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Q3390721 Pedagogia
Marcela é professora de uma turma de 3 anos em uma escola da Educação Infantil e, preocupada em proporcionar contato de seus estudantes com a natureza, sempre os leva para visitar parques, jardins e o zoológico da cidade, mediante autorização dos responsáveis. Segundo o documento Critérios para um atendimento em creches que respeite os direitos fundamentais das crianças (2009), essa prática pedagógica da professora está
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Q3390720 Pedagogia
Luíza é professora e estava explicando a sua colega de trabalho que, segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente em seu art. 53-A, a escola onde lecionam deve assegurar medidas de conscientização, prevenção e enfrentamento
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Q3390719 Pedagogia
De acordo com o art. 206 da Constituição Federal (1988), que estabelece os princípios sobre os quais será ministrado o ensino, encontra-se o da valorização dos profissionais da educação escolar, que deve ser garantido, na forma da lei, dentre outros, por
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Q3390718 Pedagogia
A comunicação entre escola e família é um dos itens mais importantes para um bom rendimento escolar das crianças. Sendo assim, Sandra, que é auxiliar de desenvolvimento infantil, precisa entender
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Q3390717 Pedagogia
O espaço escolar deve ser pensado como um ambiente acolhedor e prazeroso para a criança, por isso esse espaço deve estar organizado
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Q3390716 Saúde Pública
Na escola, as crianças manipulam muitos objetos que são compartilhados, por isso a higienização das mãos é uma das práticas mais importante para prevenir doenças. Os produtos mais indicados para higienizar corretamente as mãos são
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Q3390715 Pedagogia
O auxiliar de desenvolvimento infantil deve colaborar com os professores na orientação da higiene pessoal das crianças. Sobre essa questão, é correto afirmar que
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Q3390714 Administração Pública
De acordo com a Lei Complementar no 391, de 04 de outubro de 2022, planejar, coordenar, controlar e promover a política de crescimento sustentável e habitacional no município de Tremembé e executar outras tarefas correlatas determinadas pelo Chefe do Poder Executivo compete ao Secretário de
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Q3390713 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
Considere que Carlos é empregado público no município de Tremembé e deseja concorrer à promoção vertical.
Além de outros requisitos previstos na legislação, de acordo com a Lei Complementar no 391, de 04 de outubro de 2022, Carlos deverá comprovar tempo mínimo de 
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Q3390712 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
Imagine que Lúcia é docente em uma instituição de Educação Infantil no município de Tremembé e deseja se tornar presidente do Conselho de Escola para escolas de Educação Infantil.
Com base na situação apresentada e no disposto no Regimento Escolar Comum da Rede Municipal de Ensino de Tremembé, assinale a alternativa correta.
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Q3390706 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão

Autoestima: óbvio demais

    A questão da autoestima foi muito bem estudada por Stanley Coopersmith, que desenvolveu inúmeros trabalhos sobre o desenvolvimento humano, referindo-se a ela como “o valor que o indivíduo atribui a si mesmo”. Coopersmith iniciou sua investigação com uma amostra de meninos de 10 anos e seguiu-os até o início da vida adulta. Dividiu sua amostra em três grupos, que denominou de autoestima “alta”, “média” e “baixa”, verificando que os primeiros demonstravam possuir opinião extremamente positiva sobre si mesmos e sobre suas habilidades, apresentando-se confiantes, envolventes e pouco se importando com críticas negativas. Os de média autoestima apresentavam algumas dessas qualidades, mas eram menos seguros, mais conformistas e mais ansiosos quanto à sua relação social. Os de baixa autoestima formavam um grupo triste, isolado, inseguro e extremamente sensível às críticas, com tendência a apresentar baixo rendimento escolar.
    O que os tornava uns diferentes dos outros em relação à autoestima que possuíam ligava-se sempre aos lares de onde provinham. Os que tinham crescido entre pais que os consideravam interessantes, que demonstravam respeito por sua opinião, animando-os à curiosidade, mostravam excelente grau de confiança e serena capacidade de adaptação aos desafios, que se opunham aos crescidos em lares amargamente críticos, com limites disciplinares rígidos e padrões disciplinares irregulares. A autoestima, e isso é óbvio demais, não se atém a características biológicas ou a padrões materiais com que se cerca o crescimento, e sim à educação que se ministra.
(Celso Antunes. Novas maneiras de ensinar, novas formas de aprender, 2002. Adaptado)
O emprego de vírgula na frase está em conformidade com a norma-padrão em:
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Q3390705 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão

Autoestima: óbvio demais

    A questão da autoestima foi muito bem estudada por Stanley Coopersmith, que desenvolveu inúmeros trabalhos sobre o desenvolvimento humano, referindo-se a ela como “o valor que o indivíduo atribui a si mesmo”. Coopersmith iniciou sua investigação com uma amostra de meninos de 10 anos e seguiu-os até o início da vida adulta. Dividiu sua amostra em três grupos, que denominou de autoestima “alta”, “média” e “baixa”, verificando que os primeiros demonstravam possuir opinião extremamente positiva sobre si mesmos e sobre suas habilidades, apresentando-se confiantes, envolventes e pouco se importando com críticas negativas. Os de média autoestima apresentavam algumas dessas qualidades, mas eram menos seguros, mais conformistas e mais ansiosos quanto à sua relação social. Os de baixa autoestima formavam um grupo triste, isolado, inseguro e extremamente sensível às críticas, com tendência a apresentar baixo rendimento escolar.
    O que os tornava uns diferentes dos outros em relação à autoestima que possuíam ligava-se sempre aos lares de onde provinham. Os que tinham crescido entre pais que os consideravam interessantes, que demonstravam respeito por sua opinião, animando-os à curiosidade, mostravam excelente grau de confiança e serena capacidade de adaptação aos desafios, que se opunham aos crescidos em lares amargamente críticos, com limites disciplinares rígidos e padrões disciplinares irregulares. A autoestima, e isso é óbvio demais, não se atém a características biológicas ou a padrões materiais com que se cerca o crescimento, e sim à educação que se ministra.
(Celso Antunes. Novas maneiras de ensinar, novas formas de aprender, 2002. Adaptado)
Mantém-se o sentido do trecho do 2o parágrafo – ... mostravam excelente grau de confiança e serena capacidade de adaptação aos desafios... – se o termo em destaque for substituído por: 
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Q3390704 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão

Autoestima: óbvio demais

    A questão da autoestima foi muito bem estudada por Stanley Coopersmith, que desenvolveu inúmeros trabalhos sobre o desenvolvimento humano, referindo-se a ela como “o valor que o indivíduo atribui a si mesmo”. Coopersmith iniciou sua investigação com uma amostra de meninos de 10 anos e seguiu-os até o início da vida adulta. Dividiu sua amostra em três grupos, que denominou de autoestima “alta”, “média” e “baixa”, verificando que os primeiros demonstravam possuir opinião extremamente positiva sobre si mesmos e sobre suas habilidades, apresentando-se confiantes, envolventes e pouco se importando com críticas negativas. Os de média autoestima apresentavam algumas dessas qualidades, mas eram menos seguros, mais conformistas e mais ansiosos quanto à sua relação social. Os de baixa autoestima formavam um grupo triste, isolado, inseguro e extremamente sensível às críticas, com tendência a apresentar baixo rendimento escolar.
    O que os tornava uns diferentes dos outros em relação à autoestima que possuíam ligava-se sempre aos lares de onde provinham. Os que tinham crescido entre pais que os consideravam interessantes, que demonstravam respeito por sua opinião, animando-os à curiosidade, mostravam excelente grau de confiança e serena capacidade de adaptação aos desafios, que se opunham aos crescidos em lares amargamente críticos, com limites disciplinares rígidos e padrões disciplinares irregulares. A autoestima, e isso é óbvio demais, não se atém a características biológicas ou a padrões materiais com que se cerca o crescimento, e sim à educação que se ministra.
(Celso Antunes. Novas maneiras de ensinar, novas formas de aprender, 2002. Adaptado)
Para Stanley Coopersmith, crianças com baixa autoestima costumam apresentar
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Q3390703 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão

Autoestima: óbvio demais

    A questão da autoestima foi muito bem estudada por Stanley Coopersmith, que desenvolveu inúmeros trabalhos sobre o desenvolvimento humano, referindo-se a ela como “o valor que o indivíduo atribui a si mesmo”. Coopersmith iniciou sua investigação com uma amostra de meninos de 10 anos e seguiu-os até o início da vida adulta. Dividiu sua amostra em três grupos, que denominou de autoestima “alta”, “média” e “baixa”, verificando que os primeiros demonstravam possuir opinião extremamente positiva sobre si mesmos e sobre suas habilidades, apresentando-se confiantes, envolventes e pouco se importando com críticas negativas. Os de média autoestima apresentavam algumas dessas qualidades, mas eram menos seguros, mais conformistas e mais ansiosos quanto à sua relação social. Os de baixa autoestima formavam um grupo triste, isolado, inseguro e extremamente sensível às críticas, com tendência a apresentar baixo rendimento escolar.
    O que os tornava uns diferentes dos outros em relação à autoestima que possuíam ligava-se sempre aos lares de onde provinham. Os que tinham crescido entre pais que os consideravam interessantes, que demonstravam respeito por sua opinião, animando-os à curiosidade, mostravam excelente grau de confiança e serena capacidade de adaptação aos desafios, que se opunham aos crescidos em lares amargamente críticos, com limites disciplinares rígidos e padrões disciplinares irregulares. A autoestima, e isso é óbvio demais, não se atém a características biológicas ou a padrões materiais com que se cerca o crescimento, e sim à educação que se ministra.
(Celso Antunes. Novas maneiras de ensinar, novas formas de aprender, 2002. Adaptado)
De acordo com o texto, o que mais leva ao desenvolvimento da autoestima nas crianças é 
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Q3390702 Português
Assinale a alternativa em que as frases da mesma matéria, reescritas, obedecem à norma-padrão de concordância verbal e/ou nominal.
Alternativas
Q3390701 Português
Leia as frases retiradas de matéria publicada em O Estado de S.Paulo e assinale a alternativa em que o emprego do sinal indicativo de crase está de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Q3390700 Português

Leia a tira a seguir para responder a questão: 


    Uma pesquisa do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação, divulgada em fevereiro, mostra que a porcentagem de crianças brasileiras com celular cresceu. Em 2015, 3% dos pequenos de 0 a 2 anos, 6% dos de 3 a 5 anos e 18% dos de 6 a 8 anos possuíam um aparelho próprio. Em 2024, esses indicadores alcançaram 5%, 20% e 36%, respectivamente.

    O celular, porém, é a pior tela para as crianças, segundo especialistas. Diferentemente do computador ou da televisão, ele concentra a atenção dos pequenos por mais horas e exige maior esforço dos músculos oculares. Além disso, o uso dos smartphones costuma ter menor controle dos pais, facilitando a exposição a matérias impróprias.

    “Esse tempo demasiado conectado traz consequências. A mais grave é a alteração na socialização e no desenvolvimento infantil. Muitas crianças passam a perder a oportunidade de uma série de experiências de vida que são importantes para o seu desenvolvimento por ficarem excessivamente no celular”, ressalta Eduardo Jorge Custódio, neurologista pediátrico da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

     De acordo com a SBP, o uso do celular está associado a atrasos no desenvolvimento da fala e da linguagem em bebês que ficam passivamente expostos à tela por períodos prolongados. Também pode atrasar o desenvolvimento dos cinco sentidos – visão, audição, olfato, paladar e tato – na infância.

(O Estado de S.Paulo, 08.03.2025. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a palavra em destaque expressa ideia de inclusão.
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Q3390699 Português

Leia a tira a seguir para responder a questão: 


    Uma pesquisa do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação, divulgada em fevereiro, mostra que a porcentagem de crianças brasileiras com celular cresceu. Em 2015, 3% dos pequenos de 0 a 2 anos, 6% dos de 3 a 5 anos e 18% dos de 6 a 8 anos possuíam um aparelho próprio. Em 2024, esses indicadores alcançaram 5%, 20% e 36%, respectivamente.

    O celular, porém, é a pior tela para as crianças, segundo especialistas. Diferentemente do computador ou da televisão, ele concentra a atenção dos pequenos por mais horas e exige maior esforço dos músculos oculares. Além disso, o uso dos smartphones costuma ter menor controle dos pais, facilitando a exposição a matérias impróprias.

    “Esse tempo demasiado conectado traz consequências. A mais grave é a alteração na socialização e no desenvolvimento infantil. Muitas crianças passam a perder a oportunidade de uma série de experiências de vida que são importantes para o seu desenvolvimento por ficarem excessivamente no celular”, ressalta Eduardo Jorge Custódio, neurologista pediátrico da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

     De acordo com a SBP, o uso do celular está associado a atrasos no desenvolvimento da fala e da linguagem em bebês que ficam passivamente expostos à tela por períodos prolongados. Também pode atrasar o desenvolvimento dos cinco sentidos – visão, audição, olfato, paladar e tato – na infância.

(O Estado de S.Paulo, 08.03.2025. Adaptado)

Segundo o neurologista Eduardo J. Custódio e a SBP,
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Q3390698 Português

Leia a tira a seguir para responder a questão: 


    Uma pesquisa do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação, divulgada em fevereiro, mostra que a porcentagem de crianças brasileiras com celular cresceu. Em 2015, 3% dos pequenos de 0 a 2 anos, 6% dos de 3 a 5 anos e 18% dos de 6 a 8 anos possuíam um aparelho próprio. Em 2024, esses indicadores alcançaram 5%, 20% e 36%, respectivamente.

    O celular, porém, é a pior tela para as crianças, segundo especialistas. Diferentemente do computador ou da televisão, ele concentra a atenção dos pequenos por mais horas e exige maior esforço dos músculos oculares. Além disso, o uso dos smartphones costuma ter menor controle dos pais, facilitando a exposição a matérias impróprias.

    “Esse tempo demasiado conectado traz consequências. A mais grave é a alteração na socialização e no desenvolvimento infantil. Muitas crianças passam a perder a oportunidade de uma série de experiências de vida que são importantes para o seu desenvolvimento por ficarem excessivamente no celular”, ressalta Eduardo Jorge Custódio, neurologista pediátrico da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

     De acordo com a SBP, o uso do celular está associado a atrasos no desenvolvimento da fala e da linguagem em bebês que ficam passivamente expostos à tela por períodos prolongados. Também pode atrasar o desenvolvimento dos cinco sentidos – visão, audição, olfato, paladar e tato – na infância.

(O Estado de S.Paulo, 08.03.2025. Adaptado)

A respeito da exposição das crianças às telas, o autor do texto afirma que
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Q3390697 Português

Leia a tira a seguir para responder a questão: 


    Uma pesquisa do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação, divulgada em fevereiro, mostra que a porcentagem de crianças brasileiras com celular cresceu. Em 2015, 3% dos pequenos de 0 a 2 anos, 6% dos de 3 a 5 anos e 18% dos de 6 a 8 anos possuíam um aparelho próprio. Em 2024, esses indicadores alcançaram 5%, 20% e 36%, respectivamente.

    O celular, porém, é a pior tela para as crianças, segundo especialistas. Diferentemente do computador ou da televisão, ele concentra a atenção dos pequenos por mais horas e exige maior esforço dos músculos oculares. Além disso, o uso dos smartphones costuma ter menor controle dos pais, facilitando a exposição a matérias impróprias.

    “Esse tempo demasiado conectado traz consequências. A mais grave é a alteração na socialização e no desenvolvimento infantil. Muitas crianças passam a perder a oportunidade de uma série de experiências de vida que são importantes para o seu desenvolvimento por ficarem excessivamente no celular”, ressalta Eduardo Jorge Custódio, neurologista pediátrico da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

     De acordo com a SBP, o uso do celular está associado a atrasos no desenvolvimento da fala e da linguagem em bebês que ficam passivamente expostos à tela por períodos prolongados. Também pode atrasar o desenvolvimento dos cinco sentidos – visão, audição, olfato, paladar e tato – na infância.

(O Estado de S.Paulo, 08.03.2025. Adaptado)

De acordo com as informações do texto, em 2024, em relação ao ano de 2015, a porcentagem das crianças brasileiras com celular próprio, na idade de
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Respostas
15561: A
15562: E
15563: D
15564: A
15565: C
15566: E
15567: B
15568: C
15569: E
15570: B
15571: D
15572: B
15573: E
15574: C
15575: D
15576: A
15577: E
15578: B
15579: C
15580: E