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Q2403252 Português
Texto II


UNE: O que é um erro de português?


Bagno: Na concepção do senso comum, o “erro de português” é qualquer uso linguístico que não esteja previsto nos instrumentos normativos tradicionais, a gramática e o dicionário. No entanto, não existe uma concepção única e homogênea do que seja o português “correto” nesses instrumentos normativos, porque os gramáticos e dicionaristas têm posturas diferentes diante dos usos da língua: alguns gramáticos admitem certas formas inovadoras, enquanto outros ainda as rejeitam, por exemplo. Além disso, a noção de “erro” está muito vinculada à posição que uma pessoa ocupa na pirâmide social. Os usos já bem fixados entre as classes sociais privilegiadas, mesmo quando contradizem as prescrições tradicionais, passam despercebidos e não provocam reações extremadas: ao contrário, a atitude mais geral é do tipo “pode até estar errado, mas todo mundo fala assim”. Por outro lado, se o uso vem das camadas inferiores, nenhuma relativização é possível: é erro e ponto final. Como tudo em sociedade, o que é certo e errado depende de quem utiliza esses rótulos contra o quê e contra quem.


Confira a entrevista especial com o professor Marcos Bagno para a 9ª
Bienal da UNE.
Disponível em https://www.une.org.br/2014/11/marcos-bagno-a-linguacomo-instrumento-de-poder/

No que diz respeito às relações coesivas em destaque no Texto II, analise os itens a seguir:

I. A locução conjuntiva “No entanto” demonstra a concordância de Bagno com a afirmação que havia mencionado anteriormente.
II. As expressões “Além disso” e “prescrições” funcionam como mecanismos de coesão sequencial, estabelecendo relação entre partes do texto e permitindo a progressão textual.
III. A expressão “Por outro lado” indica a apresentação de um ponto de vista diferente daquele apresentado anteriormente.
IV. O termo “mesmo” foi empregado no texto expressando uma ideia de concessão.

Mediante a análise dos itens acima, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2403251 Português
Texto II


UNE: O que é um erro de português?


Bagno: Na concepção do senso comum, o “erro de português” é qualquer uso linguístico que não esteja previsto nos instrumentos normativos tradicionais, a gramática e o dicionário. No entanto, não existe uma concepção única e homogênea do que seja o português “correto” nesses instrumentos normativos, porque os gramáticos e dicionaristas têm posturas diferentes diante dos usos da língua: alguns gramáticos admitem certas formas inovadoras, enquanto outros ainda as rejeitam, por exemplo. Além disso, a noção de “erro” está muito vinculada à posição que uma pessoa ocupa na pirâmide social. Os usos já bem fixados entre as classes sociais privilegiadas, mesmo quando contradizem as prescrições tradicionais, passam despercebidos e não provocam reações extremadas: ao contrário, a atitude mais geral é do tipo “pode até estar errado, mas todo mundo fala assim”. Por outro lado, se o uso vem das camadas inferiores, nenhuma relativização é possível: é erro e ponto final. Como tudo em sociedade, o que é certo e errado depende de quem utiliza esses rótulos contra o quê e contra quem.


Confira a entrevista especial com o professor Marcos Bagno para a 9ª
Bienal da UNE.
Disponível em https://www.une.org.br/2014/11/marcos-bagno-a-linguacomo-instrumento-de-poder/

De acordo com o trecho da entrevista concedida à UNE pelo professor-pesquisador Marcos Bagno, reproduzido no Texto II, a caracterização de um erro de português, normalmente, apresenta um viés 
Alternativas
Q2403250 Português
Texto I


 O Poeta da Roça


Sou fio das mata, cantô da mão grosa
Trabaio na roça, de inverno e de estio
A minha chupana é tapada de barro
Só fumo cigarro de paia de mio 


Sou poeta das brenha, não faço o papé
De argum menestrê, ou errante cantô
Que veve vagando, com sua viola
Cantando, pachola, à percura de amô


Não tenho sabença, pois nunca estudei
Apenas eu seio o meu nome assiná
Meu pai, coitadinho! vivia sem cobre
E o fio do pobre não pode estudá


Meu verso rastero, singelo e sem graça
Não entra na praça, no rico salão
Meu verso só entra no campo da roça e dos eito
E às vezes, recordando feliz mocidade
Canto uma sodade que mora em meu peito


Patativa do Assaré
Disponível em https://mst.org.br/2021/03/05/parabens-patativa-7-poemasde-assare-neste-especial-de-aniversario/
“Sou poeta das brenha, não faço o papé”. Pelo contexto do poema, os termos grifados no verso em comento referem-se, respectivamente, à (ao)
Alternativas
Q2403249 Português
Texto I


 O Poeta da Roça


Sou fio das mata, cantô da mão grosa
Trabaio na roça, de inverno e de estio
A minha chupana é tapada de barro
Só fumo cigarro de paia de mio 


Sou poeta das brenha, não faço o papé
De argum menestrê, ou errante cantô
Que veve vagando, com sua viola
Cantando, pachola, à percura de amô


Não tenho sabença, pois nunca estudei
Apenas eu seio o meu nome assiná
Meu pai, coitadinho! vivia sem cobre
E o fio do pobre não pode estudá


Meu verso rastero, singelo e sem graça
Não entra na praça, no rico salão
Meu verso só entra no campo da roça e dos eito
E às vezes, recordando feliz mocidade
Canto uma sodade que mora em meu peito


Patativa do Assaré
Disponível em https://mst.org.br/2021/03/05/parabens-patativa-7-poemasde-assare-neste-especial-de-aniversario/
As variações linguísticas são as diferenças que uma língua apresenta mediante fatores como a região e as condições culturais ou sociais, onde ela é usada. Por exemplo, no Texto I, do Patativa do Assaré, predomina a variação linguística 
Alternativas
Q2403247 Pedagogia
Conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei no 8.069/90), é dever do Estado assegurar à criança e ao adolescente 
Alternativas
Q2403246 Pedagogia
 No meio acadêmico tem-se discutido muito sobre as tendências da Educação Matemática e sua importância para a aprendizagem, porém a distância entre teoria e prática ainda é bastante perceptível. Diversos fatores podem estar provocando esse distanciamento, um deles seria traduzir essas teorias em uma prática que produza significado para os alunos, já́que são eles o principal público-alvo do meio educacional. Nesse contexto, assinale a alternativa correta que apresenta a distribuição das etapas da tendência Resolução de Problemas de acordo com Polya.
Alternativas
Q2403245 Matemática

Analise o gráfico a respeito da distribuição de notas do Enem no ano de 2023, abaixo:




Imagem associada para resolução da questão



Fonte:https://www.nexojornal.com.br/grafico/2024/01/17/notasenem-2023-media

Alternativas
Q2403241 Matemática
Um pedaço de papelão retangular tem as seguintes dimensões (x + 3) cm de comprimento e (x − 1) cm de largura. Para que a área do papelão seja de 21 cm², determine qual o valor que x deve assumir e assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q2403238 Matemática
Uma empresa fez uma pesquisa com os seus funcionários, coletando a altura de cada um, o que resultou a seguinte tabela:

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Sobre os dados acima, assinale a alternativa que apresenta a mediana dessas alturas. 
Alternativas
Q2403234 Pedagogia
Assinale a alternativa correta que apresenta um Teórico eminentemente do campo de pesquisa Novas Tecnologias da Informação e Comunicação.
Alternativas
Q2403233 Pedagogia
Assinale a alternativa que apresenta a correta habilidade inerente ao objeto do conhecimento do 6º ano da Base Nacional Comum Curricular:

“Sistema de numeração decimal: características, leitura, escrita e comparação de números naturais e de números racionais representados na forma decimal.” 
Alternativas
Q2403232 Pedagogia
A respeito da função social da escola e da inclusão educacional, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2403231 Pedagogia
De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/96), o dever do Estado com a educação escolar pública será efetivado mediante a garantia de 
Alternativas
Q2403230 Pedagogia
De acordo com as concepções e tendências pedagógicas contemporâneas na educação, assinale a alternativa correta referente à Pedagogia Tradicional. 
Alternativas
Q2403153 História
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“Em política, os aliados de hoje são os inimigos de amanhã.” Frase atribuída à Maquiavel a partir da interpretação da obra “O Príncipe”.

Pensando na política brasileira e relacionando os dois suportes podemos afirmar que a charge do Texto XVII
Alternativas
Q2403152 História
Texto XVI
Recife: bairro da Boa Vista ganha Centro Cultural Diaspórico que valoriza cultura africana
O bairro da Boa Vista, localizado no Recife, agora conta com um novo espaço cultural chamado Centro Cultural Diaspórico. Situado na Rua da Santa Cruz, no número 174, o casarão amarelo abriga atualmente quatro empreendimentos. [...] O Centro Cultural Diaspórico teve início com o restaurante em 2019 e, aos poucos, foi agregando outros negócios como a licoreria Capibaribe, o Gana Hare, um estúdio afrocentrado que oferece serviços como tranças, cortes de cabelo e a Zarina Moda Afro. Em breve, o Centro oferecerá aulas de iorubá, capoeira, dança africana e muito mais.

Disponível em https://www.brasildefatope.com.br/2023/07/06/bairro-da-boa-vista-norecife-ganha-centro-cultural-diasporico-que-valoriza-cultura-africana. Adaptado.

A ideia de um centro diaspórico, conforme citado no Texto XVI, faz referência 
Alternativas
Q2403151 História
Texto XV
País enviou navios, soldados e médicos para o conflito

Em outubro de 1917, o submarino alemão U-93 interceptou o navio a vapor brasileiro Macau nas proximidades da costa espanhola; o U-93 disparou um torpedo e o barco foi a pique. Esse foi o estopim para que o Brasil entrasse na Primeira Guerra Mundial. A notícia deixou os brasileiros indignados. Em várias cidades, grupos invadiram e saquearam lojas, escritórios e fábricas dirigidas por alemães. A participação no conflito, porém, foi modesta. O Brasil enviou 13 aviadores para a força aérea britânica e 24 oficiais para o exército francês. Também destacou uma equipe de 150 profissionais de saúde, entre médicos, enfermeiros e assistentes, para pôr em funcionamento um hospital brasileiro em Paris. 

Fonte: Agência Senado. Disponível em https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2014/08/29/pais-enviounavios-soldados-e-medicos-para-o-conflito. Adaptado.

A participação do Brasil em conflitos e crises globais ao longo do século XX, como no caso exposto no Texto XV, 
Alternativas
Q2403150 História
Texto XIV
Açúcar motivou a ocupação holandesa

A ocupação holandesa de parte do Nordeste brasileiro teve como motivação a disputa pela hegemonia da produção e da comercialização do açúcar. [...] Em 1624, as invasões holandesas - feitas pela Companhia das Índias Ocidentais - se iniciaram no Brasil. Objetivo: a ocupação das zonas produtoras de açúcar na América portuguesa. O primeiro alvo foi a cidade de Salvador. Os holandeses ficaram apenas um ano e foram expulsos. Em Pernambuco o ataque teve início em 1630, quando Olinda foi conquistada e se consolidou o domínio da Holanda em um território que se estendia do Ceará ao rio São Francisco.

Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/fsp/turismo/fx27049816.htm. Adaptado.


Na perspectiva apresentada no Texto XIV podemos entender que a ação de ocupação do Brasil açucareiro foi uma decisão de iniciativa [1] e motivação eminentemente [2].
As expressões que completam corretamente os campos [1] e [2] da assertiva são, respectivamente, 
Alternativas
Q2403149 História

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Disponível em

https://acervo.mac.usp.br/acervo/index.php/Detail/objects/18192.

Tipo de documento: Pintura. Título: É proibido Dobrar à Esquerda.

Artista: Rubens Gerchman. Data:1965.




A pintura do Texto XIII remete, no contexto histórico em que foi elaborada, 

Alternativas
Q2403147 História
Texto XII
Quem foi Fernão Dias, que dará nome a nova estação no metrô de São Paulo

A estação que antes iria se chamar Paulo Freire será rebatizada em homenagem ao bandeirante, associado a exploração predatória no Sudeste e à escravização de indígenas [...] Nascido em 1608, Fernão Dias Pais Leme era descendente direto dos primeiros imigrantes europeus de São Vicente, o que lhe fez dono de fazendas gigantescas na região que, hoje, compõe o território da capital paulista. Um dos nomes de maior destaque nas missões de exploração do interior do país atrás de recursos minerais, ele chegou a ser considerado o homem mais rico da província.
Fernão Dias participou da famosa bandeira ao sul do Brasil, comandada por Antônio Raposo Tavares em 1638. Nela, passou pelos atuais estados de Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e parte do Uruguai, onde acabou com as reduções jesuíticas e submeteu milhares de indígenas à escravidão.

Disponível em https://revistagalileu.globo.com/sociedade/historia/noticia/2023/03/quemfoi-fernao-dias-que-dara-nome-a-nova-estacao-no-metro-de-sao-paulo.ghtml. Adaptado.


A homenagem apontada na reportagem do Texto XII atesta 
Alternativas
Respostas
1061: B
1062: C
1063: D
1064: D
1065: C
1066: D
1067: C
1068: C
1069: C
1070: B
1071: B
1072: A
1073: A
1074: A
1075: B
1076: D
1077: B
1078: A
1079: A
1080: D