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Q3917093 Matemática
Uma enfermeira organiza a aplicação de uma medicação de modo que o paciente receba 5 ml no primeiro dia, 8 ml no segundo, 11 ml no terceiro, e assim por diante, seguindo uma progressão aritmética. Quantos ml o paciente receberá no décimo dia de tratamento?
Alternativas
Q3917092 Português

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O Hospital Psiquiátrico de Beechworth, no estado de Victoria, Austrália, nasceu no século XIX como parte de um projeto de “civilização” que prometia ordem, ciência e alívio para o sofrimento mental. Erguido em uma paisagem fria, de prédios robustos e corredores longos, o lugar foi concebido para separar: afastar do convívio social aqueles considerados “incorrigíveis”, “perigosos” ou simplesmente inconvenientes.

A arquitetura reforçava essa lógica com pavilhões amplos, janelas altas e rotinas rígidas que transformavam o tempo em disciplina. Em épocas de superlotação, o hospital passou a funcionar como uma cidade fechada, com regras próprias, hierarquias e uma linguagem que convertia pessoas em casos.

A ideia de tratamento, então, misturava cuidado e controle, como se a mente pudesse ser corrigida por hábitos impostos e silêncio prolongado.

Nesse contexto surgiu o que muitos chamariam, mais tarde, de “terapia do terror”: um conjunto de práticas que buscava reduzir sintomas por meio de medo, choque e submissão, sob o argumento de que a ruptura do comportamento “desviante” exigia impacto. Em diferentes instituições do período, técnicas aversivas foram aplicadas com variações: isolamento, contenções, banhos frios, privação sensorial e regimes punitivos disfarçados de método clínico. O paciente era exposto a situações extremas para “aprender” a obedecer ou para desistir de manifestações consideradas indesejáveis, como agitação, fuga, insônia ou alucinações. A justificativa era a eficiência: produzir calma rápida, tornar o corpo previsível, silenciar o que incomodava a ordem do pavilhão. O problema é que o medo não cura; ele condiciona, rebaixa, reconfigura a subjetividade em torno da ameaça.

Com o tempo, parte dessas práticas foi sendo contestada por mudanças éticas, por avanços científicos e por relatos de sofrimento que transbordavam os muros. A psiquiatria passou a enfrentar uma tensão entre duas promessas: a de aliviar a dor psíquica e a de administrar a diferença social. Em Beechworth, como em tantos hospitais históricos, a memória do tratamento é atravessada por ambiguidades: houve profissionais comprometidos, houve tentativas de humanização, mas houve também rotinas que produziram humilhação e trauma. A ideia de “cura” às vezes era menos clínica do que administrativa, medindo-se pelo comportamento dócil e pela ausência de conflito. Quando a terapêutica se aproxima do terror, a instituição deixa de ser espaço de cuidado e se torna máquina de normalização. Hoje, ao revisitar histórias como a de Beechworth, a discussão sobre saúde mental tende a destacar o que a experiência institucional ensinou de forma amarga: vínculo, escuta e responsabilização não são detalhes, mas o núcleo do cuidado.

O sofrimento psíquico não se resolve por coerção, e a segurança não precisa ser sinônimo de violência. A crítica a práticas aversivas reforça a necessidade de protocolos baseados em evidência, consentimento, supervisão e direitos, além de uma cultura assistencial que reconheça o paciente como sujeito. Em lugar do medo como ferramenta, cresce o entendimento de que tratamento implica ambiente terapêutico, comunicação qualificada e planos construídos com a pessoa, não contra ela. O que permanece, por trás das paredes antigas, é o alerta de que qualquer sistema pode 

Quanto à tonicidade, é exemplo de oxítona a palavra: 
Alternativas
Q3917091 Português

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O Hospital Psiquiátrico de Beechworth, no estado de Victoria, Austrália, nasceu no século XIX como parte de um projeto de “civilização” que prometia ordem, ciência e alívio para o sofrimento mental. Erguido em uma paisagem fria, de prédios robustos e corredores longos, o lugar foi concebido para separar: afastar do convívio social aqueles considerados “incorrigíveis”, “perigosos” ou simplesmente inconvenientes.

A arquitetura reforçava essa lógica com pavilhões amplos, janelas altas e rotinas rígidas que transformavam o tempo em disciplina. Em épocas de superlotação, o hospital passou a funcionar como uma cidade fechada, com regras próprias, hierarquias e uma linguagem que convertia pessoas em casos.

A ideia de tratamento, então, misturava cuidado e controle, como se a mente pudesse ser corrigida por hábitos impostos e silêncio prolongado.

Nesse contexto surgiu o que muitos chamariam, mais tarde, de “terapia do terror”: um conjunto de práticas que buscava reduzir sintomas por meio de medo, choque e submissão, sob o argumento de que a ruptura do comportamento “desviante” exigia impacto. Em diferentes instituições do período, técnicas aversivas foram aplicadas com variações: isolamento, contenções, banhos frios, privação sensorial e regimes punitivos disfarçados de método clínico. O paciente era exposto a situações extremas para “aprender” a obedecer ou para desistir de manifestações consideradas indesejáveis, como agitação, fuga, insônia ou alucinações. A justificativa era a eficiência: produzir calma rápida, tornar o corpo previsível, silenciar o que incomodava a ordem do pavilhão. O problema é que o medo não cura; ele condiciona, rebaixa, reconfigura a subjetividade em torno da ameaça.

Com o tempo, parte dessas práticas foi sendo contestada por mudanças éticas, por avanços científicos e por relatos de sofrimento que transbordavam os muros. A psiquiatria passou a enfrentar uma tensão entre duas promessas: a de aliviar a dor psíquica e a de administrar a diferença social. Em Beechworth, como em tantos hospitais históricos, a memória do tratamento é atravessada por ambiguidades: houve profissionais comprometidos, houve tentativas de humanização, mas houve também rotinas que produziram humilhação e trauma. A ideia de “cura” às vezes era menos clínica do que administrativa, medindo-se pelo comportamento dócil e pela ausência de conflito. Quando a terapêutica se aproxima do terror, a instituição deixa de ser espaço de cuidado e se torna máquina de normalização. Hoje, ao revisitar histórias como a de Beechworth, a discussão sobre saúde mental tende a destacar o que a experiência institucional ensinou de forma amarga: vínculo, escuta e responsabilização não são detalhes, mas o núcleo do cuidado.

O sofrimento psíquico não se resolve por coerção, e a segurança não precisa ser sinônimo de violência. A crítica a práticas aversivas reforça a necessidade de protocolos baseados em evidência, consentimento, supervisão e direitos, além de uma cultura assistencial que reconheça o paciente como sujeito. Em lugar do medo como ferramenta, cresce o entendimento de que tratamento implica ambiente terapêutico, comunicação qualificada e planos construídos com a pessoa, não contra ela. O que permanece, por trás das paredes antigas, é o alerta de que qualquer sistema pode 

No trecho: "Hoje, ao revisitar histórias como a de Beechworth, a discussão sobre saúde mental", as vírgulas foram empregadas para:
Alternativas
Q3917090 Português

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O Hospital Psiquiátrico de Beechworth, no estado de Victoria, Austrália, nasceu no século XIX como parte de um projeto de “civilização” que prometia ordem, ciência e alívio para o sofrimento mental. Erguido em uma paisagem fria, de prédios robustos e corredores longos, o lugar foi concebido para separar: afastar do convívio social aqueles considerados “incorrigíveis”, “perigosos” ou simplesmente inconvenientes.

A arquitetura reforçava essa lógica com pavilhões amplos, janelas altas e rotinas rígidas que transformavam o tempo em disciplina. Em épocas de superlotação, o hospital passou a funcionar como uma cidade fechada, com regras próprias, hierarquias e uma linguagem que convertia pessoas em casos.

A ideia de tratamento, então, misturava cuidado e controle, como se a mente pudesse ser corrigida por hábitos impostos e silêncio prolongado.

Nesse contexto surgiu o que muitos chamariam, mais tarde, de “terapia do terror”: um conjunto de práticas que buscava reduzir sintomas por meio de medo, choque e submissão, sob o argumento de que a ruptura do comportamento “desviante” exigia impacto. Em diferentes instituições do período, técnicas aversivas foram aplicadas com variações: isolamento, contenções, banhos frios, privação sensorial e regimes punitivos disfarçados de método clínico. O paciente era exposto a situações extremas para “aprender” a obedecer ou para desistir de manifestações consideradas indesejáveis, como agitação, fuga, insônia ou alucinações. A justificativa era a eficiência: produzir calma rápida, tornar o corpo previsível, silenciar o que incomodava a ordem do pavilhão. O problema é que o medo não cura; ele condiciona, rebaixa, reconfigura a subjetividade em torno da ameaça.

Com o tempo, parte dessas práticas foi sendo contestada por mudanças éticas, por avanços científicos e por relatos de sofrimento que transbordavam os muros. A psiquiatria passou a enfrentar uma tensão entre duas promessas: a de aliviar a dor psíquica e a de administrar a diferença social. Em Beechworth, como em tantos hospitais históricos, a memória do tratamento é atravessada por ambiguidades: houve profissionais comprometidos, houve tentativas de humanização, mas houve também rotinas que produziram humilhação e trauma. A ideia de “cura” às vezes era menos clínica do que administrativa, medindo-se pelo comportamento dócil e pela ausência de conflito. Quando a terapêutica se aproxima do terror, a instituição deixa de ser espaço de cuidado e se torna máquina de normalização. Hoje, ao revisitar histórias como a de Beechworth, a discussão sobre saúde mental tende a destacar o que a experiência institucional ensinou de forma amarga: vínculo, escuta e responsabilização não são detalhes, mas o núcleo do cuidado.

O sofrimento psíquico não se resolve por coerção, e a segurança não precisa ser sinônimo de violência. A crítica a práticas aversivas reforça a necessidade de protocolos baseados em evidência, consentimento, supervisão e direitos, além de uma cultura assistencial que reconheça o paciente como sujeito. Em lugar do medo como ferramenta, cresce o entendimento de que tratamento implica ambiente terapêutico, comunicação qualificada e planos construídos com a pessoa, não contra ela. O que permanece, por trás das paredes antigas, é o alerta de que qualquer sistema pode 

No trecho: "houve profissionais comprometidos, houve tentativas de humanização, mas houve também rotinas...", a substituição do verbo haver pelo verbo existir, para que se mantenha a norma culta e a correção gramatical, deve ser feita da seguinte forma:
Alternativas
Q3917089 Português

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O Hospital Psiquiátrico de Beechworth, no estado de Victoria, Austrália, nasceu no século XIX como parte de um projeto de “civilização” que prometia ordem, ciência e alívio para o sofrimento mental. Erguido em uma paisagem fria, de prédios robustos e corredores longos, o lugar foi concebido para separar: afastar do convívio social aqueles considerados “incorrigíveis”, “perigosos” ou simplesmente inconvenientes.

A arquitetura reforçava essa lógica com pavilhões amplos, janelas altas e rotinas rígidas que transformavam o tempo em disciplina. Em épocas de superlotação, o hospital passou a funcionar como uma cidade fechada, com regras próprias, hierarquias e uma linguagem que convertia pessoas em casos.

A ideia de tratamento, então, misturava cuidado e controle, como se a mente pudesse ser corrigida por hábitos impostos e silêncio prolongado.

Nesse contexto surgiu o que muitos chamariam, mais tarde, de “terapia do terror”: um conjunto de práticas que buscava reduzir sintomas por meio de medo, choque e submissão, sob o argumento de que a ruptura do comportamento “desviante” exigia impacto. Em diferentes instituições do período, técnicas aversivas foram aplicadas com variações: isolamento, contenções, banhos frios, privação sensorial e regimes punitivos disfarçados de método clínico. O paciente era exposto a situações extremas para “aprender” a obedecer ou para desistir de manifestações consideradas indesejáveis, como agitação, fuga, insônia ou alucinações. A justificativa era a eficiência: produzir calma rápida, tornar o corpo previsível, silenciar o que incomodava a ordem do pavilhão. O problema é que o medo não cura; ele condiciona, rebaixa, reconfigura a subjetividade em torno da ameaça.

Com o tempo, parte dessas práticas foi sendo contestada por mudanças éticas, por avanços científicos e por relatos de sofrimento que transbordavam os muros. A psiquiatria passou a enfrentar uma tensão entre duas promessas: a de aliviar a dor psíquica e a de administrar a diferença social. Em Beechworth, como em tantos hospitais históricos, a memória do tratamento é atravessada por ambiguidades: houve profissionais comprometidos, houve tentativas de humanização, mas houve também rotinas que produziram humilhação e trauma. A ideia de “cura” às vezes era menos clínica do que administrativa, medindo-se pelo comportamento dócil e pela ausência de conflito. Quando a terapêutica se aproxima do terror, a instituição deixa de ser espaço de cuidado e se torna máquina de normalização. Hoje, ao revisitar histórias como a de Beechworth, a discussão sobre saúde mental tende a destacar o que a experiência institucional ensinou de forma amarga: vínculo, escuta e responsabilização não são detalhes, mas o núcleo do cuidado.

O sofrimento psíquico não se resolve por coerção, e a segurança não precisa ser sinônimo de violência. A crítica a práticas aversivas reforça a necessidade de protocolos baseados em evidência, consentimento, supervisão e direitos, além de uma cultura assistencial que reconheça o paciente como sujeito. Em lugar do medo como ferramenta, cresce o entendimento de que tratamento implica ambiente terapêutico, comunicação qualificada e planos construídos com a pessoa, não contra ela. O que permanece, por trás das paredes antigas, é o alerta de que qualquer sistema pode 

Analise o emprego da palavra QUE no seguinte período: "O que permanece, por trás das paredes antigas, é o alerta de que qualquer sistema pode confundir disciplina com cuidado...". A ocorrência do termo destacado classifica-se morfologicamente como:
Alternativas
Q3917088 Português

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O Hospital Psiquiátrico de Beechworth, no estado de Victoria, Austrália, nasceu no século XIX como parte de um projeto de “civilização” que prometia ordem, ciência e alívio para o sofrimento mental. Erguido em uma paisagem fria, de prédios robustos e corredores longos, o lugar foi concebido para separar: afastar do convívio social aqueles considerados “incorrigíveis”, “perigosos” ou simplesmente inconvenientes.

A arquitetura reforçava essa lógica com pavilhões amplos, janelas altas e rotinas rígidas que transformavam o tempo em disciplina. Em épocas de superlotação, o hospital passou a funcionar como uma cidade fechada, com regras próprias, hierarquias e uma linguagem que convertia pessoas em casos.

A ideia de tratamento, então, misturava cuidado e controle, como se a mente pudesse ser corrigida por hábitos impostos e silêncio prolongado.

Nesse contexto surgiu o que muitos chamariam, mais tarde, de “terapia do terror”: um conjunto de práticas que buscava reduzir sintomas por meio de medo, choque e submissão, sob o argumento de que a ruptura do comportamento “desviante” exigia impacto. Em diferentes instituições do período, técnicas aversivas foram aplicadas com variações: isolamento, contenções, banhos frios, privação sensorial e regimes punitivos disfarçados de método clínico. O paciente era exposto a situações extremas para “aprender” a obedecer ou para desistir de manifestações consideradas indesejáveis, como agitação, fuga, insônia ou alucinações. A justificativa era a eficiência: produzir calma rápida, tornar o corpo previsível, silenciar o que incomodava a ordem do pavilhão. O problema é que o medo não cura; ele condiciona, rebaixa, reconfigura a subjetividade em torno da ameaça.

Com o tempo, parte dessas práticas foi sendo contestada por mudanças éticas, por avanços científicos e por relatos de sofrimento que transbordavam os muros. A psiquiatria passou a enfrentar uma tensão entre duas promessas: a de aliviar a dor psíquica e a de administrar a diferença social. Em Beechworth, como em tantos hospitais históricos, a memória do tratamento é atravessada por ambiguidades: houve profissionais comprometidos, houve tentativas de humanização, mas houve também rotinas que produziram humilhação e trauma. A ideia de “cura” às vezes era menos clínica do que administrativa, medindo-se pelo comportamento dócil e pela ausência de conflito. Quando a terapêutica se aproxima do terror, a instituição deixa de ser espaço de cuidado e se torna máquina de normalização. Hoje, ao revisitar histórias como a de Beechworth, a discussão sobre saúde mental tende a destacar o que a experiência institucional ensinou de forma amarga: vínculo, escuta e responsabilização não são detalhes, mas o núcleo do cuidado.

O sofrimento psíquico não se resolve por coerção, e a segurança não precisa ser sinônimo de violência. A crítica a práticas aversivas reforça a necessidade de protocolos baseados em evidência, consentimento, supervisão e direitos, além de uma cultura assistencial que reconheça o paciente como sujeito. Em lugar do medo como ferramenta, cresce o entendimento de que tratamento implica ambiente terapêutico, comunicação qualificada e planos construídos com a pessoa, não contra ela. O que permanece, por trás das paredes antigas, é o alerta de que qualquer sistema pode 

No trecho: "a instituição deixa de ser espaço de cuidado e se torna máquina de normalização", o autor utiliza um recurso expressivo para caracterizar a desumanização do hospital. A figura de linguagem presente no termo em destaque é:
Alternativas
Q3917087 Português

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O Hospital Psiquiátrico de Beechworth, no estado de Victoria, Austrália, nasceu no século XIX como parte de um projeto de “civilização” que prometia ordem, ciência e alívio para o sofrimento mental. Erguido em uma paisagem fria, de prédios robustos e corredores longos, o lugar foi concebido para separar: afastar do convívio social aqueles considerados “incorrigíveis”, “perigosos” ou simplesmente inconvenientes.

A arquitetura reforçava essa lógica com pavilhões amplos, janelas altas e rotinas rígidas que transformavam o tempo em disciplina. Em épocas de superlotação, o hospital passou a funcionar como uma cidade fechada, com regras próprias, hierarquias e uma linguagem que convertia pessoas em casos.

A ideia de tratamento, então, misturava cuidado e controle, como se a mente pudesse ser corrigida por hábitos impostos e silêncio prolongado.

Nesse contexto surgiu o que muitos chamariam, mais tarde, de “terapia do terror”: um conjunto de práticas que buscava reduzir sintomas por meio de medo, choque e submissão, sob o argumento de que a ruptura do comportamento “desviante” exigia impacto. Em diferentes instituições do período, técnicas aversivas foram aplicadas com variações: isolamento, contenções, banhos frios, privação sensorial e regimes punitivos disfarçados de método clínico. O paciente era exposto a situações extremas para “aprender” a obedecer ou para desistir de manifestações consideradas indesejáveis, como agitação, fuga, insônia ou alucinações. A justificativa era a eficiência: produzir calma rápida, tornar o corpo previsível, silenciar o que incomodava a ordem do pavilhão. O problema é que o medo não cura; ele condiciona, rebaixa, reconfigura a subjetividade em torno da ameaça.

Com o tempo, parte dessas práticas foi sendo contestada por mudanças éticas, por avanços científicos e por relatos de sofrimento que transbordavam os muros. A psiquiatria passou a enfrentar uma tensão entre duas promessas: a de aliviar a dor psíquica e a de administrar a diferença social. Em Beechworth, como em tantos hospitais históricos, a memória do tratamento é atravessada por ambiguidades: houve profissionais comprometidos, houve tentativas de humanização, mas houve também rotinas que produziram humilhação e trauma. A ideia de “cura” às vezes era menos clínica do que administrativa, medindo-se pelo comportamento dócil e pela ausência de conflito. Quando a terapêutica se aproxima do terror, a instituição deixa de ser espaço de cuidado e se torna máquina de normalização. Hoje, ao revisitar histórias como a de Beechworth, a discussão sobre saúde mental tende a destacar o que a experiência institucional ensinou de forma amarga: vínculo, escuta e responsabilização não são detalhes, mas o núcleo do cuidado.

O sofrimento psíquico não se resolve por coerção, e a segurança não precisa ser sinônimo de violência. A crítica a práticas aversivas reforça a necessidade de protocolos baseados em evidência, consentimento, supervisão e direitos, além de uma cultura assistencial que reconheça o paciente como sujeito. Em lugar do medo como ferramenta, cresce o entendimento de que tratamento implica ambiente terapêutico, comunicação qualificada e planos construídos com a pessoa, não contra ela. O que permanece, por trás das paredes antigas, é o alerta de que qualquer sistema pode 

Releia:



“A ideia de “cura” às vezes era menos clínica do que administrativa, medindo-se pelo comportamento dócil e pela ausência de conflito.”



No trecho, a crase é utilizada por regra específica. Indique, entre as alternativas, a que utiliza a crase pela mesma regra:

Alternativas
Q3917086 Português

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O Hospital Psiquiátrico de Beechworth, no estado de Victoria, Austrália, nasceu no século XIX como parte de um projeto de “civilização” que prometia ordem, ciência e alívio para o sofrimento mental. Erguido em uma paisagem fria, de prédios robustos e corredores longos, o lugar foi concebido para separar: afastar do convívio social aqueles considerados “incorrigíveis”, “perigosos” ou simplesmente inconvenientes.

A arquitetura reforçava essa lógica com pavilhões amplos, janelas altas e rotinas rígidas que transformavam o tempo em disciplina. Em épocas de superlotação, o hospital passou a funcionar como uma cidade fechada, com regras próprias, hierarquias e uma linguagem que convertia pessoas em casos.

A ideia de tratamento, então, misturava cuidado e controle, como se a mente pudesse ser corrigida por hábitos impostos e silêncio prolongado.

Nesse contexto surgiu o que muitos chamariam, mais tarde, de “terapia do terror”: um conjunto de práticas que buscava reduzir sintomas por meio de medo, choque e submissão, sob o argumento de que a ruptura do comportamento “desviante” exigia impacto. Em diferentes instituições do período, técnicas aversivas foram aplicadas com variações: isolamento, contenções, banhos frios, privação sensorial e regimes punitivos disfarçados de método clínico. O paciente era exposto a situações extremas para “aprender” a obedecer ou para desistir de manifestações consideradas indesejáveis, como agitação, fuga, insônia ou alucinações. A justificativa era a eficiência: produzir calma rápida, tornar o corpo previsível, silenciar o que incomodava a ordem do pavilhão. O problema é que o medo não cura; ele condiciona, rebaixa, reconfigura a subjetividade em torno da ameaça.

Com o tempo, parte dessas práticas foi sendo contestada por mudanças éticas, por avanços científicos e por relatos de sofrimento que transbordavam os muros. A psiquiatria passou a enfrentar uma tensão entre duas promessas: a de aliviar a dor psíquica e a de administrar a diferença social. Em Beechworth, como em tantos hospitais históricos, a memória do tratamento é atravessada por ambiguidades: houve profissionais comprometidos, houve tentativas de humanização, mas houve também rotinas que produziram humilhação e trauma. A ideia de “cura” às vezes era menos clínica do que administrativa, medindo-se pelo comportamento dócil e pela ausência de conflito. Quando a terapêutica se aproxima do terror, a instituição deixa de ser espaço de cuidado e se torna máquina de normalização. Hoje, ao revisitar histórias como a de Beechworth, a discussão sobre saúde mental tende a destacar o que a experiência institucional ensinou de forma amarga: vínculo, escuta e responsabilização não são detalhes, mas o núcleo do cuidado.

O sofrimento psíquico não se resolve por coerção, e a segurança não precisa ser sinônimo de violência. A crítica a práticas aversivas reforça a necessidade de protocolos baseados em evidência, consentimento, supervisão e direitos, além de uma cultura assistencial que reconheça o paciente como sujeito. Em lugar do medo como ferramenta, cresce o entendimento de que tratamento implica ambiente terapêutico, comunicação qualificada e planos construídos com a pessoa, não contra ela. O que permanece, por trás das paredes antigas, é o alerta de que qualquer sistema pode 

No trecho “O sofrimento psíquico não se resolve por coerção ...”, o termo destacado leva o leitor ao conceito de: 
Alternativas
Q3917085 Português

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O Hospital Psiquiátrico de Beechworth, no estado de Victoria, Austrália, nasceu no século XIX como parte de um projeto de “civilização” que prometia ordem, ciência e alívio para o sofrimento mental. Erguido em uma paisagem fria, de prédios robustos e corredores longos, o lugar foi concebido para separar: afastar do convívio social aqueles considerados “incorrigíveis”, “perigosos” ou simplesmente inconvenientes.

A arquitetura reforçava essa lógica com pavilhões amplos, janelas altas e rotinas rígidas que transformavam o tempo em disciplina. Em épocas de superlotação, o hospital passou a funcionar como uma cidade fechada, com regras próprias, hierarquias e uma linguagem que convertia pessoas em casos.

A ideia de tratamento, então, misturava cuidado e controle, como se a mente pudesse ser corrigida por hábitos impostos e silêncio prolongado.

Nesse contexto surgiu o que muitos chamariam, mais tarde, de “terapia do terror”: um conjunto de práticas que buscava reduzir sintomas por meio de medo, choque e submissão, sob o argumento de que a ruptura do comportamento “desviante” exigia impacto. Em diferentes instituições do período, técnicas aversivas foram aplicadas com variações: isolamento, contenções, banhos frios, privação sensorial e regimes punitivos disfarçados de método clínico. O paciente era exposto a situações extremas para “aprender” a obedecer ou para desistir de manifestações consideradas indesejáveis, como agitação, fuga, insônia ou alucinações. A justificativa era a eficiência: produzir calma rápida, tornar o corpo previsível, silenciar o que incomodava a ordem do pavilhão. O problema é que o medo não cura; ele condiciona, rebaixa, reconfigura a subjetividade em torno da ameaça.

Com o tempo, parte dessas práticas foi sendo contestada por mudanças éticas, por avanços científicos e por relatos de sofrimento que transbordavam os muros. A psiquiatria passou a enfrentar uma tensão entre duas promessas: a de aliviar a dor psíquica e a de administrar a diferença social. Em Beechworth, como em tantos hospitais históricos, a memória do tratamento é atravessada por ambiguidades: houve profissionais comprometidos, houve tentativas de humanização, mas houve também rotinas que produziram humilhação e trauma. A ideia de “cura” às vezes era menos clínica do que administrativa, medindo-se pelo comportamento dócil e pela ausência de conflito. Quando a terapêutica se aproxima do terror, a instituição deixa de ser espaço de cuidado e se torna máquina de normalização. Hoje, ao revisitar histórias como a de Beechworth, a discussão sobre saúde mental tende a destacar o que a experiência institucional ensinou de forma amarga: vínculo, escuta e responsabilização não são detalhes, mas o núcleo do cuidado.

O sofrimento psíquico não se resolve por coerção, e a segurança não precisa ser sinônimo de violência. A crítica a práticas aversivas reforça a necessidade de protocolos baseados em evidência, consentimento, supervisão e direitos, além de uma cultura assistencial que reconheça o paciente como sujeito. Em lugar do medo como ferramenta, cresce o entendimento de que tratamento implica ambiente terapêutico, comunicação qualificada e planos construídos com a pessoa, não contra ela. O que permanece, por trás das paredes antigas, é o alerta de que qualquer sistema pode 

As circunstâncias de enunciação do último parágrafo revelam um posicionamento que confronta o passado com o presente. Esse contraste é estabelecido para sustentar que:
Alternativas
Q3917084 Português

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A arquitetura reforçava essa lógica com pavilhões amplos, janelas altas e rotinas rígidas que transformavam o tempo em disciplina. Em épocas de superlotação, o hospital passou a funcionar como uma cidade fechada, com regras próprias, hierarquias e uma linguagem que convertia pessoas em casos.

A ideia de tratamento, então, misturava cuidado e controle, como se a mente pudesse ser corrigida por hábitos impostos e silêncio prolongado.

Nesse contexto surgiu o que muitos chamariam, mais tarde, de “terapia do terror”: um conjunto de práticas que buscava reduzir sintomas por meio de medo, choque e submissão, sob o argumento de que a ruptura do comportamento “desviante” exigia impacto. Em diferentes instituições do período, técnicas aversivas foram aplicadas com variações: isolamento, contenções, banhos frios, privação sensorial e regimes punitivos disfarçados de método clínico. O paciente era exposto a situações extremas para “aprender” a obedecer ou para desistir de manifestações consideradas indesejáveis, como agitação, fuga, insônia ou alucinações. A justificativa era a eficiência: produzir calma rápida, tornar o corpo previsível, silenciar o que incomodava a ordem do pavilhão. O problema é que o medo não cura; ele condiciona, rebaixa, reconfigura a subjetividade em torno da ameaça.

Com o tempo, parte dessas práticas foi sendo contestada por mudanças éticas, por avanços científicos e por relatos de sofrimento que transbordavam os muros. A psiquiatria passou a enfrentar uma tensão entre duas promessas: a de aliviar a dor psíquica e a de administrar a diferença social. Em Beechworth, como em tantos hospitais históricos, a memória do tratamento é atravessada por ambiguidades: houve profissionais comprometidos, houve tentativas de humanização, mas houve também rotinas que produziram humilhação e trauma. A ideia de “cura” às vezes era menos clínica do que administrativa, medindo-se pelo comportamento dócil e pela ausência de conflito. Quando a terapêutica se aproxima do terror, a instituição deixa de ser espaço de cuidado e se torna máquina de normalização. Hoje, ao revisitar histórias como a de Beechworth, a discussão sobre saúde mental tende a destacar o que a experiência institucional ensinou de forma amarga: vínculo, escuta e responsabilização não são detalhes, mas o núcleo do cuidado.

O sofrimento psíquico não se resolve por coerção, e a segurança não precisa ser sinônimo de violência. A crítica a práticas aversivas reforça a necessidade de protocolos baseados em evidência, consentimento, supervisão e direitos, além de uma cultura assistencial que reconheça o paciente como sujeito. Em lugar do medo como ferramenta, cresce o entendimento de que tratamento implica ambiente terapêutico, comunicação qualificada e planos construídos com a pessoa, não contra ela. O que permanece, por trás das paredes antigas, é o alerta de que qualquer sistema pode 

Considerando a situação comunicativa em que o texto se insere — uma revisão crítica e histórica de práticas psiquiátricas — a intenção principal do autor ao utilizar o termo "terapia do terror" é:
Alternativas
Q3917083 Português

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O Hospital Psiquiátrico de Beechworth, no estado de Victoria, Austrália, nasceu no século XIX como parte de um projeto de “civilização” que prometia ordem, ciência e alívio para o sofrimento mental. Erguido em uma paisagem fria, de prédios robustos e corredores longos, o lugar foi concebido para separar: afastar do convívio social aqueles considerados “incorrigíveis”, “perigosos” ou simplesmente inconvenientes.

A arquitetura reforçava essa lógica com pavilhões amplos, janelas altas e rotinas rígidas que transformavam o tempo em disciplina. Em épocas de superlotação, o hospital passou a funcionar como uma cidade fechada, com regras próprias, hierarquias e uma linguagem que convertia pessoas em casos.

A ideia de tratamento, então, misturava cuidado e controle, como se a mente pudesse ser corrigida por hábitos impostos e silêncio prolongado.

Nesse contexto surgiu o que muitos chamariam, mais tarde, de “terapia do terror”: um conjunto de práticas que buscava reduzir sintomas por meio de medo, choque e submissão, sob o argumento de que a ruptura do comportamento “desviante” exigia impacto. Em diferentes instituições do período, técnicas aversivas foram aplicadas com variações: isolamento, contenções, banhos frios, privação sensorial e regimes punitivos disfarçados de método clínico. O paciente era exposto a situações extremas para “aprender” a obedecer ou para desistir de manifestações consideradas indesejáveis, como agitação, fuga, insônia ou alucinações. A justificativa era a eficiência: produzir calma rápida, tornar o corpo previsível, silenciar o que incomodava a ordem do pavilhão. O problema é que o medo não cura; ele condiciona, rebaixa, reconfigura a subjetividade em torno da ameaça.

Com o tempo, parte dessas práticas foi sendo contestada por mudanças éticas, por avanços científicos e por relatos de sofrimento que transbordavam os muros. A psiquiatria passou a enfrentar uma tensão entre duas promessas: a de aliviar a dor psíquica e a de administrar a diferença social. Em Beechworth, como em tantos hospitais históricos, a memória do tratamento é atravessada por ambiguidades: houve profissionais comprometidos, houve tentativas de humanização, mas houve também rotinas que produziram humilhação e trauma. A ideia de “cura” às vezes era menos clínica do que administrativa, medindo-se pelo comportamento dócil e pela ausência de conflito. Quando a terapêutica se aproxima do terror, a instituição deixa de ser espaço de cuidado e se torna máquina de normalização. Hoje, ao revisitar histórias como a de Beechworth, a discussão sobre saúde mental tende a destacar o que a experiência institucional ensinou de forma amarga: vínculo, escuta e responsabilização não são detalhes, mas o núcleo do cuidado.

O sofrimento psíquico não se resolve por coerção, e a segurança não precisa ser sinônimo de violência. A crítica a práticas aversivas reforça a necessidade de protocolos baseados em evidência, consentimento, supervisão e direitos, além de uma cultura assistencial que reconheça o paciente como sujeito. Em lugar do medo como ferramenta, cresce o entendimento de que tratamento implica ambiente terapêutico, comunicação qualificada e planos construídos com a pessoa, não contra ela. O que permanece, por trás das paredes antigas, é o alerta de que qualquer sistema pode 

O texto aponta que o hospital operava sob uma lógica onde a linguagem exercia um papel fundamental na desumanização dos sujeitos. De acordo com o primeiro parágrafo, a manipulação linguística ocorria quando:
Alternativas
Q3917062 Pedagogia
Goldschmied e Jackson (2006) propõem que bebês de 6 a 12 meses, período em que a criança explora ativamente o mundo pelos sentidos e pela ação motora oral e manual, beneficiam-se de atividade específica que disponibiliza cesta com objetos de materiais naturais variados (madeira, metal, couro, tecido, borracha) para exploração livre e autônoma sem intervenção diretiva do adulto. Essa proposta de atividade para bebês, que estimula os sentidos, a atenção concentrada e a iniciativa exploratória na ausência de brinquedos industrializados, é denominada cesta do:
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Q3917061 Pedagogia
Gil e Almeida (2001) destacam que a brincadeira na creche não é atividade espontânea desprovida de intencionalidade pedagógica, mas contexto privilegiado de aprendizagem que demanda mediação qualificada do professor para ampliar repertório, linguagem e interações das crianças pequenas. Ao introduzir-se na brincadeira de faz de conta de crianças de 3 anos assumindo personagem que enriquecia o enredo sem dirigir nem interromper a narrativa infantil, a professora exercia papel mediador específico. Essa forma de participação docente intencional no jogo simbólico infantil sem assumir controle da brincadeira denomina-se: 
Alternativas
Q3917060 Pedagogia
Cavicchia (2017) argumenta que o cotidiano da creche organizado pedagogicamente constitui experiência educativa intencionalmente planejada, na qual rotinas, espaços, materiais e interações compõem projeto pedagógico coerente que respeita o desenvolvimento integral da criança pequena. Ao estruturar os momentos de chegada, alimentação, sono, higiene e brincadeira com sequência previsível e estável, a professora favorecia nas crianças de 1 ano a construção de referências temporais e a segurança afetiva necessária ao desenvolvimento. Esse conjunto organizado e intencional de atividades cotidianas que estrutura o tempo pedagógico na creche denomina-se:
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Q3917059 Pedagogia
Abramowicz e Wajskop (1995) defendem que as atividades na creche devem superar a lógica assistencialista e custodial, integrando cuidado e educação mediante propostas intencionais que respeitem a singularidade e a capacidade expressiva das crianças de zero a seis anos. Ao planejar atividade de modelagem com argila para crianças de 2 anos sem modelo a copiar ou resultado esperado, a professora priorizou a exploração sensorial livre e a expressão criativa autônoma. Essa concepção de atividade que valoriza o processo expressivo em detrimento do produto final fundamenta-se na perspectiva de:
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Q3917058 Noções de Primeiros Socorros
O Ministério da Saúde (2003) orienta que profissionais que atuam com crianças pequenas devem reconhecer e agir corretamente diante de engasgamento por corpo estranho em lactentes. Ao identificar bebê de 8 meses com choro súbito interrompido, cianose labial e ausência de choro eficaz após sufocamento durante alimentação, a professora de creche aplicou a manobra recomendada para desobstrução de vias aéreas em lactentes, posicionando o bebê em decúbito ventral sobre o antebraço com cabeça mais baixa que o tronco e aplicando cinco golpes firmes na região interescapular. Essa manobra de primeiros socorros específica para desobstrução em lactentes denomina-se manobra de:
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Q3917057 Nutrição
O Guia Alimentar para Crianças Menores de Dois Anos (2002) orienta as práticas nutricionais no ambiente escolar e doméstico para prevenir carências vitamínicas e obesidade infantil. O guia estabelece diretrizes rígidas sobre a introdução de alimentos complementares e a manutenção do aleitamento materno. De acordo com as recomendações para a promoção de hábitos saudáveis, é terminantemente desaconselhado o oferecimento a crianças menores de dois anos de produtos que contenham:
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Q3917056 Pedagogia
A Política Nacional de Educação Infantil (2006) estabelece os fundamentos para garantir o direito das crianças de zero a seis anos a uma educação de qualidade. O documento reafirma que a Educação Infantil é a primeira etapa da Educação Básica e deve ser integrada aos sistemas de ensino. Um dos pilares desta política é o reconhecimento de que o atendimento em creches e pré-escolas deve superar a herança histórica de fragmentação entre a assistência social e a educação, consolidando o binômio: 
Alternativas
Q3917055 Pedagogia
Oliveira et al. (2009) abordam a importância do "faz de conta" na creche como uma linguagem fundamental para a criança pequena processar sua inserção na cultura. As autoras argumentam que o espaço físico da creche deve ser organizado para oferecer "cenários" que estimulem a exploração simbólica e a interação entre os pares. A função do professor, nesse contexto, é a de organizar o ambiente e observar as brincadeiras para intervir apenas quando necessário para ampliar as possibilidades de exploração. Essa postura docente é definida como:
Alternativas
Q3917054 Pedagogia
Kishimoto (2002), ao organizar diferentes perspectivas teóricas sobre o brincar, analisa como o jogo simbólico permite à criança representar a realidade e elaborar conflitos internos. A autora ressalta que, ao brincar, a criança mobiliza processos mentais complexos que envolvem a imaginação e a regra interna. No pensamento de Vygotsky, citado na obra, o brincar cria uma situação imaginária que permite à criança atuar além de seu comportamento habitual, estabelecendo o que o autor denomina:
Alternativas
Respostas
521: B
522: B
523: D
524: A
525: B
526: D
527: A
528: C
529: D
530: C
531: B
532: D
533: C
534: C
535: D
536: A
537: C
538: B
539: A
540: D