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Q1052366 Português
Leia a charge.
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(Duke. Em: otempo.com.br)
De acordo com Koch e Elias (2011), “o leitor, em seu trabalho para produzir sentido, deve levar em conta: o vocabulário e a situação de uso, os recursos sintáticos, os blocos textuais e a associação a fatos históricos, políticos, sociais, culturais, o gênero textual, o propósito comunicacional e a situação comunicativa”. Dessa forma, é coerente afirmar que a charge
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Q1052365 Pedagogia
Cristina: Trabalho. Trabalho com gramática no texto. Só a partir do texto. Todo nosso trabalho, todo nosso trabalho é a partir do texto. Agora, claro que nós damos anotações separadas, mas a partir de um texto. (Albuquerque: 2006)
Analisando a fala transcrita da professora, conclui-se corretamente que
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Q1052364 Pedagogia
Dolz, Noverraz e Schneuwly (2004) propõem “a progressão das atividades ‘em espiral’”, que “remete a um ensino da diversidade textual a cada nível”. Para se desenvolverem competências e habilidades de “transmitir conhecimentos”, os gêneros de texto adequados a serem utilizados em sala de aula são:
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Q1052363 Pedagogia
Ao discutir os conceitos de gramática, Sírio Possenti (em Geraldi: 1997) diz: “é [o conceito] mais usual entre os membros de uma comunidade linguística, pelo menos em comunidades como as nossas: o termo língua recobre apenas uma das variedades linguísticas utilizadas efetivamente pela comunidade, a variedade pretensamente utilizada pelas pessoas cultas. É a chamada língua padrão, ou norma culta.” Essas considerações do autor reportam a uma concepção de gramática como
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Q1052362 Português
Leia o texto para responder à questão.

    Meu vizinho das quintas-feiras, Sérgio Rodrigues, já abordou o tema com muito mais propriedade do que eu seria capaz, mas ele tem me irritado tanto (o tema, não o Sérgio) que vou invadir o quintal alheio e bater na mesma tecla. De um ano pra cá, comecei a ouvir frases do tipo “não é sobre opinião, é sobre respeito” ou “não é sobre alimentação, é sobre saúde”, “não é sobre direitos, é sobre deveres”.
    A primeira vez que me deparei com este novo uso do “sobre”, pensei que estavam falando “sobre” algum filme, livro ou peça de teatro. A respeito de “Superman I”, por exemplo, poderíamos dizer que “não é sobre superpoderes, é sobre amor”. Assim como “Casa de Bonecas”, do Ibsen, “não é sobre um casamento, é sobre a liberdade”. Prestando mais atenção, porém, percebi que o sentido era outro. Era o “sobre” como “ter a ver com”. Trata-se de uma tradução troncha de “it’s not about”, que os anglófonos usam a torto e a direito. Ou melhor, nós usamos torto, eles usam direito.
(Antônio Prata, Sobre o “sobre”. Em: Folha de S.Paulo, 29.10.2017)
Tomando-se por referência a teoria de Bakhtin (1992), conclui-se que o texto de Antônio Prata corresponde a um gênero discursivo
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Q1052361 Português
Leia o texto para responder à questão.

    Meu vizinho das quintas-feiras, Sérgio Rodrigues, já abordou o tema com muito mais propriedade do que eu seria capaz, mas ele tem me irritado tanto (o tema, não o Sérgio) que vou invadir o quintal alheio e bater na mesma tecla. De um ano pra cá, comecei a ouvir frases do tipo “não é sobre opinião, é sobre respeito” ou “não é sobre alimentação, é sobre saúde”, “não é sobre direitos, é sobre deveres”.
    A primeira vez que me deparei com este novo uso do “sobre”, pensei que estavam falando “sobre” algum filme, livro ou peça de teatro. A respeito de “Superman I”, por exemplo, poderíamos dizer que “não é sobre superpoderes, é sobre amor”. Assim como “Casa de Bonecas”, do Ibsen, “não é sobre um casamento, é sobre a liberdade”. Prestando mais atenção, porém, percebi que o sentido era outro. Era o “sobre” como “ter a ver com”. Trata-se de uma tradução troncha de “it’s not about”, que os anglófonos usam a torto e a direito. Ou melhor, nós usamos torto, eles usam direito.
(Antônio Prata, Sobre o “sobre”. Em: Folha de S.Paulo, 29.10.2017)
O texto de Antônio Prata é adequado para discutir, por exemplo, a questão da variação linguística com os alunos da educação básica. Alguns usos que poderiam ser explorados para exemplificar a informalidade no discurso do autor são:
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Q1052360 Português
Leia o texto para responder à questão.

    Meu vizinho das quintas-feiras, Sérgio Rodrigues, já abordou o tema com muito mais propriedade do que eu seria capaz, mas ele tem me irritado tanto (o tema, não o Sérgio) que vou invadir o quintal alheio e bater na mesma tecla. De um ano pra cá, comecei a ouvir frases do tipo “não é sobre opinião, é sobre respeito” ou “não é sobre alimentação, é sobre saúde”, “não é sobre direitos, é sobre deveres”.
    A primeira vez que me deparei com este novo uso do “sobre”, pensei que estavam falando “sobre” algum filme, livro ou peça de teatro. A respeito de “Superman I”, por exemplo, poderíamos dizer que “não é sobre superpoderes, é sobre amor”. Assim como “Casa de Bonecas”, do Ibsen, “não é sobre um casamento, é sobre a liberdade”. Prestando mais atenção, porém, percebi que o sentido era outro. Era o “sobre” como “ter a ver com”. Trata-se de uma tradução troncha de “it’s not about”, que os anglófonos usam a torto e a direito. Ou melhor, nós usamos torto, eles usam direito.
(Antônio Prata, Sobre o “sobre”. Em: Folha de S.Paulo, 29.10.2017)
Com base em Marcuschi (2008), é correto afirmar que o texto de Antônio Prata pertence ao domínio discursivo
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Q1052359 Português
Leia o texto para responder à questão.

    Meu vizinho das quintas-feiras, Sérgio Rodrigues, já abordou o tema com muito mais propriedade do que eu seria capaz, mas ele tem me irritado tanto (o tema, não o Sérgio) que vou invadir o quintal alheio e bater na mesma tecla. De um ano pra cá, comecei a ouvir frases do tipo “não é sobre opinião, é sobre respeito” ou “não é sobre alimentação, é sobre saúde”, “não é sobre direitos, é sobre deveres”.
    A primeira vez que me deparei com este novo uso do “sobre”, pensei que estavam falando “sobre” algum filme, livro ou peça de teatro. A respeito de “Superman I”, por exemplo, poderíamos dizer que “não é sobre superpoderes, é sobre amor”. Assim como “Casa de Bonecas”, do Ibsen, “não é sobre um casamento, é sobre a liberdade”. Prestando mais atenção, porém, percebi que o sentido era outro. Era o “sobre” como “ter a ver com”. Trata-se de uma tradução troncha de “it’s not about”, que os anglófonos usam a torto e a direito. Ou melhor, nós usamos torto, eles usam direito.
(Antônio Prata, Sobre o “sobre”. Em: Folha de S.Paulo, 29.10.2017)
Leia as passagens do texto:
•  ... pensei que estavam falando “sobre” algum filme, livro ou peça de teatro. •  Era o “sobre” como “ter a ver com”. •  Ou melhor, nós usamos torto, eles usam direito.
Em relação aos termos destacados no contexto em que ocorrem, é correto afirmar que estão empregados, correta e respectivamente, como
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Q1052358 Português
Leia o texto para responder à questão.

    Meu vizinho das quintas-feiras, Sérgio Rodrigues, já abordou o tema com muito mais propriedade do que eu seria capaz, mas ele tem me irritado tanto (o tema, não o Sérgio) que vou invadir o quintal alheio e bater na mesma tecla. De um ano pra cá, comecei a ouvir frases do tipo “não é sobre opinião, é sobre respeito” ou “não é sobre alimentação, é sobre saúde”, “não é sobre direitos, é sobre deveres”.
    A primeira vez que me deparei com este novo uso do “sobre”, pensei que estavam falando “sobre” algum filme, livro ou peça de teatro. A respeito de “Superman I”, por exemplo, poderíamos dizer que “não é sobre superpoderes, é sobre amor”. Assim como “Casa de Bonecas”, do Ibsen, “não é sobre um casamento, é sobre a liberdade”. Prestando mais atenção, porém, percebi que o sentido era outro. Era o “sobre” como “ter a ver com”. Trata-se de uma tradução troncha de “it’s not about”, que os anglófonos usam a torto e a direito. Ou melhor, nós usamos torto, eles usam direito.
(Antônio Prata, Sobre o “sobre”. Em: Folha de S.Paulo, 29.10.2017)
Conforme Koch e Elias (2011), nas passagens do primeiro parágrafo “mas ele tem me irritado tanto” e “(o tema, não o Sérgio)”, as expressões em destaque correspondem aos seguintes mecanismos de coesão, respectivamente:
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Q1052357 Pedagogia
Trata-se de uma escolha pedagógica que fundamenta o procedimento “sequência didática” proposto por Dolz, Noverraz e Schneuwly (2004) o reconhecimento de que esse procedimento
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Q1052356 Pedagogia
Nos PCNs (1998), são apresentadas algumas sugestões didáticas orientadas especificamente para a formação de leitores. Entre elas, a leitura autônoma diz respeito
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Q1052355 Pedagogia
Ao discutir a escrita na escola, João Wanderley Geraldi (1997) pondera que
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Q1052354 Português
Leia o texto para responder à questão.

    Esse conhecimento desempenha papel central no processamento do texto. Entende-se por processamento aquela atividade pela qual as palavras, unidades discretas, distintas, são agrupadas em unidades ou fatias maiores, também significativas, chamadas constituintes da frase. À medida que as palavras são percebidas, a nossa mente está ativa, ocupada em construir significados, e um dos primeiros passos nessa atividade é o agrupamento em frases (daí essa parte do processamento chamar-se segmentação ou fatiamento) com base no conhecimento gramatical de constituintes: o tipo de conhecimento que determina o artigo precede nome e este se combina com adjetivo (Art N Adj o homem alto), assim como o verbo com nome (V N comeu ovos) e assim sucessivamente.
(Kleiman, 1993)
Com base no conceito de constituintes apresentados, assinale a alternativa em que a expressão destacada corresponde a um sintagma nominal com a função de sujeito de oração.
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Q1052353 Português
Leia o texto para responder à questão.

    Esse conhecimento desempenha papel central no processamento do texto. Entende-se por processamento aquela atividade pela qual as palavras, unidades discretas, distintas, são agrupadas em unidades ou fatias maiores, também significativas, chamadas constituintes da frase. À medida que as palavras são percebidas, a nossa mente está ativa, ocupada em construir significados, e um dos primeiros passos nessa atividade é o agrupamento em frases (daí essa parte do processamento chamar-se segmentação ou fatiamento) com base no conhecimento gramatical de constituintes: o tipo de conhecimento que determina o artigo precede nome e este se combina com adjetivo (Art N Adj o homem alto), assim como o verbo com nome (V N comeu ovos) e assim sucessivamente.
(Kleiman, 1993)
No texto, a autora trata do conhecimento
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Q1052352 Pedagogia
Ao avaliar as consequências das propriedades de variação da linguagem para o ensino da língua materna, Roberto Gomes Camanho (em Mussalim e Bentes: 2005) enfatiza que
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Q1052348 Pedagogia
Moran (2004) coloca que a Internet e as modernas tecnologias estão acarretando novos desafios pedagógicos para as escolas. Diz ele que, atualmente, o professor depara-se com quatro tipos de espaços de ensino-aprendizagem: uma nova sala de aula melhor equipada e com atividades diferentes; o laboratório, onde os alunos encontram condições para desenvolver atividades de pesquisa; os ambientes virtuais de aprendizagem conectados à Internet, permitindo que os alunos aprendam a distância; os espaços da realidade “vivida”, como os provenientes de inserção em ambientes profissionais.
Nesse contexto, Moran afirma que uma das tarefas mais importantes das escolas e secretarias de educação hoje é planejar e flexibilizar, no currículo de cada curso, o tempo de presença física em sala de aula e o tempo de aprendizagem virtual e como
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Q1052347 Pedagogia
Contreras (2002, cap. 7) aprofunda a análise do conceito da autonomia de professores, percorrendo sua vinculação com três diferentes modelos de professores: o especialista técnico, o profissional reflexivo e o intelectual crítico, e, “cruzando” cada um deles com as dimensões da profissionalidade do professor: obrigação moral, compromisso com a comunidade e competência profissional.
Rios (2001, cap. 3) desenvolve uma reflexão em relação à competência do professor, sobre o que seria uma docência da melhor qualidade, explicitando dimensões dessa competência: a técnica, a estética, a política e a ética.
Nessas duas preciosas contribuições, encontra-se a valorização
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Q1052346 Pedagogia
Weisz (2000), cap. 8, propõe “que todos, professores e equipe técnica, se tornem cada vez mais responsáveis, coletivamente, pelo resultado do trabalho de toda a escola”. A autora enfatiza que as práticas pedagógicas, tanto na escola básica quanto nas ações de formação profissional, correspondem a concepções a respeito de como se dá o conhecimento. Assim, assumindo uma concepção construtivista de aprendizagem, ela propõe, como eixo do trabalho de formação, a “tematização da prática”, a qual consiste em
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Q1052345 Pedagogia
Glória e Zélia concluíram a Licenciatura em Letras e vão prestar concurso para a seleção de professor II em Sertãozinho. Ao estudarem o cap. 6 da obra de Libâneo (1985), identificaram-se com os propósitos da Pedagogia crítico-social dos conteúdos, pois verificaram que para essa tendência, a educação tem uma tarefa crítico-transformadora, e traz como consequência a valorização da instrução e do ensino como instrumentos de humanização. Assim, tal trabalho docente é um processo simultâneo de transmissão/assimilação ativa, no qual o professor intervém trazendo um conhecimento sistematizado e o aluno
Alternativas
Q1052344 Pedagogia
Joana, preparando-se para o concurso de Professor II de Sertãozinho, leu o artigo Pedagogia de Projetos: contribuições para uma educação transformadora, (Moura, 2010), em relação à “importância do trabalho por projetos como um instrumento para uma construção significativa e compartilhada do conhecimento, contribuindo para uma educação transformadora, mostrando-se como um meio capaz de devolver à escola seu papel de espaço educativo e de transformação social”. Ao ler o referido texto, Joana compreendeu corretamente que, segundo Moura, trabalhar por meio de projetos é uma abordagem didática que
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Respostas
19981: D
19982: A
19983: E
19984: D
19985: B
19986: A
19987: E
19988: C
19989: C
19990: E
19991: B
19992: D
19993: A
19994: A
19995: E
19996: B
19997: B
19998: D
19999: E
20000: B