Questões de Concurso Para coseac

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Q2728536 Nutrição

A colecistocinina (CCK), um hormônio multifuncional importante, é liberado em resposta à presença de:

Alternativas
Q2728535 Nutrição

A microbiota presente no cólon tem um papel fundamental na fermentação de parte das fibras, amido resistente, açúcares e aminoácidos remanescentes. A fermentação dos carboidratos remanescentes resulta na produção de:

Alternativas
Q2728524 Português

Texto 2


CÔNSUL!


Domício da Gama


No café de Londres, às onze horas da noite.

Chove desabridamente. Entre a zoada dos aguaceiros,

que lavam a rua, ouvem-se raros passos apressados de

transeuntes invisíveis na sombra. A espaços um ronco

5 rápido e surdo, como um rufo de tambor molhado,

assinala a passagem de um guarda-chuva por baixo do

jorro de uma goteira que transborda. Corre um sopro

glacial de tédio e desconforto pelo café profusamente

iluminado, em que já pouca gente resta. O silêncio só é

10 quebrado pelo ruído dos talheres e da conversa de três

rapazes cavaqueando numa ceia econômica ao fundo.

O homem do contador cochila. Sentado a uma mesinha,

em frente ao prato vazio, em que um osso descarnado

de galinha comemora a passagem de uma canja, está

15 um homem que cisma sobre um jornal.


GAMA, Domício. Apud SANDANELLO, F. B. Domício da Gama e o impressionismo literário no Brasil. São Luís, MA: EDUFMA, 2017. p. 169.

“A espaços um ronco rápido e surdo, como um rufo de tambor molhado, assinala a passagem de um guarda-chuva por baixo do jorro de uma goteira que transborda.” (linhas 4-7). A expressão sublinhada é classificada como:

Alternativas
Q2728523 Português

Texto 2


CÔNSUL!


Domício da Gama


No café de Londres, às onze horas da noite.

Chove desabridamente. Entre a zoada dos aguaceiros,

que lavam a rua, ouvem-se raros passos apressados de

transeuntes invisíveis na sombra. A espaços um ronco

5 rápido e surdo, como um rufo de tambor molhado,

assinala a passagem de um guarda-chuva por baixo do

jorro de uma goteira que transborda. Corre um sopro

glacial de tédio e desconforto pelo café profusamente

iluminado, em que já pouca gente resta. O silêncio só é

10 quebrado pelo ruído dos talheres e da conversa de três

rapazes cavaqueando numa ceia econômica ao fundo.

O homem do contador cochila. Sentado a uma mesinha,

em frente ao prato vazio, em que um osso descarnado

de galinha comemora a passagem de uma canja, está

15 um homem que cisma sobre um jornal.


GAMA, Domício. Apud SANDANELLO, F. B. Domício da Gama e o impressionismo literário no Brasil. São Luís, MA: EDUFMA, 2017. p. 169.

Em “...ouvem-se raros passos apressados de transeuntes invisíveis na sombra” (linhas 3-4), o verbo ouvir está no plural para:

Alternativas
Q2728522 Português

Texto 2


CÔNSUL!


Domício da Gama


No café de Londres, às onze horas da noite.

Chove desabridamente. Entre a zoada dos aguaceiros,

que lavam a rua, ouvem-se raros passos apressados de

transeuntes invisíveis na sombra. A espaços um ronco

5 rápido e surdo, como um rufo de tambor molhado,

assinala a passagem de um guarda-chuva por baixo do

jorro de uma goteira que transborda. Corre um sopro

glacial de tédio e desconforto pelo café profusamente

iluminado, em que já pouca gente resta. O silêncio só é

10 quebrado pelo ruído dos talheres e da conversa de três

rapazes cavaqueando numa ceia econômica ao fundo.

O homem do contador cochila. Sentado a uma mesinha,

em frente ao prato vazio, em que um osso descarnado

de galinha comemora a passagem de uma canja, está

15 um homem que cisma sobre um jornal.


GAMA, Domício. Apud SANDANELLO, F. B. Domício da Gama e o impressionismo literário no Brasil. São Luís, MA: EDUFMA, 2017. p. 169.

Em “Entre a zoada dos aguaceiros, que lavam a rua, ouvem-se raros passos apressados de transeuntes invisíveis na sombra” (linhas 2-4), a oração sublinhada:

Alternativas
Q2728521 Português

Texto 2


CÔNSUL!


Domício da Gama


No café de Londres, às onze horas da noite.

Chove desabridamente. Entre a zoada dos aguaceiros,

que lavam a rua, ouvem-se raros passos apressados de

transeuntes invisíveis na sombra. A espaços um ronco

5 rápido e surdo, como um rufo de tambor molhado,

assinala a passagem de um guarda-chuva por baixo do

jorro de uma goteira que transborda. Corre um sopro

glacial de tédio e desconforto pelo café profusamente

iluminado, em que já pouca gente resta. O silêncio só é

10 quebrado pelo ruído dos talheres e da conversa de três

rapazes cavaqueando numa ceia econômica ao fundo.

O homem do contador cochila. Sentado a uma mesinha,

em frente ao prato vazio, em que um osso descarnado

de galinha comemora a passagem de uma canja, está

15 um homem que cisma sobre um jornal.


GAMA, Domício. Apud SANDANELLO, F. B. Domício da Gama e o impressionismo literário no Brasil. São Luís, MA: EDUFMA, 2017. p. 169.

No trecho do conto de Domício da Gama, são características da predominância do tipo textual descritivo:

Alternativas
Q2728520 Português

Texto 2


CÔNSUL!


Domício da Gama


No café de Londres, às onze horas da noite.

Chove desabridamente. Entre a zoada dos aguaceiros,

que lavam a rua, ouvem-se raros passos apressados de

transeuntes invisíveis na sombra. A espaços um ronco

5 rápido e surdo, como um rufo de tambor molhado,

assinala a passagem de um guarda-chuva por baixo do

jorro de uma goteira que transborda. Corre um sopro

glacial de tédio e desconforto pelo café profusamente

iluminado, em que já pouca gente resta. O silêncio só é

10 quebrado pelo ruído dos talheres e da conversa de três

rapazes cavaqueando numa ceia econômica ao fundo.

O homem do contador cochila. Sentado a uma mesinha,

em frente ao prato vazio, em que um osso descarnado

de galinha comemora a passagem de uma canja, está

15 um homem que cisma sobre um jornal.


GAMA, Domício. Apud SANDANELLO, F. B. Domício da Gama e o impressionismo literário no Brasil. São Luís, MA: EDUFMA, 2017. p. 169.

“Sentado a uma mesinha, em frente ao prato vazio, em que um osso descarnado de galinha comemora a passagem de uma canja, está um homem que cisma sobre um jornal.” (linhas 12-15). Pode substituir a expressão sublinhada, sem alteração do sentido:

Alternativas
Q2728518 Português

Texto 1


DOMÍCIO DA GAMA


Domício da Gama (Domício Afonso Forneiro,

adotou do padrinho o Gama), jornalista, diplomata,

contista e cronista, nasceu em Maricá, RJ, em 23 de

outubro de 1862 e faleceu no Rio de Janeiro, RJ,

5 em 8 de novembro de 1925. Foi um dos dez

acadêmicos eleitos na sessão de 28 de janeiro de 1897,

para completar o quadro de fundadores da Academia.

Escolheu Raul Pompeia como patrono, ocupando a

cadeira no 33. Foi recebido na sessão de 1º de julho de

10 1900, por Lúcio de Mendonça.

Fez estudos preparatórios no Rio de Janeiro e

ingressou na Escola Politécnica, mas não chegou a

terminar o curso. Seguiu para o estrangeiro em missões

diplomáticas. A sua primeira missão foi a de secretário

15 do Serviço de Imigração, e o contato, nessa época, com

o Barão do Rio Branco, valeu-lhe ser nomeado

secretário da missão Rio Branco para a questão de

limites Brasil-Argentina (1893-1895), com a Guiana

Francesa (1895-1900) e com a Guiana Inglesa

20 (1900-1901). Foi secretário de Legação na Santa Sé,

em 1900, e ministro em Lima, em 1906. Embaixador em

missão especial, em 1910, representou o Brasil no

centenário da independência da Argentina e nas festas

centenárias do Chile. Embaixador do Brasil em

25 Washington, de 1911 a 1918, foi o digno sucessor de

Joaquim Nabuco, por escolha do próprio Barão do Rio

Branco. Ao celebrar-se a paz europeia de Versalhes,

Domício, como ministro das Relações Exteriores,

pretendeu representar o Brasil naquela conferência,

30 propósito que suscitou divergências na imprensa

brasileira. Convidado para a mesma embaixada, Rui

Barbosa recusou, e o chefe da representação brasileira

foi, afinal, Epitácio Pessoa, eleito pouco depois, em

seguida à morte de Rodrigues Alves, presidente da

35 República. Domício foi substituído na Chancelaria por

Azevedo Marques, seguindo como embaixador em

Londres, em 1920-21. Foi posto em disponibilidade

durante a Presidência Bernardes.

Em 1919 foi Presidente da Academia Brasileira

40 de Letras, em substituição a Rui Barbosa.

Domício da Gama era colaborador da Gazeta de

Notícias ao tempo de Ferreira de Araújo e, ainda no

início da carreira, escreveu contos, crônicas e críticas

literárias.


Texto editado. Disponível em: http://www.academia.org.br/academicos/ domicio-da-gama/biografia. Acesso em: 10 jul.2018.

O conectivo sublinhado no período “Fez estudos preparatórios no Rio de Janeiro e ingressou na Escola Politécnica, mas não chegou a terminar o curso.” (linhas 11-13) pode ser substituído, sem alterar seu sentido, por:

Alternativas
Q2728517 Português

Texto 1


DOMÍCIO DA GAMA


Domício da Gama (Domício Afonso Forneiro,

adotou do padrinho o Gama), jornalista, diplomata,

contista e cronista, nasceu em Maricá, RJ, em 23 de

outubro de 1862 e faleceu no Rio de Janeiro, RJ,

5 em 8 de novembro de 1925. Foi um dos dez

acadêmicos eleitos na sessão de 28 de janeiro de 1897,

para completar o quadro de fundadores da Academia.

Escolheu Raul Pompeia como patrono, ocupando a

cadeira no 33. Foi recebido na sessão de 1º de julho de

10 1900, por Lúcio de Mendonça.

Fez estudos preparatórios no Rio de Janeiro e

ingressou na Escola Politécnica, mas não chegou a

terminar o curso. Seguiu para o estrangeiro em missões

diplomáticas. A sua primeira missão foi a de secretário

15 do Serviço de Imigração, e o contato, nessa época, com

o Barão do Rio Branco, valeu-lhe ser nomeado

secretário da missão Rio Branco para a questão de

limites Brasil-Argentina (1893-1895), com a Guiana

Francesa (1895-1900) e com a Guiana Inglesa

20 (1900-1901). Foi secretário de Legação na Santa Sé,

em 1900, e ministro em Lima, em 1906. Embaixador em

missão especial, em 1910, representou o Brasil no

centenário da independência da Argentina e nas festas

centenárias do Chile. Embaixador do Brasil em

25 Washington, de 1911 a 1918, foi o digno sucessor de

Joaquim Nabuco, por escolha do próprio Barão do Rio

Branco. Ao celebrar-se a paz europeia de Versalhes,

Domício, como ministro das Relações Exteriores,

pretendeu representar o Brasil naquela conferência,

30 propósito que suscitou divergências na imprensa

brasileira. Convidado para a mesma embaixada, Rui

Barbosa recusou, e o chefe da representação brasileira

foi, afinal, Epitácio Pessoa, eleito pouco depois, em

seguida à morte de Rodrigues Alves, presidente da

35 República. Domício foi substituído na Chancelaria por

Azevedo Marques, seguindo como embaixador em

Londres, em 1920-21. Foi posto em disponibilidade

durante a Presidência Bernardes.

Em 1919 foi Presidente da Academia Brasileira

40 de Letras, em substituição a Rui Barbosa.

Domício da Gama era colaborador da Gazeta de

Notícias ao tempo de Ferreira de Araújo e, ainda no

início da carreira, escreveu contos, crônicas e críticas

literárias.


Texto editado. Disponível em: http://www.academia.org.br/academicos/ domicio-da-gama/biografia. Acesso em: 10 jul.2018.

Considerando os fragmentos “Foi um dos dez acadêmicos eleitos na sessão de 28 de janeiro de 1897, para completar o quadro de fundadores da Academia” (linhas 5-7) e “Seguiu para o estrangeiro em missões diplomáticas” (linhas 13-14), pode-se afirmar que, em cada ocorrência, a preposição “para” significa, respectivamente:

Alternativas
Q2728516 Português

Texto 1


DOMÍCIO DA GAMA


Domício da Gama (Domício Afonso Forneiro,

adotou do padrinho o Gama), jornalista, diplomata,

contista e cronista, nasceu em Maricá, RJ, em 23 de

outubro de 1862 e faleceu no Rio de Janeiro, RJ,

5 em 8 de novembro de 1925. Foi um dos dez

acadêmicos eleitos na sessão de 28 de janeiro de 1897,

para completar o quadro de fundadores da Academia.

Escolheu Raul Pompeia como patrono, ocupando a

cadeira no 33. Foi recebido na sessão de 1º de julho de

10 1900, por Lúcio de Mendonça.

Fez estudos preparatórios no Rio de Janeiro e

ingressou na Escola Politécnica, mas não chegou a

terminar o curso. Seguiu para o estrangeiro em missões

diplomáticas. A sua primeira missão foi a de secretário

15 do Serviço de Imigração, e o contato, nessa época, com

o Barão do Rio Branco, valeu-lhe ser nomeado

secretário da missão Rio Branco para a questão de

limites Brasil-Argentina (1893-1895), com a Guiana

Francesa (1895-1900) e com a Guiana Inglesa

20 (1900-1901). Foi secretário de Legação na Santa Sé,

em 1900, e ministro em Lima, em 1906. Embaixador em

missão especial, em 1910, representou o Brasil no

centenário da independência da Argentina e nas festas

centenárias do Chile. Embaixador do Brasil em

25 Washington, de 1911 a 1918, foi o digno sucessor de

Joaquim Nabuco, por escolha do próprio Barão do Rio

Branco. Ao celebrar-se a paz europeia de Versalhes,

Domício, como ministro das Relações Exteriores,

pretendeu representar o Brasil naquela conferência,

30 propósito que suscitou divergências na imprensa

brasileira. Convidado para a mesma embaixada, Rui

Barbosa recusou, e o chefe da representação brasileira

foi, afinal, Epitácio Pessoa, eleito pouco depois, em

seguida à morte de Rodrigues Alves, presidente da

35 República. Domício foi substituído na Chancelaria por

Azevedo Marques, seguindo como embaixador em

Londres, em 1920-21. Foi posto em disponibilidade

durante a Presidência Bernardes.

Em 1919 foi Presidente da Academia Brasileira

40 de Letras, em substituição a Rui Barbosa.

Domício da Gama era colaborador da Gazeta de

Notícias ao tempo de Ferreira de Araújo e, ainda no

início da carreira, escreveu contos, crônicas e críticas

literárias.


Texto editado. Disponível em: http://www.academia.org.br/academicos/ domicio-da-gama/biografia. Acesso em: 10 jul.2018.

No trecho “... pretendeu representar o Brasil naquela conferência, propósito que suscitou divergências na imprensa brasileira” (linhas 29-31), a forma verbal “suscitou” pode ser substituída, sem alterar o sentido, por:

Alternativas
Q2728515 Português

Texto 1


DOMÍCIO DA GAMA


Domício da Gama (Domício Afonso Forneiro,

adotou do padrinho o Gama), jornalista, diplomata,

contista e cronista, nasceu em Maricá, RJ, em 23 de

outubro de 1862 e faleceu no Rio de Janeiro, RJ,

5 em 8 de novembro de 1925. Foi um dos dez

acadêmicos eleitos na sessão de 28 de janeiro de 1897,

para completar o quadro de fundadores da Academia.

Escolheu Raul Pompeia como patrono, ocupando a

cadeira no 33. Foi recebido na sessão de 1º de julho de

10 1900, por Lúcio de Mendonça.

Fez estudos preparatórios no Rio de Janeiro e

ingressou na Escola Politécnica, mas não chegou a

terminar o curso. Seguiu para o estrangeiro em missões

diplomáticas. A sua primeira missão foi a de secretário

15 do Serviço de Imigração, e o contato, nessa época, com

o Barão do Rio Branco, valeu-lhe ser nomeado

secretário da missão Rio Branco para a questão de

limites Brasil-Argentina (1893-1895), com a Guiana

Francesa (1895-1900) e com a Guiana Inglesa

20 (1900-1901). Foi secretário de Legação na Santa Sé,

em 1900, e ministro em Lima, em 1906. Embaixador em

missão especial, em 1910, representou o Brasil no

centenário da independência da Argentina e nas festas

centenárias do Chile. Embaixador do Brasil em

25 Washington, de 1911 a 1918, foi o digno sucessor de

Joaquim Nabuco, por escolha do próprio Barão do Rio

Branco. Ao celebrar-se a paz europeia de Versalhes,

Domício, como ministro das Relações Exteriores,

pretendeu representar o Brasil naquela conferência,

30 propósito que suscitou divergências na imprensa

brasileira. Convidado para a mesma embaixada, Rui

Barbosa recusou, e o chefe da representação brasileira

foi, afinal, Epitácio Pessoa, eleito pouco depois, em

seguida à morte de Rodrigues Alves, presidente da

35 República. Domício foi substituído na Chancelaria por

Azevedo Marques, seguindo como embaixador em

Londres, em 1920-21. Foi posto em disponibilidade

durante a Presidência Bernardes.

Em 1919 foi Presidente da Academia Brasileira

40 de Letras, em substituição a Rui Barbosa.

Domício da Gama era colaborador da Gazeta de

Notícias ao tempo de Ferreira de Araújo e, ainda no

início da carreira, escreveu contos, crônicas e críticas

literárias.


Texto editado. Disponível em: http://www.academia.org.br/academicos/ domicio-da-gama/biografia. Acesso em: 10 jul.2018.

Na biografia do maricaense, dentre os recursos coesivos apresentados a seguir, aquele que foi utilizado para manter o foco em “Domício da Gama” é:

Alternativas
Q2069302 Legislação dos Municípios do Estado do Rio de Janeiro
A Lei nº 910/90, que institui o Sistema Tributário do Município de Maricá, estabelece em seu artigo 122-B que a licença ou a autorização de localização de estabelecimento de qualquer atividade econômica no Município de Maricá será instrumentalizada por Alvará, conforme o caso. São tipos de Alvará, de acordo essa legislação os abaixo relacionados, EXCETO, o:
Alternativas
Q2069301 Legislação dos Municípios do Estado do Rio de Janeiro
O Sistema Tributário de Maricá, no artigo 331, estabelece que as impugnações a lançamentos e as defesas de autos de infração e de apreensão serão decididos em primeira instância administrativa, pelo: 
Alternativas
Q2069300 Direito Tributário
De acordo com a Constituição Federal de 1988, pertencem aos Municípios cinquenta por cento do produto da arrecadação do imposto do Estado sobre a propriedade de veículos automotores licenciados em seus territórios. Essa espécie de repartição de receita tributária é classificada corretamente como: 
Alternativas
Q2069299 Direito Tributário
As obrigações acessórias no direito tributário existem no interesse:
Alternativas
Q2069298 Direito Tributário
A incidência do ITBI alcança as seguintes mutações patrimoniais decorrentes, EXCETO: 
Alternativas
Q2069297 Legislação dos Municípios do Estado do Rio de Janeiro
Conforme Lei n° 910/90, Sistema Tributário do Município de Maricá, sobre o IPTU é correto afirmar: 
Alternativas
Q2069296 Direito Tributário
Adota-se como base de cálculo do ITBI o valor da transação conforme indicado pelo contribuinte. Verificado que o valor informado não corresponde à realidade de mercado, com base no artigo 148 do Código Tributário Nacional, mediante processo regular, a autoridade lançadora procederá: 
Alternativas
Q2069295 Legislação dos Municípios do Estado do Rio de Janeiro
De acordo com o inciso I, do art. 183, do Sistema Tributário do Município de Maricá, o sujeito passivo de obrigação tributária principal é a pessoa obrigada ao pagamento de tributo ou penalidade pecuniária e, quando tiver relação pessoal e direta com a situação que constitua o respectivo fato gerador, será considerado:
Alternativas
Q2069294 Legislação dos Municípios do Estado do Rio de Janeiro
De acordo com o parágrafo único, do artigo 3°, da Lei Municipal n° 910, de 14 de dezembro de 1990, Sistema Tributário do Município de Maricá, fica estabelecido que o fato gerador do IPTU ocorre, anualmente, no dia: 
Alternativas
Respostas
8541: A
8542: B
8543: D
8544: E
8545: C
8546: A
8547: B
8548: B
8549: D
8550: E
8551: B
8552: C
8553: A
8554: D
8555: B
8556: B
8557: E
8558: A
8559: E
8560: C