Questões de Concurso Comentadas para agente penitenciário (médio)

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Ano: 2009 Banca: Quadrix Órgão: SEAD-RN
Q1193150 Português
A crise que estamos esquecendo
O tema do momento é a crise financeira global. Eu aqui falo de outra, que atinge a todos nós, mas especialmente jovens e crianças: a viol A crise que estamos esquecendo
 O tema do momento é a crise financeira global. Eu aqui falo de outra, que atinge a todos nós, mas especialmente jovens e crianças: a violência contra professores e a grosseria no convívio em casa. Duas pontas da nossa sociedade se unem para produzir isso: falta de autoridade amorosa dos pais (e professores) e péssimo exemplo de autoridades e figuras públicas. Pais não sabem resolver a má-criação dos pequenos e a insolência dos maiores. Crianças xingam os adultos, chutam a babá, a psicóloga, a pediatra. Adolescentes chegam de tromba junto do carro em que os aguardam pai ou mãe: entram sem olhar aquele que nem vira o rosto para eles. Cumprimento, sorriso, beijo? Nem pensar. Como será esse convívio na intimidade? Como funciona a comunicação entre pais e filhos? Nunca será idílica, isso é normal: crescer é também contestar. Mas poderíamos mudar as regras desse jogo: junto com afeto, deveriam vir regras, punições e recompensas. Que tal um pouco de carinho e respeito, de parte a parte? Para serem respeitados, pai e mãe devem impor alguma autoridade, fundamento da segurança dos filhos neste mundo difícil, marcando seus futuros relacionamentos pessoais e profissionais. Mal-amados, mal-ensinados, jovens abrem caminho às cotoveladas e aos pontapés. Mal pagos e pouco valorizados, professores se encolhem, permitindo abusos inimagináveis alguns anos atrás. Um adolescente empurra a professora, que bate a cabeça na parede e sofre uma concussão. Um menininho chama a professora de “vadia”, em aula. Professores levam xingações de pais e alunos, além de agressões físicas, cuspidas, facadas, empurrões. Cresce o número de mestres que desistem da profissão: pudera. Em escolas e universidades, estudantes falam alto, usam o celular, entram e saem da sala enquanto alguém trabalha para o bem desses que o tratam como um funcionário subalterno. Onde aprenderam isso, se não, em primeira instância, em casa? O que aconteceu conosco? Que trogloditas somos – e produzimos –, que maltrapilhos emocionais estamos nos tornando, como preparamos a nova geração para a vida real, que não é benevolente nem dobra sua espinha aos nossos gritos? Obviamente não é assim por toda a parte, nem os pais e mestres são responsáveis por tudo isso, mas é urgente parar para pensar. Na outra ponta, temos o espetáculo deprimente dos escândalos e da impunidade reinante. Um Senado que não tem lugar para seus milhares de funcionários usarem computador ao mesmo tempo, e nem sabia quantos diretores tinha: 180 ou trinta? Autoridades que incitam ao preconceito racial e ao ódio de classes? Governos bons são caluniados, os piores são prestigiados. Não cedemos ao adversário nem o bem que ele faz: que importa o bem, se queremos o poder? Guerra civil nas ruas, escolas e hospitais precários, instituições moralmente falidas, famílias desorientadas, moradias sub-humanas, prisões onde não criaríamos porcos. Que profunda e triste impressão, sobretudo nos mais simples e desinformados e naqueles que ainda estão em formação. Jovens e adultos reagem a isso com agressividade ou alienação em todos os níveis de relacionamento. O tema “violência em casa e na escola” começa a ser tratado em congressos, seminários, entre psicólogos e educadores. Não vi ainda ações eficazes. Sem moralismo (diferente de moralidade) nem discursos pomposos ou populistas, pode-se mudar uma situação que se alastra – ou vamos adoecer disso que nos enoja. Quase todos os países foram responsáveis pela gravíssima crise financeira mundial. Todos os indivíduos, não importa a conta bancária, profissão ou cor dos olhos, podem reverter esta outra crise: a do desrespeito geral que provoca violência física ou grosseria verbal em casa, no trabalho, no trânsito. Cada um de nós pode escolher entre ignorar e transformar. Melhor promover a sério e urgentemente uma nova moralidade, ou fingimos nada ver, e nos abancamos em definitivo na pocilga.
(Luft, Lya. Revista Veja. Edição 2107 – ano 42- nº 14. Ed. Abril. 08 de abril de 2009)
Considere o seguinte trecho: “Um adolescente empurra a professora...” (3º§). Em qual das alternativas abaixo, o termo destacado NÃO apresenta a mesma função sintática do termo sublinhado anteriormente?
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: SEJUS-ES
Q1187605 Direito Constitucional
Acerca do Poder Executivo, julgue o seguinte item.
Na qualidade de chefe de Estado, o presidente da República exerce a liderança da política nacional por meio da orientação das decisões gerais e da direção da máquina administrativa.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: SEJUS-ES
Q1187604 Direito Constitucional
Acerca do Poder Executivo, julgue o seguinte item.
A CF adota o presidencialismo como forma de Estado, já que reconhece a junção das funções de chefe de Estado e chefe de governo na figura do presidente da República.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: SEJUS-ES
Q1187564 Direito Constitucional
No que se refere aos direitos e deveres individuais e coletivos previstos na Constituição Federal de 1988 (CF), julgue os item a seguir.
Independentemente de aviso prévio ou autorização do poder público, todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local. 
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: SEJUS-ES
Q1183376 Redes de Computadores
A respeito das ferramentas utilizadas na Internet, julgue o item seguinte.
Os sítios da Internet acessíveis por meio de protocolo FTP são usados para a transferência de arquivos em diversos formatos, permitindo tanto a cópia quanto a gravação de arquivos no sítio.
Alternativas
Q818874 Direito Penal
NÃO se admitirá o recolhimento do beneficiário de regime aberto em residência particular, quando se tratar de:
Alternativas
Q818873 Direito Penal
A pena de prestação de serviços à comunidade NÃO será convertida em privativa de liberdade, quando o condenado:
Alternativas
Q818872 Direito Penal
De acordo com a Lei de Execuções Penais (Lei n.º 7.210/84), marque a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q818871 Direito Penal
NÃO comete falta grave o condenado à pena privativa de liberdade que:
Alternativas
Q818869 Direito Penal
De acordo com o Código Penal, extingue-se a punibilidade, EXCETO:
Alternativas
Q818868 Direito Processual Penal
Sobre a Ação Penal, marque a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q818867 Direito Constitucional
Sobre o Capítulo da Ordem Social da Constituição da República, marque a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q818866 Direito Constitucional
É condição de elegibilidade a idade mínima de, EXCETO:
Alternativas
Q818865 Direito Constitucional
Sobre o direito de nacionalidade, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q818864 Direito Penal
Os condenados que cumprem pena em regime fechado ou semiaberto e os presos provisórios poderão obter permissão para sair do estabelecimento, mediante escolta, quando ocorrer algum dos fatos previstos na Lei de Execução Penal (Lei n.º 7.210/84). Sobre este tema, marque a assertiva INCORRETA:
Alternativas
Q818862 Direito Penal
Marque a afirmativa INCORRETA:
Alternativas
Q818861 Direito Penal
Marque a afirmativa INCORRETA:
Alternativas
Q818860 Direito Penal
A lei de crimes hediondos, em relação aos crimes de que trata, admite:
Alternativas
Q818859 Direito Processual Penal
Sobre o Inquérito Policial, marque a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q818858 Direito Processual Penal
Sobre o prazo para conclusão do Inquérito Policial, marque a alternativa correta:
Alternativas
Respostas
1821: E
1822: E
1823: E
1824: E
1825: C
1826: E
1827: D
1828: C
1829: A
1830: B
1831: B
1832: A
1833: C
1834: C
1835: B
1836: B
1837: C
1838: B
1839: C
1840: A