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Questões Discursivas

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Q4067880 Pedagogia

Acerca das dificuldades de aprendizagem e seus fatores associados, analise as assertivas abaixo e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):


( ) A identificação das dificuldades de aprendizagem deve iniciar pela caracterização do problema apresentado pelo aluno e pela investigação de suas causas.


( ) As dificuldades de aprendizagem não interferem no rendimento escolar, estando desvinculadas da motivação dos alunos.


( ) Fatores como falhas no sistema educacional, condições emocionais e quadros neurológicos podem contribuir para dificuldades de aprendizagem.


Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?

Alternativas
Q4067876 Pedagogia

Acerca das mudanças conceituais e epistemológicas sobre o fenômeno da deficiência, analise as assertivas abaixo e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):


(  ) A compreensão da deficiência evoluiu de uma visão centrada no déficit individual para abordagens que consideram os apoios e as condições sociais.


(  ) No modelo social de direitos, a deficiência passa a ser compreendida como uma questão exclusivamente privada, restrita ao âmbito familiar.


(  ) O deslocamento da deficiência para o campo público ampliou o debate sobre acessibilidade e participação social dessas pessoas.


Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?

Alternativas
Q4067875 Pedagogia

De acordo com a análise do processo histórico da Educação Especial diante da Escola Nova no Brasil, considere as assertivas a seguir:


I. O movimento da Escola Nova, embora defendesse a redução das desigualdades sociais, contribuiu para práticas de exclusão na Educação Especial ao enfatizar as diferenças individuais.


II. A valorização do ensino especializado e das técnicas de diagnóstico favoreceu a identificação de alunos que não acompanhavam o padrão escolar, justificando sua segregação em classes ou escolas especiais.


III. À época, a concepção de deficiência mental era definida exclusivamente por critérios biológicos e clínicos.


Est(á)ão CORRETA(S):

Alternativas
Q4067820 Pedagogia
A construção do conceito de número nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental pressupõe um processo de abstração que se inicia a partir de experiências concretas. Nesse contexto, a prática pedagógica em matemática deve favorecer a exploração, a investigação e a resolução de problemas. Considerando isso, assinale a alternativa que apresenta uma estratégia CORRETA de ensino para essa etapa.
Alternativas
Q4067819 Pedagogia

O lúdico na educação, quando compreendido para além do entretenimento, torna-se uma ferramenta estratégica para a mediação pedagógica. Sobre o papel da ludicidade no desenvolvimento da criança nos Anos Iniciais, analise as assertivas abaixo:


I. O brincar é uma forma de linguagem que permite à criança explorar o mundo, vivenciar regras sociais e construir conhecimentos de forma ativa e integrada.


II. A atividade lúdica, quando planejada com intencionalidade pedagógica, auxilia no desenvolvimento da autonomia, da capacidade de resolução de problemas e das competências socioemocionais.


III. O Professor deve atuar como mediador nas atividades lúdicas, garantindo que o brincar seja dirigido e controlado.


Está CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q4067818 Pedagogia
O cumprimento das leis que tratam da educação das relações étnico-raciais é um dever de todas as etapas da Educação Básica, visando ao enfrentamento do racismo e das desigualdades históricas. Sobre a operacionalização dessa temática na escola, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4067817 Pedagogia

A prática de alfabetização e letramento nos Anos Iniciais demanda do Professor uma intencionalidade pedagógica que articule o domínio do sistema de escrita com o uso funcional da linguagem em diferentes contextos sociais. Sobre as estratégias de ensino de leitura e escrita, analise as partes que seguem:


(1ª parte): A alfabetização e o letramento devem ser trabalhados de forma indissociável para que a criança não aprenda a codificar sem entender o que lê e o que escreve.


(2ª parte): O Professor deve escolher um gênero textual que prometa para garantir que o aluno memorize todas as suas características estruturais antes de avançar.


(3ª parte): A leitura deve prever apenas textos curtos e semânticos longos para que consiga escrever frases longas e complexas sem erros.


Pode-se afirmar que:

Alternativas
Q4067816 Pedagogia
A teoria do desenvolvimento cognitivo de Jean Piaget propõe que a aprendizagem ocorre em estágios sequenciais e qualitativamente diferentes. Nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, observa-se a transição do estágio pré-operatório para o operatório-concreto. Sobre as características desse processo de transição, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4067815 Pedagogia
A concepção de avaliação evoluiu de uma lógica de controle e punição para uma lógica de acompanhamento e emancipação do sujeito que aprende. Com base nessa transição paradigmática, assinale a alternativa INCORRETA acerca do propósito da avaliação nos Anos Iniciais.
Alternativas
Q4067814 Pedagogia

O planejamento pedagógico nos Anos Iniciais é um processo contínuo de reflexão-ação-reflexão. Considerando a necessidade de uma prática docente intencional e adaptável, analise as assertivas que seguem, julgando-as V, se Verdadeiras, ou F, se Falsas:


(  ) Uma estratégia nos Anos Iniciais é a repetição de textos, pois garante que o aluno decore a grafia correta de todas as palavras.


(  ) O Professor deve utilizar apenas um tipo de material didático (por exemplo, livro impresso), para evitar que a criança se distraia com outros recursos.


(  ) O trabalho em grupo deve ser evitado, pois retira a responsabilidade individual do aluno sobre o próprio aprendizado e favorece a indisciplina.


Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?

Alternativas
Q4067813 Pedagogia
O Professor do 4º ano decide trabalhar com a turma um projeto sobre o bairro onde a escola está localizada. Os alunos realizam entrevistas com moradores antigos, analisam as desigualdades de infraestrutura nas diferentes ruas e constroem um mapa coletivo conectando o estudo da geografia e da história local à análise crítica sobre direitos de cidadania e participação popular na melhoria da comunidade. Nesse cenário, qual concepção pedagógica foi mobilizada pelo Professor?
Alternativas
Q4067812 Pedagogia

Nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, a organização do espaço e a valorização do movimento corporal são elementos intrínsecos ao processo de aprendizagem, reconhecendo que a criança aprende com o corpo inteiro. Sobre a relação entre corpo, espaço e prática pedagógica, analise as afirmativas a seguir:


I. O corpo é um meio de expressão e de acesso ao conhecimento; atividades que envolvam movimento ajudam na organização do pensamento e na sociabilidade.


II. O professor deve mediar o uso dos espaços comuns da escola (pátios, biblioteca, jardins) para que sejam vistos como extensões da sala de aula e espaços de descoberta.


III. O espaço escolar deve ser planejado de forma a permitir a exploração e a circulação, sendo inadequado forçar a criança a permanecer sentada por longos períodos.


Está CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q4067811 Pedagogia
O ambiente escolar nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental desempenha um papel fundamental na formação da subjetividade da criança, mediando a percepção que ela tem de si mesma e do outro. Sobre os processos de construção da identidade e do respeito às diferenças, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4067730 Literatura
Ao comparar poemas de diferentes períodos literários, uma estudante percebe que um deles constrói uma voz marcada por forte emoção individual, desejo de fuga da realidade e exaltação dos sentimentos intensos. Em outro poema, ela nota que o eu apresenta de forma direta as palavras parecem sugerir estados da alma, explorando sons, repetições, símbolos, névoas, sombras e imagens ligadas ao mistério. A análise da estudante é adequada porque reconhece que:
Alternativas
Q4067729 Português

Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.



Analfabetismo funcional não apresenta melhora e

alcança 29%. dos brasileiros, mesmo patamar de 2018,

aponta novo levantamento do Inaf


    O analfabetismo funcional não avançou no Brasil nos últimos seis anos. É o que revela a nova edição do Inaf (lndicador de Alfabetismo Funcional). O levantamento aponta que 29% dos brasileiros de 15 a 64 anos seguem nessa condição, mesmo patamar verificado em 2018, ano em que a série histórica da pesquisa, publicada desde 2001, foi interrompida devido à pandemia de Covid- 19.


    Com relação aos jovens, o analfabetismo funcional teve um ligeiro incremento. Em 2018, 14% dos jovens de 15 a 29 anos estavam nessa condição e o percentual aumentou para 16% em 2024.


    Os níveis de alfabetismo são definidos a partir do desempenho em um teste que aborda situações presentes no cotidiano dos respondentes, considerando tanto habilidades relacionadas a textos  chamadas de letramento  quanto aquelas relacionadas aos números, designadas como numeramento. As aplicações inéditas no Inaf 2024, ao convidar os respondentes a resolver algumas questões aplicadas em um aparelho de telefone celular, permitem avançar no entendimento de em que medida o maior ou menor nível de alfabetismo incide sobre como as pessoas lidam com textos e informações numéricas no mundo digital. Traz também algumas pistas sobre como as "infinitas" oportunidades de consumir e produzir informação no ambiente digital podem ampliar ou limitar as possibilidades de inserção plena dos indivíduos numa sociedade crescentemente rica em tecnologia.


    Esta edição do Inaf entrevistou 2.554 indivíduos de 15 a 64 anos, entre dezembro de 2024 e fevereiro de 2025, em todas as regiões do país, para mapear as habilidades de leitura, escrita e matemática dos brasileiros. A margem de erro estimada varia entre dois e três pontos percentuais, a depender da faixa etária analisada considerando um intervalo de confiança estimado de 95%.


Fonte: https://www.unicef.org/brazil/ comunicados-de-

imprensa/analfabetismo-funcional-nao-apresenta-melhora-e-alcanca-

29- por-cento-dos-brasileiros- mesmo- patamar-de-2018-aponta-novo-

levantamento-do-inaf (adaptado).

Pela organização das informações, pelo uso de dados percentuais e pela referência a levantamento estatístico, o texto aproxima-se predominantemente de:
Alternativas
Q4067728 Português

Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.



Analfabetismo funcional não apresenta melhora e

alcança 29%. dos brasileiros, mesmo patamar de 2018,

aponta novo levantamento do Inaf


    O analfabetismo funcional não avançou no Brasil nos últimos seis anos. É o que revela a nova edição do Inaf (lndicador de Alfabetismo Funcional). O levantamento aponta que 29% dos brasileiros de 15 a 64 anos seguem nessa condição, mesmo patamar verificado em 2018, ano em que a série histórica da pesquisa, publicada desde 2001, foi interrompida devido à pandemia de Covid- 19.


    Com relação aos jovens, o analfabetismo funcional teve um ligeiro incremento. Em 2018, 14% dos jovens de 15 a 29 anos estavam nessa condição e o percentual aumentou para 16% em 2024.


    Os níveis de alfabetismo são definidos a partir do desempenho em um teste que aborda situações presentes no cotidiano dos respondentes, considerando tanto habilidades relacionadas a textos  chamadas de letramento  quanto aquelas relacionadas aos números, designadas como numeramento. As aplicações inéditas no Inaf 2024, ao convidar os respondentes a resolver algumas questões aplicadas em um aparelho de telefone celular, permitem avançar no entendimento de em que medida o maior ou menor nível de alfabetismo incide sobre como as pessoas lidam com textos e informações numéricas no mundo digital. Traz também algumas pistas sobre como as "infinitas" oportunidades de consumir e produzir informação no ambiente digital podem ampliar ou limitar as possibilidades de inserção plena dos indivíduos numa sociedade crescentemente rica em tecnologia.


    Esta edição do Inaf entrevistou 2.554 indivíduos de 15 a 64 anos, entre dezembro de 2024 e fevereiro de 2025, em todas as regiões do país, para mapear as habilidades de leitura, escrita e matemática dos brasileiros. A margem de erro estimada varia entre dois e três pontos percentuais, a depender da faixa etária analisada considerando um intervalo de confiança estimado de 95%.


Fonte: https://www.unicef.org/brazil/ comunicados-de-

imprensa/analfabetismo-funcional-nao-apresenta-melhora-e-alcanca-

29- por-cento-dos-brasileiros- mesmo- patamar-de-2018-aponta-novo-

levantamento-do-inaf (adaptado).

Sobre a relação entre alfabetismo e ambiente digital apresentada no texto, analise as assertivas:


I. O uso do telefone celular em parte da aplicação busca observar como habilidades de alfabetismo se articulam ao mundo digital.


II. O texto sugere que o ambiente digital pode oferecer oportunidades, mas também impor limites à participação social.


Das assertivas, pode-se afirmar que:

Alternativas
Q4067727 Português

Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.



Analfabetismo funcional não apresenta melhora e

alcança 29%. dos brasileiros, mesmo patamar de 2018,

aponta novo levantamento do Inaf


    O analfabetismo funcional não avançou no Brasil nos últimos seis anos. É o que revela a nova edição do Inaf (lndicador de Alfabetismo Funcional). O levantamento aponta que 29% dos brasileiros de 15 a 64 anos seguem nessa condição, mesmo patamar verificado em 2018, ano em que a série histórica da pesquisa, publicada desde 2001, foi interrompida devido à pandemia de Covid- 19.


    Com relação aos jovens, o analfabetismo funcional teve um ligeiro incremento. Em 2018, 14% dos jovens de 15 a 29 anos estavam nessa condição e o percentual aumentou para 16% em 2024.


    Os níveis de alfabetismo são definidos a partir do desempenho em um teste que aborda situações presentes no cotidiano dos respondentes, considerando tanto habilidades relacionadas a textos  chamadas de letramento  quanto aquelas relacionadas aos números, designadas como numeramento. As aplicações inéditas no Inaf 2024, ao convidar os respondentes a resolver algumas questões aplicadas em um aparelho de telefone celular, permitem avançar no entendimento de em que medida o maior ou menor nível de alfabetismo incide sobre como as pessoas lidam com textos e informações numéricas no mundo digital. Traz também algumas pistas sobre como as "infinitas" oportunidades de consumir e produzir informação no ambiente digital podem ampliar ou limitar as possibilidades de inserção plena dos indivíduos numa sociedade crescentemente rica em tecnologia.


    Esta edição do Inaf entrevistou 2.554 indivíduos de 15 a 64 anos, entre dezembro de 2024 e fevereiro de 2025, em todas as regiões do país, para mapear as habilidades de leitura, escrita e matemática dos brasileiros. A margem de erro estimada varia entre dois e três pontos percentuais, a depender da faixa etária analisada considerando um intervalo de confiança estimado de 95%.


Fonte: https://www.unicef.org/brazil/ comunicados-de-

imprensa/analfabetismo-funcional-nao-apresenta-melhora-e-alcanca-

29- por-cento-dos-brasileiros- mesmo- patamar-de-2018-aponta-novo-

levantamento-do-inaf (adaptado).

No período habilidades relacionadas a textos — as chamadas de letramento — quanto aquelas relacionadas aos números, os travessões foram empregados para:
Alternativas
Q4067726 Português

Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.



Analfabetismo funcional não apresenta melhora e

alcança 29%. dos brasileiros, mesmo patamar de 2018,

aponta novo levantamento do Inaf


    O analfabetismo funcional não avançou no Brasil nos últimos seis anos. É o que revela a nova edição do Inaf (lndicador de Alfabetismo Funcional). O levantamento aponta que 29% dos brasileiros de 15 a 64 anos seguem nessa condição, mesmo patamar verificado em 2018, ano em que a série histórica da pesquisa, publicada desde 2001, foi interrompida devido à pandemia de Covid- 19.


    Com relação aos jovens, o analfabetismo funcional teve um ligeiro incremento. Em 2018, 14% dos jovens de 15 a 29 anos estavam nessa condição e o percentual aumentou para 16% em 2024.


    Os níveis de alfabetismo são definidos a partir do desempenho em um teste que aborda situações presentes no cotidiano dos respondentes, considerando tanto habilidades relacionadas a textos  chamadas de letramento  quanto aquelas relacionadas aos números, designadas como numeramento. As aplicações inéditas no Inaf 2024, ao convidar os respondentes a resolver algumas questões aplicadas em um aparelho de telefone celular, permitem avançar no entendimento de em que medida o maior ou menor nível de alfabetismo incide sobre como as pessoas lidam com textos e informações numéricas no mundo digital. Traz também algumas pistas sobre como as "infinitas" oportunidades de consumir e produzir informação no ambiente digital podem ampliar ou limitar as possibilidades de inserção plena dos indivíduos numa sociedade crescentemente rica em tecnologia.


    Esta edição do Inaf entrevistou 2.554 indivíduos de 15 a 64 anos, entre dezembro de 2024 e fevereiro de 2025, em todas as regiões do país, para mapear as habilidades de leitura, escrita e matemática dos brasileiros. A margem de erro estimada varia entre dois e três pontos percentuais, a depender da faixa etária analisada considerando um intervalo de confiança estimado de 95%.


Fonte: https://www.unicef.org/brazil/ comunicados-de-

imprensa/analfabetismo-funcional-nao-apresenta-melhora-e-alcanca-

29- por-cento-dos-brasileiros- mesmo- patamar-de-2018-aponta-novo-

levantamento-do-inaf (adaptado).

No trecho o analfabetismo funcional teve um ligeiro incremento, a palavra incremento foi empregada para indicar que, em relação ao percentual anterior, houve:
Alternativas
Q4067724 Português

Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.



Analfabetismo funcional não apresenta melhora e

alcança 29%. dos brasileiros, mesmo patamar de 2018,

aponta novo levantamento do Inaf


    O analfabetismo funcional não avançou no Brasil nos últimos seis anos. É o que revela a nova edição do Inaf (lndicador de Alfabetismo Funcional). O levantamento aponta que 29% dos brasileiros de 15 a 64 anos seguem nessa condição, mesmo patamar verificado em 2018, ano em que a série histórica da pesquisa, publicada desde 2001, foi interrompida devido à pandemia de Covid- 19.


    Com relação aos jovens, o analfabetismo funcional teve um ligeiro incremento. Em 2018, 14% dos jovens de 15 a 29 anos estavam nessa condição e o percentual aumentou para 16% em 2024.


    Os níveis de alfabetismo são definidos a partir do desempenho em um teste que aborda situações presentes no cotidiano dos respondentes, considerando tanto habilidades relacionadas a textos  chamadas de letramento  quanto aquelas relacionadas aos números, designadas como numeramento. As aplicações inéditas no Inaf 2024, ao convidar os respondentes a resolver algumas questões aplicadas em um aparelho de telefone celular, permitem avançar no entendimento de em que medida o maior ou menor nível de alfabetismo incide sobre como as pessoas lidam com textos e informações numéricas no mundo digital. Traz também algumas pistas sobre como as "infinitas" oportunidades de consumir e produzir informação no ambiente digital podem ampliar ou limitar as possibilidades de inserção plena dos indivíduos numa sociedade crescentemente rica em tecnologia.


    Esta edição do Inaf entrevistou 2.554 indivíduos de 15 a 64 anos, entre dezembro de 2024 e fevereiro de 2025, em todas as regiões do país, para mapear as habilidades de leitura, escrita e matemática dos brasileiros. A margem de erro estimada varia entre dois e três pontos percentuais, a depender da faixa etária analisada considerando um intervalo de confiança estimado de 95%.


Fonte: https://www.unicef.org/brazil/ comunicados-de-

imprensa/analfabetismo-funcional-nao-apresenta-melhora-e-alcanca-

29- por-cento-dos-brasileiros- mesmo- patamar-de-2018-aponta-novo-

levantamento-do-inaf (adaptado).

No segmento considerando tanto habilidades relacionadas a textos [...] quanto aquelas relacionadas aos números, a correlação tanto... quanto estabelece relação de:
Alternativas
Q4067723 Português

Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.



Analfabetismo funcional não apresenta melhora e

alcança 29%. dos brasileiros, mesmo patamar de 2018,

aponta novo levantamento do Inaf


    O analfabetismo funcional não avançou no Brasil nos últimos seis anos. É o que revela a nova edição do Inaf (lndicador de Alfabetismo Funcional). O levantamento aponta que 29% dos brasileiros de 15 a 64 anos seguem nessa condição, mesmo patamar verificado em 2018, ano em que a série histórica da pesquisa, publicada desde 2001, foi interrompida devido à pandemia de Covid- 19.


    Com relação aos jovens, o analfabetismo funcional teve um ligeiro incremento. Em 2018, 14% dos jovens de 15 a 29 anos estavam nessa condição e o percentual aumentou para 16% em 2024.


    Os níveis de alfabetismo são definidos a partir do desempenho em um teste que aborda situações presentes no cotidiano dos respondentes, considerando tanto habilidades relacionadas a textos  chamadas de letramento  quanto aquelas relacionadas aos números, designadas como numeramento. As aplicações inéditas no Inaf 2024, ao convidar os respondentes a resolver algumas questões aplicadas em um aparelho de telefone celular, permitem avançar no entendimento de em que medida o maior ou menor nível de alfabetismo incide sobre como as pessoas lidam com textos e informações numéricas no mundo digital. Traz também algumas pistas sobre como as "infinitas" oportunidades de consumir e produzir informação no ambiente digital podem ampliar ou limitar as possibilidades de inserção plena dos indivíduos numa sociedade crescentemente rica em tecnologia.


    Esta edição do Inaf entrevistou 2.554 indivíduos de 15 a 64 anos, entre dezembro de 2024 e fevereiro de 2025, em todas as regiões do país, para mapear as habilidades de leitura, escrita e matemática dos brasileiros. A margem de erro estimada varia entre dois e três pontos percentuais, a depender da faixa etária analisada considerando um intervalo de confiança estimado de 95%.


Fonte: https://www.unicef.org/brazil/ comunicados-de-

imprensa/analfabetismo-funcional-nao-apresenta-melhora-e-alcanca-

29- por-cento-dos-brasileiros- mesmo- patamar-de-2018-aponta-novo-

levantamento-do-inaf (adaptado).

A comparação entre os percentuais de 2018 e 2024, no caso dos jovens de 15 a 29 anos, contribui para mostrar que:


I. Houve agravamento discreto do problema nesse grupo, apesar da estabilidade no dado geral.


II. O analfabetismo funcional foi eliminado entre os jovens após a retomada da pesquisa.


Das assertivas, pode-se afirmar que:

Alternativas
Respostas
861: A
862: C
863: D
864: B
865: B
866: A
867: A
868: B
869: C
870: C
871: D
872: A
873: C
874: C
875: B
876: A
877: C
878: C
879: D
880: B