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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Não via a hora de crescer, e hoje entendo minha urgência: eu só seria parida, de verdade, pelas palavras
Ninguém sai ileso da infância. Mesmo a criança que teve pais amorosos, que recebeu atenção plena durante suas inquietudes, mesmo ela, nascida em um reino encantado, no lar mais que perfeito, haverá de arrastar algumas correntes na vida adulta. Não há nada de original nesta constatação, mas só agora, lendo as inúmeras entrevistas que compõem o livro Conversas Infinitas, de Mariano Horenstein, é que enxerguei a situação com mais clareza.
O livro aborda a influência da psicanálise na criação artística, e entre os escritores, cineastas, músicos e demais artistas entrevistados, está o fotógrafo guatemalteco Luiz González Palma, que em determinado momento fala sobre a desconcertante solidão das crianças: em seus primeiros anos, ainda não possuem um acervo razoável de palavras para interpretar a complexidade do mundo.
Eu lembro. O desespero por não conseguir nominar minhas emoções. A dificuldade de entender a mim mesma. O vácuo que me deixava vagando pelos corredores do colégio, pelas festas familiares, pelo tudo e o nada que eu não conseguia designar. Uma garotinha desamparada, sem a compreensão do que, dentro dela, era exclusivamente sensitivo. Palavras são salva-vidas. Fosse apenas por isso, dar livros de presente às crianças deveria ser obrigatório, não opcional.
Abraços, carinhos, cuidados – a linguagem do afeto supre a ausência das palavras no início da vida, mas não de todo. E se quem nos ama desaparecer de repente? Como lidar com o medo, sem a rede de proteção de um pensamento lógico?
Saramago disse, certa vez, que somos todos escritores, só que uns escrevem e outros não. À medida que vamos assimilando um repertório de palavras, passamos todos a nos narrar, finalmente. A narrativa que fazemos a nosso respeito é a base dos vínculos maduros – e de toda a psicanálise. Sem o auxílio das palavras, a infância não termina.
Há quem não escreva, mas não existe quem não se narre. A palavra está por trás de tudo: música, teatro, cinema, fotografia, amizades, amor – toda expressão nasce de alguém que precisa entender quem é, entender como se sente, e dizê lo. Fosse apenas por isso, dar livros de presente aos adultos também deveria ser obrigatório, não opcional.
A incompreensão de si mesmo é um vazio aterrador. Tive todas as necessidades atendidas, quando criança, mas não via a hora de crescer, e hoje entendo minha urgência: eu só seria parida, de verdade, pelas palavras. Através delas, eu colocaria meus pés no chão e existiria de forma mais precisa. Ou, ao menos, teria alguma lucidez sobre minha imprecisão. É a graça que vejo em ser adulta: dar um sentido à imaginação e descobrir que o que a gente pensa e sente (e sofre) é universal.
Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado).
Os oligoelementos não constituem fonte direta de energia nem formam a estrutura do corpo humano, mas exercem funções metabólicas essenciais; nesse contexto, o ________ participa da formação da hemoglobina e do transporte de oxigênio, o ________ está relacionado à divisão celular e à atividade enzimática, o ________ integra a síntese dos hormônios tireoidianos T3 e T4, e o ________ atua na defesa antioxidante e na função da tireoide.
Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas?
Os macronutrientes desempenham funções essenciais no metabolismo energético, estrutural e funcional do organismo humano. Considerando os carboidratos, proteínas e lipídios, analise as assertivas a seguir.
I. Os carboidratos constituem a principal fonte de energia rápida da dieta, fornecendo 4 kcal por grama, além de exercerem funções como reserva de glicogênio, ação poupadora de energia e participação na estrutura dos ácidos nucleicos.
II. As proteínas, formadas por aminoácidos ligados por ligações peptídicas, possuem funções estruturais, enzimáticas, hormonais e imunológicas, podendo também fornecer energia ao organismo, na proporção de 4 kcal por grama.
Está(ão) CORRETA(S):
A Lei Orgânica do Município disciplina a aquisição da estabilidade, as hipóteses de perda do cargo e as consequências administrativas decorrentes dessas situações no serviço público municipal. Com base nessas disposições, analise as assertivas a seguir.
I. A estabilidade é adquirida pelo servidor nomeado para cargo de provimento efetivo após três anos de efetivo exercício, desde que o ingresso tenha ocorrido por concurso público.
II. Invalidada por sentença judicial a demissão do servidor estável, este será reintegrado ao cargo, e o eventual ocupante da vaga será reconduzido ao cargo de origem, aproveitado em outro cargo ou posto em disponibilidade, conforme o caso.
III. O servidor público estável poderá perder o cargo em razão de sentença judicial transitada em julgado, mediante processo administrativo com ampla defesa ou por procedimento de avaliação periódica de desempenho, assegurada ampla defesa.
Está(ão) CORRETA(S):
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Mito ou verdade: o estresse está deixando o seu cabelo branco?
Por muito tempo, a ideia de que um grande susto ou um período de preocupação excessiva poderia branquear os fios capilares foi tratada como mito. No entanto, a ciência moderna já comprovou que a conexão entre a mente e o folículo piloso é direta e biológica.
Muito mais do que uma questão estética, a canície -- nome científico dado para os fios brancos -- pode ser reflexo físico de um organismo sob pressão constante.
Biologicamente, a cor do cabelo é determinada pelos melanócitos, células localizadas na matriz do folículo piloso que produzem a melanina. Já o processo de branqueamento ocorre quando essas células param de funcionar.
À CNN, o dermatologista Lucas Miranda, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, explica que o estresse crônico é um dos gatilhos para a "morte" dessas células. "Os melanócitos podem sofrer danos ou morrer, interrompendo a produção de melanina. Como resultado, os fios passam a crescer brancos ou grisalhos".
A ciência por trás disso é precisa. Pesquisas publicadas na revista Nature mostram que o estresse agudo libera noradrenalina, um neurotransmissor que danifica as células-tronco dos melanócitos. "Não se trata de um mito, mas de um processo fisiológico desencadeado por fatores emocionais", acrescenta o especialista.
Mas como um sentimento se transforma em mudança física? O processo do estresse psicológico envolve o chamado "eixo hipotálamo-hipófise-adrenal". Quando estamos estressados, o corpo libera uma cascata de hormônios como o cortisol e noradrenalina.
Também à CNN, o biomédico Thiago Martins, mestre em Medicina Estética, ressalta que fatores externos podem piorar o quadro.
"O estresse oxidativo ambiental — causado por sol, poluição, tabagismo e produtos químicos — aumenta os radicais livres. Quando combinado ao estresse emocional, esse efeito é potencializado, acelerando o aparecimento de fios brancos e a queda capilar".
Nesse processo, uma das principais dúvidas é se há possibilidade de reverter o quadro -- seja com férias ou uma vida mais calma. Thiago, então, esclarece que, na maioria dos casos, o caminho é de mão única.
"Em geral, a canície é considerada irreversível, pois os melanócitos destruídos não se regeneram facilmente", diz o biomédico. No entanto, ele afirma ainda que existem relatos raros de repigmentação parcial quando o estresse é reduzido drasticamente em fases iniciais.
Thiago Martins aponta que nutrientes como zinco, cobre, ferro e vitaminas D e E são essenciais. Já o Dr. Lucas Miranda reforça a necessidade de equilíbrio. "O principal conselho é adotar hábitos saudáveis, controlar o estresse com atividade física, sono adequado e, se necessário, acompanhamento psicológico e dermatológico", conclui.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mito-ou-verdade-o-estresse esta-deixando-o-seu-cabelo-branco/ (adaptado).
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Mito ou verdade: o estresse está deixando o seu cabelo branco?
Por muito tempo, a ideia de que um grande susto ou um período de preocupação excessiva poderia branquear os fios capilares foi tratada como mito. No entanto, a ciência moderna já comprovou que a conexão entre a mente e o folículo piloso é direta e biológica.
Muito mais do que uma questão estética, a canície -- nome científico dado para os fios brancos -- pode ser reflexo físico de um organismo sob pressão constante.
Biologicamente, a cor do cabelo é determinada pelos melanócitos, células localizadas na matriz do folículo piloso que produzem a melanina. Já o processo de branqueamento ocorre quando essas células param de funcionar.
À CNN, o dermatologista Lucas Miranda, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, explica que o estresse crônico é um dos gatilhos para a "morte" dessas células. "Os melanócitos podem sofrer danos ou morrer, interrompendo a produção de melanina. Como resultado, os fios passam a crescer brancos ou grisalhos".
A ciência por trás disso é precisa. Pesquisas publicadas na revista Nature mostram que o estresse agudo libera noradrenalina, um neurotransmissor que danifica as células-tronco dos melanócitos. "Não se trata de um mito, mas de um processo fisiológico desencadeado por fatores emocionais", acrescenta o especialista.
Mas como um sentimento se transforma em mudança física? O processo do estresse psicológico envolve o chamado "eixo hipotálamo-hipófise-adrenal". Quando estamos estressados, o corpo libera uma cascata de hormônios como o cortisol e noradrenalina.
Também à CNN, o biomédico Thiago Martins, mestre em Medicina Estética, ressalta que fatores externos podem piorar o quadro.
"O estresse oxidativo ambiental — causado por sol, poluição, tabagismo e produtos químicos — aumenta os radicais livres. Quando combinado ao estresse emocional, esse efeito é potencializado, acelerando o aparecimento de fios brancos e a queda capilar".
Nesse processo, uma das principais dúvidas é se há possibilidade de reverter o quadro -- seja com férias ou uma vida mais calma. Thiago, então, esclarece que, na maioria dos casos, o caminho é de mão única.
"Em geral, a canície é considerada irreversível, pois os melanócitos destruídos não se regeneram facilmente", diz o biomédico. No entanto, ele afirma ainda que existem relatos raros de repigmentação parcial quando o estresse é reduzido drasticamente em fases iniciais.
Thiago Martins aponta que nutrientes como zinco, cobre, ferro e vitaminas D e E são essenciais. Já o Dr. Lucas Miranda reforça a necessidade de equilíbrio. "O principal conselho é adotar hábitos saudáveis, controlar o estresse com atividade física, sono adequado e, se necessário, acompanhamento psicológico e dermatológico", conclui.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mito-ou-verdade-o-estresse esta-deixando-o-seu-cabelo-branco/ (adaptado).
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Mito ou verdade: o estresse está deixando o seu cabelo branco?
Por muito tempo, a ideia de que um grande susto ou um período de preocupação excessiva poderia branquear os fios capilares foi tratada como mito. No entanto, a ciência moderna já comprovou que a conexão entre a mente e o folículo piloso é direta e biológica.
Muito mais do que uma questão estética, a canície -- nome científico dado para os fios brancos -- pode ser reflexo físico de um organismo sob pressão constante.
Biologicamente, a cor do cabelo é determinada pelos melanócitos, células localizadas na matriz do folículo piloso que produzem a melanina. Já o processo de branqueamento ocorre quando essas células param de funcionar.
À CNN, o dermatologista Lucas Miranda, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, explica que o estresse crônico é um dos gatilhos para a "morte" dessas células. "Os melanócitos podem sofrer danos ou morrer, interrompendo a produção de melanina. Como resultado, os fios passam a crescer brancos ou grisalhos".
A ciência por trás disso é precisa. Pesquisas publicadas na revista Nature mostram que o estresse agudo libera noradrenalina, um neurotransmissor que danifica as células-tronco dos melanócitos. "Não se trata de um mito, mas de um processo fisiológico desencadeado por fatores emocionais", acrescenta o especialista.
Mas como um sentimento se transforma em mudança física? O processo do estresse psicológico envolve o chamado "eixo hipotálamo-hipófise-adrenal". Quando estamos estressados, o corpo libera uma cascata de hormônios como o cortisol e noradrenalina.
Também à CNN, o biomédico Thiago Martins, mestre em Medicina Estética, ressalta que fatores externos podem piorar o quadro.
"O estresse oxidativo ambiental — causado por sol, poluição, tabagismo e produtos químicos — aumenta os radicais livres. Quando combinado ao estresse emocional, esse efeito é potencializado, acelerando o aparecimento de fios brancos e a queda capilar".
Nesse processo, uma das principais dúvidas é se há possibilidade de reverter o quadro -- seja com férias ou uma vida mais calma. Thiago, então, esclarece que, na maioria dos casos, o caminho é de mão única.
"Em geral, a canície é considerada irreversível, pois os melanócitos destruídos não se regeneram facilmente", diz o biomédico. No entanto, ele afirma ainda que existem relatos raros de repigmentação parcial quando o estresse é reduzido drasticamente em fases iniciais.
Thiago Martins aponta que nutrientes como zinco, cobre, ferro e vitaminas D e E são essenciais. Já o Dr. Lucas Miranda reforça a necessidade de equilíbrio. "O principal conselho é adotar hábitos saudáveis, controlar o estresse com atividade física, sono adequado e, se necessário, acompanhamento psicológico e dermatológico", conclui.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mito-ou-verdade-o-estresse esta-deixando-o-seu-cabelo-branco/ (adaptado).
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Mito ou verdade: o estresse está deixando o seu cabelo branco?
Por muito tempo, a ideia de que um grande susto ou um período de preocupação excessiva poderia branquear os fios capilares foi tratada como mito. No entanto, a ciência moderna já comprovou que a conexão entre a mente e o folículo piloso é direta e biológica.
Muito mais do que uma questão estética, a canície -- nome científico dado para os fios brancos -- pode ser reflexo físico de um organismo sob pressão constante.
Biologicamente, a cor do cabelo é determinada pelos melanócitos, células localizadas na matriz do folículo piloso que produzem a melanina. Já o processo de branqueamento ocorre quando essas células param de funcionar.
À CNN, o dermatologista Lucas Miranda, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, explica que o estresse crônico é um dos gatilhos para a "morte" dessas células. "Os melanócitos podem sofrer danos ou morrer, interrompendo a produção de melanina. Como resultado, os fios passam a crescer brancos ou grisalhos".
A ciência por trás disso é precisa. Pesquisas publicadas na revista Nature mostram que o estresse agudo libera noradrenalina, um neurotransmissor que danifica as células-tronco dos melanócitos. "Não se trata de um mito, mas de um processo fisiológico desencadeado por fatores emocionais", acrescenta o especialista.
Mas como um sentimento se transforma em mudança física? O processo do estresse psicológico envolve o chamado "eixo hipotálamo-hipófise-adrenal". Quando estamos estressados, o corpo libera uma cascata de hormônios como o cortisol e noradrenalina.
Também à CNN, o biomédico Thiago Martins, mestre em Medicina Estética, ressalta que fatores externos podem piorar o quadro.
"O estresse oxidativo ambiental — causado por sol, poluição, tabagismo e produtos químicos — aumenta os radicais livres. Quando combinado ao estresse emocional, esse efeito é potencializado, acelerando o aparecimento de fios brancos e a queda capilar".
Nesse processo, uma das principais dúvidas é se há possibilidade de reverter o quadro -- seja com férias ou uma vida mais calma. Thiago, então, esclarece que, na maioria dos casos, o caminho é de mão única.
"Em geral, a canície é considerada irreversível, pois os melanócitos destruídos não se regeneram facilmente", diz o biomédico. No entanto, ele afirma ainda que existem relatos raros de repigmentação parcial quando o estresse é reduzido drasticamente em fases iniciais.
Thiago Martins aponta que nutrientes como zinco, cobre, ferro e vitaminas D e E são essenciais. Já o Dr. Lucas Miranda reforça a necessidade de equilíbrio. "O principal conselho é adotar hábitos saudáveis, controlar o estresse com atividade física, sono adequado e, se necessário, acompanhamento psicológico e dermatológico", conclui.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mito-ou-verdade-o-estresse esta-deixando-o-seu-cabelo-branco/ (adaptado).
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Mito ou verdade: o estresse está deixando o seu cabelo branco?
Por muito tempo, a ideia de que um grande susto ou um período de preocupação excessiva poderia branquear os fios capilares foi tratada como mito. No entanto, a ciência moderna já comprovou que a conexão entre a mente e o folículo piloso é direta e biológica.
Muito mais do que uma questão estética, a canície -- nome científico dado para os fios brancos -- pode ser reflexo físico de um organismo sob pressão constante.
Biologicamente, a cor do cabelo é determinada pelos melanócitos, células localizadas na matriz do folículo piloso que produzem a melanina. Já o processo de branqueamento ocorre quando essas células param de funcionar.
À CNN, o dermatologista Lucas Miranda, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, explica que o estresse crônico é um dos gatilhos para a "morte" dessas células. "Os melanócitos podem sofrer danos ou morrer, interrompendo a produção de melanina. Como resultado, os fios passam a crescer brancos ou grisalhos".
A ciência por trás disso é precisa. Pesquisas publicadas na revista Nature mostram que o estresse agudo libera noradrenalina, um neurotransmissor que danifica as células-tronco dos melanócitos. "Não se trata de um mito, mas de um processo fisiológico desencadeado por fatores emocionais", acrescenta o especialista.
Mas como um sentimento se transforma em mudança física? O processo do estresse psicológico envolve o chamado "eixo hipotálamo-hipófise-adrenal". Quando estamos estressados, o corpo libera uma cascata de hormônios como o cortisol e noradrenalina.
Também à CNN, o biomédico Thiago Martins, mestre em Medicina Estética, ressalta que fatores externos podem piorar o quadro.
"O estresse oxidativo ambiental — causado por sol, poluição, tabagismo e produtos químicos — aumenta os radicais livres. Quando combinado ao estresse emocional, esse efeito é potencializado, acelerando o aparecimento de fios brancos e a queda capilar".
Nesse processo, uma das principais dúvidas é se há possibilidade de reverter o quadro -- seja com férias ou uma vida mais calma. Thiago, então, esclarece que, na maioria dos casos, o caminho é de mão única.
"Em geral, a canície é considerada irreversível, pois os melanócitos destruídos não se regeneram facilmente", diz o biomédico. No entanto, ele afirma ainda que existem relatos raros de repigmentação parcial quando o estresse é reduzido drasticamente em fases iniciais.
Thiago Martins aponta que nutrientes como zinco, cobre, ferro e vitaminas D e E são essenciais. Já o Dr. Lucas Miranda reforça a necessidade de equilíbrio. "O principal conselho é adotar hábitos saudáveis, controlar o estresse com atividade física, sono adequado e, se necessário, acompanhamento psicológico e dermatológico", conclui.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mito-ou-verdade-o-estresse esta-deixando-o-seu-cabelo-branco/ (adaptado).
Na rotina da cozinha escolar, diferentes tipos de açúcar podem ser utilizados conforme a finalidade da preparação. Nesse contexto, o açúcar ________ apresenta grãos finos e é obtido após maior refinamento; o açúcar ________ possui coloração mais clara e grãos maiores; o açúcar ________ mantém parte do melaço e sabor mais intenso; e o açúcar ________ é utilizado principalmente para caldas e bebidas.
Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas?
No Brasil, o leite pasteurizado pode ser classificado de acordo com os cuidados higiênicos no manejo do gado, na ordenha e na distribuição, bem como pelo perfil microbiológico. Nesse contexto, o leite pasteurizado do tipo ____ apresenta elevada qualidade microbiológica, sendo envasado na própria granja; o leite do tipo ____ possui qualidade microbiológica intermediária e é envasado fora da fazenda; e o leite do tipo ____ é envasado em laticínios, apresentando maior contagem microbiológica após a refrigeração.
Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas?