Questões de Concurso
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Leia o texto para responder à questão.
Com a promulgação da Lei 15.100/2025, os celulares saem da sala de aula, mas a mediação do professor se torna ainda mais essencial. Talvez agora, com menos atenção voltada aos celulares, outras tecnologias possam voltar para a escola. Podemos redirecionar a forma de usar tecnologias para que continue a ser uma aliada do ensino.
A mudança nos convida a explorar tecnologias que transformam o aprendizado em uma experiência mais envolvente. Em vez de apenas consumir informações de forma passiva, estudantes podem interagir com lousas digitais, explorar programas de modelagem e análise de dados e colocar a ciência em ação com kits experimentais e sensores digitais.
Essas ferramentas não são apenas acessórios modernos, mas portas de entrada para um ensino que privilegia a investigação. Com a mediação do professor, a sala de aula pode retornar como verdadeiro laboratório de ideias, em que testar hipóteses, resolver problemas e fazer descobertas volta a ser o grande destaque do aprendizado. Afinal, ciência é um diálogo entre teoria e prática!
A Lei 15.100/2025, na verdade, cria um terreno fértil para experiências de aprendizado intencional, em que a tecnologia passa a ser guiada pelos professores. Em vez de os alunos ficarem dispersos em buscas individuais no celular, a legislação cria um canal para que sejam incentivadas atividades coletivas, como projetos de pesquisa em plataformas colaborativas.
Em uma aula sobre ecossistemas, por exemplo, a turma pode analisar dados de desmatamento, usando bancos de dados científicos. O professor planeja e medeia a discussão, orienta a interpretação dessas informações e propõe que soluções em grupo sejam formuladas. Essas propostas são novamente pensadas, por todos, e se transformam em formas dinâmicas de entender os conteúdos.
Em simulações interativas, como as que recriam reações químicas em laboratórios virtuais, os alunos testam hipóteses, ajustam variáveis e veem os resultados, sempre com a supervisão docente. Em uma aula sobre física, atividades com simuladores, como o ambiente do PhET (projeto da Universidade de Colorado Boulder que oferece simulações interativas gratuitas de ciências e matemática), podem ser usadas para explorar conceitos de energia e movimento.
A mediação de professoras e professores é essencial sempre, pois devem questionar as escolhas dos estudantes e propor desafios ao conectarem os experimentos virtuais aos fenômenos do mundo. Nesse novo cenário escolar, as tecnologias digitais vão estimular atividades colaborativas que fortaleçam a atenção compartilhada no ensino de ciências.
Imagine uma aula em que os alunos, guiados pelo professor, simulam juntos os impactos do aquecimento global em um ecossistema virtual, ajustando variáveis como temperatura e umidade. Plataformas interativas, como o Padlet, permitem a construção coletiva de mapas conceituais sobre cadeias alimentares ou ciclos biogeoquímicos, enriquecidos com textos, imagens e vídeos.
Ferramentas com inteligência artificial (IA), como a plataforma de jogos Arludo, também ampliam a exploração de conceitos em biologia e ecologia. E sempre haverá um tempinho para debater os benefícios e desafios que a IA traz para as ciências.
Disponível em: https://sl1nk.com/ggEIr. Acesso em: 19 maio 2025.
Leia o texto para responder à questão.
Com a promulgação da Lei 15.100/2025, os celulares saem da sala de aula, mas a mediação do professor se torna ainda mais essencial. Talvez agora, com menos atenção voltada aos celulares, outras tecnologias possam voltar para a escola. Podemos redirecionar a forma de usar tecnologias para que continue a ser uma aliada do ensino.
A mudança nos convida a explorar tecnologias que transformam o aprendizado em uma experiência mais envolvente. Em vez de apenas consumir informações de forma passiva, estudantes podem interagir com lousas digitais, explorar programas de modelagem e análise de dados e colocar a ciência em ação com kits experimentais e sensores digitais.
Essas ferramentas não são apenas acessórios modernos, mas portas de entrada para um ensino que privilegia a investigação. Com a mediação do professor, a sala de aula pode retornar como verdadeiro laboratório de ideias, em que testar hipóteses, resolver problemas e fazer descobertas volta a ser o grande destaque do aprendizado. Afinal, ciência é um diálogo entre teoria e prática!
A Lei 15.100/2025, na verdade, cria um terreno fértil para experiências de aprendizado intencional, em que a tecnologia passa a ser guiada pelos professores. Em vez de os alunos ficarem dispersos em buscas individuais no celular, a legislação cria um canal para que sejam incentivadas atividades coletivas, como projetos de pesquisa em plataformas colaborativas.
Em uma aula sobre ecossistemas, por exemplo, a turma pode analisar dados de desmatamento, usando bancos de dados científicos. O professor planeja e medeia a discussão, orienta a interpretação dessas informações e propõe que soluções em grupo sejam formuladas. Essas propostas são novamente pensadas, por todos, e se transformam em formas dinâmicas de entender os conteúdos.
Em simulações interativas, como as que recriam reações químicas em laboratórios virtuais, os alunos testam hipóteses, ajustam variáveis e veem os resultados, sempre com a supervisão docente. Em uma aula sobre física, atividades com simuladores, como o ambiente do PhET (projeto da Universidade de Colorado Boulder que oferece simulações interativas gratuitas de ciências e matemática), podem ser usadas para explorar conceitos de energia e movimento.
A mediação de professoras e professores é essencial sempre, pois devem questionar as escolhas dos estudantes e propor desafios ao conectarem os experimentos virtuais aos fenômenos do mundo. Nesse novo cenário escolar, as tecnologias digitais vão estimular atividades colaborativas que fortaleçam a atenção compartilhada no ensino de ciências.
Imagine uma aula em que os alunos, guiados pelo professor, simulam juntos os impactos do aquecimento global em um ecossistema virtual, ajustando variáveis como temperatura e umidade. Plataformas interativas, como o Padlet, permitem a construção coletiva de mapas conceituais sobre cadeias alimentares ou ciclos biogeoquímicos, enriquecidos com textos, imagens e vídeos.
Ferramentas com inteligência artificial (IA), como a plataforma de jogos Arludo, também ampliam a exploração de conceitos em biologia e ecologia. E sempre haverá um tempinho para debater os benefícios e desafios que a IA traz para as ciências.
Disponível em: https://sl1nk.com/ggEIr. Acesso em: 19 maio 2025.
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Um vídeo do reencontro entre o cantor João Gomes e a sua ex-professora de Petrolina, no sertão pernambucano, viralizou nas redes sociais e emocionou muita gente. “Professora minha ali no canto, que eu sei que sente orgulho, porque foi com vocês que aprendi a ser um rapaz direito”, disse o cantor do palco, onde fazia um show beneficente para reverter fundos para um hospital da cidade. Verlandia Fernandes, 48 anos, deu aulas para o cantor por quatro anos no ensino fundamental. João Gomes, natural de Serrita (PE), cresceu na cidade de Petrolina.
A disciplina preferida de João na escola era literatura, o que foi a base para ele seguir a carreira de compositor. Hoje ele tem números impressionantes para um artista de 23 anos: já liderou a lista de artistas mais ouvidos do Brasil no YouTube, no Spotify e acumula mais de 16 milhões de seguidores somente no Instagram. “Fazia bastante tempo eu tinha ido a um show dele, só que eu resolvi ir neste final de semana por ser beneficente”. Graduada em Pedagogia, ela dá aulas há 25 anos. “Encontrei também outros alunos: uma aluna que agora é pediatra, outro que é advogado. Quando eu vejo que deu certo, que eles estão felizes e que encontraram seu caminho na vida, me dá muito orgulho”.
A homenagem de João Gomes, que não teve planejamento, aconteceu justamente dias antes do Dia dos Professores. “Fui para homenagear o menino João e a homenageada fui eu”, brinca Verlandia. “Foi um incentivo lindo para nós, professores. É um elogio para que os outros sigam e façam igual, para que as pessoas entendam que o professor realmente tem valor e faz toda a diferença na vida das crianças”, afirma.
(Rute Pina, “A história por trás da homenagem à professora em show de João Gomes em Petrolina”, www.bbc.com/ portuguese/articles/c78z1ygd93xo, 15.10.2025. Adaptado)
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Um vídeo do reencontro entre o cantor João Gomes e a sua ex-professora de Petrolina, no sertão pernambucano, viralizou nas redes sociais e emocionou muita gente. “Professora minha ali no canto, que eu sei que sente orgulho, porque foi com vocês que aprendi a ser um rapaz direito”, disse o cantor do palco, onde fazia um show beneficente para reverter fundos para um hospital da cidade. Verlandia Fernandes, 48 anos, deu aulas para o cantor por quatro anos no ensino fundamental. João Gomes, natural de Serrita (PE), cresceu na cidade de Petrolina.
A disciplina preferida de João na escola era literatura, o que foi a base para ele seguir a carreira de compositor. Hoje ele tem números impressionantes para um artista de 23 anos: já liderou a lista de artistas mais ouvidos do Brasil no YouTube, no Spotify e acumula mais de 16 milhões de seguidores somente no Instagram. “Fazia bastante tempo eu tinha ido a um show dele, só que eu resolvi ir neste final de semana por ser beneficente”. Graduada em Pedagogia, ela dá aulas há 25 anos. “Encontrei também outros alunos: uma aluna que agora é pediatra, outro que é advogado. Quando eu vejo que deu certo, que eles estão felizes e que encontraram seu caminho na vida, me dá muito orgulho”.
A homenagem de João Gomes, que não teve planejamento, aconteceu justamente dias antes do Dia dos Professores. “Fui para homenagear o menino João e a homenageada fui eu”, brinca Verlandia. “Foi um incentivo lindo para nós, professores. É um elogio para que os outros sigam e façam igual, para que as pessoas entendam que o professor realmente tem valor e faz toda a diferença na vida das crianças”, afirma.
(Rute Pina, “A história por trás da homenagem à professora em show de João Gomes em Petrolina”, www.bbc.com/ portuguese/articles/c78z1ygd93xo, 15.10.2025. Adaptado)
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Um vídeo do reencontro entre o cantor João Gomes e a sua ex-professora de Petrolina, no sertão pernambucano, viralizou nas redes sociais e emocionou muita gente. “Professora minha ali no canto, que eu sei que sente orgulho, porque foi com vocês que aprendi a ser um rapaz direito”, disse o cantor do palco, onde fazia um show beneficente para reverter fundos para um hospital da cidade. Verlandia Fernandes, 48 anos, deu aulas para o cantor por quatro anos no ensino fundamental. João Gomes, natural de Serrita (PE), cresceu na cidade de Petrolina.
A disciplina preferida de João na escola era literatura, o que foi a base para ele seguir a carreira de compositor. Hoje ele tem números impressionantes para um artista de 23 anos: já liderou a lista de artistas mais ouvidos do Brasil no YouTube, no Spotify e acumula mais de 16 milhões de seguidores somente no Instagram. “Fazia bastante tempo eu tinha ido a um show dele, só que eu resolvi ir neste final de semana por ser beneficente”. Graduada em Pedagogia, ela dá aulas há 25 anos. “Encontrei também outros alunos: uma aluna que agora é pediatra, outro que é advogado. Quando eu vejo que deu certo, que eles estão felizes e que encontraram seu caminho na vida, me dá muito orgulho”.
A homenagem de João Gomes, que não teve planejamento, aconteceu justamente dias antes do Dia dos Professores. “Fui para homenagear o menino João e a homenageada fui eu”, brinca Verlandia. “Foi um incentivo lindo para nós, professores. É um elogio para que os outros sigam e façam igual, para que as pessoas entendam que o professor realmente tem valor e faz toda a diferença na vida das crianças”, afirma.
(Rute Pina, “A história por trás da homenagem à professora em show de João Gomes em Petrolina”, www.bbc.com/ portuguese/articles/c78z1ygd93xo, 15.10.2025. Adaptado)
Leia a tirinha a seguir para responder à questão

(Will Tirando, willtirando.com.br/ category/quadrinhos/page/2/, 21.06.2025)
Leia a tirinha a seguir para responder à questão

(Will Tirando, willtirando.com.br/ category/quadrinhos/page/2/, 21.06.2025)
Observe a charge a seguir:

(Blog do AFTM. https://blogdoaftm.com.br/ charge-halloween-5/, 01.11.2025)
Na charge, pode-se afirmar que há
Leia o texto a seguir para responder à questão:
O Brasil conquistou, novamente, um lugar de destaque no cenário internacional ao deixar o Mapa da Fome, pela segunda vez, e se consolidar como um dos maiores produtores de alimentos do mundo. O país teria condições de alimentar a própria população e se organizar para exportar. Se exportasse, poderia matar a fome de populações sofridas de outras regiões do mundo que possuem carência alimentar. No entanto, o Brasil convive com uma dura contradição: embora o país seja uma potência agrícola, milhões de brasileiros ainda enfrentam a incerteza sobre o que pôr na mesa.
O acesso a uma alimentação saudável, adequada e nutritiva permanece restrito a uma parcela privilegiada da população brasileira — classe média e alta — enquanto a grande maioria, especialmente periferias urbanas pobres e comunidades vulneráveis, sofrem com a insegurança alimentar. Não fazem sequer três refeições ao dia. Essa situação de penúria não se configura apenas nos dias correntes, conforme escreve Josué de Castro em suas obras como Geografia da Fome (1946) e Fome: um tema proibido (1996). Nessa segunda obra o autor escreve: “Nas terras pobres famintas do Nordeste brasileiro, onde nasci, é hábito servir-se um pedacinho de carne seca com um prato bem cheio de farofa” (Castro, p. 23, 1996).
Por isso, torna-se imprescindível serem fortalecidos os programas de proteção social e de combate com rigor à influência da indústria dos alimentos ultraprocessados, que substituem refeições saudáveis e comprometem a saúde dos mais vulneráveis. A garantia de uma alimentação saudável é um passo indispensável para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária, longe da fome e da injustiça nutricional.
(Correio Braziliense, “A fome e a produção de alimentos no Brasil”, www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/10/7276849-a-fomee-a-producao-de-alimentos-no-brasil.html, 23.10.2025. Adaptado)
Leia o texto a seguir para responder à questão:
O Brasil conquistou, novamente, um lugar de destaque no cenário internacional ao deixar o Mapa da Fome, pela segunda vez, e se consolidar como um dos maiores produtores de alimentos do mundo. O país teria condições de alimentar a própria população e se organizar para exportar. Se exportasse, poderia matar a fome de populações sofridas de outras regiões do mundo que possuem carência alimentar. No entanto, o Brasil convive com uma dura contradição: embora o país seja uma potência agrícola, milhões de brasileiros ainda enfrentam a incerteza sobre o que pôr na mesa.
O acesso a uma alimentação saudável, adequada e nutritiva permanece restrito a uma parcela privilegiada da população brasileira — classe média e alta — enquanto a grande maioria, especialmente periferias urbanas pobres e comunidades vulneráveis, sofrem com a insegurança alimentar. Não fazem sequer três refeições ao dia. Essa situação de penúria não se configura apenas nos dias correntes, conforme escreve Josué de Castro em suas obras como Geografia da Fome (1946) e Fome: um tema proibido (1996). Nessa segunda obra o autor escreve: “Nas terras pobres famintas do Nordeste brasileiro, onde nasci, é hábito servir-se um pedacinho de carne seca com um prato bem cheio de farofa” (Castro, p. 23, 1996).
Por isso, torna-se imprescindível serem fortalecidos os programas de proteção social e de combate com rigor à influência da indústria dos alimentos ultraprocessados, que substituem refeições saudáveis e comprometem a saúde dos mais vulneráveis. A garantia de uma alimentação saudável é um passo indispensável para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária, longe da fome e da injustiça nutricional.
(Correio Braziliense, “A fome e a produção de alimentos no Brasil”, www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/10/7276849-a-fomee-a-producao-de-alimentos-no-brasil.html, 23.10.2025. Adaptado)
Leia o texto a seguir para responder à questão:
O Brasil conquistou, novamente, um lugar de destaque no cenário internacional ao deixar o Mapa da Fome, pela segunda vez, e se consolidar como um dos maiores produtores de alimentos do mundo. O país teria condições de alimentar a própria população e se organizar para exportar. Se exportasse, poderia matar a fome de populações sofridas de outras regiões do mundo que possuem carência alimentar. No entanto, o Brasil convive com uma dura contradição: embora o país seja uma potência agrícola, milhões de brasileiros ainda enfrentam a incerteza sobre o que pôr na mesa.
O acesso a uma alimentação saudável, adequada e nutritiva permanece restrito a uma parcela privilegiada da população brasileira — classe média e alta — enquanto a grande maioria, especialmente periferias urbanas pobres e comunidades vulneráveis, sofrem com a insegurança alimentar. Não fazem sequer três refeições ao dia. Essa situação de penúria não se configura apenas nos dias correntes, conforme escreve Josué de Castro em suas obras como Geografia da Fome (1946) e Fome: um tema proibido (1996). Nessa segunda obra o autor escreve: “Nas terras pobres famintas do Nordeste brasileiro, onde nasci, é hábito servir-se um pedacinho de carne seca com um prato bem cheio de farofa” (Castro, p. 23, 1996).
Por isso, torna-se imprescindível serem fortalecidos os programas de proteção social e de combate com rigor à influência da indústria dos alimentos ultraprocessados, que substituem refeições saudáveis e comprometem a saúde dos mais vulneráveis. A garantia de uma alimentação saudável é um passo indispensável para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária, longe da fome e da injustiça nutricional.
(Correio Braziliense, “A fome e a produção de alimentos no Brasil”, www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/10/7276849-a-fomee-a-producao-de-alimentos-no-brasil.html, 23.10.2025. Adaptado)
Leia o texto a seguir para responder à questão:
O Brasil conquistou, novamente, um lugar de destaque no cenário internacional ao deixar o Mapa da Fome, pela segunda vez, e se consolidar como um dos maiores produtores de alimentos do mundo. O país teria condições de alimentar a própria população e se organizar para exportar. Se exportasse, poderia matar a fome de populações sofridas de outras regiões do mundo que possuem carência alimentar. No entanto, o Brasil convive com uma dura contradição: embora o país seja uma potência agrícola, milhões de brasileiros ainda enfrentam a incerteza sobre o que pôr na mesa.
O acesso a uma alimentação saudável, adequada e nutritiva permanece restrito a uma parcela privilegiada da população brasileira — classe média e alta — enquanto a grande maioria, especialmente periferias urbanas pobres e comunidades vulneráveis, sofrem com a insegurança alimentar. Não fazem sequer três refeições ao dia. Essa situação de penúria não se configura apenas nos dias correntes, conforme escreve Josué de Castro em suas obras como Geografia da Fome (1946) e Fome: um tema proibido (1996). Nessa segunda obra o autor escreve: “Nas terras pobres famintas do Nordeste brasileiro, onde nasci, é hábito servir-se um pedacinho de carne seca com um prato bem cheio de farofa” (Castro, p. 23, 1996).
Por isso, torna-se imprescindível serem fortalecidos os programas de proteção social e de combate com rigor à influência da indústria dos alimentos ultraprocessados, que substituem refeições saudáveis e comprometem a saúde dos mais vulneráveis. A garantia de uma alimentação saudável é um passo indispensável para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária, longe da fome e da injustiça nutricional.
(Correio Braziliense, “A fome e a produção de alimentos no Brasil”, www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/10/7276849-a-fomee-a-producao-de-alimentos-no-brasil.html, 23.10.2025. Adaptado)
Observe as palavras destacadas nas passagens a seguir:
“O Brasil conquistou, novamente, um lugar de destaque no cenário internacional ao deixar o Mapa da Fome, pela segunda vez, e se consolidar como um dos maiores produtores de alimentos do mundo.” (1º parágrafo)
“Por isso torna-se imprescindível serem fortalecidos os programas de proteção social...” (3º parágrafo)
Essas palavras podem ser substituídas, sem alteração de sentido, respectivamente por
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Comunicar ainda é um ato humano
Vivemos um tempo paradoxal: nunca foi tão fácil produzir conteúdo, mas nunca foi tão difícil produzir sentido. Em meio a textos automatizados e narrativas guiadas por algoritmos, surge uma questão essencial: o que acontece quando delegamos às máquinas não apenas a forma, mas a intenção do que comunicamos? O risco central não é a substituição do humano, mas o esvaziamento do significado.
Sem intenção consciente, a comunicação se transforma em mero estímulo eficiente, porém vazio. Quando sistemas decidem o que deve emocionar ou convencer, perde-se a responsabilidade sobre o porquê da mensagem. Onde não há intenção humana, há o perigo da manipulação disfarçada de inovação.
Nesse cenário, comunicar exige ética. Não basta dominar ferramentas tecnológicas; é preciso usá-las para ampliar a consciência, não para anestesiá-la. A inteligência artificial reflete valores e visões de mundo de quem a cria, mas carece de um elemento insubstituível: a consciência ética humana.
A IA pode ampliar e organizar vozes, mas não cria intenção. A intenção é o núcleo da comunicação. Criar e comunicar continuam sendo atos humanos profundos, encontros entre consciência e linguagem. A tecnologia pode amplificar, mas apenas o humano decide o que merece ser dito.
Texto Adaptado
MCSILL, James. Comunicar ainda é um ato humano. Hoje em Dia, [s.l.], [s.d.]. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/comunicar-ainda-e-um-ato-humano-1.1097630. Acesso em: 16 dez. 2025.
De acordo com o texto-base, é correto afirmar que:
Considerando o sentido empregado na expressão destacada do texto, assinale a alternativa correta.
Quanto à regência verbal do verbo destacado, assinale a alternativa correta:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Moda sustentável e meio ambiente: por que investir no consumo consciente?
Nossas escolhas diárias impactam diretamente o meio ambiente, inclusive aquilo que vestimos. O consumo excessivo de roupas e os processos da indústria têxtil contribuem para o uso intensivo de recursos naturais e para a degradação ambiental, o que torna urgente repensar hábitos e adotar práticas mais responsáveis.
Nesse contexto, cresce a importância do consumo consciente e das práticas sustentáveis, tanto por parte das empresas quanto dos consumidores. Marcas que adotam responsabilidade ambiental e social ganham credibilidade, enquanto as pessoas são chamadas a refletir sobre suas escolhas, evitando descartes desnecessários e priorizando peças duráveis e versáteis.
Optar por roupas atemporais e valorizar pequenos produtores e o trabalho artesanal são atitudes que reduzem impactos ambientais e fortalecem economias locais. Ao escolher com consciência, o consumidor contribui para a preservação do planeta e para a construção de uma sociedade mais ética, solidária e comprometida com o futuro.
Texto Adaptado
GARCIA, Anne. Moda sustentável e meio ambiente: por que investir no consumo consciente? Hoje em Dia, [s.l.], [s.d.]. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/moda-sustentavel-e-meio-ambiente-por-que-e-t-o-importante-investir-no-consumo-consciente-1.867935 . Acesso em: 16 dez. 2025.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Moda sustentável e meio ambiente: por que investir no consumo consciente?
Nossas escolhas diárias impactam diretamente o meio ambiente, inclusive aquilo que vestimos. O consumo excessivo de roupas e os processos da indústria têxtil contribuem para o uso intensivo de recursos naturais e para a degradação ambiental, o que torna urgente repensar hábitos e adotar práticas mais responsáveis.
Nesse contexto, cresce a importância do consumo consciente e das práticas sustentáveis, tanto por parte das empresas quanto dos consumidores. Marcas que adotam responsabilidade ambiental e social ganham credibilidade, enquanto as pessoas são chamadas a refletir sobre suas escolhas, evitando descartes desnecessários e priorizando peças duráveis e versáteis.
Optar por roupas atemporais e valorizar pequenos produtores e o trabalho artesanal são atitudes que reduzem impactos ambientais e fortalecem economias locais. Ao escolher com consciência, o consumidor contribui para a preservação do planeta e para a construção de uma sociedade mais ética, solidária e comprometida com o futuro.
Texto Adaptado
GARCIA, Anne. Moda sustentável e meio ambiente: por que investir no consumo consciente? Hoje em Dia, [s.l.], [s.d.]. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/moda-sustentavel-e-meio-ambiente-por-que-e-t-o-importante-investir-no-consumo-consciente-1.867935 . Acesso em: 16 dez. 2025.
Considerando os problemas gerais relacionados à língua culta no ensino de Língua Portuguesa, assinale a opção correta.
Considerando os tipos de composição — descrição, narração e dissertação —, assinale a opção correta.