Questões de Concurso Comentadas para selecon

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Q3325906 Português

Leia o texto a seguir:



Baixa escolaridade é principal fator de risco para demência no Brasil, mostra estudo inédito



Em países do hemisfério norte, desenvolvimento da doença está associado a sexo e idade 



     A baixa escolaridade é o principal fator de risco para o declínio cognitivo entre idosos do Brasil, enquanto a falta de saúde mental desponta como possível causa de problemas de perda de autonomia, mostra estudo brasileiro publicado na revista The Lancet Global Health. O baixo acesso à educação superou variáveis tradicionalmente associadas ao sintoma, como idade ou sexo. 


   O projeto, liderado pelo professor Eduardo Zimmer, da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), e apoiado a saúde pelo Instituto Serrapilheira, evidencia a necessidade de políticas públicas que garantam o acesso universal ao ensino e o cuidado com mental desde cedo. "Para resolver o declínio cognitivo, precisamos colocar todo mundo na escola desde a infância. É fundamental garantir que crianças e adolescentes tenham acesso à educação", destaca Zimmer.


   O professor também ressalta que os resultados alertam para a importância de considerar as particularidades regionais ao analisar dados globais. Estudos feitos em países desenvolvidos, com outras realidades socioeconômicas, apontam idade e sexo como os principais fatores associados a essas doenças. 


   "Começamos ver que o cérebro do brasileiro diferente do é completamente cérebro do Norte Global", afirma o especialista. O país tem sofrido com um aumento no número de casos de demências, como o Alzheimer. O envelhecimento da população cumpre papel fundamental nesse cenário, mas a nova pesquisa reforça a influência de outros fatores. 


   A investigação, inédita, usou inteligência  artificial para comparar dados de 9,4 mil pacientes brasileiros obtidos por meio do Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros (ELSA- Brasil). As informações socioeconômicas e de saúde foram comparadas com as de outros países latino-americanos de renda alta (Uruguai e Chile) e baixa ou média (Colômbia e Equador). No total, mais de 40 mil pessoas foram envolvidas.


Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2025/02/baixa-escolaridade- e-principal-fator-de-risco-para-demencia-no-brasil-mostra-estudo-inedito.shtml. Acesso em 05/02/2025 (Adaptado). 

Para resolver o declínio cognitivo, precisamos colocar todo mundo na escola desde a infância” (2º parágrafo). O termo em destaque veicula sentido de: 
Alternativas
Q3325905 Português

Leia o texto a seguir:



Baixa escolaridade é principal fator de risco para demência no Brasil, mostra estudo inédito



Em países do hemisfério norte, desenvolvimento da doença está associado a sexo e idade 



     A baixa escolaridade é o principal fator de risco para o declínio cognitivo entre idosos do Brasil, enquanto a falta de saúde mental desponta como possível causa de problemas de perda de autonomia, mostra estudo brasileiro publicado na revista The Lancet Global Health. O baixo acesso à educação superou variáveis tradicionalmente associadas ao sintoma, como idade ou sexo. 


   O projeto, liderado pelo professor Eduardo Zimmer, da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), e apoiado a saúde pelo Instituto Serrapilheira, evidencia a necessidade de políticas públicas que garantam o acesso universal ao ensino e o cuidado com mental desde cedo. "Para resolver o declínio cognitivo, precisamos colocar todo mundo na escola desde a infância. É fundamental garantir que crianças e adolescentes tenham acesso à educação", destaca Zimmer.


   O professor também ressalta que os resultados alertam para a importância de considerar as particularidades regionais ao analisar dados globais. Estudos feitos em países desenvolvidos, com outras realidades socioeconômicas, apontam idade e sexo como os principais fatores associados a essas doenças. 


   "Começamos ver que o cérebro do brasileiro diferente do é completamente cérebro do Norte Global", afirma o especialista. O país tem sofrido com um aumento no número de casos de demências, como o Alzheimer. O envelhecimento da população cumpre papel fundamental nesse cenário, mas a nova pesquisa reforça a influência de outros fatores. 


   A investigação, inédita, usou inteligência  artificial para comparar dados de 9,4 mil pacientes brasileiros obtidos por meio do Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros (ELSA- Brasil). As informações socioeconômicas e de saúde foram comparadas com as de outros países latino-americanos de renda alta (Uruguai e Chile) e baixa ou média (Colômbia e Equador). No total, mais de 40 mil pessoas foram envolvidas.


Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2025/02/baixa-escolaridade- e-principal-fator-de-risco-para-demencia-no-brasil-mostra-estudo-inedito.shtml. Acesso em 05/02/2025 (Adaptado). 

No titulo do texto (“Baixa escolaridade é principal fator de risco para demência no Brasil, mostra estudo inédito”), há: 
Alternativas
Q3325904 Português

Leia o texto a seguir:



Baixa escolaridade é principal fator de risco para demência no Brasil, mostra estudo inédito



Em países do hemisfério norte, desenvolvimento da doença está associado a sexo e idade 



     A baixa escolaridade é o principal fator de risco para o declínio cognitivo entre idosos do Brasil, enquanto a falta de saúde mental desponta como possível causa de problemas de perda de autonomia, mostra estudo brasileiro publicado na revista The Lancet Global Health. O baixo acesso à educação superou variáveis tradicionalmente associadas ao sintoma, como idade ou sexo. 


   O projeto, liderado pelo professor Eduardo Zimmer, da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), e apoiado a saúde pelo Instituto Serrapilheira, evidencia a necessidade de políticas públicas que garantam o acesso universal ao ensino e o cuidado com mental desde cedo. "Para resolver o declínio cognitivo, precisamos colocar todo mundo na escola desde a infância. É fundamental garantir que crianças e adolescentes tenham acesso à educação", destaca Zimmer.


   O professor também ressalta que os resultados alertam para a importância de considerar as particularidades regionais ao analisar dados globais. Estudos feitos em países desenvolvidos, com outras realidades socioeconômicas, apontam idade e sexo como os principais fatores associados a essas doenças. 


   "Começamos ver que o cérebro do brasileiro diferente do é completamente cérebro do Norte Global", afirma o especialista. O país tem sofrido com um aumento no número de casos de demências, como o Alzheimer. O envelhecimento da população cumpre papel fundamental nesse cenário, mas a nova pesquisa reforça a influência de outros fatores. 


   A investigação, inédita, usou inteligência  artificial para comparar dados de 9,4 mil pacientes brasileiros obtidos por meio do Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros (ELSA- Brasil). As informações socioeconômicas e de saúde foram comparadas com as de outros países latino-americanos de renda alta (Uruguai e Chile) e baixa ou média (Colômbia e Equador). No total, mais de 40 mil pessoas foram envolvidas.


Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2025/02/baixa-escolaridade- e-principal-fator-de-risco-para-demencia-no-brasil-mostra-estudo-inedito.shtml. Acesso em 05/02/2025 (Adaptado). 

A função da linguagem predominante no texto é a: 
Alternativas
Q3325903 Português

Leia o texto a seguir:



Baixa escolaridade é principal fator de risco para demência no Brasil, mostra estudo inédito



Em países do hemisfério norte, desenvolvimento da doença está associado a sexo e idade 



     A baixa escolaridade é o principal fator de risco para o declínio cognitivo entre idosos do Brasil, enquanto a falta de saúde mental desponta como possível causa de problemas de perda de autonomia, mostra estudo brasileiro publicado na revista The Lancet Global Health. O baixo acesso à educação superou variáveis tradicionalmente associadas ao sintoma, como idade ou sexo. 


   O projeto, liderado pelo professor Eduardo Zimmer, da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), e apoiado a saúde pelo Instituto Serrapilheira, evidencia a necessidade de políticas públicas que garantam o acesso universal ao ensino e o cuidado com mental desde cedo. "Para resolver o declínio cognitivo, precisamos colocar todo mundo na escola desde a infância. É fundamental garantir que crianças e adolescentes tenham acesso à educação", destaca Zimmer.


   O professor também ressalta que os resultados alertam para a importância de considerar as particularidades regionais ao analisar dados globais. Estudos feitos em países desenvolvidos, com outras realidades socioeconômicas, apontam idade e sexo como os principais fatores associados a essas doenças. 


   "Começamos ver que o cérebro do brasileiro diferente do é completamente cérebro do Norte Global", afirma o especialista. O país tem sofrido com um aumento no número de casos de demências, como o Alzheimer. O envelhecimento da população cumpre papel fundamental nesse cenário, mas a nova pesquisa reforça a influência de outros fatores. 


   A investigação, inédita, usou inteligência  artificial para comparar dados de 9,4 mil pacientes brasileiros obtidos por meio do Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros (ELSA- Brasil). As informações socioeconômicas e de saúde foram comparadas com as de outros países latino-americanos de renda alta (Uruguai e Chile) e baixa ou média (Colômbia e Equador). No total, mais de 40 mil pessoas foram envolvidas.


Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2025/02/baixa-escolaridade- e-principal-fator-de-risco-para-demencia-no-brasil-mostra-estudo-inedito.shtml. Acesso em 05/02/2025 (Adaptado). 

A leitura do texto permite a conclusão de que uma das principais causas para a demência no Brasil, segundo pesquisas modernas,  é
Alternativas
Q3291258 Veterinária
A Raiva faz parte da lista de doenças de notificação obrigatória, que nos herbívoros se caracteriza por:
Alternativas
Q3291257 Veterinária
A cisticercose suína é uma doença ocasionada pelas larvas de:
Alternativas
Q3291256 Veterinária
Em relação ao Sistema Orgânico de Produção, somente poderão ser utilizados na prevenção e no tratamento de enfermidades as substâncias e produtos autorizados no Anexo II do Regulamento Técnico descrito pela Portaria MAPA n° 52, de 15 de março de 2021. Porém, nos casos em que o tratamento não esteja surtindo efeito e o animal esteja em sofrimento ou risco de morte, excepcionalmente poderão ser utilizados produtos não autorizados, sendo que cada animal só poderá ser tratado com tais medicamentos por no máximo:
Alternativas
Q3291255 Veterinária
Para fins da Instrução Normativa n° 48, de 14/07/2020, considera-se foco de febre aftosa o registro de: 
Alternativas
Q3291254 Veterinária
Conforme consta na Instrução Normativa SDA n° 1, de 13/01/2020, fica proibido, em todo território nacional, a importação, a fabricação, a comercialização e o uso de aditivos melhoradores de desempenho que contenham os antimicrobianos:
Alternativas
Q3291253 Veterinária
O Decreto n° 9013, de 29/03/2017, dispõe sobre a inspeção industrial e sanitária de produtos de origem animal. Em conformidade com essa determinação, carcaças de animais com tuberculose devem ser condenadas quando, por exemplo: 
Alternativas
Q3291252 Veterinária
Como descrito na Instrução Normativa n° 5, de 01/03/2002, sob supervisão do médico veterinário, nas áreas de ocorrência de Raiva, a vacinação deve ser adotada sistematicamente em bovídeos e equídeos com idade igual ou superior a:
Alternativas
Q3291251 Veterinária
Na inspeção post mortem de bovinos e búfalos, deve ser feita verificações quanto à presença de cistos de Cysticercus bovis. Conforme o Decreto n° 10468, de 18/08/2020, os locais de eleição examinados são:
Alternativas
Q3291250 Veterinária
O abate de suídeos não castrados é:
Alternativas
Q3291249 Veterinária
Em relação ao sistema digestivo das galinhas, o papo atua como o local de:
Alternativas
Q3291168 Fonoaudiologia
O câncer de cabeça e pescoço é uma doença com alta taxa de prevalência e, conforme a localização acometida, influencia de forma variada a vida dos pacientes. Em casos de tumores que atingem a boca, a rinofaringe e a orofaringe, o fonoaudiólogo intervém nas alterações de:
Alternativas
Q3291167 Fonoaudiologia
Considere o trecho a seguir do protocolo de registro de nomeação do ABFW de um paciente de 6 anos do sexo masculino:

Palhaço → /panasu/ Tesoura → /tizola/ Vassoura → /fasola/ Xícara → /sicala/ Balde → /pauqui/ Blusa → /busa/ Cebola → /sebola/ Faca → /faka/ Cama → /kama/ Anel → /aneu/

A alternativa que melhor descreve o processo fonológico identificado na amostra é: 
Alternativas
Q3291166 Fonoaudiologia
A doença de Parkinson (DP) é uma condição neurológica progressiva que compromete o sistema nervoso central, ocasionando vários distúrbios nos pacientes. Sob a perspectiva fonoaudiológica, a característica mais frequentemente observada ao identificar um paciente com essa doença é:
Alternativas
Q3291165 Fonoaudiologia
Na avaliação audiométrica, o ruído é utilizado com o objetivo de induzir o mascaramento. A alternativa que indica o nome dos principais ruídos mascarantes é:
Alternativas
Q3291164 Fonoaudiologia
As disfonias recebem diferentes tipos de classificação conforme as alterações identificadas. As situações envolvendo o surgimento de úlceras de contato, edema de Reinke, pólipos, granulomas, e leucoplasia correspondem a disfonia: 
Alternativas
Q3291162 Fonoaudiologia
Uma criança, de 10 anos, do sexo feminino, foi avaliada por um fonoaudiólogo. Na sessão, foram detectadas as seguintes características: alterações na oclusão dentária, nariz obstruído, eversão do lábio inferior, hiperatividade do músculo mentual, palato em formato ogival e flacidez nas bochechas. Com base nessas observações, o diagnóstico mais provável e uma característica esperada durante a avaliação seriam:
Alternativas
Respostas
4941: C
4942: B
4943: C
4944: D
4945: B
4946: A
4947: B
4948: D
4949: A
4950: D
4951: B
4952: D
4953: C
4954: D
4955: C
4956: B
4957: A
4958: B
4959: C
4960: B