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Q4094375 Português
“Um amigo é aquele que nos faz fazer aquilo que podemos fazer.” (Ralph W. Emerson)

Em relação à estrutura do período acima, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4094374 Português
Assinale a alternativa em que a forma proposta entre parênteses substitui adequadamente o verbo destacado na frase, de acordo com as normas de concordância.
Alternativas
Q4094373 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Um apólogo


    Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:

    — Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma coisa neste mundo?

    — Deixe-me, senhora.

    — Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável? Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.

    — Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.

    — Mas você é orgulhosa.

    — Decerto que sou.

    — Mas por quê?

    — É boa! Porque coso. Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?

    — Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu, e muito eu?

    — Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...

    — Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás, obedecendo ao que eu faço e mando...

    — Também os batedores vão adiante do imperador.

    — Você é imperador?

    — Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto... (...)

     Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E quando compunha o vestido da bela dama, e puxava a um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha, para mofar da agulha, perguntou-lhe:

     — Ora agora, diga-me quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá. (...)


ASSIS, Machado de. Um apólogo. Contos consagrados. Disponível em <https://www.biblio.com.br/conteudo/MachadodeAssis/umapologo.htm>.
Assinale a alternativa em que a expressão destacada no trecho do texto não possui nenhuma outra função a não ser a de realçar o sentido de uma parte da sentença.
Alternativas
Q4094372 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Um apólogo


    Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:

    — Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma coisa neste mundo?

    — Deixe-me, senhora.

    — Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável? Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.

    — Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.

    — Mas você é orgulhosa.

    — Decerto que sou.

    — Mas por quê?

    — É boa! Porque coso. Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?

    — Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu, e muito eu?

    — Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...

    — Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás, obedecendo ao que eu faço e mando...

    — Também os batedores vão adiante do imperador.

    — Você é imperador?

    — Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto... (...)

     Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E quando compunha o vestido da bela dama, e puxava a um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha, para mofar da agulha, perguntou-lhe:

     — Ora agora, diga-me quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá. (...)


ASSIS, Machado de. Um apólogo. Contos consagrados. Disponível em <https://www.biblio.com.br/conteudo/MachadodeAssis/umapologo.htm>.
No texto “Um apólogo”, a atribuição de características humanas a personagens originalmente inanimados corresponde à seguinte figura de linguagem: 
Alternativas
Q4094371 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Um apólogo


    Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:

    — Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma coisa neste mundo?

    — Deixe-me, senhora.

    — Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável? Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.

    — Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.

    — Mas você é orgulhosa.

    — Decerto que sou.

    — Mas por quê?

    — É boa! Porque coso. Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?

    — Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu, e muito eu?

    — Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...

    — Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás, obedecendo ao que eu faço e mando...

    — Também os batedores vão adiante do imperador.

    — Você é imperador?

    — Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto... (...)

     Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E quando compunha o vestido da bela dama, e puxava a um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha, para mofar da agulha, perguntou-lhe:

     — Ora agora, diga-me quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá. (...)


ASSIS, Machado de. Um apólogo. Contos consagrados. Disponível em <https://www.biblio.com.br/conteudo/MachadodeAssis/umapologo.htm>.
Assinale a alternativa cujas características se aplicam corretamente ao texto “Um apólogo”.
Alternativas
Q4066072 Pedagogia
O estudo de caso é uma metodologia fundamental para o planejamento do Atendimento Educacional Especializado (AEE), pois permite a produção, sistematização e registro de informações sobre estudantes, suas estratégias de aprendizagem e necessidades educacionais. Nesse sentido, ele constitui a etapa inicial para identificar, analisar e planejar as intervenções pedagógicas necessárias, respeitando a diversidade de alunos na perspectiva inclusiva. Considerando esse contexto, assinale a alternativa CORRETA sobre as etapas e objetivos do estudo de caso no AEE.
Alternativas
Q4066071 Pedagogia
As tecnologias assistivas têm ampliado as possibilidades de autonomia, comunicação e participação de estudantes com diferentes tipos de deficiência. Considerando as necessidades educacionais de alunos com deficiência física (DF) e deficiência visual (DV), analise as alternativas a seguir e identifique aquela que representa, de forma correta, o papel e o uso pedagógico da Tecnologia Assistiva no contexto inclusivo.
Alternativas
Q4066070 Pedagogia
A deficiência motora pode afetar o desempenho escolar em função de limitações físicas, mas não necessariamente compromete as funções cognitivas. Em geral, crianças com deficiência física podem se beneficiar de pequenas adaptações no ambiente escolar, materiais e equipamentos. A aprendizagem se dá de modo semelhante à das demais crianças, desde que o contexto educacional proporcione acessibilidade, flexibilidade curricular e respeito ao ritmo individual. Com base nessas informações, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4066069 Pedagogia
A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva se concretiza por meio da legislação que regulamenta o Atendimento Educacional Especializado (AEE), conforme o Decreto n° 12.686/2025. Esse atendimento é definido como um serviço pedagógico de caráter:
Alternativas
Q4066067 Pedagogia
O conceito de necessidades educacionais especiais no contexto brasileiro propõe uma mudança de foco: deixa de se concentrar exclusivamente nas dificuldades do aluno e passa a considerar o que a escola pode oferecer para atender à diversidade de forma inclusiva. Com base nesse entendimento, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4066066 Pedagogia
O aluno com altas habilidades/superdotação apresenta características cognitivas e socioemocionais específicas que influenciam diretamente seu processo de aprendizagem. Ele tende a demonstrar curiosidade intensa, rapidez na compreensão de conteúdos, pensamento criativo e crítico, além de grande envolvimento em atividades de seu interesse. No entanto, pode também apresentar vulnerabilidades, como perfeccionismo, sensibilidade acentuada, dificuldade de adaptação a rotinas escolares pouco desafiadoras e frustração diante da falta de estímulos. Considerando essas particularidades, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4066065 Pedagogia
Comparada às deficiências motoras, sensoriais e de comunicação, a deficiência intelectual encontra-se em situação peculiar, tanto devido à invisibilidade inerente ao indivíduo não sindrômico, como pelas representações sociais dominantes que, ao atribuírem à pessoa com deficiência intelectual uma cognição infantil, contribuem para excluí-la do direito a uma vida adulta autônoma e cidadã.
Fonte: SOARES; GÓES (2018).

Com base nas contribuições da perspectiva histórico-cultural para o estudo da deficiência intelectual, julgue os itens a seguir como Verdadeiros (V) ou Falsos (F):

(__)Hoje, a compreensão da deficiência demanda conhecimentos sobre a construção histórico-cultural dos conceitos, das concepções vigentes e dos critérios científicos para a sua identificação. Exige, ainda, reconhecer como as pessoas com deficiência constroem noções sobre si mesmas e narram suas experiências em contextos dialógicos.
(__)O reconhecimento do sujeito com deficiência como agente em sua própria trajetória e como sujeito cuja conduta é mediada pelas condições históricas e socioculturais concretas não é relevante para a compreensão da deficiência intelectual.
(__)A categoria deficiência intelectual constituiu-se ao longo da história em meio a diferentes definições e significações dualistas, que foram sendo substituídas ou reforçadas pelas seguintes, sem que se superassem as representações negativas e estigmatizantes, apoiadas em abordagens normativas do desenvolvimento humano.
(__)A deficiência intelectual deve ser compreendida apenas como impossibilidade de desenvolvimento cognitivo, já que a limitação intelectual é uma condição fixa e imutável do indivíduo.

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA de cima para baixo.
Alternativas
Q4066064 Pedagogia
Alunos com altas habilidades ou superdotação apresentam características cognitivas, socioemocionais e comportamentais que os diferenciam de seus pares, como rapidez na aprendizagem, curiosidade intensa, pensamento original, senso de justiça aguçado, sensibilidade elevada e tendência ao perfeccionismo. Essas particularidades exigem do professor práticas pedagógicas que respeitem o ritmo, o estilo de aprendizagem e os interesses desses alunos. Com base nessas informações, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4066063 Português
A deficiência intelectual (DI) é um transtorno do neurodesenvolvimento que, em geral, se manifesta antes da criança iniciar suas atividades escolares. A pessoa com DI apresenta déficits nas funções intelectuais e adaptativas, ou seja, enfrenta dificuldades no raciocínio, no pensamento abstrato, na aprendizagem acadêmica, na resolução de problemas, no julgamento, no planejamento, na aprendizagem por experiência e em relação à independência pessoal e à responsabilidade social. Esses déficits podem afetar, na maioria das vezes, a vida independente, a comunicação e a participação social. A DI é classificada quanto à gravidade em quatro níveis: leve, moderada, grave e profunda. Um dos métodos de alfabetização e prática da leitura e escrita é aquele que utiliza o (X), cujo objetivo principal é enfatizar a relação entre sons e letras. Nesse método, inicialmente, ensina-se a forma e o som das vogais e, posteriormente, das consoantes, seguindo um grau de dificuldade crescente. Dessa forma, o estudante é estimulado a combinar fonemas, compreendendo que, assim, é possível formar sílabas e palavras.

Fonte: MUNHOZ, Juliana de Souza Borges; DIAS, Carmen Lúcia; DOS SANTOS, Daniela Ferreira. A leitura e a escrita na deficiência intelectual: experiências que favoreceram o processo de alfabetização. In: Colloquium Humanarum. ISSN: 1809-8207. 2022. p. 66-85.

Assinale a alternativa que substitui corretamente o (X) do texto.
Alternativas
Q4066062 Libras
A Língua Brasileira de Sinais (Libras) foi oficialmente reconhecida como língua no Brasil em 24 de abril de 2002, por meio da Lei nº 10.436, regulamentada posteriormente pelo Decreto nº 5.626/2005. O artigo 2º desse Decreto define a pessoa surda como "aquela que, a partir da perda auditiva, compreende e interage com o mundo por meio de experiências visuais, manifestando sua cultura principalmente pelo uso da língua de sinais". Com base nesses dispositivos legais, a Libras passou a ser compreendida como a língua materna dos indivíduos com algum grau de perda auditiva, constituindo-se como seu principal canal de comunicação com o mundo.


BRASIL, 2005 apud DE MELLO, Cassiane Ribeiro; ORZECHOSKI, Tâmaris Tainá Schuh; GRAFF, Patrícia. Inclusão de Surdos no Ensino Comum: uma Análise a Partir de Pesquisas Acadêmicas e das Políticas Educacionais. Revista de Ensino, Educação e Ciências Humanas, v. 24, n. 1, p. 106-114, 2023.
Considerando a Libras como a língua materna (L1) dos surdos e a Língua Portuguesa escrita como segunda língua (L2), assinale a alternativa que melhor expressa o papel da Libras no processo de escolarização dos alunos surdos:
Alternativas
Q4066061 Libras
A Língua Brasileira de Sinais (Libras) foi oficialmente reconhecida como língua no Brasil em 24 de abril de 2002, por meio da Lei nº 10.436, regulamentada posteriormente pelo Decreto nº 5.626/2005. O artigo 2º desse Decreto define a pessoa surda como "aquela que, a partir da perda auditiva, compreende e interage com o mundo por meio de experiências visuais, manifestando sua cultura principalmente pelo uso da língua de sinais". Com base nesses dispositivos legais, a Libras passou a ser compreendida como a língua materna dos indivíduos com algum grau de perda auditiva, constituindo-se como seu principal canal de comunicação com o mundo.


BRASIL, 2005 apud DE MELLO, Cassiane Ribeiro; ORZECHOSKI, Tâmaris Tainá Schuh; GRAFF, Patrícia. Inclusão de Surdos no Ensino Comum: uma Análise a Partir de Pesquisas Acadêmicas e das Políticas Educacionais. Revista de Ensino, Educação e Ciências Humanas, v. 24, n. 1, p. 106-114, 2023.
Considerando que alunos surdos não adquirem a língua oral da mesma forma que alunos ouvintes e que necessitam de recursos especializados para compensar a perda auditiva, assinale a alternativa que apresenta a abordagem mais adequada para promover a inclusão escolar efetiva desses alunos na escola comum:
Alternativas
Q4036841 Pedagogia
A efetivação da educação inclusiva exige que a escola adote práticas que assegurem o acesso, a participação e a aprendizagem de todos os estudantes, rompendo com barreiras físicas, pedagógicas e atitudinais. Considerando esse princípio, analise os itens a seguir:
I.A inclusão pressupõe garantir a presença do estudante na escola, assegurando seu acesso a ambientes de convivência e aprendizagem.
II.A participação efetiva do estudante nas atividades escolares depende do oferecimento de condições de acessibilidade, bem como das adaptações curriculares necessárias.
III.A aprendizagem do estudante deve ser compreendida como responsabilidade primordial e básica do atendimento educacional especializado, não cabendo à escola regular interferências pedagógicas no processo.
É CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q4036840 Pedagogia
No contexto escolar, o atendimento a estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) requer ações planejadas que considerem suas necessidades específicas de comunicação, interação social e processamento sensorial. Para favorecer o desenvolvimento psicoeducativo desses alunos, diversas recomendações têm sido apontadas como essenciais para orientar o trabalho docente e a organização da rotina escolar. Considerando tais recomendações, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4036839 Pedagogia
O ensino colaborativo possibilita intervenções pedagógicas diversificadas que favorecem a participação do aluno com deficiência intelectual. No contexto da sala de aula, tais ações incluem observação e avaliação contínuas, apoio individualizado, clarificação das tarefas, ilustração com exemplos e estratégias de sensibilização da turma. Com base nesses fundamentos, assinale a alternativa que melhor representa uma ação característica do ensino colaborativo na sala de aula voltada à inclusão do aluno com deficiência intelectual.
Alternativas
Q4036838 Pedagogia
Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) introduziram a expressão necessidades educacionais especiais para abranger situações em que crianças e jovens apresentam demandas específicas no processo de aprendizagem. De acordo com os PCNs, a expressão necessidades educacionais especiais pode ser utilizada para referir-se: 
Alternativas
Respostas
1201: A
1202: E
1203: D
1204: B
1205: C
1206: A
1207: B
1208: D
1209: A
1210: D
1211: A
1212: B
1213: A
1214: C
1215: A
1216: D
1217: D
1218: D
1219: B
1220: B