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Qual alternativa é incorreta, em relação à versificação?
I- Os pronomes átonos o, a, os, as, lhe, lhes, me, te, se, nos, vos apoiam-se na tonicidade de outra palavra. No tocante ao verbo, eles podem ser enclíticos, proclíticos e mesoclíticos.
II- Em geral, ocorre a ênclise, quando o verbo está no início da frase, no imperativo afirmativo, no gerúndio, no infinitivo impessoal.
III- Ocorre a próclise quando, antes do verbo, vier uma palavra que atraia o pronome, como: palavras de sentido negativo, pronome indefinido, advérbio, conjunção subordinativa, pronome relativo, palavras interrogativas ou exclamativas.
IV- Há mesóclise com o verbo no futuro do presente ou no futuro do pretérito. Quando houver palavra que atraia o pronome antes do verbo, deverá ser dada preferência à próclise.
( ) Descrição é a modalidade de texto que se relaciona com objetos do mundo real, o objetivo do autor é contar um fato, relatar acontecimentos reais ou imaginários.
( ) Algumas modalidades da narração: romance, crônica, conto, fábula, anedota, lenda, parábola.
( ) No texto narrativo, não se pode deixar de lado a análise do aspecto temporal: os acontecimentos se sucedem na linha cronológica, existindo, portanto, uma relação de anterioridade e posterioridade, que acabam por compor uma história que nos é contada por um narrador.
( ) As ações são relatadas numa narrativa obedecendo à seguinte ordenação: introdução, desenvolvimento e conclusão.
( ) O Naturalismo é uma corrente estética filiada aos princípios filosóficos do Positivismo e do Determinismo que consideravam o mundo regido por leis naturais e o homem condicionado pela raça, pelo meio social e pelo momento-histórico. As personagens da obra são condicionadas por diversos fatores, mas o que predomina é a pressão social. O narrador tem uma atitude crítica, satirizando o conservadorismo dos maranhenses, os pontos mais atacados são o preconceito racial e a influência prepotente do clero.
( ) Os costumes sociais na obra, ocupam lugar importante, não apenas no sentido de crítica, mas também como retrato de uma cidade: São Luís do Maranhão.
( ) Ao lado dos traços naturalistas, outros, nitidamente românticos se deparam ao leitor: a concepção do amor que Ana Rosa herda da mãe; o obstáculo que impede a união dos jovens namorados; a correspondência clandestina que eles mantêm; o projeto de fuga, malogrado por interferência do Cônego Diogo.
( ) Apesar de alguns toques românticos na obra, é a visão naturalista do mundo que prevalece: não é o amor, mas a pressão social que vence; não é a Ana Rosa sonhadora, mas uma pacata senhora, (mamãe), que o leitor encontra nas páginas finais.
( ) Ao longo de todo o livro, Raimundo revela conhecimentos científicos; na viagem com o tio, pouco antes do final do capítulo X, o rapaz expõe sua filosofia de vida, verdadeiro postulado naturalista.
I- Os servidores poderão trabalhar em regime especial de trabalho, plantão diurno ou noturno, em atendimento à natureza e necessidade do serviço, redefinindo sua jornada, observando o limite máximo de 44 horas semanais.
II- A ampliação da jornada de trabalho será remunerada ordinariamente como jornada complementar, cujo valor hora corresponde ao vencimento base do servidor sem qualquer acréscimo e será considerado vencimento para todos os fins.
III- Os titulares de cargo de médico, médico plantonista, cirurgião dentista ou cirurgião buco maxilo facial, auxiliar em saúde bucal, Técnico em Prótese Odontológica e Técnico em Saúde Bucal podem prestar serviços em plantões fora de sua jornada, em regime de substituição.
A inspeção médica deverá apontar, exceto:
I- Aonde você vai?
II- Onde você mora?
III- Mantenha-me a par de tudo o que acontecer.
IV- As moedas fortes mantêm o câmbio praticamente ao par.
( ) O episódio é relatado na 3ª pessoa verbal. É o narrador quem conta os fatos, tanto do presente, como do passado. Ele conhece e domina todos os acontecimentos e todos os pensamentos das personagens. Trata-se de um narrador onisciente.
( ) O romance O Mulato, relata um caso de amor em que as convenções sociais, o preconceito, o conservadorismo vencem o sentimento, (amor), das personagens.
( ) Entre o Bem e o Mal, o último é vitorioso no romance.
( ) O vilão, o mau Cônego Diogo, elimina o mocinho, que é desprezado por todos, enquanto que o vilão é admirado e respeitado.
( ) A mocinha se casa com o cúmplice do vilão. As constatações mostram que as personagens não podem escolher seu próprio destino, pois ele é decidido por fatores alheios à sua vontade. As vidas humanas são joguetes do meio, dos instintos, da época, fato que caracteriza O Mulato como um romance romântico.
( ) Texto injuntivo: expõe o que se sabe, sem opinar.
( ) Texto opinativo, também chamado de argumentativo: há a colocação da opinião do autor.
( ) Texto polêmico: neste texto aparecem, ao menos, dois pontos de vista sobre um assunto.
( ) Texto informativo: informar, veicular conhecimento que o leitor desconhece. É mais específico do que expositivo, tem por marcas linguísticas frequentes a clareza e a precisão, procura meios de atrair a atenção do leitor para o que é veiculado, traz implícita a ideia de que o conteúdo do texto é de interesse dos leitores.
Como ensinar. (Rubem Alves).
Se eu fosse ensinar a uma criança a arte da jardinagem, não começaria com as lições das pás, enxadas e tesouras de podar. Eu a levaria a passear por parques e jardins, mostraria flores e árvores, falaria sobre suas maravilhosas simetrias e perfumes; a levaria a uma livraria para que ela visse, nos livros de arte, jardins de outras partes do mundo. Aí, seduzida pela beleza dos jardins, ela me pediria para ensinar-lhe as lições das pás, enxadas e tesouras de podar.
Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música, não começaria com partituras, notas e pautas. Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe falaria sobre os instrumentos que fazem a música. Aí, encantada com a beleza da música, ela mesma me pediria que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas sobre cinco linhas. Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas ferramentas para a produção da beleza musical. A experiência da beleza tem de vir antes.
Se fosse ensinar a uma criança a arte da leitura, não começaria com as letras e as sílabas. Simplesmente leria as estórias mais fascinantes que a fariam entrar no mundo encantado da fantasia. Aí então, com inveja dos meus poderes mágicos, ela desejaria que eu lhe ensinasse o segredo que transforma letras e sílabas em estórias.
É muito simples. O mundo de cada pessoa é muito pequeno. Os livros são a porta para um mundo grande. Pela leitura vivemos experiências que não foram nossas e então elas passam a ser nossas. Lemos a estória de um grande amor e experimentamos as alegrias e dores de um grande amor. Lemos estórias de batalhas e nos tornamos guerreiros de espada na mão, sem os perigos das batalhas de verdade. Viajamos para o passado e nos tornamos contemporâneos dos dinossauros. Viajamos para o futuro e nos transportamos para mundos que não existem ainda.
Lemos as biografias de pessoas extraordinárias que lutaram por causas bonitas e nos tornamos seus companheiros de lutas. Lendo, fazemos turismo sem sair do lugar. E isso é muito bom.
Como ensinar. (Rubem Alves).
Se eu fosse ensinar a uma criança a arte da jardinagem, não começaria com as lições das pás, enxadas e tesouras de podar. Eu a levaria a passear por parques e jardins, mostraria flores e árvores, falaria sobre suas maravilhosas simetrias e perfumes; a levaria a uma livraria para que ela visse, nos livros de arte, jardins de outras partes do mundo. Aí, seduzida pela beleza dos jardins, ela me pediria para ensinar-lhe as lições das pás, enxadas e tesouras de podar.
Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música, não começaria com partituras, notas e pautas. Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe falaria sobre os instrumentos que fazem a música. Aí, encantada com a beleza da música, ela mesma me pediria que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas sobre cinco linhas. Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas ferramentas para a produção da beleza musical. A experiência da beleza tem de vir antes.
Se fosse ensinar a uma criança a arte da leitura, não começaria com as letras e as sílabas. Simplesmente leria as estórias mais fascinantes que a fariam entrar no mundo encantado da fantasia. Aí então, com inveja dos meus poderes mágicos, ela desejaria que eu lhe ensinasse o segredo que transforma letras e sílabas em estórias.
É muito simples. O mundo de cada pessoa é muito pequeno. Os livros são a porta para um mundo grande. Pela leitura vivemos experiências que não foram nossas e então elas passam a ser nossas. Lemos a estória de um grande amor e experimentamos as alegrias e dores de um grande amor. Lemos estórias de batalhas e nos tornamos guerreiros de espada na mão, sem os perigos das batalhas de verdade. Viajamos para o passado e nos tornamos contemporâneos dos dinossauros. Viajamos para o futuro e nos transportamos para mundos que não existem ainda.
Lemos as biografias de pessoas extraordinárias que lutaram por causas bonitas e nos tornamos seus companheiros de lutas. Lendo, fazemos turismo sem sair do lugar. E isso é muito bom.