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( ) ser única para cada documento, mesmo que o signatário seja o mesmo
( ) ser única para um grupo de documento, mesmo que o signatário seja o mesmo
( ) comprovar a autoria do documento digital
( ) comprovar a autenticidade do documento digital
( ) possibilitar a verificação da unicidade
( ) possibilitar a verificação da integridade
( ) assegurar ao destinatário o “não repúdio” do documento digital, uma vez que, a princípio, o emitente é a única pessoa que tem acesso à chave privada que gerou a assinatura
As afirmativas são, respectivamente,
I. Uma das abordagens alternativas de estudo de usuários é a abordagem sense making de Brenda Dervin.
II. Um dos objetivos de um estudo de usuários é compreender o comportamento dos usuários quanto ao uso da informação.
III. Um dos motivos para a realização de estudos de uso e usuários é subsidiar o processo de planejamento e avaliação de sistemas de informação e a elaboração de relatórios e projetos.
Assinale
I. O resumo informativo apresenta os pontos principais do documento sem detalhamentos, como dados qualitativos e quantitativos, e que, de modo geral, não dispensa a consulta ao original.
II. O resumo deve ser composto por uma sequência de frases concisas em parágrafo único, sem enumeração de tópicos.
III. Em documento técnico ou científico, recomenda-se a utilização de resumo informativo.
Assinale
( ) Os dados RDA podem ser codificados apenas com o emprego do esquema MODS.
( ) A RDA adota como ponto de partida a estrutura teórica que se acha expressa nos modelos FRBR e FRAD.
( ) A RDA pode ser utilizada para a descrição tanto de recursos tradicionais quanto não-tradicionias, analógicos e digitais dentro e fora da biblioteca.
As afirmativas são, respectivamente,
1 – Z39.50 2 – OAI-PMH 3 – SWORD 4 – SRU
( ) O protocolo introduz o conceito de Metadata Harvesting (colheita de metadados), um processo unilateral, onde, os provedores de serviços (integradores de dados e centrais de pesquisa), a partir da lista de repositórios (provedores de dados), realizam periodicamente uma busca a estes provedores de dados, “colhendo” os metadados para exibição sob a forma de consultas efetuadas pelos usuários. Projetado para ser genérico, simples e fácil de implementar, o protocolo fornece uma maneira padrão de colher registros de metadados, bem como obter informações básicas e tipos de metadados suportados. O protocolo é baseado em HTTP (Hypertext Transfer Protocol), usando uma URL comum com um parâmetro para selecionar o tipo de solicitação.
( ) O protocolo foi desenvolvido pela primeira vez em 2007 para abordar a necessidade de uma interface de depósito padronizada para repositórios digitais. O protocolo foi implementado para as plataformas de depósito DSpace, EPrints, Fedora e Intralibrary. O protocolo é baseado no AtomPublishingProtocol (AtomPub), um padrão amplamente adotado nos blogs (e nas plataformas utilizadas para esse fim) e outros sites de conteúdo. Este protocolo é um padrão de interoperabilidade que permite aos acervos digitais aceitarem o depósito de conteúdo de várias fontes em diferentes formatos, através de um protocolo padronizado.
( ) O Protocolo nasceu de um projeto que envolvia a Online Computer Library Center (OCLC) e a LibrayofCongress (LC) e utiliza-se de um modelo clienteservidor para possibilitar a busca e recuperação de informações. O cliente conecta-se ao servidor, emite uma consulta, que é processada e então recebe os dados oriundos do servidor.
( ) Concebido juntamente com o SRW pela LC e propuseram as facilidades e características para o contexto mais atualizado da internet, com uso de URL e de serviços web. É um protocolo desenvolvido para trabalhar no âmbito do protocolo HTTP e possibilita a recuperação de registros no formato MARC (Machine Readable Cataloging), este utilizado principalmente por catálogos de bibliotecas, e no formato Dublin Core, o qual é utilizado largamente para a catalogação de arquivos digitais.
Assinale a alternativa que apresente a relação correta, de cima para baixo.
Entre os conceitos mais utilizados de interoperabilidade está o da International Organization for Standardization (ISO) “de que a interoperabilidade é a habilidade de dois ou mais sistemas, que podem ser computadores, meios de comunicação, redes de software e outros componentes de tecnologia de informação, de interagir e de trocar dados a partir de um método definido, objetivando obter os resultados esperados”.
Arms (2002), indica que para haver interoperabilidade são necessários acordos de cooperação em três níveis, sendo o terceiro: o nível que se refere à interoperabilidade política, quando organizações se reúnem com o intuito de alcançar a interoperabilidade, implementando padrões e tecnologias que cooperem com este objetivo.
Qual o nome que Arms dá a esse terceiro nível?