Questões de Concurso Para fcm

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Q3878319 História
Leia este trecho de P. Leroy-Beaulieu, professor do College de France, diretor do Économiste Français, publicado em 1891, sobre a política colonial europeia no século XIX:

"Não é natural, nem justo, que os países civilizados ocidentais se amontoem indefinidamente e se asfixiem nos espaços restritos que foram suas primeiras moradas, que neles acumulem as maravilhas das ciências, das artes, da civilização, que eles vejam, por falta de aplicações remuneradoras, a taxa do juro dos capitais cair em seus países cada dia mais e que deixem talvez a metade do mundo a pequenos grupos de homens ignorantes, impotentes, verdadeiras crianças débeis, dispersos em superfícies incomensuráveis, ou então a populações decrépitas, sem energia, sem direção, verdadeiros velhinhos incapazes de qualquer esforço, de qualquer ação ordenada e previdente" (P.Leroy-Beaulie. In: Beaud, 1987, p. 231-232).

Nesse sentido, é correto afirmar que a política colonial europeia do século XIX teve por desdobramento
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Q3878318 História
"Nos países totalitários, a propaganda e o terror parecem ser duas faces da mesma moeda. Isso, porém, só é verdadeiro em parte. Quando o totalitarismo detém o controle absoluto, substitui a propaganda pela doutrinação e emprega a violência não mais para assustar o povo (o que só é feito nos estágios iniciais, quando ainda existe a oposição política), mas para dar realidade às suas doutrinas ideológicas e às suas mentiras utilitárias" (Arendt, 2012, p. 390).

O que torna específico o totalitarismo na perspectiva arendtiana?
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Q3878317 História
"[Nos anos 1960] os valores democráticos não estruturavam a sociedade brasileira. As tradições e a cultura política não haviam sido gestadas segundo referências democráticas. [...] Portanto, as esquerdas revolucionárias dos anos 1960 e 1970, como de resto a sociedade, inseridas nestas referências e tradições, não tinham a democracia como um valor supremo. A democracia era burguesa, liberal, parte de um sistema que se queria derrubar. Após a revolução, o socialismo seria o caminho para se chegar à verdadeira democracia, da maioria, do proletariado" (Rollemberg, In: Delgado; Ferreira, 2003, p. 47-49 ).

De acordo com essa historiadora, a ditadura enfrentou os grupos esquerdistas de luta armada, tendo como meta o projeto de
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Q3878316 História
"Deixando de lado as condições específicas em que foi produzido esse discurso do exercício do poder, o que de mais significativo existe nele é o fato de periodizar a história do Brasil em duas etapas, sendo o divisor de águas uma revolução, a Revolução de 30. (...) Há um lugar a partir do qual deve-se ler a história – este é o passado memorizado como o domínio das oligarquias – e a partir daí, a revelação da história se dá através da ideia-chave de revolução de 30. (...) Esse discurso como exercício efetivo do poder político, além de periodizar a história, define o lugar onde ela deve ser lida – o passado memorizado como domínio das oligarquias e o presente como uma revolução sem prazo para acabar. (...) Como o discurso do exercício do poder, a Revolução de 30 oculta o percurso das classes sociais em conflito não apenas anulando a existência de determinados agentes, mas, principalmente, definindo enfaticamente o lugar da história para todos os agentes sociais" (De Decca, 1992, p. 75-107 ).

Na releitura da “Revolução de 1930”, é correto afirmar que o historiador Edgar De Decca defende a tese de que a interpretação oficial (dos vencedores) apresentou o movimento como resultado
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Q3878315 História
O trecho a seguir é da obra Direito público brasileiro e análise da Constituição do Império, publicada em 1857, de autoria de José Antônio Pimenta Bueno, que recebeu o título de marquês de São Vicente.
“[…] Assim fundou-se o Império do Brasil, ou por outra frase, a nação brasileira, que é a associação de todos os brasileiros; que é a sociedade civil e política de um povo americano livre e independente. […] é evidente que a sociedade civil não poderia existir sem qualificar, sem fixar previamente os caracteres segundo os quais pudesse reconhecer os membros de que se compõe e os que lhe são estranhos. A qualidade de nacional ou brasileiro adquire-se, pois, segundo a lei civil” (Bueno, In: Mattos, 1991, p. 14).

De acordo com a Constituição do Império (1824), a sequência que apresenta corretamente os excluídos do status de “cidadão brasileiro” está indicada em
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Q3878314 História
As monarquias centralizadas da França, Inglaterra e Espanha representavam uma ruptura decisiva com a soberania piramidal e parcelada de formações sociais medievais, com seus sistemas de propriedade e de vassalagem. A controvérsia sobre a natureza histórica destas monarquias tem persistido desde que Engels, em uma famosa máxima, declarou-as produto de um equilíbrio de classe entre a antiga nobreza feudal e a nova burguesia urbana: “excepcionalmente, contudo, há períodos em que as classes em luta se equilibram, de tal modo, que o poder de Estado, pretenso mediador, adquire momentaneamente um certo grau de autonomia em relação a elas...” (Anderson, 2004, p. 15).

É correto afirmar que a conceituação de Anderson (2004) sobre o Estado Absolutista é um
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Q3878313 História
"Os termos feudalidade, feudalismo, Idade Média têm inúmeras conotações e mesmo entre os medievalistas seu emprego suscita graves discordâncias. Podemos utilizá-los como sinônimos, ou eles designam realidades distintas? Podemos separar, para cada um deles, um sentido restrito e um sentido amplo, que seria errado confundir? Pressentimos problemas por detrás destas divergências, mas quais?" (Le Goff; Schmidt, 2006, p. 437).

É correto afirmar que Le Goff e Schmidt (2006)
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Q3878312 História
É correto afirmar que Funari (2023), ao comparar a organização político-social grega e romana na Antiguidade clássica, defende a tese de que o conceito de cidadania
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Q3878311 História
Este é um fragmento de trecho do historiador romano, Lúcio Floro, que resumiu os objetivos e resultados das lutas da plebe em busca de direitos. No trecho reportado, apresenta uma visão positiva do povo, em pleno Império, sob Trajano ou Adriano, o que demonstra a força da importância da população para os romanos, mesmo em época de autocracia e poder pessoal do imperador. "Em meio a sedições, esse povo valoroso merece admiração. Lutou por sua liberdade, por sua honestidade, por sua dignidade de nascimento e também pelos cargos e honras, mas, acima de tudo, bateu-se de forma mais valente pela salvaguarda da liberdade. O povo não se deixou corromper pela propina, ainda que, em uma grande comunidade a cada dia maior, cidadãos perniciosos apareçam de vez em quando" (Floro. In: Funari, 2023, p. 92).

A sequência que apresenta corretamente as conquistas dos plebeus no processo de lutas sociais do segundo período da história política de Roma na Antiguidade (509 a.C – 27 a.C), de acordo com Funari (2023), é:
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Q3878310 História
Este é um fragmento da fala de Rafael Printz Viana, morador da comunidade quilombola do Abui, no alto Trombetas/Pará: “a floresta é, como nós a chamamo essa música – nossa mãe cachoeira – assim nós chamamo também nossa mãe floresta, nossa mãe porque dela tiramos pode se dizer de um tudo, desde a saúde […] Então quer dizer, nossa mãe floresta é vida” (Funes, In: Reis; Gomes, 1996, p.550).

Sobre a relação quilombola/meio ambiente na Amazônia, interpretada por Funes (1996), está correto afirmar, EXCETO que
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Q3878309 História
"A praia estava deserta. Não havia ninguém ao longo da enseada nem das densas matas que a cercavam. A areia, porém, se encontrava repleta de pegadas, num sinal claro de que a terra era habitada. Tal evidência não impediu que os marujos recém-desembarcados gravassem seus nomes e os de seus navios nas árvores e nas rochas costeiras e, a seguir, imprimissem o dia, o mês e o ano de seu desembarque, tomando posse daquele território em nome da Coroa de Castela […] Ironicamente, o mau tempo acabaria permitindo a Pinzón realizar uma das mais rápidas travessias entre Cabo Verde e o Brasil. Suas caravelas gastaram apenas 13 dias para cobrir uma distância de 1.400 milhas náuticas (ou cerca de 2.390 quilômetros) – trajeto que custaria cerca de um mês de viagem a todas as expedições subsequentes [...]" (Bueno, 2016, p. 11-15).

É correto afirmar que Bueno (2016) 
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Q3878308 História
"Quilombos, palenques, maroons são diferentes denominações para o mesmo fenômeno nas diversas sociedades escravistas nas Américas: os grupos organizados de negros fugidos. No Brasil, esses agrupamentos também eram chamados de mocambos. Fugir do senhor e se juntar a outros rebeldes foi uma estratégia de luta desde que os primeiros tumbeiros aportaram na costa brasileira até as vésperas da abolição" (Albuquerque, W.R. de; Filho, W.F., 2006, p. 118).

Sobre as fugas dos escravos e formação dos quilombos, é correto afirmar que Albuquerque (2006) defende a tese de que
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Q3878307 História
"Falar em escravidão negra na Amazônia pode parecer estranho a muitos, mais ainda quando se refere aos mocambos ali constituídos por todo o século XIX" (Funes, In: Reis; Gomes, 1996, p. 534).

Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma ter sido evidenciado por Funes (1996) em sua pesquisa sobre a História e memória dos mocambos do baixo Amazonas.

( ) As sociedades formadas pelos negros fugidos da escravidão desapareceram com a extinção dos seus respectivos quilombos.
( ) A escravidão negra na Amazônia foi tão expressiva, em termos quantitativos, quanto nas regiões açucareiras, mineradoras ou cafeicultoras.
( ) A constituição da família foi a primeira forma encontrada pelo escravo para amenizar as adversidades, pois o casar-se significava adquirir mais controle sobre o espaço de moradia.
( ) Os quilombos do rio Curuá e Trombetas, no baixo Amazonas, constituíram-se como comunidades exclusivas de negros fugidos que buscavam a liberdade para reestruturar a vida socioeconômica.
( ) Os quilombos do Inferno, Cipoteua, Caxange e Curuá possuíam uma estrutura de poder e lideranças, capazes de garantir unidade, coordenar a resistência e assegurar a reprodução dessas sociedades.

De acordo com as afirmações, a sequência correta é:
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Q3878306 História
"Para a Unesco, 2019 é o ano internacional das línguas indígenas. Todos nós sabemos que a cada ano ou a cada semestre uma dessas línguas maternas, um desses idiomas originais de pequenos grupos, que estão na periferia da humanidade, é deletada. Sobram algumas, de preferência aquelas que interessam às corporações para administrar toda coisa toda , o desenvolvimento sustentável" (Krenak, 2020, p.23).

A esse respeito, é correto afirmar que Krenak (2020) defende a tese de que
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Q3878305 História
Guedes (2007) analisou a trajetória familiar de Joaquim Barbosa Neves, abordando o percurso da mobilidade social deste personagem e de seus descendentes. Segundo esse autor, “quando o pardo Joaquim Barbosa Neves morreu, em 1828, era senhor de 41 escravos. Em sua trajetória, deve ter nascido em cativeiro, mas ingressou na elite escravista do Brasil de outrora. Como isto foi possível?” (Guedes, In: Fragoso; Almeida; Sampaio, 2007, p. 340).

Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre o pensamento do autor a respeito da mobilidade social e da cor na sociedade escravista do Brasil no século XIX.

( ) Processo de ascensão social que acontece, gradativamente, é geracional, por conseguinte, de âmbito familiar.
( ) Processo de transposição jurídica da condição de escravo à de forro, de forro à de livre.
( ) Processo de enriquecimento, cujo principal e exclusivo critério indicador da mobilidade social era o econômico.
( ) Processo vinculado à cor que expressava uma condição social e não apenas aparência da pele.
( ) Processo mais relacionado ao enriquecimento do que à reputação social, com traços semelhantes a uma sociedade burguesa.

De acordo com as afirmações, a sequência correta é
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Q3878304 História
"O africano Mahommah G. Baquaqua viveu a experiência do tráfico e relatou em um livro publicado em 1854: ‘Quando estávamos prontos para embarcar, fomos acorrentados uns aos outros e amarrados com cordas pelo pescoço e assim arrastados para a beira do mar. O navio estava a alguma distância da praia. Nunca havia visto um navio antes e pensei que fosse algum objeto de adoração do homem branco. Imaginei que seríamos todos massacrados e que estávamos sendo conduzidos para lá com essa intenção. Temia por minha segurança e o desalento se apossou quase inteiramente de mim. Uma espécie de festa foi realizada em terra firme naquele dia. Aqueles que remaram os barcos foram fartamente regalados com uísque e, aos escravos, serviam arroz e outras coisas gostosas em abundância. Não estava ciente de que esta seria minha última festa na África. Não sabia do meu destino. Feliz de mim que não sabia. Sabia apenas que era um escravo, acorrentado pelo pescoço, e devia submeter-me prontamente e de boa vontade, acontecesse o que acontecesse. Isso era tudo quanto eu achava que tinha o direito de saber[...] Fomos arremessados, nus, porão adentro, os homens apinhados de um lado e as mulheres do outro. O porão era baixo que não podíamos ficar de pé, éramos obrigados a nos agachar ou a sentar no chão. Noite e dia eram iguais para nós, o sono nos sendo negado devido ao confinamento de nossos corpos. Ficamos desesperados com o sofrimento e a fadiga. Oh! A repugnância e a imundície daquele lugar horrível nunca serão apagadas da minha memória. Não: enquanto a memória mantiver seu posto nesse cérebro distraído, lembrarei daquilo. Meu coração até hoje adoece ao pensar nisto" (Albuquerque, W.R. de; Filho, W.F., 2006, p. 48).

É correto afirmar que, em suas pesquisas sobre o tráfico negreiro, Albuquerque (2006) evidencia
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Q3878303 História
"Por volta da segunda metade do século XVI, a oferta de escravos indígenas começou a declinar e os africanos começaram a chegar em maior quantidade para substituí-los. Diversos fatores levaram à substituição do índio pelo africano" (Albuquerque, W.R. de; Filho, W.F, 2006, p. 40).

De acordo com Albuquerque (2006), são fatores que explicam a substituição do “negro da terra” pelo “negro da Guiné” na América portuguesa, EXCETO
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Q3878302 História
"Todo o mundo árabe foi se revelando um bom mercado para os cativos trazidos não só da África, mas também da Índia, China, Sudeste da Ásia e Europa Ocidental. Viam-se, por isso, pessoas capturadas em diversos lugares nos mercados de escravos do mundo muçulmano. Mas foi a África negra quem mais abasteceu os mercados de escravos, principalmente depois da ocupação do Egito e do Norte da África pelos árabes" (Albuquerque, W.R. de; Filho, W.F., 2006, p.16).

É correto afirmar que, com a expansão islâmica, a história da África ganhou novos rumos porque, desde os fins do século VIII, os árabes, partindo da região do Golfo Pérsico e da Arábia, disseminaram o islamismo principalmente por meio
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Q3878301 História
"A presença humana na Amazônia é tão antiga quanto em outras áreas da América do Sul, pelo menos no que se refere à época de transição entre o Pleistoceno e o Holoceno, ao redor de 12 mil anos atrás. Essas evidências são importantes porque mostram que não houve impedimentos à ocupação da floresta tropical por grupos que não praticavam a agricultura, ao contrário do proposto por antropólogos como Bailey e Headland nos anos 1980" (Neves, 2022. p. 55).
Sobre o fragmento apresentado, avalie o que se afirma ser tese defendida pelo autor.

I- É impossível enquadrar as sociedades amazônicas em categorias fechadas ou mutuamente excludentes, como “caçadores-coletores” ou “agricultores”.
II- As sociedades agricultoras sucederam as sociedades caçadoras-coletoras na cadeia evolutiva.
III- Estratégias baseadas na diversificação parecem ter sido próprias dos modos de vida da região desde o começo da ocupação.
IV- Devido à pobreza dos solos e à escassez de proteína animal, os povos da Amazônia antiga adotaram modos de vida de caçadores-coletores nômades.
V- Evidências etnográficas sobre os Parakanã, um grupo tupi-guarani do leste do Pará, sinalizam alternâncias entre modos de vida, com ênfase maior na caça e coleta ou na agricultura.

É correto apenas o que se afirma em
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Q3878300 História
"Talvez a lição mais importante trazida pela arqueologia amazônica nas últimas décadas tenha sido mostrar que não existe na região nenhuma barreira natural à ocupação humana, à inovação e à invenção. Ao contrário, se fizermos uma história comparativa dos povos ameríndios, verificaremos que algumas das plantas mais importantes domesticadas no Novo Mundo o foram na Amazônia ou em suas adjacências nas terras baixas. O mesmo vale para a cerâmica, como já vimos. Solos de terra preta indicam a capacidade de modificação da paisagem, e a presença de sítios de grande porte interligados por redes de estradas mostram que houve períodos de adensamento demográfico com algum tipo de hierarquia. A arqueologia nos revela hoje que nada era impeditivo na Amazônia" (Neves, 2022.p. 188-189).

Ao investigar a História da Amazônia antiga, por meio da arqueologia, é correto afirmar que Neves (2022) legitima
Alternativas
Respostas
381: D
382: B
383: E
384: A
385: C
386: D
387: B
388: E
389: C
390: E
391: D
392: B
393: A
394: C
395: A
396: D
397: B
398: E
399: C
400: A