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Q3903058 Português
O 'iceberg de gordura' pesando 100 toneladas achado no esgoto de Londres

Um "iceberg" de gordura, com peso estimado de cerca de 100 toneladas, foi encontrado bloqueando os esgotos da zona leste de Londres.

A massa de gordura, óleo e graxa solidificada foi descoberta nos túneis embaixo do distrito de Whitechapel. Ela mede cerca de 100 metros de comprimento.

A Thames Water (empresa responsável pelos serviços de água e esgoto de Londres) declarou que a extração completa do bloco poderá levar semanas e que "ele serve de duro lembrete de que o que desce pelo cano não desaparece".

A companhia pede às pessoas que pensem cuidadosamente no que irão despejar nas pias e vasos sanitários durante as festas de final de ano.

A Thames Water afirma que os moradores, até o momento, não foram afetados porque o bloqueio do esgoto é apenas parcial

 O chefe de operações do norte de Londres, Tim Davies, declarou que "este novo 'fatberg' [algo como 'iceberg de gordura', em inglês] mostra exatamente o que acontece quando gorduras, óleos e papéis descem pelos nossos encanamentos. Eles não desaparecem, mas sim se acumulam, causando sérios danos."

"O custo de limpeza dos bloqueios e reparo dos esgotos soma dezenas de milhões de libras todos os anos", destaca ele, "e este dinheiro, em última análise, vem dos nossos clientes."

O bloco foi apelidado de "neto" do iceberg de gordura de Whitechapel de 2017. Ele pesava 130 toneladas e tinha mais de 250 metros de comprimento.

Aquele bloco foi um dos maiores já encontrados na capital britânica. Uma amostra chegou a ficar exposta no Museu de Londres, atraindo grande número de visitantes.

A Thames Water explica que os bloqueios costumam ocorrer mais em dezembro e janeiro. Por isso, ela pede às pessoas que raspem a comida dos pratos, usem ralos nas pias e evitem despejar na pia cremes e alimentos líquidos, como molhos ou caldos.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3r704yy87po

Um "iceberg" de gordura, com peso estimado de cerca de 100 toneladas, foi encontrado bloqueando os esgotos da zona leste de Londres.

Considerando o texto-base, conclui-se que o episódio do "iceberg de gordura" é apresentado principalmente como:

Alternativas
Q3902811 Português

                                                          Imagem associada para resolução da questão


BECK, Alexandre. Tiras de Armandinho. Disponível em <https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/27431-tiras-de-armandinho>.



Na tirinha acima, qual é a figura de linguagem que está presente em “rede social”, responsável pelo humor no texto? 

Alternativas
Q3902809 Português
Assinale a alternativa cuja lacuna pode ser preenchida somente com “à”, de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q3902808 Português

“O amanhã pode ser apenas noite. Ou pode ser uma aurora.” (Fernando Pessoa)


A palavra destacada no pensamento acima é de natureza: 

Alternativas
Q3902807 Português
Assinale a alternativa em que o sentido da palavra destacada abrange todo o enunciado, e não apenas parte dele. 
Alternativas
Q3902806 Português
Assinale a alternativa cuja palavra destacada é empregada em seu sentido próprio, denotativo.
Alternativas
Q3902805 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



O imediatismo tóxico das redes sociais 



    Desconheço a pessoa que não possui ao menos uma rede social ativa. Raro também encontrar alguém que só tenha uma e que pouco a utiliza. Não há como negar as grandes vantagens das redes sociais nas nossas vidas. Encurtamos distâncias entre pessoas, nos mantemos informados sobre diversos assuntos, compartilhamos nossos sentimentos, etc. Poderia ficar linhas e linhas falando sobre as coisas boas das redes sociais no nosso cotidiano.


    Mas nem tudo são flores. A rede social também é local de desrespeito, ofensas, crimes, exposição e tudo aquilo que condenamos (e que, muitas vezes, fazemos sem perceber). Contudo, tudo isso que falei até agora não é novidade para ninguém. Vantagens, desvantagens... Ok. Muitas pessoas já abordam esses assuntos. Então, qual o ponto a que eu gostaria de chegar? 


    Estamos ficando cada vez mais imediatistas. Geramos uma autocobrança desnecessária, do tipo: preciso postar, preciso falar que estou bem, preciso compartilhar a minha vida boa, preciso sorrir sempre, preciso me mostrar, preciso ser melhor que o outro. E, pior, preciso fazer isso sempre e antes de todo mundo. (...)


    Troquei boa parte das minhas horas nas redes sociais pela leitura de livros. E isso foi maravilhoso. Não estou falando que a mudança de hábito foi rápida ou fácil. Na verdade, foi demorada e gradual. À noite, antes de dormir, por exemplo, eu passava mais ou menos uma hora zapeando no Twitter ou Instagram. Hoje, dedico essa hora à leitura de um bom romance. Resultado: minha escrita melhorou, naturalmente tenho mais conteúdo para compartilhar (...) e ainda tenho sonos muito mais regulares.


    Por fim, acredito que o primeiro passo deva ser um diagnóstico. Você deve se entender, se questionar. Após isso, pense o que mais você poderia fazer para não ficar tão refém de uma rede social. Acredite, essa mudança de hábito trará bons resultados para você.



LOUREIRO, Juliano. O imediatismo tóxico das redes sociais. Bingo! Disponível em <https://www.livrobingo.com.br/cronica-o-imediatismo-toxico-das-redes-sociais>.


“Na verdade, foi demorada e gradual.”
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de: 
Alternativas
Q3902804 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



O imediatismo tóxico das redes sociais 



    Desconheço a pessoa que não possui ao menos uma rede social ativa. Raro também encontrar alguém que só tenha uma e que pouco a utiliza. Não há como negar as grandes vantagens das redes sociais nas nossas vidas. Encurtamos distâncias entre pessoas, nos mantemos informados sobre diversos assuntos, compartilhamos nossos sentimentos, etc. Poderia ficar linhas e linhas falando sobre as coisas boas das redes sociais no nosso cotidiano.


    Mas nem tudo são flores. A rede social também é local de desrespeito, ofensas, crimes, exposição e tudo aquilo que condenamos (e que, muitas vezes, fazemos sem perceber). Contudo, tudo isso que falei até agora não é novidade para ninguém. Vantagens, desvantagens... Ok. Muitas pessoas já abordam esses assuntos. Então, qual o ponto a que eu gostaria de chegar? 


    Estamos ficando cada vez mais imediatistas. Geramos uma autocobrança desnecessária, do tipo: preciso postar, preciso falar que estou bem, preciso compartilhar a minha vida boa, preciso sorrir sempre, preciso me mostrar, preciso ser melhor que o outro. E, pior, preciso fazer isso sempre e antes de todo mundo. (...)


    Troquei boa parte das minhas horas nas redes sociais pela leitura de livros. E isso foi maravilhoso. Não estou falando que a mudança de hábito foi rápida ou fácil. Na verdade, foi demorada e gradual. À noite, antes de dormir, por exemplo, eu passava mais ou menos uma hora zapeando no Twitter ou Instagram. Hoje, dedico essa hora à leitura de um bom romance. Resultado: minha escrita melhorou, naturalmente tenho mais conteúdo para compartilhar (...) e ainda tenho sonos muito mais regulares.


    Por fim, acredito que o primeiro passo deva ser um diagnóstico. Você deve se entender, se questionar. Após isso, pense o que mais você poderia fazer para não ficar tão refém de uma rede social. Acredite, essa mudança de hábito trará bons resultados para você.



LOUREIRO, Juliano. O imediatismo tóxico das redes sociais. Bingo! Disponível em <https://www.livrobingo.com.br/cronica-o-imediatismo-toxico-das-redes-sociais>.


“Mas nem tudo são flores.”
Em relação à concordância efetuada na forma verbal destacada no trecho acima, é correto afirmar que ela se dá: 
Alternativas
Q3902803 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



O imediatismo tóxico das redes sociais 



    Desconheço a pessoa que não possui ao menos uma rede social ativa. Raro também encontrar alguém que só tenha uma e que pouco a utiliza. Não há como negar as grandes vantagens das redes sociais nas nossas vidas. Encurtamos distâncias entre pessoas, nos mantemos informados sobre diversos assuntos, compartilhamos nossos sentimentos, etc. Poderia ficar linhas e linhas falando sobre as coisas boas das redes sociais no nosso cotidiano.


    Mas nem tudo são flores. A rede social também é local de desrespeito, ofensas, crimes, exposição e tudo aquilo que condenamos (e que, muitas vezes, fazemos sem perceber). Contudo, tudo isso que falei até agora não é novidade para ninguém. Vantagens, desvantagens... Ok. Muitas pessoas já abordam esses assuntos. Então, qual o ponto a que eu gostaria de chegar? 


    Estamos ficando cada vez mais imediatistas. Geramos uma autocobrança desnecessária, do tipo: preciso postar, preciso falar que estou bem, preciso compartilhar a minha vida boa, preciso sorrir sempre, preciso me mostrar, preciso ser melhor que o outro. E, pior, preciso fazer isso sempre e antes de todo mundo. (...)


    Troquei boa parte das minhas horas nas redes sociais pela leitura de livros. E isso foi maravilhoso. Não estou falando que a mudança de hábito foi rápida ou fácil. Na verdade, foi demorada e gradual. À noite, antes de dormir, por exemplo, eu passava mais ou menos uma hora zapeando no Twitter ou Instagram. Hoje, dedico essa hora à leitura de um bom romance. Resultado: minha escrita melhorou, naturalmente tenho mais conteúdo para compartilhar (...) e ainda tenho sonos muito mais regulares.


    Por fim, acredito que o primeiro passo deva ser um diagnóstico. Você deve se entender, se questionar. Após isso, pense o que mais você poderia fazer para não ficar tão refém de uma rede social. Acredite, essa mudança de hábito trará bons resultados para você.



LOUREIRO, Juliano. O imediatismo tóxico das redes sociais. Bingo! Disponível em <https://www.livrobingo.com.br/cronica-o-imediatismo-toxico-das-redes-sociais>.


A ideia geral defendida pelo autor no texto “O imediatismo tóxico das redes sociais” é que: 
Alternativas
Q3902677 Português
Observe o aviso fixado na entrada da escola:
“É proibido o uso de celulares durante as aulas.”
Assinale a alternativa que apresenta corretamente o antônimo da palavra destacada “proibido”.
Alternativas
Q3902676 Português

Leia o trecho abaixo: 


“O diretor ficou feliz com o bom desempenho dos alunos na avaliação.”


A palavra “feliz” pode ser substituída, sem alterar o sentido da frase, por:

Alternativas
Q3902674 Português
Durante uma reunião escolar, a secretária escreveu no relatório:
“Os alunos demonstraram grande interesse nas atividades propostas.”
Com base no trecho acima, a palavra “grande” pertence à qual classe gramatical?
Alternativas
Q3902672 Português
Durante a aula de Português, a professora pediu aos alunos que separassem corretamente as sílabas da palavra secretária, profissão muito importante dentro da escola.
Qual das opções abaixo apresenta a separação silábica correta da palavra destacada?
Alternativas
Q3902671 Português
Durante uma reunião escolar, a secretária comentou: “Precisamos abrir as portas da escola para novas ideias.”
Considerando o uso da expressão “abrir as portas da escola”, é correto afirmar que ela foi empregada no:
Alternativas
Q3902670 Português
Leia o texto abaixo para responder a questão.

GORDOFOBIA NA TELA: UM REFLEXO DA SOCIEDADE

Quando se trata de obesidade, é importante ter em mente que vivemos um grave problema de saúde pública. Dados de 2019 do Ministério da Saúde apontam que cerca de 50% da população possuem excesso de peso (ou seja, têm índice de massa corporal — IMC — maior que 25) e 20% da população são obesos (IMC maior que 30).

As pesquisas são claras ao dizer que há correlação entre a condição de sobrepeso e de obesidade e a mortalidade por doenças cardíacas. Por isso, não é correto dizer que está tudo bem se a obesidade no país aumentar drasticamente. Mas, nesse contexto, muitas pessoas se amparam em um discurso médico para lembrar constantemente a toda pessoa gorda que ela precisa urgentemente emagrecer, o que também não é correto.

Médicos e nutricionistas garantem que é perfeitamente possível uma pessoa gorda ser mais saudável que uma pessoa magra. Magreza não é sinônimo de saúde, e não só gordos têm diabetes, hipertensão, problemas cardíacos e problemas articulares.

O excesso de peso e a obesidade têm diversas causas, como fatores genéticos, fisiológicos, sociais, psicológicos e nutricionais. Portanto, quando alguém diz a uma pessoa gorda que ela é assim porque quer ou porque não se esforça para emagrecer, está ignorando uma série de fatores que podem dificultar muito esse processo. Além disso, uma pessoa pode perder peso tomando remédios fortes, submetendo-se a cirurgias, adotando dietas agressivas ou longos períodos de jejum. Mas isso não significa que a saúde melhore.

O consumo excessivo de açucarados e de baixa qualidade nutricional é um fator importante para o crescimento da obesidade. Se os pais de uma criança permitem que ela tenha uma rotina mais sedentária, tenha como fonte de lazer o celular, o videogame, o computador e a televisão, e coma muitos produtos açucarados, ela pode adquirir sobrepeso ou mesmo obesidade. A genética, o meio social, a condição psicológica e até o desmame precoce são alguns dos fatores que também podem influenciar esse processo.

Os fiscais do corpo alheio que se convencem de que estão apenas incentivando as pessoas a emagrecerem podem não estar ajudando em nada. O estigma social em torno do corpo gordo leva as pessoas a buscar medidas extremas, não para alcançar a saúde, mas a magreza. Disso decorrem diversos transtornos alimentares e até o próprio agravamento da obesidade. 

Uma pesquisa identificou que cerca de 65% dos executivos têm objeções à contratação de profissionais obesos. A vida das pessoas gordas é minada por diversas perdas de direitos. Se essas pessoas são privadas de dignidade, de acesso pleno aos sistemas de saúde e de concorrência justa aos postos de trabalho e submetidas a chacotas e opressões que deterioram sua autoestima e saúde mental, é no mínimo perverso dizer que elas são culpadas pela própria obesidade. Quem deve dizer se o excesso de peso de uma pessoa é um problema para a saúde dela é um profissional de saúde, amparado por tantos exames quanto forem necessários.

(Lucas Mascarenhas de Miranda. Gordofobia na tela: um reflexo da sociedade. In: Ciência Hoje, ed. 385, mar./2022, p. 10-12 (com adaptações)).
Com base no texto, é possível concluir que o autor:
Alternativas
Q3902669 Português
Leia o texto abaixo para responder a questão.

GORDOFOBIA NA TELA: UM REFLEXO DA SOCIEDADE

Quando se trata de obesidade, é importante ter em mente que vivemos um grave problema de saúde pública. Dados de 2019 do Ministério da Saúde apontam que cerca de 50% da população possuem excesso de peso (ou seja, têm índice de massa corporal — IMC — maior que 25) e 20% da população são obesos (IMC maior que 30).

As pesquisas são claras ao dizer que há correlação entre a condição de sobrepeso e de obesidade e a mortalidade por doenças cardíacas. Por isso, não é correto dizer que está tudo bem se a obesidade no país aumentar drasticamente. Mas, nesse contexto, muitas pessoas se amparam em um discurso médico para lembrar constantemente a toda pessoa gorda que ela precisa urgentemente emagrecer, o que também não é correto.

Médicos e nutricionistas garantem que é perfeitamente possível uma pessoa gorda ser mais saudável que uma pessoa magra. Magreza não é sinônimo de saúde, e não só gordos têm diabetes, hipertensão, problemas cardíacos e problemas articulares.

O excesso de peso e a obesidade têm diversas causas, como fatores genéticos, fisiológicos, sociais, psicológicos e nutricionais. Portanto, quando alguém diz a uma pessoa gorda que ela é assim porque quer ou porque não se esforça para emagrecer, está ignorando uma série de fatores que podem dificultar muito esse processo. Além disso, uma pessoa pode perder peso tomando remédios fortes, submetendo-se a cirurgias, adotando dietas agressivas ou longos períodos de jejum. Mas isso não significa que a saúde melhore.

O consumo excessivo de açucarados e de baixa qualidade nutricional é um fator importante para o crescimento da obesidade. Se os pais de uma criança permitem que ela tenha uma rotina mais sedentária, tenha como fonte de lazer o celular, o videogame, o computador e a televisão, e coma muitos produtos açucarados, ela pode adquirir sobrepeso ou mesmo obesidade. A genética, o meio social, a condição psicológica e até o desmame precoce são alguns dos fatores que também podem influenciar esse processo.

Os fiscais do corpo alheio que se convencem de que estão apenas incentivando as pessoas a emagrecerem podem não estar ajudando em nada. O estigma social em torno do corpo gordo leva as pessoas a buscar medidas extremas, não para alcançar a saúde, mas a magreza. Disso decorrem diversos transtornos alimentares e até o próprio agravamento da obesidade. 

Uma pesquisa identificou que cerca de 65% dos executivos têm objeções à contratação de profissionais obesos. A vida das pessoas gordas é minada por diversas perdas de direitos. Se essas pessoas são privadas de dignidade, de acesso pleno aos sistemas de saúde e de concorrência justa aos postos de trabalho e submetidas a chacotas e opressões que deterioram sua autoestima e saúde mental, é no mínimo perverso dizer que elas são culpadas pela própria obesidade. Quem deve dizer se o excesso de peso de uma pessoa é um problema para a saúde dela é um profissional de saúde, amparado por tantos exames quanto forem necessários.

(Lucas Mascarenhas de Miranda. Gordofobia na tela: um reflexo da sociedade. In: Ciência Hoje, ed. 385, mar./2022, p. 10-12 (com adaptações)).
Segundo o texto, é incorreto afirmar que:
Alternativas
Q3902668 Português
Leia o texto abaixo para responder a questão.

GORDOFOBIA NA TELA: UM REFLEXO DA SOCIEDADE

Quando se trata de obesidade, é importante ter em mente que vivemos um grave problema de saúde pública. Dados de 2019 do Ministério da Saúde apontam que cerca de 50% da população possuem excesso de peso (ou seja, têm índice de massa corporal — IMC — maior que 25) e 20% da população são obesos (IMC maior que 30).

As pesquisas são claras ao dizer que há correlação entre a condição de sobrepeso e de obesidade e a mortalidade por doenças cardíacas. Por isso, não é correto dizer que está tudo bem se a obesidade no país aumentar drasticamente. Mas, nesse contexto, muitas pessoas se amparam em um discurso médico para lembrar constantemente a toda pessoa gorda que ela precisa urgentemente emagrecer, o que também não é correto.

Médicos e nutricionistas garantem que é perfeitamente possível uma pessoa gorda ser mais saudável que uma pessoa magra. Magreza não é sinônimo de saúde, e não só gordos têm diabetes, hipertensão, problemas cardíacos e problemas articulares.

O excesso de peso e a obesidade têm diversas causas, como fatores genéticos, fisiológicos, sociais, psicológicos e nutricionais. Portanto, quando alguém diz a uma pessoa gorda que ela é assim porque quer ou porque não se esforça para emagrecer, está ignorando uma série de fatores que podem dificultar muito esse processo. Além disso, uma pessoa pode perder peso tomando remédios fortes, submetendo-se a cirurgias, adotando dietas agressivas ou longos períodos de jejum. Mas isso não significa que a saúde melhore.

O consumo excessivo de açucarados e de baixa qualidade nutricional é um fator importante para o crescimento da obesidade. Se os pais de uma criança permitem que ela tenha uma rotina mais sedentária, tenha como fonte de lazer o celular, o videogame, o computador e a televisão, e coma muitos produtos açucarados, ela pode adquirir sobrepeso ou mesmo obesidade. A genética, o meio social, a condição psicológica e até o desmame precoce são alguns dos fatores que também podem influenciar esse processo.

Os fiscais do corpo alheio que se convencem de que estão apenas incentivando as pessoas a emagrecerem podem não estar ajudando em nada. O estigma social em torno do corpo gordo leva as pessoas a buscar medidas extremas, não para alcançar a saúde, mas a magreza. Disso decorrem diversos transtornos alimentares e até o próprio agravamento da obesidade. 

Uma pesquisa identificou que cerca de 65% dos executivos têm objeções à contratação de profissionais obesos. A vida das pessoas gordas é minada por diversas perdas de direitos. Se essas pessoas são privadas de dignidade, de acesso pleno aos sistemas de saúde e de concorrência justa aos postos de trabalho e submetidas a chacotas e opressões que deterioram sua autoestima e saúde mental, é no mínimo perverso dizer que elas são culpadas pela própria obesidade. Quem deve dizer se o excesso de peso de uma pessoa é um problema para a saúde dela é um profissional de saúde, amparado por tantos exames quanto forem necessários.

(Lucas Mascarenhas de Miranda. Gordofobia na tela: um reflexo da sociedade. In: Ciência Hoje, ed. 385, mar./2022, p. 10-12 (com adaptações)).
O principal tema abordado no texto é:
Alternativas
Q3902057 Redação Oficial
No cotidiano administrativo de um órgão público, é comum a troca de comunicações formais entre setores para solicitar informações, encaminhar documentos ou transmitir orientações de serviço.
O memorando é um documento utilizado para: 
Alternativas
Q3902009 Redação Oficial
Um agente administrativo redige ofício contendo expressões como “venho por meio deste solicitar encarecidamente” e “contamos com sua valiosa colaboração”.
Sob a ótica técnica da redação oficial moderna, o problema central do texto é:
Alternativas
Q3901996 Português
Em uma e-mail profissional, um funcionário do setor administrativo, enviou ao setor de Recursos Humanos o seguinte texto:
“Gostaria de que me informassem sobre o novo cronograma.”
Sobre a colocação pronominal no trecho, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
8961: D
8962: A
8963: D
8964: C
8965: A
8966: B
8967: E
8968: C
8969: B
8970: A
8971: C
8972: B
8973: A
8974: B
8975: B
8976: B
8977: C
8978: C
8979: C
8980: C