Além da alta eficiência, traz consigo custos de manutenção baixo e menos impostos”.
(Fonte: Portal Terra, 2023. Disponível em < https://www.terra.com.br/byte/carroeletrico-faz-bem-para-o-ambiente-baterias-trazem-novo-problema,f83cc04f032280012388bc42dac68d54jsx0hyq9.html>. Acesso em: set. 2024)
Com base no excerto da reportagem e em outros conhecimentos sobre o tema, assinale a alternativa que estabelece a relação mais adequada entre a produção de carros elétricos e seus impactos ambientais:
Leia a reportagem abaixo e responda a questão
Inpe: Queimadas aumentaram 78% em 2024 no Brasil
Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais revelam aumento alarmante nos focos de incêndio, com Amazônia liderando entre os biomas afetados. O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgou dados preocupantes sobre as queimadas no Brasil. De 1º de janeiro a 26 de agosto de 2024, foram registrados 109.943 focos de incêndio em todo o país, um aumento de 78% em comparação com o mesmo período do ano anterior, quando foram contabilizados 61.720 casos. A análise por biomas revela um cenário alarmante, com a Amazônia sendo o mais afetado. O maior bioma do país concentra quase metade dos focos de queimadas, representando 47% do total. Em seguida, aparecem o Cerrado com 32%, a Mata Atlântica com 10%, o Pantanal com 8% e a Caatinga com 3%. O Pampa, no extremo sul do país, registrou apenas 0,3% dos casos.
Fonte: CNN Brasil, 2024. Disponível em https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/inpe-queimadas-aumentaram-78-em-2024-no-brasil/, Acesso em: out. 2024.
Leia a reportagem abaixo e responda a questão
Inpe: Queimadas aumentaram 78% em 2024 no Brasil
Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais revelam aumento alarmante nos focos de incêndio, com Amazônia liderando entre os biomas afetados. O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgou dados preocupantes sobre as queimadas no Brasil. De 1º de janeiro a 26 de agosto de 2024, foram registrados 109.943 focos de incêndio em todo o país, um aumento de 78% em comparação com o mesmo período do ano anterior, quando foram contabilizados 61.720 casos. A análise por biomas revela um cenário alarmante, com a Amazônia sendo o mais afetado. O maior bioma do país concentra quase metade dos focos de queimadas, representando 47% do total. Em seguida, aparecem o Cerrado com 32%, a Mata Atlântica com 10%, o Pantanal com 8% e a Caatinga com 3%. O Pampa, no extremo sul do país, registrou apenas 0,3% dos casos.
Fonte: CNN Brasil, 2024. Disponível em https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/inpe-queimadas-aumentaram-78-em-2024-no-brasil/, Acesso em: out. 2024.
A Amazônia é um dos biomas mais ricos em biodiversidade do mundo. Estima-se que haja 40 mil espécies de plantas nesse bioma. A diversidade das plantas está relacionada a:
I. Solo com espessa camada de nutrientes.
II. Clima equatorial úmido.
III. Presença de rios.
Está CORRETO o que se afirma em:
A chuva ácida, um fenômeno causado pela poluição do ar, tem sérias consequências para os ecossistemas.
Qual das alternativas abaixo descreve CORRETAMENTE um dos principais impactos da chuva ácida sobre a biodiversidade?
As ideias evolucionistas romperam com a corrente fixista que acreditava que todas as espécies eram imutáveis, pois os registros fósseis corroboraram a ideia de que as espécies mudavam ao longo do tempo. Um dos cientistas do evolucionismo defendia que todas as mudanças estruturais sofridas por um indivíduo eram transmitidas para seus descendentes.
Assinale a alternativa que relaciona CORRETAMENTE o nome e o respectivo autor desse princípio evolutivo: