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Q3823697 Pedagogia
Em uma unidade escolar, o Orientador Educacional (OE) e o Coordenador Pedagógico (CP) atuam de forma articulada. O sucesso do trabalho interdisciplinar depende da clareza sobre as atribuições específicas de cada profissional. Analise as afirmativas a seguir sobre a atuação do OE em relação ao CP e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)O Orientador Educacional deve atuar como a principal ponte entre o estudante (contexto sociofamiliar, projeto de vida) e as decisões pedagógicas da escola, informando o CP e os professores para que a intervenção em sala de aula seja mais contextualizada.
(__)O planejamento das ações de Orientação Educacional deve ser realizado de forma isolada e confidencial pelo OE, sendo apresentado à Direção e ao Coordenador Pedagógico apenas para ciência e aprovação final. 
(__)Em um cenário de alto índice de evasão e desinteresse, a atuação do OE restringe-se ao encaminhamento dos estudantes mais problemáticos para a Rede de Apoio Externa, uma vez que a solução de problemas de cunho didático-pedagógico é atribuição exclusiva do Coordenador Pedagógico.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3823696 Pedagogia
Durante um atendimento individual, um Orientador Educacional (OE) recebe de um estudante do Ensino Fundamental informações que configuram suspeita de negligência familiar grave e risco à sua integridade física e psicológica. O estudante, no entanto, solicita veementemente que o OE mantenha sigilo absoluto sobre o relato. Com base na ética profissional do Orientador Educacional e nas disposições do Estatuto da Criança e do Adolescente, a conduta prioritária e legalmente correta do OE nessa situação é: 
Alternativas
Q3823695 Pedagogia
A Orientação Educacional (OE) tem um papel central na promoção da saúde mental e do desenvolvimento humano na escola, atuando primariamente na perspectiva pedagógica, preventiva e de articulação de redes. No entanto, a OE não possui competência para realizar diagnóstico ou tratamento clínico. 

Considere que o Orientador Educacional identificou um estudante com sinais persistentes de sofrimento psíquico grave, manifestando um episódio de automutilação. Nesse cenário de risco iminente, analise as afirmativas a seguir, de maior prioridade para a atuação do Orientador Educacional, respeitando seus limites de competência e a legislação vigente: 

I.Providenciar o acolhimento imediato do estudante e garantir a notificação à Rede de Saúde (para avaliação clínica) e ao Conselho Tutelar, articulando o apoio da família e da equipe escolar.
II.Realizar sessões intensivas de aconselhamento pedagógico individual com o estudante para promover a escuta e tentar resolver a crise, evitando a exposição da situação à equipe ou família.
III.Focar na intervenção de cunho estritamente pedagógico, planejando oficinas sobre bullying e cyberbullying para toda a turma, pois a prevenção coletiva é o único papel da OE em saúde mental.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3803859 Pedagogia
Na atuação do orientador educacional, o currículo assume papel central quando é compreendido como: 
Alternativas
Q3803858 Pedagogia
A gestão participativa na escola implica repensar a divisão do trabalho escolar, de modo que o orientador educacional atue como:
Alternativas
Q3803857 Pedagogia
A descentralização dos sistemas de ensino se articula ao princípio da autonomia da escola básica quando esta: 
Alternativas
Q3803856 Pedagogia
No âmbito da gestão democrática, a organização administrativa e pedagógica da escola se fortalece quando: 
Alternativas
Q3803684 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil no Brasil

        As desigualdades socioeconômicas repercutem também no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação do estudo inédito. O desafio da equidade no acesso à educação infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

        O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10 milhões de crianças de baixa renda na primeira infância, inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.

        A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).

        “Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está falando de a creche ser um espaço de aprendizagem, desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”, avaliou.

        A desigualdade de acesso à educação infantil pelas famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%) e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%) apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de 30% para a população do CadÚnico.

        De acordo com o estudo, as diferenças são notadas também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.

        O estudo revela que os municípios menores e com menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que reforça a importância de políticas públicas que apoiem os territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país. Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas, quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo, lembrando sempre que a educação básica é um direito da criança. Fonte:

https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025- 12/desigualdades-sociais-dificulta-acesso-educacao-infantil-no-brasil (adaptado).
No texto, aparece a forma “MEC” para designar um órgão da administração pública federal. Esse tipo de formação lexical é característico de um processo específico da língua portuguesa, utilizado para condensar nomes extensos em unidades gráficas autônomas. Do ponto de vista linguístico, a forma “MEC” enquadra-se corretamente como:
Alternativas
Q3803683 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil no Brasil

        As desigualdades socioeconômicas repercutem também no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação do estudo inédito. O desafio da equidade no acesso à educação infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

        O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10 milhões de crianças de baixa renda na primeira infância, inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.

        A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).

        “Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está falando de a creche ser um espaço de aprendizagem, desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”, avaliou.

        A desigualdade de acesso à educação infantil pelas famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%) e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%) apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de 30% para a população do CadÚnico.

        De acordo com o estudo, as diferenças são notadas também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.

        O estudo revela que os municípios menores e com menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que reforça a importância de políticas públicas que apoiem os territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país. Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas, quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo, lembrando sempre que a educação básica é um direito da criança. Fonte:

https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025- 12/desigualdades-sociais-dificulta-acesso-educacao-infantil-no-brasil (adaptado).
No trecho “defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa”, a palavra “sobretudo”, nesse contexto, classifica-se gramaticalmente como: 
Alternativas
Q3803682 Pedagogia
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil no Brasil

        As desigualdades socioeconômicas repercutem também no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação do estudo inédito. O desafio da equidade no acesso à educação infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

        O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10 milhões de crianças de baixa renda na primeira infância, inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.

        A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).

        “Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está falando de a creche ser um espaço de aprendizagem, desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”, avaliou.

        A desigualdade de acesso à educação infantil pelas famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%) e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%) apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de 30% para a população do CadÚnico.

        De acordo com o estudo, as diferenças são notadas também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.

        O estudo revela que os municípios menores e com menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que reforça a importância de políticas públicas que apoiem os territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país. Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas, quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo, lembrando sempre que a educação básica é um direito da criança. Fonte:

https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025- 12/desigualdades-sociais-dificulta-acesso-educacao-infantil-no-brasil (adaptado).
O texto destaca a importância da educação infantil, especialmente da creche, para o desenvolvimento das crianças em situação de vulnerabilidade social. A partir dessa abordagem, identifique a alternativa que melhor sintetiza o papel atribuído à creche no contexto apresentado. 
Alternativas
Q3803681 Pedagogia
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil no Brasil

        As desigualdades socioeconômicas repercutem também no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação do estudo inédito. O desafio da equidade no acesso à educação infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

        O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10 milhões de crianças de baixa renda na primeira infância, inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.

        A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).

        “Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está falando de a creche ser um espaço de aprendizagem, desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”, avaliou.

        A desigualdade de acesso à educação infantil pelas famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%) e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%) apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de 30% para a população do CadÚnico.

        De acordo com o estudo, as diferenças são notadas também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.

        O estudo revela que os municípios menores e com menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que reforça a importância de políticas públicas que apoiem os territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país. Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas, quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo, lembrando sempre que a educação básica é um direito da criança. Fonte:

https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025- 12/desigualdades-sociais-dificulta-acesso-educacao-infantil-no-brasil (adaptado).
Ao analisar os dados apresentados no texto, observa-se que o acesso à educação infantil no Brasil é profundamente influenciado por fatores socioeconômicos e regionais. Considerando essa perspectiva, assinale a alternativa que expressa corretamente a relação entre desigualdade social e acesso à educação infantil discutida no texto. 
Alternativas
Q3803680 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil no Brasil

        As desigualdades socioeconômicas repercutem também no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação do estudo inédito. O desafio da equidade no acesso à educação infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

        O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10 milhões de crianças de baixa renda na primeira infância, inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.

        A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).

        “Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está falando de a creche ser um espaço de aprendizagem, desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”, avaliou.

        A desigualdade de acesso à educação infantil pelas famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%) e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%) apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de 30% para a população do CadÚnico.

        De acordo com o estudo, as diferenças são notadas também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.

        O estudo revela que os municípios menores e com menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que reforça a importância de políticas públicas que apoiem os territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país. Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas, quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo, lembrando sempre que a educação básica é um direito da criança. Fonte:

https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025- 12/desigualdades-sociais-dificulta-acesso-educacao-infantil-no-brasil (adaptado).
Com relação ao número de fonemas e dígrafos de palavras do texto, é INCORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3795132 Pedagogia
Luckesi (2013) defende que avaliar é um ato ético e amoroso, que deve envolver acolhimento, respeito e compromisso com o crescimento do estudante. Sobre essa perspectiva, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3795131 Pedagogia
Rangel (2015) afirma que o trabalho do orientador está atravessado por uma dimensão ética. Assim, suas ações devem ser ________, desenvolvidas por uma postura ________, sustentadas por relações ________ e orientadas para práticas que promovam o(a) ______________.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Alternativas
Q3795130 Pedagogia
Vygotsky (2007) enfatiza a relação entre o desenvolvimento social e processos psicológicos superiores. Sobre subjetividade e aprendizagem, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) A subjetividade do aluno é formada exclusivamente por fatores internos, sem relação com o contexto social.
( ) A interação social é fundamental para o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores.
( ) O ensino deve antecipar o desenvolvimento do aluno, oferecendo desafios dentro da zona de desenvolvimento proximal.
( ) A aprendizagem mecânica, sem mediação social, pouco contribui para formação da subjetividade.
( ) O papel do educador é apenas transmitir conteúdos, sem necessidade de mediação ativa.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo é: 
Alternativas
Q3795129 Pedagogia
O planejamento em Orientação Educacional, segundo Lück (2014), constitui um processo intencional que organiza a ação pedagógica e orienta de forma articulada com a realidade escolar. Sobre esse processo, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3795128 Psicologia
Para Outeiral (1994), durante o período da adolescência ocorrem diversas mudanças que influenciam corpo, emoções e vínculos. Nesse contexto, a vivência da sexualidade na adolescência pode ser compreendida como um(a): 
Alternativas
Q3795127 Pedagogia
Segundo Durkheim (2014) a escola é um reflexo da sociedade, organizando a vida coletiva, influenciando e orientando o comportamento dos alunos. Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os conceitos durkheimianos com as situações apresentadas.

Coluna 1

1. Fato social. 2. Anomia. 3. Solidariedade.

Coluna 2

( ) Normas escolares, horários e códigos de conduta que orientam o comportamento coletivo.
( ) Situação em que os estudantes ficam desmotivados e confusos devido à ausência ou fragilidade das normas.
( ) Projetos coletivos, atividades de integração e cooperação que fortalecem o senso de pertencimento.
( ) Regras e valores compartilhados que mantêm a disciplina e a previsibilidade nas relações entre alunos e professores.
( ) Desorganização ou conflitos entre alunos por falta de referência normativa ou moral clara.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q3795125 Pedagogia
 Em relação à atuação do orientador educacional frente ao contexto da violência escolar, Elias (2011) apresenta abordagens de ações interventivas e preventivas. Sobre o tema, analise as assertivas abaixo:

I. A formação continuada é vista como essencial para que o orientador compreenda a complexidade da violência e atue de forma qualificada.
II. A violência escolar deve ser tratada como problema exclusivo da escola, sem necessidade de integração com políticas públicas amplas.
III. O enfrentamento da violência escolar pode ser conduzido por medidas disciplinares punitivas, pois estas são suficientes para modificar comportamentos e modificar o clima escolar.
IV. O orientador educacional deve atuar como mediador nas relações escolares, contribuindo para resolução dialogada dos conflitos.
V. A atuação do orientador educacional deve incluir ações preventivas, como o fortalecimento do diálogo, a escuta qualificada e a construção de práticas que promovam a convivência democrática na escola.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3795124 Pedagogia
De acordo com Middleton-Moz e Zawadski (2007), qual dos seguintes comportamentos pode indicar que um aluno está sofrendo bullying?
Alternativas
Respostas
361: C
362: B
363: B
364: A
365: D
366: D
367: C
368: A
369: B
370: B
371: D
372: A
373: E
374: B
375: A
376: C
377: C
378: A
379: C
380: A