Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de aquiraz - ce

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Q4043731 Português
TEXTO

        O pico da produção mundial de petróleo já chegou a causar medo em formuladores de políticas, empresas e consumidores. É um momento à espreita em que o mundo poderia sugar as últimas gotas do ouro negro do solo – mais ou menos como quando o canudo chega ao fundo do copo de um milkshake.

        A ideia foi popularizada na década de 1950 pelo geólogo M. King Hubbert. Ele alertou que a produção de petróleo nos Estados Unidos seguiria uma curva em forma de sino e acabaria atingindo um pico inevitável enquanto os campos fossem amadurecendo e depois diminuindo. 

        As mudanças climáticas inverteram essa narrativa nos últimos anos. Em vez de temer a escassez, o debate agora gira em torno de quando a demanda finalmente atingirá o pico, à medida que a transição para veículos elétricos (VE) e outras energias limpas ganha força. Ao mesmo tempo, a resistência política – desde atrasos nas proibições de carros com motor a combustão até a redução de subsídios para VEs — lança dúvidas sobre a velocidade dessa transição.

        Há duas visões opostas sobre quando a demanda global por petróleo começará a declinar. A Agência Internacional de Energia (AIE), órgão com sede em Paris que representa as principais nações consumidoras de petróleo, projeta que a demanda se estabilizará em torno de 102 milhões de barris por dia (bpd) até 2030.

        Em seu relatório World Energy Outlook 2025, publicado em novembro, o principal “Cenário de Políticas Declaradas” da AIE projeta que os governos cumprirão metas ambiciosas de energia e clima. Mas a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) tem opinião oposta. Em sua mais recente perspectiva de longo prazo, o grupo de produtores prevê que a demanda continuará crescendo por décadas e não vê um pico antes de 2050, calculando que o consumo chegará a quase 123 milhões de bpd até meados do século.

        Por outro lado, as duas organizações têm a mesma preocupação implícita: está ficando mais difícil sustentar o fornecimento. A Opep acredita que o forte crescimento da demanda justificará investimentos contínuos para garantir reservas abundantes de seus membros por décadas. A AIE, por outro lado, apresenta uma perspectiva mais contida. Sob pressão do governo do presidente americano, Donald Trump, a AIE reintroduziu seu Cenário de Políticas Atuais mais conservador, que havia sido descartado em 2020. Ele tem como base leis vigentes e tendências observáveis que ficam muito aquém de quaisquer ambições climáticas.

        Esse cenário sugere que o crescimento da oferta deverá desacelerar após 2028, à medida que fontes não pertencentes à OPEP, como Estados Unidos, Brasil, Guiana e Canadá, diminuírem. Com isso, a oferta mundial passaria a depender dos países da Opep no Oriente Médio, como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Iraque. A demanda por petróleo, por sua vez, poderia chegar a 113 milhões de barris por dia até 2050, caso as promessas climáticas não sejam implementadas.

        Franziska Holz, vice-chefe do departamento de energia, transporte e meio ambiente do Instituto Alemão de Pesquisa Econômica, considera a retomada do cenário conservador pela AIE um “aspecto positivo”, pois a medida prova que o mundo “não está no caminho certo para atingir nossas metas climáticas e não está rápido o suficiente na substituição dos combustíveis fósseis em nossa matriz energética”.

        Holz ironizou que “os americanos provavelmente não tinham essa intenção” quando pressionaram a AIE a recuperar o cenário mais cauteloso. Quando se trata do pico do petróleo, ambas as organizações apontam para o mesmo risco subjacente: o fornecimento de petróleo não vai se resolver sozinho. Os campos mais antigos estão diminuindo rapidamente e, sem investimentos contínuos, a produção dos locais existentes cairá cerca de 8% ao ano, alertou a AIE em novembro de 2025.

        São necessárias enormes quantidades de nova produção apenas para manter o fornecimento global estável. No entanto, a maior parte dos gastos é destinada a compensar o declínio dos campos envelhecidos, em vez de colocar em operação novas produções significativas. 

        O setor petrolífero parece estar correndo apenas para permanecer no mesmo lugar: as descobertas de novos campos estão em níveis historicamente baixos, cresce a dependência de poços de xisto e os poços de perfuração em águas profundas se esgotam rapidamente.

        Antonio Turiel, físico e pesquisador do Conselho Superior de Investigações Científicas da Espanha, argumenta que o boom do fraturamento hidráulico nos EUA, motor do crescimento fora da Opep, já está se aproximando do esgotamento. Os melhores pontos de perfuração na Bacia do Permiano, no Texas e Novo México, já foram explorados e as taxas de declínio estão acelerando.

        “Após 15 anos intensos, estamos chegando ao fim da estrada do fraturamento hidráulico”, disse Turiel. “Podemos manter a miragem por mais um ou dois anos, mas depois a queda será incrivelmente rápida”. Turiel acredita que o mundo está se aproximando de um pico de produção mundial do petróleo muito mais cedo do que a maioria das agências está disposta a admitir, observando que 80% de todos os campos petrolíferos “já passaram do seu pico de produção”.

        Além do xisto, ele acrescenta que o mundo tem sido excessivamente dependente de campos supergigantes envelhecidos para garantir estabilidade, cuja fase mais rápida de declínio está prestes a começar. “É muito provável que comecemos a ter quedas anuais acentuadas – cerca de 5% ao ano – mesmo antes de 2030”, disse. “Depois desse ponto, espere uma redução na quantidade bruta de petróleo extraído anualmente de cerca de 50% em 20 anos”.

        Turiel destacou que, de 2020 a 2025, foi descoberta uma média de 3 bilhões de barris por dia – o equivalente 12 vezes menos do que o consumo global. E enquanto a Opep não prevê pico do petróleo e o pior cenário da AIE não vê uma queda antes de 2050, a linha do tempo de Turiel é contundente: “Provavelmente até 2027, mas certamente antes de 2030. E ainda mais cedo se ocorrerem alguns problemas geopolíticos indesejáveis.”.

        Apesar de todo o debate sobre quando a demanda por petróleo atingirá o pico, a distância entre as promessas climáticas dos governos e as políticas que eles realmente implementam continua ampla e crescendo. Apenas alguns países construíram estruturas duradouras para acelerar a transição para energia limpa, incluindo as políticas de veículos elétricos da Noruega, a estratégia industrial de tecnologia limpa da China e as leis climáticas da União Europeia. (...) 

Fonte: MARTIN, Nik. Como o mundo caminha para a queda na
produção de petróleo. Disponível em:
<https://www.dw.com/pt-br/mundo-caminha-para-queda-naprodução-petrolífera-mas-resiste-em-abandonar-os-fósseis/a 75334091>. Último acesso em 27 de fevereiro de 2026. (Texto adaptado).
Assinale a alternativa que expressa CORRETAMENTE a função do “Cenário de Políticas Atuais”, reintroduzido pela AIE, no contexto argumentativo do texto.
Alternativas
Q4043730 Português
TEXTO

        O pico da produção mundial de petróleo já chegou a causar medo em formuladores de políticas, empresas e consumidores. É um momento à espreita em que o mundo poderia sugar as últimas gotas do ouro negro do solo – mais ou menos como quando o canudo chega ao fundo do copo de um milkshake.

        A ideia foi popularizada na década de 1950 pelo geólogo M. King Hubbert. Ele alertou que a produção de petróleo nos Estados Unidos seguiria uma curva em forma de sino e acabaria atingindo um pico inevitável enquanto os campos fossem amadurecendo e depois diminuindo. 

        As mudanças climáticas inverteram essa narrativa nos últimos anos. Em vez de temer a escassez, o debate agora gira em torno de quando a demanda finalmente atingirá o pico, à medida que a transição para veículos elétricos (VE) e outras energias limpas ganha força. Ao mesmo tempo, a resistência política – desde atrasos nas proibições de carros com motor a combustão até a redução de subsídios para VEs — lança dúvidas sobre a velocidade dessa transição.

        Há duas visões opostas sobre quando a demanda global por petróleo começará a declinar. A Agência Internacional de Energia (AIE), órgão com sede em Paris que representa as principais nações consumidoras de petróleo, projeta que a demanda se estabilizará em torno de 102 milhões de barris por dia (bpd) até 2030.

        Em seu relatório World Energy Outlook 2025, publicado em novembro, o principal “Cenário de Políticas Declaradas” da AIE projeta que os governos cumprirão metas ambiciosas de energia e clima. Mas a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) tem opinião oposta. Em sua mais recente perspectiva de longo prazo, o grupo de produtores prevê que a demanda continuará crescendo por décadas e não vê um pico antes de 2050, calculando que o consumo chegará a quase 123 milhões de bpd até meados do século.

        Por outro lado, as duas organizações têm a mesma preocupação implícita: está ficando mais difícil sustentar o fornecimento. A Opep acredita que o forte crescimento da demanda justificará investimentos contínuos para garantir reservas abundantes de seus membros por décadas. A AIE, por outro lado, apresenta uma perspectiva mais contida. Sob pressão do governo do presidente americano, Donald Trump, a AIE reintroduziu seu Cenário de Políticas Atuais mais conservador, que havia sido descartado em 2020. Ele tem como base leis vigentes e tendências observáveis que ficam muito aquém de quaisquer ambições climáticas.

        Esse cenário sugere que o crescimento da oferta deverá desacelerar após 2028, à medida que fontes não pertencentes à OPEP, como Estados Unidos, Brasil, Guiana e Canadá, diminuírem. Com isso, a oferta mundial passaria a depender dos países da Opep no Oriente Médio, como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Iraque. A demanda por petróleo, por sua vez, poderia chegar a 113 milhões de barris por dia até 2050, caso as promessas climáticas não sejam implementadas.

        Franziska Holz, vice-chefe do departamento de energia, transporte e meio ambiente do Instituto Alemão de Pesquisa Econômica, considera a retomada do cenário conservador pela AIE um “aspecto positivo”, pois a medida prova que o mundo “não está no caminho certo para atingir nossas metas climáticas e não está rápido o suficiente na substituição dos combustíveis fósseis em nossa matriz energética”.

        Holz ironizou que “os americanos provavelmente não tinham essa intenção” quando pressionaram a AIE a recuperar o cenário mais cauteloso. Quando se trata do pico do petróleo, ambas as organizações apontam para o mesmo risco subjacente: o fornecimento de petróleo não vai se resolver sozinho. Os campos mais antigos estão diminuindo rapidamente e, sem investimentos contínuos, a produção dos locais existentes cairá cerca de 8% ao ano, alertou a AIE em novembro de 2025.

        São necessárias enormes quantidades de nova produção apenas para manter o fornecimento global estável. No entanto, a maior parte dos gastos é destinada a compensar o declínio dos campos envelhecidos, em vez de colocar em operação novas produções significativas. 

        O setor petrolífero parece estar correndo apenas para permanecer no mesmo lugar: as descobertas de novos campos estão em níveis historicamente baixos, cresce a dependência de poços de xisto e os poços de perfuração em águas profundas se esgotam rapidamente.

        Antonio Turiel, físico e pesquisador do Conselho Superior de Investigações Científicas da Espanha, argumenta que o boom do fraturamento hidráulico nos EUA, motor do crescimento fora da Opep, já está se aproximando do esgotamento. Os melhores pontos de perfuração na Bacia do Permiano, no Texas e Novo México, já foram explorados e as taxas de declínio estão acelerando.

        “Após 15 anos intensos, estamos chegando ao fim da estrada do fraturamento hidráulico”, disse Turiel. “Podemos manter a miragem por mais um ou dois anos, mas depois a queda será incrivelmente rápida”. Turiel acredita que o mundo está se aproximando de um pico de produção mundial do petróleo muito mais cedo do que a maioria das agências está disposta a admitir, observando que 80% de todos os campos petrolíferos “já passaram do seu pico de produção”.

        Além do xisto, ele acrescenta que o mundo tem sido excessivamente dependente de campos supergigantes envelhecidos para garantir estabilidade, cuja fase mais rápida de declínio está prestes a começar. “É muito provável que comecemos a ter quedas anuais acentuadas – cerca de 5% ao ano – mesmo antes de 2030”, disse. “Depois desse ponto, espere uma redução na quantidade bruta de petróleo extraído anualmente de cerca de 50% em 20 anos”.

        Turiel destacou que, de 2020 a 2025, foi descoberta uma média de 3 bilhões de barris por dia – o equivalente 12 vezes menos do que o consumo global. E enquanto a Opep não prevê pico do petróleo e o pior cenário da AIE não vê uma queda antes de 2050, a linha do tempo de Turiel é contundente: “Provavelmente até 2027, mas certamente antes de 2030. E ainda mais cedo se ocorrerem alguns problemas geopolíticos indesejáveis.”.

        Apesar de todo o debate sobre quando a demanda por petróleo atingirá o pico, a distância entre as promessas climáticas dos governos e as políticas que eles realmente implementam continua ampla e crescendo. Apenas alguns países construíram estruturas duradouras para acelerar a transição para energia limpa, incluindo as políticas de veículos elétricos da Noruega, a estratégia industrial de tecnologia limpa da China e as leis climáticas da União Europeia. (...) 

Fonte: MARTIN, Nik. Como o mundo caminha para a queda na
produção de petróleo. Disponível em:
<https://www.dw.com/pt-br/mundo-caminha-para-queda-naprodução-petrolífera-mas-resiste-em-abandonar-os-fósseis/a 75334091>. Último acesso em 27 de fevereiro de 2026. (Texto adaptado).
Assinale a alternativa que interpreta CORRETAMENTE a divergência entre as projeções da Agência Internacional de Energia (AIE) e da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), conforme apresentada no texto.
Alternativas
Q2944033 Legislação dos Municípios do Estado do Ceará

De acordo com o Código Tributário do Município de Aquiraz, analise as afirmativas a seguir.


I. As disposições relativas aos lançamentos da contribuição de melhoria serão regulamentadas por meio de decreto.

II. A contribuição de melhoria poderá ser paga de uma só vez ou parceladamente, de acordo com o que estabelecer o respectivo regulamento.

III. Não ficam excluídos da incidência da contribuição de melhoria os imóveis de propriedade do Poder Público, exceto os prometidos à venda e os submetidos a regime de enfiteuse, aforamento ou concessão de uso.


Marque a opção que indica a(s) afirmativa(s) CORRETA(S).

Alternativas
Q2944025 Legislação dos Municípios do Estado do Ceará

De acordo com a Lei Orgânica do Município de Aquiraz, analise as afirmativas a seguir.


I. Constituem bens municipais todas as coisas móveis, imóveis e semoventes, direitos e ações que, a qualquer título, pertençam ao Município.

II. Cabe ao Prefeito, a administração dos bens municipais, respeitada a competência da Câmara quanto àqueles utilizados em seus serviços.

III. Todos os bens municipais deverão ser cadastrados com a identificação respectiva, numerando-se os móveis, segundo o que for estabelecido em regulamento.

IV. A aquisição de bens imóveis, por compra ou permuta, dependerá de prévia avaliação e de autorização legislativa.


Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.

Alternativas
Q2944024 Legislação dos Municípios do Estado do Ceará

De acordo com a Lei Orgânica do Município de Aquiraz, marque (V) para as afirmativas VERDADEIRAS e (F) para as FALSAS. O Município, entidade autônoma e básica da Federação, será administrado com rígida e segura


( ) transparência de seus atos e ações.

( ) moralidade.

( ) participação popular nas decisões.

( ) descentralização administrativa.


Marque a opção que apresenta a sequência CORRETA.

Alternativas
Q2944020 Legislação dos Municípios do Estado do Ceará

De acordo com a Lei Orgânica do Município de Aquiraz, analise as afirmativas a seguir.


I. O terreno nu, situado na zona definida como zona urbana do distrito-sede ou na sede de outros distritos, não usado de modo permanente para fins econômicos ou sociais, nos termos em que a lei defina ou venha a definir, fica sujeito ao aumento de 20% (vinte por cento) sobre o valor bruto do imposto se o terreno não for totalmente murado e sua face (ou faces) externa(s) tenha(m) calçada e fios de pedra.

II. A Prefeitura, através de programas, procurará colaborar com mudas de plantas frutíferas, sementes, adubos e outros insumos no caso de utilização de terreno em atividade hortefrutícola.

III. Cabe ao Executivo, com aprovação do Legislativo Municipal, instituir a Unidade Fiscal do Município, como redutor monetário que propicie atualização constante dos valores a que tem direito.

IV. Os preços correspondentes a valores cobrados pela realização de determinados expedientes administrativos são vinculados ao critério da anualidade e podem, independentemente de se referenciarem ou não, à Unidade Fiscal do Município, ser atualizados.


Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.

Alternativas
Q2944012 Direito Tributário

Analise as afirmativas a seguir: A importância do crédito tributário pode ser consignada judicialmente pelo sujeito passivo, nos casos de


I. recusa de recebimento, ou subordinação deste ao pagamento de outro tributo ou de penalidade, ou ao cumprimento de obrigação acessória.

II. subordinação do recebimento ao cumprimento das exigências administrativas sem fundamento legal.

III. exigência, por mais de uma pessoa jurídica de direito público, de tributo idêntico sobre um mesmo fato gerador.


Marque a opção que indica a(s) afirmativa(s) CORRETA(S).

Alternativas
Q2944005 Direito Tributário
Suspende a exigibilidade do crédito tributário. Marque a opção INCORRETA.
Alternativas
Q2944001 Direito Tributário

Sobre a obrigação tributária acessória, analise as afirmativas a seguir.


I. A obrigação acessória decorre da legislação tributária e tem por objeto as prestações, positivas ou negativas, nela previstas no interesse da arrecadação ou da fiscalização dos tributos.

II. Pelo simples fato da sua inobservância, converte-se em obrigação principal relativamente à penalidade pecuniária.

III. Só acarreta consequências de índole restritiva fiscal.


Marque a opção que indica a(s) afirmativa(s) CORRETA(S).

Alternativas
Q2944000 Direito Tributário

Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios. Marque a opção INCORRETA.

Alternativas
Q2943994 Administração Financeira e Orçamentária

De acordo com a Lei Complementar nº 101/2000, as contas apresentadas pelo Chefe do Poder Executivo ficarão disponíveis, durante ____________ no respectivo Poder Legislativo e no órgão técnico responsável pela sua elaboração, para consulta e apreciação pelos cidadãos e instituições da sociedade.


Marque a opção que completa corretamente a lacuna.

Alternativas
Q2943993 Administração Financeira e Orçamentária

Analise a afirmativa a seguir.


O princípio orçamentário do(a) ________ determina que deverão ser incluídos no orçamento, exclusivamente, assuntos que lhe sejam pertinentes.


Marque a opção que completa corretamente a lacuna.

Alternativas
Q2943989 Direito Administrativo

Sobre a responsabilidade civil, analise as afirmativas a seguir e marque a opção INCORRETA.

Alternativas
Q2943985 Direito Administrativo

Sobre contrato administrativo, analise as afirmativas a seguir e marque (V) para as VERDADEIRAS e (F) para as FALSAS.


( ) O contrato deverá ser executado fielmente pelas partes, de acordo com as cláusulas avençadas e as normas da lei 8.666/93.

( ) A execução do contrato deverá ser acompanhada e fiscalizada por um representante da Administração especialmente designado, permitida a contratação de terceiros para assisti-lo e subsidiá-lo de informações pertinentes a essa atribuição.

( ) O contratado deverá manter preposto aceito pela Administração, no local da obra ou do serviço, para representá-lo na execução do contrato.

( ) O contratado não é obrigado a reparar, corrigir, remover, reconstruir ou substituir, às suas expensas, no total, o objeto do contrato em que se verificarem incorreções resultantes da execução ou de materiais empregados.


Marque a opção que apresenta a sequência CORRETA.

Alternativas
Q2943984 Direito Administrativo
Analise a seguinte situação hipotética: João, contratado para realização de determinado serviço, descumpriu o contrato administrativo por culpa exclusiva sua (contratado). Neste caso, a administração pode
Alternativas
Q2943960 Direito Administrativo

Analise as afirmativas a seguir.


São características do poder de polícia, a


I. discricionariedade.

II. coercibilidade.

III. autoexecutoriedade.

IV. facticidade.


Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.

Alternativas
Q2943958 Direito Administrativo

Sobre os princípios da administração pública, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para as VERDADEIRAS e (F) para as FALSAS.


( ) O princípio da motivação determina que os motivos do ato praticado devem ser determinados pelo mesmo órgão que tenha tomado a decisão.

( ) O princípio da legalidade diz que a administração pública somente pode impor obrigações em virtude de lei; direitos, por sua vez, podem ser concedidos por atos administrativos.

( ) No princípio da segurança jurídica, o ordenamento jurídico em vigor veda, no âmbito da União, a aplicação retroativa de nova interpretação jurídica.

( ) Não constava, expressamente no texto original da constituição Federal, o princípio da eficiência, tendo sido inserido posteriormente por emenda constitucional.

( ) O princípio da razoável duração do processo não se estende, pelo menos expressamente, aos processos administrativos.


Marque a opção que apresenta a sequência CORRETA.

Alternativas
Q2938852 Geografia
Como é denominada a técnica de levantamento de profundidade em corpos d´água (represas, lagos, oceanos) para a produção de mapas do relevo submerso?
Alternativas
Q2938850 Geografia
Ao calcular o volume de corte no projeto de uma estrada, foi constatado que o volume transportado de terra foi maior que o informado pela topografia. Considerando que o levantamento topográfico esteja correto, a que pode ser atribuída a diferença de volume?
Alternativas
Q2938848 Geografia
Como é denominado o ângulo formado entre o paralelo de um ponto na superfície terrestre e o plano do Equador?
Alternativas
Respostas
81: B
82: C
83: A
84: B
85: A
86: C
87: A
88: C
89: D
90: E
91: D
92: B
93: D
94: E
95: C
96: A
97: B
98: A
99: C
100: B