Questões de Concurso Comentadas para técnico em higiene bucal

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Q3453893 Odontologia
Qual cuidado deve ser seguido para remoção de uma sutura feita com seda após exodontia dos molares inferiores?
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Q3453892 Odontologia
Uma das funções do polimento das restaurações de amalgama é
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Q3453891 Odontologia
A inserção de material de preenchimento restaurador em preparos cavitários pode ser realizada pelo técnico em higiene dental sob a supervisão do cirurgião-dentista. Sobre a inserção dos materiais restauradores, é correto afirmar que
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Q3453890 Odontologia
Paciente comparece ao consultório com extenso acúmulo de cálculo supra gengival na região lingual dos incisivos inferiores e na face palatina dos molares superiores. O cirurgião dentista, então, solicita ao técnico em higiene dental (THD) que faça a remoção manual desse cálculo. Qual instrumento bruto deverá ser utilizado para a correta execução desse procedimento?
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Q3453888 Odontologia
Um dos agentes cariostáticos eficientes no manejo clínico do processo de cárie é o diamino fluoreto de prata. Sobre seu uso podemos afirmar corretamente que
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Q3453887 Odontologia
Quais orientações devem ser passadas aos pacientes e acompanhantes após a remoção cirúrgica dos terceiros molares?
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Q3453886 Odontologia
Assinale a alternativa que apresenta apenas instrumentos utilizados para realização de isolamento absoluto do campo operatório.
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Q3453885 Odontologia
Durante um atendimento odontológico, para o qual está programado a exodontia de um dente decíduo, o cirurgião dentista (CD) solicita um instrumento para descolamento da gengiva e rompimento das fibras periodontias.
Qual instrumento deverá ser entregue ao CD?
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Q3453884 Odontologia
Após a manipulação correta, conforme as recomendações do fabricante, o tempo que o modelo de gesso deve ser deixado em repouso, para que o material tome presa completamente, é de
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Q3453883 Odontologia
Assinale a alternativa que indica o componente que, no processamento radiográfico de uma radiografia periapical, faz parte da solução fixadora.
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Q3453882 Odontologia
Qual a técnica de localização radiográfica indicada para localização de dentes inclusos na região anterior da maxila?
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Q3453881 Odontologia
No preenchimento do odontograma, como deve ser sinalizada a ausência de um dente?
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Q3453880 Odontologia
As equipes de Saúde Bucal (eSB) trabalham integradas às equipes de Saúde da Família (eSF) e às equipes de Atenção Primária (eAP) em duas modalidades. Assinale a alternativa correta sobre as duas modalidades de eSB.
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Q3453879 Saúde Pública
Qual diretriz do Sistema Único de Saúde (SUS) define que “quem mais precisa recebe prioridade”?
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Q3453833 Raciocínio Lógico
Caio está analisando o mapa de uma cidade, em particular a rua R1 em relação à rua R2 , ambas retas. Essas ruas são representadas na figura a seguir.
Imagem associada para resolução da questão
Caio não pôde medir diretamente os ângulos envolvidos, mas percebeu que o ângulo BÂC está para o ângulo BÂD assim como 2 está para 7. Com base nisso, Caio concluiu, corretamente, que o ângulo BÂD mede 
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Q3453832 Matemática
Um terreno destinado ao cultivo de herbáceas tem a forma de um retângulo. A medida do seu comprimento é igual a 2,5 vezes a medida de sua largura, e sua área é de 810 m2. Assim, o perímetro desse terreno mede
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Q3453830 Matemática
No último dia de 2024, a soma das populações de duas espécies, A e B, em uma reserva ecológica, era igual a 373 indivíduos. Depois de algum tempo, a população da espécie A havia perdido 25 indivíduos, mas, em contrapartida, a população da espécie B havia aumentado em 25%, e, assim, a soma das populações das espécies A e B passou a ser igual a 410 indivíduos. No último dia de 2024, a diferença entre as populações das espécies B e A era igual a
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Q3453823 Português
A norma-padrão de regência verbal e nominal está respeitada em: 
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Q3453822 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:

        No Carnaval, minhas calças eram brancas e meus sapatos, de tênis. As camisas, sempre feias, variavam. Lembro-me de uma roxa, que desbotava.

        No Recife, o Carnaval começava no Natal. Ou melhor, não havia Natal no Recife. A 24 de dezembro, os blocos saíam às ruas, com suas orquestras de 30 a 40 metais, seus coros de vozes sofridas, a tocar e a cantar as jornadas mais líricas. Chamavam-se “jornadas” alguns dos cantos carnavalescos do Recife, talvez por influência das jornadas dos pastoris. Agora, por que os cantos dos pastoris se chamavam de “jornadas”, não sei.

        Mas, na noite de 24 de dezembro, quando a gente pensava que seria uma noite silenciosa, o Vassourinhas estourava numa esquina, nos acordando, na alma, uma alegria guerreira, impossível de explicar agora, tanto tempo e tanta fadiga são passados. Nós íamos, primeiro, às janelas, depois para a rua, até que afinal nos misturávamos ao povo, onde cada rei fantasiado, cada rainha de cetim eram reis do amor e do futuro. O futuro de que faziam parte.

        Não se pode fazer ideia do que era o povo solto nas ruas do Recife, após a declaração irreversível do Carnaval. Ah, de nada serviam suas heranças de submissão, porque o despontar do Carnaval era um grito de alforria. Tão louca e tão bela, aquela dança! Uma verdade maior que as verdades ditas ou escritas saía dos seus quadris, até então bem-comportados.

        Tudo deve estar mudado. O Carnaval do Recife, talvez, não seja, hoje, um desabafo. Talvez não contenha aquele desafio de homens e mulheres, livres de todas as sujeições e esquecidos de Deus. É possível que se tenha transformado numa festa, simplesmente. Talvez seja alegre e isto é sadio. Mas os meus carnavais eram revoltados. Não tenho a menor dúvida de que aquilo que fazia a beleza do Carnaval pernambucano era revolta – revolta e amor – porque só de amor, por amor, se cometem os gestos de rebeldia.

        Não sei de lembrança que me comova tão profundamente. Não sei de vontade igual a esta que estou sentindo, de ser o menino que acordava de madrugada, com as vozes dos metais e as vozes humanas daquele Carnaval liricamente subversivo.

(Antônio Maria. Carnaval antigo... Recife.
https://cronicabrasileira.org.br, 1968. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a expressão destacada pode ser substituída pela que está entre colchetes, preservando-se a norma-padrão de colocação pronominal. 
Alternativas
Q3453821 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:

        No Carnaval, minhas calças eram brancas e meus sapatos, de tênis. As camisas, sempre feias, variavam. Lembro-me de uma roxa, que desbotava.

        No Recife, o Carnaval começava no Natal. Ou melhor, não havia Natal no Recife. A 24 de dezembro, os blocos saíam às ruas, com suas orquestras de 30 a 40 metais, seus coros de vozes sofridas, a tocar e a cantar as jornadas mais líricas. Chamavam-se “jornadas” alguns dos cantos carnavalescos do Recife, talvez por influência das jornadas dos pastoris. Agora, por que os cantos dos pastoris se chamavam de “jornadas”, não sei.

        Mas, na noite de 24 de dezembro, quando a gente pensava que seria uma noite silenciosa, o Vassourinhas estourava numa esquina, nos acordando, na alma, uma alegria guerreira, impossível de explicar agora, tanto tempo e tanta fadiga são passados. Nós íamos, primeiro, às janelas, depois para a rua, até que afinal nos misturávamos ao povo, onde cada rei fantasiado, cada rainha de cetim eram reis do amor e do futuro. O futuro de que faziam parte.

        Não se pode fazer ideia do que era o povo solto nas ruas do Recife, após a declaração irreversível do Carnaval. Ah, de nada serviam suas heranças de submissão, porque o despontar do Carnaval era um grito de alforria. Tão louca e tão bela, aquela dança! Uma verdade maior que as verdades ditas ou escritas saía dos seus quadris, até então bem-comportados.

        Tudo deve estar mudado. O Carnaval do Recife, talvez, não seja, hoje, um desabafo. Talvez não contenha aquele desafio de homens e mulheres, livres de todas as sujeições e esquecidos de Deus. É possível que se tenha transformado numa festa, simplesmente. Talvez seja alegre e isto é sadio. Mas os meus carnavais eram revoltados. Não tenho a menor dúvida de que aquilo que fazia a beleza do Carnaval pernambucano era revolta – revolta e amor – porque só de amor, por amor, se cometem os gestos de rebeldia.

        Não sei de lembrança que me comova tão profundamente. Não sei de vontade igual a esta que estou sentindo, de ser o menino que acordava de madrugada, com as vozes dos metais e as vozes humanas daquele Carnaval liricamente subversivo.

(Antônio Maria. Carnaval antigo... Recife.
https://cronicabrasileira.org.br, 1968. Adaptado)
Considere os trechos:
•  Agora, por que os cantos dos pastoris se chamavam de “jornadas”, não sei. (1º parágrafo)
•  Ah, de nada serviam suas heranças de submissão, porque o despontar do Carnaval era um grito de alforria. (4º parágrafo)

No contexto em que foram empregadas, as palavras destacadas estabelecem, respectivamente, relações de sentido de:
Alternativas
Respostas
161: D
162: C
163: B
164: A
165: D
166: A
167: C
168: E
169: B
170: E
171: B
172: D
173: E
174: A
175: E
176: C
177: B
178: D
179: B
180: A