Questões de Concurso Comentadas para auxiliar de farmácia

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Q3951405 Noções de Informática
No Windows 11, o Menu Iniciar está localizado em que parte da barra de tarefas? 
Alternativas
Q3951404 Noções de Informática

No uso cotidiano do computador, os dispositivos que permitem a comunicação entre o usuário e a máquina são chamados de periféricos. De modo geral, o teclado e o mouse são classificados como periféricos de ________, enquanto a impressora e o monitor são classificados como periféricos de ________.


Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas. 

Alternativas
Q3951403 Noções de Informática
No campo da informática, utiliza-se uma distinção fundamental entre os componentes físicos de um computador e os programas que permitem sua operação e execução de tarefas. Essa distinção é tradicionalmente expressa pelos termos hardware e software. Considerando essa diferenciação, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3951397 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Na discoteca do algoritmo


    Eu me preparava para sair, mas, como tinha ainda algum tempo, quis ouvir no celular mesmo uma música que me viera à lembrança. Acessei o YouTube e busquei I Left My Heart in San Francisco, com Tony Bennett. Enquanto amarrava os cadarços, deliciava-me com o veludo da voz do cantor norte-americano no arranjo grandioso que a canção pedia. Era o que eu precisava ouvir, talvez por um estado emocional indefinido que buscasse sua expressão na beleza melancólica que a canção oferecia.


    Fui pegar a mochila, e o YouTube logo engatou outra pérola: Nature Boy, com Nat King Cole. Uau, adoro essa também! Bela emenda com a canção anterior: outro veludo de voz, outro arranjo clássico, a mesma emoção subjacente. E na sequência veio I Put a Spell on You, com Nina Simone. Meu Deus! Assim eu não saio! Sentei-me no sofá, entregue a essa joia na voz da diva que tanto amo. Aí o celular tocou Georgia on My Mind, com Ray Charles. Misericórdia! Quer me matar, algoritmo?


    Imóvel estava, imóvel fiquei, tonto de emoção. E nem tive forças para interromper o aparelho e sair de casa, ante os acordes iniciais da canção seguinte: Perfect Day, com Lou Reed. Eis uma das músicas com maior poder de me derrubar, no sentido de ser tragado pelo mistério das densas emoções. E a mente a me alertar que já perigava atrasar-me para o meu compromisso. Não teria cabimento atribuir o atraso à seleção musical supostamente aleatória do celular...


    Num rompante de responsabilidade, calei justamente o grande Frank Sinatra quando entoava a maravilhosa The World We Knew. Ah, venci o algoritmo, sobrevivi ao seu assédio tão traiçoeiro quanto irresistível! E fui andando a pensar justamente nessa espécie de divindade de nosso tempo, o tal algoritmo. Que serzinho mágico é esse, que consegue, em suas associações, mapear o que se passa em nossa alma? E se a tecnologia já devassa nossa alma, o que de subjetivo e secreto restará em nós?


    O historiador Yuval Harari aponta o algoritmo como o conceito mais importante em nosso mundo: “Se quisermos compreender nossa vida e nosso futuro, devemos fazer todo esforço para compreender o que é um algoritmo e como eles estão ligados a emoções”. O algoritmo no YouTube “sabia” daquela sequência musical emocionante para mim porque eu já acessei as ditas canções em outras oportunidades. Ele só fez reunilas, por um critério temático, e fui ficando de coração exposto.


    Embora tenha sido uma experiência fascinante, resisto o quanto posso a fazer do algoritmo um DJ pessoal. Tão cedo a tal Alexia não entra em minha casa. Sou dos que curtem escolher a dedo o que ouvir — e ainda adepto dos discos —, com direito a desvios repentinos de rota, passando de Billie Holiday a Morais Moreira, por exemplo — coisa que dificilmente o esquemático algoritmo fará.


    Não sei se essa birra é conservadorismo ou resistência ao poder da máquina. Ou se mera ilusão de que, em tempos de vaidades e padronizações, mantenho na alma seu mistério e suas nuances. Mas confesso: venha de onde vier, eleita ou não por mim, música é a chave que sempre me escancara a alma.

Autor: Nivaldo Pereira - GZH (adaptado).

Na análise fonológica das palavras, deve-se considerar que o número de fonemas nem sempre corresponde ao número de letras, além de identificar a presença de dígrafos vocálicos ou consonantais. Considerando as palavras birra, máquina, conservadorismo e confesso, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3951396 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Na discoteca do algoritmo


    Eu me preparava para sair, mas, como tinha ainda algum tempo, quis ouvir no celular mesmo uma música que me viera à lembrança. Acessei o YouTube e busquei I Left My Heart in San Francisco, com Tony Bennett. Enquanto amarrava os cadarços, deliciava-me com o veludo da voz do cantor norte-americano no arranjo grandioso que a canção pedia. Era o que eu precisava ouvir, talvez por um estado emocional indefinido que buscasse sua expressão na beleza melancólica que a canção oferecia.


    Fui pegar a mochila, e o YouTube logo engatou outra pérola: Nature Boy, com Nat King Cole. Uau, adoro essa também! Bela emenda com a canção anterior: outro veludo de voz, outro arranjo clássico, a mesma emoção subjacente. E na sequência veio I Put a Spell on You, com Nina Simone. Meu Deus! Assim eu não saio! Sentei-me no sofá, entregue a essa joia na voz da diva que tanto amo. Aí o celular tocou Georgia on My Mind, com Ray Charles. Misericórdia! Quer me matar, algoritmo?


    Imóvel estava, imóvel fiquei, tonto de emoção. E nem tive forças para interromper o aparelho e sair de casa, ante os acordes iniciais da canção seguinte: Perfect Day, com Lou Reed. Eis uma das músicas com maior poder de me derrubar, no sentido de ser tragado pelo mistério das densas emoções. E a mente a me alertar que já perigava atrasar-me para o meu compromisso. Não teria cabimento atribuir o atraso à seleção musical supostamente aleatória do celular...


    Num rompante de responsabilidade, calei justamente o grande Frank Sinatra quando entoava a maravilhosa The World We Knew. Ah, venci o algoritmo, sobrevivi ao seu assédio tão traiçoeiro quanto irresistível! E fui andando a pensar justamente nessa espécie de divindade de nosso tempo, o tal algoritmo. Que serzinho mágico é esse, que consegue, em suas associações, mapear o que se passa em nossa alma? E se a tecnologia já devassa nossa alma, o que de subjetivo e secreto restará em nós?


    O historiador Yuval Harari aponta o algoritmo como o conceito mais importante em nosso mundo: “Se quisermos compreender nossa vida e nosso futuro, devemos fazer todo esforço para compreender o que é um algoritmo e como eles estão ligados a emoções”. O algoritmo no YouTube “sabia” daquela sequência musical emocionante para mim porque eu já acessei as ditas canções em outras oportunidades. Ele só fez reunilas, por um critério temático, e fui ficando de coração exposto.


    Embora tenha sido uma experiência fascinante, resisto o quanto posso a fazer do algoritmo um DJ pessoal. Tão cedo a tal Alexia não entra em minha casa. Sou dos que curtem escolher a dedo o que ouvir — e ainda adepto dos discos —, com direito a desvios repentinos de rota, passando de Billie Holiday a Morais Moreira, por exemplo — coisa que dificilmente o esquemático algoritmo fará.


    Não sei se essa birra é conservadorismo ou resistência ao poder da máquina. Ou se mera ilusão de que, em tempos de vaidades e padronizações, mantenho na alma seu mistério e suas nuances. Mas confesso: venha de onde vier, eleita ou não por mim, música é a chave que sempre me escancara a alma.

Autor: Nivaldo Pereira - GZH (adaptado).

A palavra “que” pode desempenhar diferentes funções na língua portuguesa, dependendo da relação sintática que estabelece na oração. No trecho “música é a chave que sempre me escancara a alma”, o vocábulo destacado classifica-se como: 
Alternativas
Q3951395 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Na discoteca do algoritmo


    Eu me preparava para sair, mas, como tinha ainda algum tempo, quis ouvir no celular mesmo uma música que me viera à lembrança. Acessei o YouTube e busquei I Left My Heart in San Francisco, com Tony Bennett. Enquanto amarrava os cadarços, deliciava-me com o veludo da voz do cantor norte-americano no arranjo grandioso que a canção pedia. Era o que eu precisava ouvir, talvez por um estado emocional indefinido que buscasse sua expressão na beleza melancólica que a canção oferecia.


    Fui pegar a mochila, e o YouTube logo engatou outra pérola: Nature Boy, com Nat King Cole. Uau, adoro essa também! Bela emenda com a canção anterior: outro veludo de voz, outro arranjo clássico, a mesma emoção subjacente. E na sequência veio I Put a Spell on You, com Nina Simone. Meu Deus! Assim eu não saio! Sentei-me no sofá, entregue a essa joia na voz da diva que tanto amo. Aí o celular tocou Georgia on My Mind, com Ray Charles. Misericórdia! Quer me matar, algoritmo?


    Imóvel estava, imóvel fiquei, tonto de emoção. E nem tive forças para interromper o aparelho e sair de casa, ante os acordes iniciais da canção seguinte: Perfect Day, com Lou Reed. Eis uma das músicas com maior poder de me derrubar, no sentido de ser tragado pelo mistério das densas emoções. E a mente a me alertar que já perigava atrasar-me para o meu compromisso. Não teria cabimento atribuir o atraso à seleção musical supostamente aleatória do celular...


    Num rompante de responsabilidade, calei justamente o grande Frank Sinatra quando entoava a maravilhosa The World We Knew. Ah, venci o algoritmo, sobrevivi ao seu assédio tão traiçoeiro quanto irresistível! E fui andando a pensar justamente nessa espécie de divindade de nosso tempo, o tal algoritmo. Que serzinho mágico é esse, que consegue, em suas associações, mapear o que se passa em nossa alma? E se a tecnologia já devassa nossa alma, o que de subjetivo e secreto restará em nós?


    O historiador Yuval Harari aponta o algoritmo como o conceito mais importante em nosso mundo: “Se quisermos compreender nossa vida e nosso futuro, devemos fazer todo esforço para compreender o que é um algoritmo e como eles estão ligados a emoções”. O algoritmo no YouTube “sabia” daquela sequência musical emocionante para mim porque eu já acessei as ditas canções em outras oportunidades. Ele só fez reunilas, por um critério temático, e fui ficando de coração exposto.


    Embora tenha sido uma experiência fascinante, resisto o quanto posso a fazer do algoritmo um DJ pessoal. Tão cedo a tal Alexia não entra em minha casa. Sou dos que curtem escolher a dedo o que ouvir — e ainda adepto dos discos —, com direito a desvios repentinos de rota, passando de Billie Holiday a Morais Moreira, por exemplo — coisa que dificilmente o esquemático algoritmo fará.


    Não sei se essa birra é conservadorismo ou resistência ao poder da máquina. Ou se mera ilusão de que, em tempos de vaidades e padronizações, mantenho na alma seu mistério e suas nuances. Mas confesso: venha de onde vier, eleita ou não por mim, música é a chave que sempre me escancara a alma.

Autor: Nivaldo Pereira - GZH (adaptado).

Ao final da crônica, o narrador não oferece uma condenação simplista da tecnologia nem adere sem reservas à lógica algorítmica. Ao contrário, sua posição resulta de uma tensão entre o fascínio provocado pela precisão das associações musicais e a necessidade de preservar, na experiência estética, certa margem de ________ e de ________ pessoal, que ele entende como parte constitutiva da vida interior.


Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas. 

Alternativas
Q3951394 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Na discoteca do algoritmo


    Eu me preparava para sair, mas, como tinha ainda algum tempo, quis ouvir no celular mesmo uma música que me viera à lembrança. Acessei o YouTube e busquei I Left My Heart in San Francisco, com Tony Bennett. Enquanto amarrava os cadarços, deliciava-me com o veludo da voz do cantor norte-americano no arranjo grandioso que a canção pedia. Era o que eu precisava ouvir, talvez por um estado emocional indefinido que buscasse sua expressão na beleza melancólica que a canção oferecia.


    Fui pegar a mochila, e o YouTube logo engatou outra pérola: Nature Boy, com Nat King Cole. Uau, adoro essa também! Bela emenda com a canção anterior: outro veludo de voz, outro arranjo clássico, a mesma emoção subjacente. E na sequência veio I Put a Spell on You, com Nina Simone. Meu Deus! Assim eu não saio! Sentei-me no sofá, entregue a essa joia na voz da diva que tanto amo. Aí o celular tocou Georgia on My Mind, com Ray Charles. Misericórdia! Quer me matar, algoritmo?


    Imóvel estava, imóvel fiquei, tonto de emoção. E nem tive forças para interromper o aparelho e sair de casa, ante os acordes iniciais da canção seguinte: Perfect Day, com Lou Reed. Eis uma das músicas com maior poder de me derrubar, no sentido de ser tragado pelo mistério das densas emoções. E a mente a me alertar que já perigava atrasar-me para o meu compromisso. Não teria cabimento atribuir o atraso à seleção musical supostamente aleatória do celular...


    Num rompante de responsabilidade, calei justamente o grande Frank Sinatra quando entoava a maravilhosa The World We Knew. Ah, venci o algoritmo, sobrevivi ao seu assédio tão traiçoeiro quanto irresistível! E fui andando a pensar justamente nessa espécie de divindade de nosso tempo, o tal algoritmo. Que serzinho mágico é esse, que consegue, em suas associações, mapear o que se passa em nossa alma? E se a tecnologia já devassa nossa alma, o que de subjetivo e secreto restará em nós?


    O historiador Yuval Harari aponta o algoritmo como o conceito mais importante em nosso mundo: “Se quisermos compreender nossa vida e nosso futuro, devemos fazer todo esforço para compreender o que é um algoritmo e como eles estão ligados a emoções”. O algoritmo no YouTube “sabia” daquela sequência musical emocionante para mim porque eu já acessei as ditas canções em outras oportunidades. Ele só fez reunilas, por um critério temático, e fui ficando de coração exposto.


    Embora tenha sido uma experiência fascinante, resisto o quanto posso a fazer do algoritmo um DJ pessoal. Tão cedo a tal Alexia não entra em minha casa. Sou dos que curtem escolher a dedo o que ouvir — e ainda adepto dos discos —, com direito a desvios repentinos de rota, passando de Billie Holiday a Morais Moreira, por exemplo — coisa que dificilmente o esquemático algoritmo fará.


    Não sei se essa birra é conservadorismo ou resistência ao poder da máquina. Ou se mera ilusão de que, em tempos de vaidades e padronizações, mantenho na alma seu mistério e suas nuances. Mas confesso: venha de onde vier, eleita ou não por mim, música é a chave que sempre me escancara a alma.

Autor: Nivaldo Pereira - GZH (adaptado).

No texto, o algoritmo é apresentado ora como instância quase mágica, ora como mecanismo técnico que opera a partir de rastros anteriores deixados pelo próprio usuário. Essa oscilação contribui para uma reflexão mais ampla sobre a experiência contemporânea com a tecnologia. Considerando esse aspecto, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3951393 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Na discoteca do algoritmo


    Eu me preparava para sair, mas, como tinha ainda algum tempo, quis ouvir no celular mesmo uma música que me viera à lembrança. Acessei o YouTube e busquei I Left My Heart in San Francisco, com Tony Bennett. Enquanto amarrava os cadarços, deliciava-me com o veludo da voz do cantor norte-americano no arranjo grandioso que a canção pedia. Era o que eu precisava ouvir, talvez por um estado emocional indefinido que buscasse sua expressão na beleza melancólica que a canção oferecia.


    Fui pegar a mochila, e o YouTube logo engatou outra pérola: Nature Boy, com Nat King Cole. Uau, adoro essa também! Bela emenda com a canção anterior: outro veludo de voz, outro arranjo clássico, a mesma emoção subjacente. E na sequência veio I Put a Spell on You, com Nina Simone. Meu Deus! Assim eu não saio! Sentei-me no sofá, entregue a essa joia na voz da diva que tanto amo. Aí o celular tocou Georgia on My Mind, com Ray Charles. Misericórdia! Quer me matar, algoritmo?


    Imóvel estava, imóvel fiquei, tonto de emoção. E nem tive forças para interromper o aparelho e sair de casa, ante os acordes iniciais da canção seguinte: Perfect Day, com Lou Reed. Eis uma das músicas com maior poder de me derrubar, no sentido de ser tragado pelo mistério das densas emoções. E a mente a me alertar que já perigava atrasar-me para o meu compromisso. Não teria cabimento atribuir o atraso à seleção musical supostamente aleatória do celular...


    Num rompante de responsabilidade, calei justamente o grande Frank Sinatra quando entoava a maravilhosa The World We Knew. Ah, venci o algoritmo, sobrevivi ao seu assédio tão traiçoeiro quanto irresistível! E fui andando a pensar justamente nessa espécie de divindade de nosso tempo, o tal algoritmo. Que serzinho mágico é esse, que consegue, em suas associações, mapear o que se passa em nossa alma? E se a tecnologia já devassa nossa alma, o que de subjetivo e secreto restará em nós?


    O historiador Yuval Harari aponta o algoritmo como o conceito mais importante em nosso mundo: “Se quisermos compreender nossa vida e nosso futuro, devemos fazer todo esforço para compreender o que é um algoritmo e como eles estão ligados a emoções”. O algoritmo no YouTube “sabia” daquela sequência musical emocionante para mim porque eu já acessei as ditas canções em outras oportunidades. Ele só fez reunilas, por um critério temático, e fui ficando de coração exposto.


    Embora tenha sido uma experiência fascinante, resisto o quanto posso a fazer do algoritmo um DJ pessoal. Tão cedo a tal Alexia não entra em minha casa. Sou dos que curtem escolher a dedo o que ouvir — e ainda adepto dos discos —, com direito a desvios repentinos de rota, passando de Billie Holiday a Morais Moreira, por exemplo — coisa que dificilmente o esquemático algoritmo fará.


    Não sei se essa birra é conservadorismo ou resistência ao poder da máquina. Ou se mera ilusão de que, em tempos de vaidades e padronizações, mantenho na alma seu mistério e suas nuances. Mas confesso: venha de onde vier, eleita ou não por mim, música é a chave que sempre me escancara a alma.

Autor: Nivaldo Pereira - GZH (adaptado).

Ao narrar a sequência de músicas sugeridas pela plataforma, o cronista não se limita a relatar um episódio cotidiano de consumo digital, mas desenvolve uma reflexão sobre tecnologia, subjetividade e autonomia individual. Considerando a progressão argumentativa do texto, analise as assertivas a seguir.


I. A experiência descrita revela uma ambivalência do narrador diante do algoritmo, pois ele reconhece o poder de acerto das sugestões musicais e, ao mesmo tempo, desconfia do alcance dessa inteligência sobre sua interioridade.


II. Ao afirmar que o algoritmo “só fez reuni-las, por um critério temático”, o narrador sustenta que a tecnologia apenas organiza dados previamente fornecidos por ele, embora o efeito produzido pareça tocar dimensões íntimas de sua sensibilidade.


III. O texto defende de modo categórico a superioridade da curadoria algorítmica sobre a escolha humana, já que a sequência automática se mostra mais refinada do que qualquer seleção deliberada do usuário.


Das assertivas, pode-se afirmar que: 

Alternativas
Q3950132 Farmácia
No cotidiano da farmácia hospitalar, o auxiliar manipula diversas soluções destinadas à manutenção do equilíbrio hidroeletrolítico e ácido-base. Sobre as características e aplicações de soluções e eletrólitos no ambiente hospitalar, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3950131 Farmácia
A Política Nacional de Medicamentos, instituída pelo Ministério da Saúde em 1998, estabelece diretrizes para a organização da assistência farmacêutica no país. Entre seus principais objetivos, destaca-se:
Alternativas
Q3950130 Farmácia
A pesquisa clínica é um processo de investigação científica que envolve seres humanos e deve obedecer a normas éticas e científicas rigorosas. Sendo assim, sobre os princípios e objetivos da pesquisa clínica, analise as assertivas abaixo:

I. Tem como finalidade avaliar novas opções terapêuticas em desenvolvimento, considerando aspectos relacionados à eficácia e à segurança dos medicamentos.
II. É conduzida com base em protocolos científicos previamente definidos, que orientam as etapas de desenvolvimento dos estudos clínicos.
III. Envolve a participação de voluntários que concordam em integrar os estudos mediante assinatura de termo de consentimento livre e esclarecido.
IV. Busca avaliar a segurança, a eficácia e a resposta do organismo aos medicamentos em seres humanos, produzindo evidências científicas para subsidiar o registro sanitário e o uso terapêutico.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3950129 Segurança e Saúde no Trabalho
No ambiente da farmácia hospitalar, o auxiliar lida frequentemente com substâncias químicas, desinfetantes e medicamentos citotóxicos que apresentam riscos toxicológicos. Sobre as condutas de prevenção de riscos ocupacionais, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3950127 Saúde Pública
No âmbito das diretrizes da avaliação de tecnologias em saúde no Brasil, o conceito de tecnologia é multidimensional, envolvendo diferentes níveis de complexidade assistencial. Sendo assim, o conceito de tecnologia em saúde abrange:

I. Medicamentos e procedimentos técnicos.
II. Equipamentos.
III. Sistemas organizacionais e de suporte.

Quais estão corretos?
Alternativas
Q3950126 Farmácia
A garantia da qualidade na farmácia hospitalar compreende um conjunto de ações planejadas, documentadas e contínuas, aplicadas a todas as etapas do ciclo do medicamento. Considerando os princípios das boas práticas em serviços de saúde, qual é o objetivo central dessas ações? 
Alternativas
Q3950125 Farmácia
No âmbito das boas práticas de manipulação, o controle de contaminantes e a manutenção da assepsia são medidas essenciais durante o preparo de medicamentos estéreis e não estéreis. De acordo com a RDC nº 67/2007, assinale a alternativa que expressa a finalidade primordial das técnicas de controle de contaminação nesse processo.
Alternativas
Q3950124 Farmácia
O preparo de medicamentos estéreis (como injetáveis e colírios) exige rigoroso controle para evitar contaminação por microrganismos ou partículas. Segundo as boas práticas de manipulação em farmácia, assinale a alternativa correta sobre o tema.
Alternativas
Q3950123 Farmácia
No ambiente da farmácia hospitalar, as medidas de biossegurança são fundamentais para minimizar os riscos químicos e biológicos. De acordo com as boas práticas de manipulação em farmácia (RDC nº 67/2007) e a Norma Regulamentadora nº 32 (Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde), é correto afirmar que:
Alternativas
Q3950122 Farmácia
A Portaria SVS/MS nº 344/1998 regulamenta substâncias e medicamentos sujeitos a controle especial. Em relação ao armazenamento e à movimentação desses itens na farmácia hospitalar, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3950121 Farmácia
Conforme as diretrizes do Ministério da Saúde e da Anvisa sobre o controle de infecções em serviços de saúde, considera-se Infecção Relacionada à Assistência à Saúde (IRAS), anteriormente denominada infecção hospitalar, aquela que:
Alternativas
Q3950120 Farmácia
Sobre os objetivos e a abrangência da farmacovigilância segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
141: A
142: D
143: A
144: D
145: C
146: B
147: D
148: B
149: B
150: A
151: E
152: A
153: E
154: D
155: E
156: A
157: C
158: B
159: C
160: B