Questões de Concurso Comentadas para câmara de bragança paulista - sp

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Q1126255 Português
       Miguel Gomes mal completara dois anos quando a Revolução dos Cravos assinalou o fim da ditadura de Salazar e do poderio colonialista português na África. Mas, como muitos de sua geração, o diretor aprenderia a conviver com essa herança pelos olhos e bocas de outros, ao ouvir e tentar entender o que lhe diziam. Uma dessas fontes é a mãe, nascida em Angola. Nunca comungou, contudo, de certo travo saudosista. Tabu, seu novo filme, com estreia prevista no Brasil dia 28, tem origem nessa conjunção entre um país antigo idealizado e o presente encantado pelo passado. É, portanto, acerca da memória que o cineasta se expressa, mas não apenas a de uma sociedade. Também a de um determinado cinema perdido, de um ato de narrar e de uma plateia que o aprecie, igualmente desaparecida.
     Desse cinema almejado, Gomes nos propõe um filme raro e radical em sua forma, que, no entanto, coteja um tema banal, uma história de amor levada em dois tempos, com um prólogo anticonvencional a apresentá-la em tom fabular. O preto e branco, como em todo o filme, e a ambientação são referências adicionais ao título que remete ao clássico de F. W. Murnau em parceria com o documentarista Robert J. Flaherty.

(Orlando Margarido. Carta Capital, 19 de junho de 2013. Adaptado)
Nunca comungou, contudo, de um certo travo saudosista. (1.º parágrafo) – A expressão destacada estabelece relação de
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Q1126254 Português
       Miguel Gomes mal completara dois anos quando a Revolução dos Cravos assinalou o fim da ditadura de Salazar e do poderio colonialista português na África. Mas, como muitos de sua geração, o diretor aprenderia a conviver com essa herança pelos olhos e bocas de outros, ao ouvir e tentar entender o que lhe diziam. Uma dessas fontes é a mãe, nascida em Angola. Nunca comungou, contudo, de certo travo saudosista. Tabu, seu novo filme, com estreia prevista no Brasil dia 28, tem origem nessa conjunção entre um país antigo idealizado e o presente encantado pelo passado. É, portanto, acerca da memória que o cineasta se expressa, mas não apenas a de uma sociedade. Também a de um determinado cinema perdido, de um ato de narrar e de uma plateia que o aprecie, igualmente desaparecida.
     Desse cinema almejado, Gomes nos propõe um filme raro e radical em sua forma, que, no entanto, coteja um tema banal, uma história de amor levada em dois tempos, com um prólogo anticonvencional a apresentá-la em tom fabular. O preto e branco, como em todo o filme, e a ambientação são referências adicionais ao título que remete ao clássico de F. W. Murnau em parceria com o documentarista Robert J. Flaherty.

(Orlando Margarido. Carta Capital, 19 de junho de 2013. Adaptado)
Em – Desse cinema almejado, Gomes nos propõe um filme raro e radical em sua forma, que, no entanto, coteja um tema banal … (2.º parágrafo) – o termo em destaque, no contexto em que é empregado, apresenta como sinônimo
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Q1126253 Português
       Miguel Gomes mal completara dois anos quando a Revolução dos Cravos assinalou o fim da ditadura de Salazar e do poderio colonialista português na África. Mas, como muitos de sua geração, o diretor aprenderia a conviver com essa herança pelos olhos e bocas de outros, ao ouvir e tentar entender o que lhe diziam. Uma dessas fontes é a mãe, nascida em Angola. Nunca comungou, contudo, de certo travo saudosista. Tabu, seu novo filme, com estreia prevista no Brasil dia 28, tem origem nessa conjunção entre um país antigo idealizado e o presente encantado pelo passado. É, portanto, acerca da memória que o cineasta se expressa, mas não apenas a de uma sociedade. Também a de um determinado cinema perdido, de um ato de narrar e de uma plateia que o aprecie, igualmente desaparecida.
     Desse cinema almejado, Gomes nos propõe um filme raro e radical em sua forma, que, no entanto, coteja um tema banal, uma história de amor levada em dois tempos, com um prólogo anticonvencional a apresentá-la em tom fabular. O preto e branco, como em todo o filme, e a ambientação são referências adicionais ao título que remete ao clássico de F. W. Murnau em parceria com o documentarista Robert J. Flaherty.

(Orlando Margarido. Carta Capital, 19 de junho de 2013. Adaptado)
De acordo com a leitura do texto, pode-se concluir que
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Q1126252 Português
Assinale a alternativa em que a flexão verbal está em conformidade com a norma culta.
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Q1126251 Português

Leia as frases.

I. __________ muitos anos que as pessoas usam a rede para se relacionar uns com os outros.

II. Em breve ________ _________muitas empresas especializadas em gerenciar a nossa reputação online.

III. Essa preocupação com o uso da internet soa _______estranha hoje, mas no futuro talvez não seja.

A alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas das frases, quanto à concordância verbal e nominal é:

Alternativas
Q1126250 Português
Assinale a alternativa correta, quanto à colocação pronominal.
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Q1126249 Português
Quanto à regência verbal, de acordo com a norma culta, está correta a alternativa:
Alternativas
Q1126248 Português

O passado vai nos condenar

     No mundo físico, você sempre pode mudar. Pode mudar de cidade, de aparência, de estilo, de profissão, de opinião. Na internet, não é assim: tudo o que você já fez ou disse fica gravado para sempre. Cada vez mais, usamos a rede para nos relacionarmos uns com os outros. Isso está gerando uma massa de dados tão grande, cobrindo tantos detalhes das nossas vidas, que no futuro será muito difícil de controlar – e poderá nos comprometer. “Nunca mais escreva [na internet] nada que você não queira ver estampado na capa de um jornal”, advertem Cohen e Schmidt, autores do livro The New Digital Age.

    A internet não esquece nada. E isso afetará a vida de todo mundo. Se uma criança chamar uma colega de “gorda” na rede, por exemplo, poderá manchar a própria reputação pelo resto da vida – pois todo mundo saberá que, um dia, ela praticou bullying. Inclusive potenciais empregadores, que poderão deixar de contratá-la. Uma foto ou um comentário poderão trazer consequências por muito tempo. Schmidt diz que a internet deveria ter um botão “delete”, que permitisse apagar para sempre eventuais erros que cometamos online. Isso é muito difícil, pois alguém sempre poderá ter copiado a informação que queremos ver sumir. Mas surgirão empresas especializadas em gerenciar a nossa reputação online, prometendo controlar ou eliminar informações de que não gostamos, e empresas de seguro virtual, que vão oferecer proteção contra roubo de identidade virtual e difamação na internet. “A identidade online será algo tão valioso que até surgirá um mercado negro, em que as pessoas poderão comprar identidades reais ou inventadas”, dizem os autores.

    O fim do esquecimento terá consequências profundas – que, para o Google, incluirão até a escolha do nome das pessoas. Alguns casais batizarão seus filhos com nomes bem diferentes, que não sejam comuns, e registrarão esses nomes nas redes sociais antes mesmo do nascimento da criança, tudo para que ela se destaque. Outros preferirão nomes comuns e genéricos, como “José Carlos”, que sejam muito frequentes e tornem mais difícil identificar a pessoa, permitindo que se esconda na multidão e mantenha algum grau de privacidade online.

(Anna Carolina Rodrigues – Superinteressante, junho, 2013. Adaptado)

Em – O fim do esquecimento terá consequências profundas – que, para o Google, incluirão até a escolha do nome das pessoas. (3.º parágrafo) – a expressão em destaque pode ser substituída, sem alteração de sentido, por
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Q1126247 Português

O passado vai nos condenar

     No mundo físico, você sempre pode mudar. Pode mudar de cidade, de aparência, de estilo, de profissão, de opinião. Na internet, não é assim: tudo o que você já fez ou disse fica gravado para sempre. Cada vez mais, usamos a rede para nos relacionarmos uns com os outros. Isso está gerando uma massa de dados tão grande, cobrindo tantos detalhes das nossas vidas, que no futuro será muito difícil de controlar – e poderá nos comprometer. “Nunca mais escreva [na internet] nada que você não queira ver estampado na capa de um jornal”, advertem Cohen e Schmidt, autores do livro The New Digital Age.

    A internet não esquece nada. E isso afetará a vida de todo mundo. Se uma criança chamar uma colega de “gorda” na rede, por exemplo, poderá manchar a própria reputação pelo resto da vida – pois todo mundo saberá que, um dia, ela praticou bullying. Inclusive potenciais empregadores, que poderão deixar de contratá-la. Uma foto ou um comentário poderão trazer consequências por muito tempo. Schmidt diz que a internet deveria ter um botão “delete”, que permitisse apagar para sempre eventuais erros que cometamos online. Isso é muito difícil, pois alguém sempre poderá ter copiado a informação que queremos ver sumir. Mas surgirão empresas especializadas em gerenciar a nossa reputação online, prometendo controlar ou eliminar informações de que não gostamos, e empresas de seguro virtual, que vão oferecer proteção contra roubo de identidade virtual e difamação na internet. “A identidade online será algo tão valioso que até surgirá um mercado negro, em que as pessoas poderão comprar identidades reais ou inventadas”, dizem os autores.

    O fim do esquecimento terá consequências profundas – que, para o Google, incluirão até a escolha do nome das pessoas. Alguns casais batizarão seus filhos com nomes bem diferentes, que não sejam comuns, e registrarão esses nomes nas redes sociais antes mesmo do nascimento da criança, tudo para que ela se destaque. Outros preferirão nomes comuns e genéricos, como “José Carlos”, que sejam muito frequentes e tornem mais difícil identificar a pessoa, permitindo que se esconda na multidão e mantenha algum grau de privacidade online.

(Anna Carolina Rodrigues – Superinteressante, junho, 2013. Adaptado)

Assinale a alternativa correta, quanto ao uso da pontuação, de acordo com a norma culta.
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Q1126246 Português

O passado vai nos condenar

     No mundo físico, você sempre pode mudar. Pode mudar de cidade, de aparência, de estilo, de profissão, de opinião. Na internet, não é assim: tudo o que você já fez ou disse fica gravado para sempre. Cada vez mais, usamos a rede para nos relacionarmos uns com os outros. Isso está gerando uma massa de dados tão grande, cobrindo tantos detalhes das nossas vidas, que no futuro será muito difícil de controlar – e poderá nos comprometer. “Nunca mais escreva [na internet] nada que você não queira ver estampado na capa de um jornal”, advertem Cohen e Schmidt, autores do livro The New Digital Age.

    A internet não esquece nada. E isso afetará a vida de todo mundo. Se uma criança chamar uma colega de “gorda” na rede, por exemplo, poderá manchar a própria reputação pelo resto da vida – pois todo mundo saberá que, um dia, ela praticou bullying. Inclusive potenciais empregadores, que poderão deixar de contratá-la. Uma foto ou um comentário poderão trazer consequências por muito tempo. Schmidt diz que a internet deveria ter um botão “delete”, que permitisse apagar para sempre eventuais erros que cometamos online. Isso é muito difícil, pois alguém sempre poderá ter copiado a informação que queremos ver sumir. Mas surgirão empresas especializadas em gerenciar a nossa reputação online, prometendo controlar ou eliminar informações de que não gostamos, e empresas de seguro virtual, que vão oferecer proteção contra roubo de identidade virtual e difamação na internet. “A identidade online será algo tão valioso que até surgirá um mercado negro, em que as pessoas poderão comprar identidades reais ou inventadas”, dizem os autores.

    O fim do esquecimento terá consequências profundas – que, para o Google, incluirão até a escolha do nome das pessoas. Alguns casais batizarão seus filhos com nomes bem diferentes, que não sejam comuns, e registrarão esses nomes nas redes sociais antes mesmo do nascimento da criança, tudo para que ela se destaque. Outros preferirão nomes comuns e genéricos, como “José Carlos”, que sejam muito frequentes e tornem mais difícil identificar a pessoa, permitindo que se esconda na multidão e mantenha algum grau de privacidade online.

(Anna Carolina Rodrigues – Superinteressante, junho, 2013. Adaptado)

Pela leitura do texto, pode-se concluir que
Alternativas
Q1126245 Português

O passado vai nos condenar

     No mundo físico, você sempre pode mudar. Pode mudar de cidade, de aparência, de estilo, de profissão, de opinião. Na internet, não é assim: tudo o que você já fez ou disse fica gravado para sempre. Cada vez mais, usamos a rede para nos relacionarmos uns com os outros. Isso está gerando uma massa de dados tão grande, cobrindo tantos detalhes das nossas vidas, que no futuro será muito difícil de controlar – e poderá nos comprometer. “Nunca mais escreva [na internet] nada que você não queira ver estampado na capa de um jornal”, advertem Cohen e Schmidt, autores do livro The New Digital Age.

    A internet não esquece nada. E isso afetará a vida de todo mundo. Se uma criança chamar uma colega de “gorda” na rede, por exemplo, poderá manchar a própria reputação pelo resto da vida – pois todo mundo saberá que, um dia, ela praticou bullying. Inclusive potenciais empregadores, que poderão deixar de contratá-la. Uma foto ou um comentário poderão trazer consequências por muito tempo. Schmidt diz que a internet deveria ter um botão “delete”, que permitisse apagar para sempre eventuais erros que cometamos online. Isso é muito difícil, pois alguém sempre poderá ter copiado a informação que queremos ver sumir. Mas surgirão empresas especializadas em gerenciar a nossa reputação online, prometendo controlar ou eliminar informações de que não gostamos, e empresas de seguro virtual, que vão oferecer proteção contra roubo de identidade virtual e difamação na internet. “A identidade online será algo tão valioso que até surgirá um mercado negro, em que as pessoas poderão comprar identidades reais ou inventadas”, dizem os autores.

    O fim do esquecimento terá consequências profundas – que, para o Google, incluirão até a escolha do nome das pessoas. Alguns casais batizarão seus filhos com nomes bem diferentes, que não sejam comuns, e registrarão esses nomes nas redes sociais antes mesmo do nascimento da criança, tudo para que ela se destaque. Outros preferirão nomes comuns e genéricos, como “José Carlos”, que sejam muito frequentes e tornem mais difícil identificar a pessoa, permitindo que se esconda na multidão e mantenha algum grau de privacidade online.

(Anna Carolina Rodrigues – Superinteressante, junho, 2013. Adaptado)

A internet não esquece nada. (2.º parágrafo). – No texto, a expressão refere-se
Alternativas
Q1126244 Português

O passado vai nos condenar

     No mundo físico, você sempre pode mudar. Pode mudar de cidade, de aparência, de estilo, de profissão, de opinião. Na internet, não é assim: tudo o que você já fez ou disse fica gravado para sempre. Cada vez mais, usamos a rede para nos relacionarmos uns com os outros. Isso está gerando uma massa de dados tão grande, cobrindo tantos detalhes das nossas vidas, que no futuro será muito difícil de controlar – e poderá nos comprometer. “Nunca mais escreva [na internet] nada que você não queira ver estampado na capa de um jornal”, advertem Cohen e Schmidt, autores do livro The New Digital Age.

    A internet não esquece nada. E isso afetará a vida de todo mundo. Se uma criança chamar uma colega de “gorda” na rede, por exemplo, poderá manchar a própria reputação pelo resto da vida – pois todo mundo saberá que, um dia, ela praticou bullying. Inclusive potenciais empregadores, que poderão deixar de contratá-la. Uma foto ou um comentário poderão trazer consequências por muito tempo. Schmidt diz que a internet deveria ter um botão “delete”, que permitisse apagar para sempre eventuais erros que cometamos online. Isso é muito difícil, pois alguém sempre poderá ter copiado a informação que queremos ver sumir. Mas surgirão empresas especializadas em gerenciar a nossa reputação online, prometendo controlar ou eliminar informações de que não gostamos, e empresas de seguro virtual, que vão oferecer proteção contra roubo de identidade virtual e difamação na internet. “A identidade online será algo tão valioso que até surgirá um mercado negro, em que as pessoas poderão comprar identidades reais ou inventadas”, dizem os autores.

    O fim do esquecimento terá consequências profundas – que, para o Google, incluirão até a escolha do nome das pessoas. Alguns casais batizarão seus filhos com nomes bem diferentes, que não sejam comuns, e registrarão esses nomes nas redes sociais antes mesmo do nascimento da criança, tudo para que ela se destaque. Outros preferirão nomes comuns e genéricos, como “José Carlos”, que sejam muito frequentes e tornem mais difícil identificar a pessoa, permitindo que se esconda na multidão e mantenha algum grau de privacidade online.

(Anna Carolina Rodrigues – Superinteressante, junho, 2013. Adaptado)

De acordo com informações contidas no texto, pode-se afirmar que
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Q1126243 Estatuto da Pessoa Idosa - Lei nº 10.741 de 2003
Em relação ao direito do idoso aos alimentos, é correto afirmar que:
Alternativas
Q1126242 Direito Urbanístico
Em relação ao estudo de impacto de vizinhança, é correto afirmar que:
Alternativas
Q1126241 Direito Ambiental
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1126240 Direito Ambiental
Em relação ao disposto na Lei n.º 12.651/2012, analise as assertivas a seguir e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1126239 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
Conforme previsão da Lei n.º 12.764/2012, é correto afirmar que, entre os direitos da pessoa com transtorno do espectro autista, estão
Alternativas
Q1126238 Direito Ambiental

Como ensina Patrícia Iglecias, “nas hipóteses em que se exige o plano de gerenciamento de resíduos sólidos, há determinação de manutenção de informações completas sobre sua implementação e operacionalização junto ao órgão municipal competente” (Direito Ambiental, São Paulo: RT, 2013, p. 138).


Estão sujeitos à elaboração de plano de gerenciamento de resíduos sólidos, entre outros:

Alternativas
Q1126237 Direito Ambiental
São sanções administrativas restritivas de direito aplicáveis àqueles que incorrerem nas condutas tipificadas como infração ambiental:
Alternativas
Q1126236 Direito Urbanístico
Nos termos do Estatuto da Cidade, é correto afirmar que o direito às cidades sustentáveis consiste em:
Alternativas
Respostas
121: D
122: B
123: C
124: E
125: C
126: A
127: D
128: B
129: A
130: C
131: E
132: B
133: B
134: A
135: B
136: E
137: D
138: B
139: D
140: C