Questões de Concurso Para fgv nível médio

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Q3880666 Raciocínio Lógico
Uma panela de sopa pode alimentar ou 6 adultos ou 10 crianças. Em certa ocasião, havia 4 panelas de sopa e foram alimentadas 25 crianças.
Com a sopa que sobrou, a quantidade de adultos que podem ser alimentados é igual a
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Q3880665 Raciocínio Lógico
Arlindo, Benedito, Gilmar, Nonato e Osvaldo vão acampar. Eles possuem duas barracas, sendo uma menor, que comporta duas pessoas, e outra maior, comportando três pessoas. Entretanto, Arlindo e Benedito não querem ficar na mesma barraca.
Respeitando esse desejo, o número de maneiras diferentes em que as cinco pessoas podem ser arrumadas, nas duas barracas, é
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Q3880664 Matemática
Samuel compra e vende carros usados na sua loja. Em uma das suas transações, ele comprou um carro usado e anunciou como preço de venda um valor 20% maior do que gastou na compra. Entretanto, na hora de vender, ele deu ao comprador um desconto de 10% sobre o preço de venda anunciado. Com isso, ele lucrou R$ 5.200,00 nessa transação.

Esse carro foi vendido por
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Q3880663 Raciocínio Lógico

Considere a afirmação:


“Se o cozinheiro é competente, o almoço não vai atrasar.”


A negação dessa afirmação é

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Q3880662 Português
Assinale a opção em que há erro na classificação gramatical do termo sublinhado. 
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Q3880661 Português
Assinale a opção em que a lacuna da frase deve ser preenchida pelo segundo elemento contido nos parênteses.
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Q3880660 Português
Leia a frase a seguir.

A fala e a escrita são modalidades diferentes da linguagem humana __ a primeira se utiliza de unidades sonoras __ a segunda __ ao contrário __ emprega sinais gráficos.

Assinale a pontuação que preenche corretamente as lacunas da frase acima.
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Q3880659 Português
Assinale a opção em que não há crase em lacuna alguma.
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Q3880658 Português

A charge é antiga, mas o assunto continua atual.



Imagem associada para resolução da questão



Na charge, produzida por Erasmo e retirada do Jornal de Piracicaba, o efeito de humor se dá sobretudo 

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Q3880657 Redação Oficial
Avalie as afirmativas a seguir, relativas a textos normativos legais.

I. Alíneas devem ser designadas por letras minúsculas, seguidas de um parêntese de fechamento: a), b), c).
II. Na numeração de artigos, utiliza-se apenas a numeração ordinal: art. 1º, art. 8º, art. 10º.
III. Na numeração de parágrafos, utiliza-se apenas a numeração cardinal: § 3, § 9, § 10.
IV. Incisos devem ser designados por algarismos romanos e iniciados por letra minúscula: I, II, III.

Está correto o que se afirma em 
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Q3880656 Português
ATENÇÃO: O texto a seguir se refere à questão.


'Quer adressar?', me perguntou a moça


         De início não entendi o verbo cravado no coração da frase e, usando o etarismo a meu favor, pedi graciosamente, por favor, que a moça repetisse.

          O cenário era a loja de um shopping no Leblon, onde eu negociava com ela, vendedora educadíssima, os últimos detalhes da compra de um produto volumoso que, sem carro, eu não podia levar naquele momento. Foram necessárias três repetições da frase até que – como se falava no tempo do orelhão, quando o português era ouvido por aqui – a ficha caiu:

     “Eu posso adressar o produto?”, era o que perguntava a moça, fazendo-se finalmente entender. A moça queria ostentar na fala o mesmo padrão internacional do shopping.

      A pureza vernacular não linka com a minha prosa vadia de cronista. A ideia aqui é mexer com a língua, roçar na de Luís de Camões e – como o tamanduá esticando a dele para pegar as formigas – tirar prazer disso. Para manter o emprego, equilibro num parágrafo as ordens do manual de redação – exibindo às vezes uma mesóclise de polainas – e já no parágrafo seguinte caio de boca – com o piercing no lábio inferior – no saboreio do último barbarismo ouvido na esquina. Nada a ver com os rigores de um professor de português. O target não é preparar o leitor para a nota mil do Enem, mas meter a língua onde não se foi chamado.

    A propósito. Preciso dizer que quando eu, cliente, finalmente entendi o que a moça na loja do shopping queria dizer com a proposta de “adressar” a compra, eu aquiesci jovial – e me fiz up to date:


      “Sim, por favor, adressa, sim”.


(Trecho adaptado da crônica de Joaquim Ferreira dos Santos, publicada em “O Globo”.)
Assinale a frase, retirada do texto, que apresenta intertextualidade com outra frase conhecida, considerada como um ditado popular.
Alternativas
Q3880655 Português
ATENÇÃO: O texto a seguir se refere à questão.


'Quer adressar?', me perguntou a moça


         De início não entendi o verbo cravado no coração da frase e, usando o etarismo a meu favor, pedi graciosamente, por favor, que a moça repetisse.

          O cenário era a loja de um shopping no Leblon, onde eu negociava com ela, vendedora educadíssima, os últimos detalhes da compra de um produto volumoso que, sem carro, eu não podia levar naquele momento. Foram necessárias três repetições da frase até que – como se falava no tempo do orelhão, quando o português era ouvido por aqui – a ficha caiu:

     “Eu posso adressar o produto?”, era o que perguntava a moça, fazendo-se finalmente entender. A moça queria ostentar na fala o mesmo padrão internacional do shopping.

      A pureza vernacular não linka com a minha prosa vadia de cronista. A ideia aqui é mexer com a língua, roçar na de Luís de Camões e – como o tamanduá esticando a dele para pegar as formigas – tirar prazer disso. Para manter o emprego, equilibro num parágrafo as ordens do manual de redação – exibindo às vezes uma mesóclise de polainas – e já no parágrafo seguinte caio de boca – com o piercing no lábio inferior – no saboreio do último barbarismo ouvido na esquina. Nada a ver com os rigores de um professor de português. O target não é preparar o leitor para a nota mil do Enem, mas meter a língua onde não se foi chamado.

    A propósito. Preciso dizer que quando eu, cliente, finalmente entendi o que a moça na loja do shopping queria dizer com a proposta de “adressar” a compra, eu aquiesci jovial – e me fiz up to date:


      “Sim, por favor, adressa, sim”.


(Trecho adaptado da crônica de Joaquim Ferreira dos Santos, publicada em “O Globo”.)
Em relação ao texto, assinale a afirmativa correta.
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Q3880654 Português
ATENÇÃO: O texto a seguir se refere à questão.


'Quer adressar?', me perguntou a moça


         De início não entendi o verbo cravado no coração da frase e, usando o etarismo a meu favor, pedi graciosamente, por favor, que a moça repetisse.

          O cenário era a loja de um shopping no Leblon, onde eu negociava com ela, vendedora educadíssima, os últimos detalhes da compra de um produto volumoso que, sem carro, eu não podia levar naquele momento. Foram necessárias três repetições da frase até que – como se falava no tempo do orelhão, quando o português era ouvido por aqui – a ficha caiu:

     “Eu posso adressar o produto?”, era o que perguntava a moça, fazendo-se finalmente entender. A moça queria ostentar na fala o mesmo padrão internacional do shopping.

      A pureza vernacular não linka com a minha prosa vadia de cronista. A ideia aqui é mexer com a língua, roçar na de Luís de Camões e – como o tamanduá esticando a dele para pegar as formigas – tirar prazer disso. Para manter o emprego, equilibro num parágrafo as ordens do manual de redação – exibindo às vezes uma mesóclise de polainas – e já no parágrafo seguinte caio de boca – com o piercing no lábio inferior – no saboreio do último barbarismo ouvido na esquina. Nada a ver com os rigores de um professor de português. O target não é preparar o leitor para a nota mil do Enem, mas meter a língua onde não se foi chamado.

    A propósito. Preciso dizer que quando eu, cliente, finalmente entendi o que a moça na loja do shopping queria dizer com a proposta de “adressar” a compra, eu aquiesci jovial – e me fiz up to date:


      “Sim, por favor, adressa, sim”.


(Trecho adaptado da crônica de Joaquim Ferreira dos Santos, publicada em “O Globo”.)
Assinale a opção em que a substituição do termo sublinhado por um sinônimo é incorreta.
Alternativas
Q3880653 Português
ATENÇÃO: O texto a seguir se refere à questão.


'Quer adressar?', me perguntou a moça


         De início não entendi o verbo cravado no coração da frase e, usando o etarismo a meu favor, pedi graciosamente, por favor, que a moça repetisse.

          O cenário era a loja de um shopping no Leblon, onde eu negociava com ela, vendedora educadíssima, os últimos detalhes da compra de um produto volumoso que, sem carro, eu não podia levar naquele momento. Foram necessárias três repetições da frase até que – como se falava no tempo do orelhão, quando o português era ouvido por aqui – a ficha caiu:

     “Eu posso adressar o produto?”, era o que perguntava a moça, fazendo-se finalmente entender. A moça queria ostentar na fala o mesmo padrão internacional do shopping.

      A pureza vernacular não linka com a minha prosa vadia de cronista. A ideia aqui é mexer com a língua, roçar na de Luís de Camões e – como o tamanduá esticando a dele para pegar as formigas – tirar prazer disso. Para manter o emprego, equilibro num parágrafo as ordens do manual de redação – exibindo às vezes uma mesóclise de polainas – e já no parágrafo seguinte caio de boca – com o piercing no lábio inferior – no saboreio do último barbarismo ouvido na esquina. Nada a ver com os rigores de um professor de português. O target não é preparar o leitor para a nota mil do Enem, mas meter a língua onde não se foi chamado.

    A propósito. Preciso dizer que quando eu, cliente, finalmente entendi o que a moça na loja do shopping queria dizer com a proposta de “adressar” a compra, eu aquiesci jovial – e me fiz up to date:


      “Sim, por favor, adressa, sim”.


(Trecho adaptado da crônica de Joaquim Ferreira dos Santos, publicada em “O Globo”.)
No trecho “e já no parágrafo seguinte caio de boca [...] no saboreio do último barbarismo ouvido na esquina”, o processo de formação da palavra sublinhada é
Alternativas
Q3880652 Português
ATENÇÃO: O texto a seguir se refere à questão.


'Quer adressar?', me perguntou a moça


         De início não entendi o verbo cravado no coração da frase e, usando o etarismo a meu favor, pedi graciosamente, por favor, que a moça repetisse.

          O cenário era a loja de um shopping no Leblon, onde eu negociava com ela, vendedora educadíssima, os últimos detalhes da compra de um produto volumoso que, sem carro, eu não podia levar naquele momento. Foram necessárias três repetições da frase até que – como se falava no tempo do orelhão, quando o português era ouvido por aqui – a ficha caiu:

     “Eu posso adressar o produto?”, era o que perguntava a moça, fazendo-se finalmente entender. A moça queria ostentar na fala o mesmo padrão internacional do shopping.

      A pureza vernacular não linka com a minha prosa vadia de cronista. A ideia aqui é mexer com a língua, roçar na de Luís de Camões e – como o tamanduá esticando a dele para pegar as formigas – tirar prazer disso. Para manter o emprego, equilibro num parágrafo as ordens do manual de redação – exibindo às vezes uma mesóclise de polainas – e já no parágrafo seguinte caio de boca – com o piercing no lábio inferior – no saboreio do último barbarismo ouvido na esquina. Nada a ver com os rigores de um professor de português. O target não é preparar o leitor para a nota mil do Enem, mas meter a língua onde não se foi chamado.

    A propósito. Preciso dizer que quando eu, cliente, finalmente entendi o que a moça na loja do shopping queria dizer com a proposta de “adressar” a compra, eu aquiesci jovial – e me fiz up to date:


      “Sim, por favor, adressa, sim”.


(Trecho adaptado da crônica de Joaquim Ferreira dos Santos, publicada em “O Globo”.)
Na crônica de Joaquim Ferreira dos Santos, a função predominante é
Alternativas
Q3880651 Português
ATENÇÃO: O texto a seguir se refere à questão.


'Quer adressar?', me perguntou a moça


         De início não entendi o verbo cravado no coração da frase e, usando o etarismo a meu favor, pedi graciosamente, por favor, que a moça repetisse.

          O cenário era a loja de um shopping no Leblon, onde eu negociava com ela, vendedora educadíssima, os últimos detalhes da compra de um produto volumoso que, sem carro, eu não podia levar naquele momento. Foram necessárias três repetições da frase até que – como se falava no tempo do orelhão, quando o português era ouvido por aqui – a ficha caiu:

     “Eu posso adressar o produto?”, era o que perguntava a moça, fazendo-se finalmente entender. A moça queria ostentar na fala o mesmo padrão internacional do shopping.

      A pureza vernacular não linka com a minha prosa vadia de cronista. A ideia aqui é mexer com a língua, roçar na de Luís de Camões e – como o tamanduá esticando a dele para pegar as formigas – tirar prazer disso. Para manter o emprego, equilibro num parágrafo as ordens do manual de redação – exibindo às vezes uma mesóclise de polainas – e já no parágrafo seguinte caio de boca – com o piercing no lábio inferior – no saboreio do último barbarismo ouvido na esquina. Nada a ver com os rigores de um professor de português. O target não é preparar o leitor para a nota mil do Enem, mas meter a língua onde não se foi chamado.

    A propósito. Preciso dizer que quando eu, cliente, finalmente entendi o que a moça na loja do shopping queria dizer com a proposta de “adressar” a compra, eu aquiesci jovial – e me fiz up to date:


      “Sim, por favor, adressa, sim”.


(Trecho adaptado da crônica de Joaquim Ferreira dos Santos, publicada em “O Globo”.)
Com relação ao texto, assinale o comentário inadequado.
Alternativas
Q3879246 Áudio e Vídeo
No fluxo de trabalho profissional, é comum a necessidade de converter arquivos captados em alta resolução para os padrões compatíveis com vídeo ou consoles digitais.

Ao realizar esse processamento, o técnico deve compreender como a alteração dos parâmetros numéricos impacta a representação física do sinal sonoro. Ao converter um arquivo de 96 kHz para 48 kHz, mantendo a profundidade de bits, ocorre
Alternativas
Q3879245 Áudio e Vídeo
Analise as afirmativas abaixo sobre manipulação e conversão de áudio digital e marque (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas.

( ) A Normalização de Pico (Peak Normalization) é um processo dinâmico idêntico à compressão: ela reduz a diferença de volume entre as passagens mais silenciosas e as mais altas da música, alterando a "pegada" (dinâmica) da mixagem.
( ) Converter um arquivo de áudio de um formato com perdas (lossy), como um MP3 de 128kbps, para um formato de alta resolução (lossless), como WAV 24-bit, restaura a fidelidade original, recuperando as frequências agudas que haviam sido descartadas.
( ) Ao converter a taxa de amostragem de um arquivo de alta resolução (ex: 96 kHz) para uma menor (ex: 44.1 kHz), é obrigatória a aplicação de um filtro passa-baixa (Low-Pass) para eliminar frequências inaudíveis ou ultrassônicas que causariam distorção por aliasing na nova taxa.

As afirmativas são, respectivamente,
Alternativas
Q3879244 Engenharia Eletrônica
No ambiente de mixagem digital, as DAWs (Digital Audio Workstations) oferecem um conjunto de ferramentas nativas essenciais para o tratamento do sinal.
Relacione as ferramentas de processamento em uma DAW ao seu uso principal.

1. Normalização
2. Compressão
3. Equalização
4. Limiter

( ) Alterar o conteúdo espectral do áudio, modificando o equilíbrio entre graves, médios e agudos.
( ) Ajustar o ganho global do arquivo para que o pico máximo atinja um valor definido.
( ) Impededir que o sinal ultrapasse um teto específico, evitando distorção digital (clipping).
( ) Reduzir a faixa dinâmica, atenuando os sons fortes para equilibrar o volume médio.
Alternativas
Q3879243 Áudio e Vídeo
Com base nas características técnicas da edição não linear de áudio, analise as afirmativas a seguir:

I. A edição não linear fundamenta-se no uso de referências aos arquivos de áudio, organizadas temporalmente no projeto, mantendo os dados originais inalterados durante o processo de edição.
II. Na edição não linear a impossibilidade de desfazer operações e reorganizar trechos livremente está relacionada ao fato de a edição depender de uma sequência fixa e irreversível de reprodução.
III. Em sistemas de edição não linear, os arquivos de áudio são permanentemente modificados a cada operação, sendo necessária a duplicação prévia do material para evitar perdas.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Respostas
901: B
902: D
903: C
904: B
905: A
906: B
907: C
908: E
909: B
910: A
911: D
912: C
913: D
914: E
915: A
916: C
917: E
918: B
919: D
920: C