Questões de Concurso Comentadas para professor de ensino fundamental

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Q3659913 Português
Crônica: o café que nos une.

O que nos distancia e nos faz ignorar que somos uma só espécie? Como aceitamos abismos sociais tão cruéis? Por que alguns tanto têm e outros têm tão pouco?

Com essas perguntas rondando meus pensamentos saí da padaria onde tomei o café da manhã e rumei ao trabalho. A razão desses questionamentos foi um jovem adolescente na mesa ao lado da minha durante o desjejum. Ainda que estivesse bem arrumado, cabelo penteado, pelas roupas um tanto quanto velhas e desajustadas, talvez de segunda mão e ganhas de alguém, podia se perceber que era um rapaz economicamente vulnerável, humilde.

Ele tinha na mesa uma xícara de café, como eu, e um pão d’água provavelmente recheado de presunto e queijo, não como eu com minha salada de frutas, suco e um sanduíche de pão ciabatta. Mas o que despertou a atenção sobre aquela quase criança foi que, enquanto alguns na padaria conversavam em suas mesas, todos os demais aproveitavam para mexer no celular, menos ele. Eu fazia parte dos que mexia. Usava aquele momento para me atualizar nas notícias locais e nacionais pelos sites a dedo escolhidos. Enquanto isso, o rapaz comia o pão e tomava o café, olhando para a mesa à sua frente e para o vazio da parede adiante.

Ele estava constrangido, parecia não sentir pertencer àquele lugar. E infelizmente o lugar não parecia se importar com ele. Por que afinal ele não fazia como todos e apanhava seu celular e começava a dedilhar nele, mandando mensagens de whatsapp, postando fotos no facebook? Concluí que ele não tinha um celular. Sua situação de pobreza não devia permitir esse prazer. E isso o incomodava. 

Diferente do que se pode esperar de adultos, conscientes de seu lugar no mundo e seguros o suficiente para sentarem-se sozinhos à mesa de qualquer lugar e desfrutar o momento independentemente de um aparelho tecnológico nas mãos, os adolescentes não possuem ainda segurança, autoestima consolidadas e mais do que os outros buscam aceitação, mesmo que tentando ser diferentes.

Para aquele rapaz o fato de não ter com o que se ater além da comida, num mundo onde as redes tecnológicas estão presentes nos quatro cantos, o fato de estar claro a todos que não tinha um celular, isso o incomodava, constrangia. E acabou por também me constranger. Dia desses li um texto do grande jurista e amigo Salah H. Khaled Jr, intitulado “Justiça, liberdade e meritocracia: o que é fazer a coisa certa?”. Em uma brilhante passagem, ele afirma que:

“Temos que assumir a responsabilidade sobre a forma com que as pessoas vivem. Não é uma força da natureza que produz miséria, fome e exclusão. Não é uma catástrofe que nega a expansão da cidadania. Somos nós. São as decisões que nós tomamos como sociedade, sobre como escolhemos lidar com a falta de oportunidade. Podemos simplesmente fingir que não existe desigualdade, especialmente quando as condições operam a nosso favor.”

Toda razão ao Salah. Que mundo difícil esse que cria consumidores e não cidadãos. Que mundo injusto esse que admite tantas pessoas vivendo em condições desiguais e sem oportunidades. Eu tive oportunidades. Não precisei dar saltos triplos para superar a linha da miséria e agarrar com todas as forças, muitas vezes sem resultados, oportunidades singulares, garimpadas em uma selva de pedras. Eu tive pessoas que me incentivaram, que me auxiliaram e me sustentaram em meu crescimento e em minha educação, que não me deixaram desistir de meus sonhos (ainda não deixam). 

Essas oportunidades me chegaram gratuitamente, por sorte, porque nasci do lado de cá da linha que separa o mundo de quem tem alguma condição social e econômica boa, que tem uma família que educa, protege e ama [...]. Não sei quando alcançaremos uma sociedade livre, justa e solidária, como prevê a Constituição Federal.

Não sei quando conseguiremos erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais, como prevê a Constituição Federal. Não sei quando concretizaremos o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação, como prevê a Constituição Federal. O que sei é que estamos longe desse mundo idealizado pelo Constituinte de 1988. E precisamos acreditar que ele é possível, que é importante por ele trabalhar todos os dias de nossas vidas.

Naquele momento, ali na padaria ao lado daquele jovem, o que eu pude fazer foi guardar meu celular no bolso e, sem mais, tomar meu café olhando para a mesa à minha frente e para o vazio da parede adiante.

João Marcos Buch - Juiz de Direito da Vara de Execuções Penais/ Corregedor do Sistema Prisional da Comarca de Joinville/escritor.
https://www.jusbrasil.com.br

“Como aceitamos abismos sociais tão cruéis?” 1º§


A palavra em destaque tem seu sentido alterado em: 

Alternativas
Q3659912 Português
Crônica: o café que nos une.

O que nos distancia e nos faz ignorar que somos uma só espécie? Como aceitamos abismos sociais tão cruéis? Por que alguns tanto têm e outros têm tão pouco?

Com essas perguntas rondando meus pensamentos saí da padaria onde tomei o café da manhã e rumei ao trabalho. A razão desses questionamentos foi um jovem adolescente na mesa ao lado da minha durante o desjejum. Ainda que estivesse bem arrumado, cabelo penteado, pelas roupas um tanto quanto velhas e desajustadas, talvez de segunda mão e ganhas de alguém, podia se perceber que era um rapaz economicamente vulnerável, humilde.

Ele tinha na mesa uma xícara de café, como eu, e um pão d’água provavelmente recheado de presunto e queijo, não como eu com minha salada de frutas, suco e um sanduíche de pão ciabatta. Mas o que despertou a atenção sobre aquela quase criança foi que, enquanto alguns na padaria conversavam em suas mesas, todos os demais aproveitavam para mexer no celular, menos ele. Eu fazia parte dos que mexia. Usava aquele momento para me atualizar nas notícias locais e nacionais pelos sites a dedo escolhidos. Enquanto isso, o rapaz comia o pão e tomava o café, olhando para a mesa à sua frente e para o vazio da parede adiante.

Ele estava constrangido, parecia não sentir pertencer àquele lugar. E infelizmente o lugar não parecia se importar com ele. Por que afinal ele não fazia como todos e apanhava seu celular e começava a dedilhar nele, mandando mensagens de whatsapp, postando fotos no facebook? Concluí que ele não tinha um celular. Sua situação de pobreza não devia permitir esse prazer. E isso o incomodava. 

Diferente do que se pode esperar de adultos, conscientes de seu lugar no mundo e seguros o suficiente para sentarem-se sozinhos à mesa de qualquer lugar e desfrutar o momento independentemente de um aparelho tecnológico nas mãos, os adolescentes não possuem ainda segurança, autoestima consolidadas e mais do que os outros buscam aceitação, mesmo que tentando ser diferentes.

Para aquele rapaz o fato de não ter com o que se ater além da comida, num mundo onde as redes tecnológicas estão presentes nos quatro cantos, o fato de estar claro a todos que não tinha um celular, isso o incomodava, constrangia. E acabou por também me constranger. Dia desses li um texto do grande jurista e amigo Salah H. Khaled Jr, intitulado “Justiça, liberdade e meritocracia: o que é fazer a coisa certa?”. Em uma brilhante passagem, ele afirma que:

“Temos que assumir a responsabilidade sobre a forma com que as pessoas vivem. Não é uma força da natureza que produz miséria, fome e exclusão. Não é uma catástrofe que nega a expansão da cidadania. Somos nós. São as decisões que nós tomamos como sociedade, sobre como escolhemos lidar com a falta de oportunidade. Podemos simplesmente fingir que não existe desigualdade, especialmente quando as condições operam a nosso favor.”

Toda razão ao Salah. Que mundo difícil esse que cria consumidores e não cidadãos. Que mundo injusto esse que admite tantas pessoas vivendo em condições desiguais e sem oportunidades. Eu tive oportunidades. Não precisei dar saltos triplos para superar a linha da miséria e agarrar com todas as forças, muitas vezes sem resultados, oportunidades singulares, garimpadas em uma selva de pedras. Eu tive pessoas que me incentivaram, que me auxiliaram e me sustentaram em meu crescimento e em minha educação, que não me deixaram desistir de meus sonhos (ainda não deixam). 

Essas oportunidades me chegaram gratuitamente, por sorte, porque nasci do lado de cá da linha que separa o mundo de quem tem alguma condição social e econômica boa, que tem uma família que educa, protege e ama [...]. Não sei quando alcançaremos uma sociedade livre, justa e solidária, como prevê a Constituição Federal.

Não sei quando conseguiremos erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais, como prevê a Constituição Federal. Não sei quando concretizaremos o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação, como prevê a Constituição Federal. O que sei é que estamos longe desse mundo idealizado pelo Constituinte de 1988. E precisamos acreditar que ele é possível, que é importante por ele trabalhar todos os dias de nossas vidas.

Naquele momento, ali na padaria ao lado daquele jovem, o que eu pude fazer foi guardar meu celular no bolso e, sem mais, tomar meu café olhando para a mesa à minha frente e para o vazio da parede adiante.

João Marcos Buch - Juiz de Direito da Vara de Execuções Penais/ Corregedor do Sistema Prisional da Comarca de Joinville/escritor.
https://www.jusbrasil.com.br
É um recurso utilizado pelo autor para envolvimento do leitor com o tema do texto: 
Alternativas
Q3659911 Português
Crônica: o café que nos une.

O que nos distancia e nos faz ignorar que somos uma só espécie? Como aceitamos abismos sociais tão cruéis? Por que alguns tanto têm e outros têm tão pouco?

Com essas perguntas rondando meus pensamentos saí da padaria onde tomei o café da manhã e rumei ao trabalho. A razão desses questionamentos foi um jovem adolescente na mesa ao lado da minha durante o desjejum. Ainda que estivesse bem arrumado, cabelo penteado, pelas roupas um tanto quanto velhas e desajustadas, talvez de segunda mão e ganhas de alguém, podia se perceber que era um rapaz economicamente vulnerável, humilde.

Ele tinha na mesa uma xícara de café, como eu, e um pão d’água provavelmente recheado de presunto e queijo, não como eu com minha salada de frutas, suco e um sanduíche de pão ciabatta. Mas o que despertou a atenção sobre aquela quase criança foi que, enquanto alguns na padaria conversavam em suas mesas, todos os demais aproveitavam para mexer no celular, menos ele. Eu fazia parte dos que mexia. Usava aquele momento para me atualizar nas notícias locais e nacionais pelos sites a dedo escolhidos. Enquanto isso, o rapaz comia o pão e tomava o café, olhando para a mesa à sua frente e para o vazio da parede adiante.

Ele estava constrangido, parecia não sentir pertencer àquele lugar. E infelizmente o lugar não parecia se importar com ele. Por que afinal ele não fazia como todos e apanhava seu celular e começava a dedilhar nele, mandando mensagens de whatsapp, postando fotos no facebook? Concluí que ele não tinha um celular. Sua situação de pobreza não devia permitir esse prazer. E isso o incomodava. 

Diferente do que se pode esperar de adultos, conscientes de seu lugar no mundo e seguros o suficiente para sentarem-se sozinhos à mesa de qualquer lugar e desfrutar o momento independentemente de um aparelho tecnológico nas mãos, os adolescentes não possuem ainda segurança, autoestima consolidadas e mais do que os outros buscam aceitação, mesmo que tentando ser diferentes.

Para aquele rapaz o fato de não ter com o que se ater além da comida, num mundo onde as redes tecnológicas estão presentes nos quatro cantos, o fato de estar claro a todos que não tinha um celular, isso o incomodava, constrangia. E acabou por também me constranger. Dia desses li um texto do grande jurista e amigo Salah H. Khaled Jr, intitulado “Justiça, liberdade e meritocracia: o que é fazer a coisa certa?”. Em uma brilhante passagem, ele afirma que:

“Temos que assumir a responsabilidade sobre a forma com que as pessoas vivem. Não é uma força da natureza que produz miséria, fome e exclusão. Não é uma catástrofe que nega a expansão da cidadania. Somos nós. São as decisões que nós tomamos como sociedade, sobre como escolhemos lidar com a falta de oportunidade. Podemos simplesmente fingir que não existe desigualdade, especialmente quando as condições operam a nosso favor.”

Toda razão ao Salah. Que mundo difícil esse que cria consumidores e não cidadãos. Que mundo injusto esse que admite tantas pessoas vivendo em condições desiguais e sem oportunidades. Eu tive oportunidades. Não precisei dar saltos triplos para superar a linha da miséria e agarrar com todas as forças, muitas vezes sem resultados, oportunidades singulares, garimpadas em uma selva de pedras. Eu tive pessoas que me incentivaram, que me auxiliaram e me sustentaram em meu crescimento e em minha educação, que não me deixaram desistir de meus sonhos (ainda não deixam). 

Essas oportunidades me chegaram gratuitamente, por sorte, porque nasci do lado de cá da linha que separa o mundo de quem tem alguma condição social e econômica boa, que tem uma família que educa, protege e ama [...]. Não sei quando alcançaremos uma sociedade livre, justa e solidária, como prevê a Constituição Federal.

Não sei quando conseguiremos erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais, como prevê a Constituição Federal. Não sei quando concretizaremos o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação, como prevê a Constituição Federal. O que sei é que estamos longe desse mundo idealizado pelo Constituinte de 1988. E precisamos acreditar que ele é possível, que é importante por ele trabalhar todos os dias de nossas vidas.

Naquele momento, ali na padaria ao lado daquele jovem, o que eu pude fazer foi guardar meu celular no bolso e, sem mais, tomar meu café olhando para a mesa à minha frente e para o vazio da parede adiante.

João Marcos Buch - Juiz de Direito da Vara de Execuções Penais/ Corregedor do Sistema Prisional da Comarca de Joinville/escritor.
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Assinale a alternativa que expressa a ideia central do texto. 
Alternativas
Q3560870 Pedagogia

Julgue as seguintes afirmativas sobre Vygotsky:


I. Para Vygotsky a educação não se resume à aquisição de um conjunto de informações; ela é uma das fontes de desenvolvimento e ela própria se define como o desenvolvimento artificial da criança.


II. O papel essencial da educação é, pois, de assegurar seu desenvolvimento, proporcionando-lhe os instrumentos, as técnicas interiores, as operações intelectuais.


III. Na noção de zona proximal criada por Vygotsky, a tese da criança como ser social gera um aporte metodológico de grande significado, uma vez que ele enfoca o desenvolvimento da criança no seu aspecto dinâmico e dialético.


São corretas as afirmativas:

Alternativas
Q3560869 Pedagogia
Assinale a afirmativa INCORRETA sobre avaliação: 
Alternativas
Q3560868 Pedagogia

O Projeto Pedagógico é um documento que traz unidade em relação a intencionalidade educativa da escola, pois:


I. fortalece a identidade da escola.

II. esclarece sua organização.

III. define objetivos para a aprendizagem dos alunos.

IV. define como a escola irá trabalhar para atingir objetivos para a aprendizagem dos alunos.


São corretas as afirmativas:

Alternativas
Q3560867 Pedagogia
Sobre Paulo Freire, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q3560866 Pedagogia
Assinale a afirmativa INCORRETA sobre o estágio da inteligência operatória concreta de Piaget: 
Alternativas
Q3560865 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990

De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente responda à próxima questão:

-Em casos de elevados níveis de repetência, reiteração de faltas injustificadas e de evasão escolar, esgotados os recursos escolares e maustratos envolvendo seus alunos, os dirigentes de estabelecimentos de ensino fundamental deverão comunicar:
Alternativas
Q3560864 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990

De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente responda à próxima questão:

De acordo com o art. 17: “O direito __________ consiste na inviolabilidade da integridade física, psíquica e moral da criança e do adolescente, abrangendo a preservação da imagem, da identidade, da autonomia, dos valores, idéias e crenças, dos espaços e objetos pessoais.” Preenche corretamente a lacuna:
Alternativas
Q3560863 Pedagogia

De acordo com a Lei nº 9.394 de 1996 que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, responda à próxima questão: 

De acordo com o 8º parágrafo do artigo 26: “A exibição de filmes de produção nacional constituirá componente curricular complementar integrado à proposta pedagógica da escola, sendo a sua exibição __________ por, no mínimo__________ mensais.” Preenche corretamente as lacunas, respectivamente: 
Alternativas
Q3560862 Pedagogia

De acordo com a Lei nº 9.394 de 1996 que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, responda à próxima questão: 

De acordo com o artigo 18, os sistemas municipais de ensino compreendem, EXCETO:
Alternativas
Q3560861 Pedagogia

De acordo com a Lei nº 9.394 de 1996 que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, responda à próxima questão: 

Os docentes incumbir-se-ão de:
Alternativas
Q3545912 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) propõe uma progressão de aprendizagens a serem desenvolvidas ao longo da educação básica tendo como objetivo de tornar mais evidente, o que os alunos precisam aprender durante a jornada das diferentes etapas do ensino básico. Significa afirmar então que, a progressão de aprendizagens na BNCC é uma:
Alternativas
Q3545911 Pedagogia
Atentando-se para o trecho abaixo sobre Ética e Moral, responda o que se segue.
         “As pessoas não nascem boas ou ruins; é a sociedade, quer queira, quer não, que educa moralmente seus membros, embora a família, os meios de comunicação e o convívio com outras pessoas tenham influência marcante no comportamento da criança. E, naturalmente, a escola também tem. É preciso deixar claro que ela não deve ser considerada onipotente, única instituição social capaz de educar moralmente as novas gerações. Também não se pode pensar que a escola garanta total sucesso em seu trabalho de formação. Na verdade, seu poder é limitado. Todavia, tal diagnóstico não justifica uma deserção. Mesmo com limitações, a escola participa da formação moral de seus alunos. Valores e regras são transmitidos pelos professores, pelos livros didáticos, pela organização institucional, pelas formas de avaliação, pelos comportamentos dos próprios alunos, e assim por diante.”
(LODI, Lucia Helena. Ética e cidadania: construindo valores na escola e na sociedade/coordenadora-geral:. Brasília: Secretaria Especial dos Direitos Humanos: Ministério da Educação, SEIF, SEMTEC, SEED, 2003, 17p.)
A ética é um conjunto de valores morais e princípios que norteiam a conduta humana na sociedade. Neste sentido, é possível que seja definida a Ética como sendo:
Alternativas
Q3545910 Pedagogia
A teoria de Vygotsky é uma abordagem sociocultural ao desenvolvimento cognitivo. Vygotsky acreditava que a aprendizagem ocorre na Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP). A ZDP tem implicações significativas para a educação. Sugere que os professores devem se concentrar em fornecer aos alunos oportunidades de aprendizagem que estejam dentro de sua ZDP, ou seja, tarefas que os alunos não podem completar sozinhos. A ZDP representa, portanto, as possibilidades de desenvolvimento cognitivo da criança como resultado da interação social. Considerando isso, é possível descrever a Zona de Desenvolvimento Proximal como uma abordagem em que a criança:
Alternativas
Q3545909 Pedagogia
O Parecer CNE/CEB n° 20/2009 estabelece as diretrizes para a organização da Educação Infantil. De acordo com esse Parecer, a avaliação na Educação Infantil deve ter como foco no:
Alternativas
Q3545908 Pedagogia
Considerando os trechos abaixo, responda a seguinte questão sobre situações de bullying que ocorrem no ambiente escolar.
        “De acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) de 2019, realizada pelo IBGE, 23% dos estudantes de 13 a 17 anos afirmaram ter sofrido bullying na escola nos 30 dias anteriores à pesquisa.”
(Fonte: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2024/04/07/nao-ebrincadeira-e-bullying-entenda-comportamentos-queconfiguram-crime-e-saiba-como-agir.ghtml)
        “Um estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelou que 1 em cada 6 crianças foi vítima de bullying online em 2022.
        […]
        A violência do bullying está associada a taxas mais altas de sentimento de solidão e suicídio, além do uso de tabaco, álcool e drogas.”
(Fonte: “Um em cada três alunos em todo o mundo foi vítima de bullying”. https://news.un.org/pt/story/2020/11/1731802)
Os dados de pesquisas recentes revelam a dramaticidade desse fenômeno e os danos individuais e sociais que podem causar. O bullying é um problema sério que afeta muitos estudantes em todo o mundo, levando a consequências negativas para a saúde mental e o desempenho acadêmico. A escola por meio dos profissionais presentes, seja do corpo docente ou administrativo precisam estar atentos a qualquer situação ou fato que se caracterize como bullying. Neste sentido, é possível identificar uma situação de bullying quando:
Alternativas
Q3545907 Pedagogia
De acordo com Siauiys (2005), o brincar é uma atividade fundamental para o desenvolvimento infantil, contribuindo para com a aprendizagem da criança sob diversos aspectos, ou seja, o desenvolvimento cognitivo, o desenvolvimento social e o desenvolvimento físico. Considerando os benefícios para as crianças, os jogos e as brincadeiras precisam sempre estimular:
Alternativas
Q3545906 Pedagogia
Os jogos e as brincadeiras infantis são recursos de aprendizagem fundamentais para o desenvolvimento das crianças, permitindo que as crianças aprendam sobre o mundo ao seu redor, desenvolvam habilidades motoras e aprendam a se relacionar com os demais colegas e isso reflete no aprendizado global da criança. A importância didática desse recurso é tamanha que é capaz de:
Alternativas
Respostas
1101: B
1102: D
1103: C
1104: D
1105: B
1106: D
1107: C
1108: D
1109: B
1110: A
1111: A
1112: D
1113: C
1114: C
1115: D
1116: A
1117: B
1118: C
1119: B
1120: A