Questões de Concurso Sobre história

Foram encontradas 20.878 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3332585 História
Leia o texto a seguir:

A escravidão perpetua na história brasileira, assinalando seu caráter não anacrônico às relações sociais brasileiras.

(Tiago Muniz Cavalcanti; Rafael Garcia Rodrigues, Trabalho escravo contemporâneo: hoje, o mesmo de ontem. Veredas do Direito, Belo Horizonte, Dom Helder, v. 20, 2023. Adaptado)

De acordo com os autores, o trabalho escravo contemporâneo
Alternativas
Q3332584 História
Leia o texto a seguir:

    Durante o período, não foram poucos os conglomerados, nacionais e estrangeiros, que, com apoio – inclusive financeiro – do governo federal, promoveram a derrubada da floresta, a formação de latifúndios e toda a sorte de danos ambientais e sociais na Amazônia brasileira, com a exploração indiscriminada de trabalhadores escravizados.

(Tiago Muniz Cavalcanti; Rafael Garcia Rodrigues, Trabalho escravo contemporâneo: hoje, o mesmo de ontem. Veredas do Direito, Belo Horizonte, Dom Helder, v. 20, 2023. Adaptado)

O texto faz referência ao período da 
Alternativas
Q3332583 História
Leia o texto a seguir:

    A relação com o mundo que podemos chamar de mágico pode ser considerada como um universal do humano. Todos os grupos sociais, em diferentes épocas e espaços, constroem formas de se relacionar com o mundo desconhecido, na busca de caminhos e explicações que lhes ajudem a entender o enigma da vida e da morte, o sentido de ser e estar no mundo.

(Kabengele Munanga; Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. São Paulo: Global, 2016. Adaptado)

De acordo com os autores, a religiosidade negra 
Alternativas
Q3332582 História
Leia o texto a seguir:

     As vozes das nossas antepassadas, com suas dores e lutas ainda ecoam entre nós e servem de exemplo para que não desistamos do nosso objetivo de construir uma sociedade digna para todos.

(Kabengele Munanga; Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. São Paulo: Global, 2016. Adaptado)

Nesse sentido, conhecer a história de negros e negras faz-se necessário para
Alternativas
Q3332581 História
Leia o texto a seguir:

    Os brasileiros de ascendência africana, ao contrário dos brasileiros de outras ascendências (europeia, asiática, árabe, judia, etc.), ficaram por muito tempo privados da memória de seus ancestrais.

(Kabengele Munanga; Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. São Paulo: Global, 2016. Adaptado)

Entre as formas de reparação a essa privação, é correto identificar
Alternativas
Q3332580 História
Leia o texto a seguir:

    O patrimônio intelectual de origem medieval é impressionante. Fazem parte desse patrimônio inúmeras técnicas intelectuais.

(Hilário Franco Junior, A Idade Média: nascimento do Ocidente. São Paulo: Brasiliense, 2001. Adaptado)

Entre os exemplos desse patrimônio, é possível identificar
Alternativas
Q3332579 História
Leia o texto a seguir:

Mesmo no Brasil muitos elementos medievais continuam presentes. A herança medieval no Brasil continua viva ainda hoje nos nossos traços essenciais.

(Hilário Franco Junior, A Idade Média: nascimento do Ocidente. São Paulo: Brasiliense, 2001. Adaptado)

De acordo com o autor, entre os exemplos desta herança, é possível identificar
Alternativas
Q3332578 História
Leia o texto a seguir:

O rei vinha, desde a Idade Média, tendo seu caráter de soberano superando o de suserano, o aspecto propriamente monárquico (“poder único”) sobrepujando o feudal, contratual, os vassalos tornando-se súditos.

(Hilário Franco Junior, A Idade Média: nascimento do Ocidente. São Paulo: Brasiliense, 2001. Adaptado)

Para Hilário Franco Junior, tal lugar ocupado pelo monarca desde a Idade Média seria uma evidência de que
Alternativas
Q3332577 História
Leia o texto a seguir:

    O Romantismo da primeira metade do século XIX inverteu, contudo, o preconceito em relação à Idade Média. O ponto de partida foi a questão da identidade nacional, que ganhara forte significado com a Revolução Francesa. As conquistas de Napoleão tinham alimentado o fenômeno, pois a pretensão do imperador francês de reunir a Europa sob uma única direção despertou em cada região dominada ou ameaçada uma valorização de suas especificidades, de sua história.

(Hilário Franco Junior, A Idade Média: nascimento do Ocidente. São Paulo: Brasiliense, 2001. Adaptado)

De acordo com o autor, a nostalgia romântica pela Idade Média fazia com que ela fosse considerada
Alternativas
Q3332576 História
Leia o texto a seguir:

    Li muitas vezes, narrei frequentemente, relatos de guerras e de batalhas. Conhecia eu verdadeiramente, no sentido pleno do verbo conhecer, conhecia por dentro, antes de ter eu mesmo experimentado a atroz náusea, o que são, para um exército, o cerco, para um povo, a derrota? Na verdade, conscientemente ou não, é sempre a nossas experiências cotidianas que, para nuançá- -las onde se deve, atribuímos matizes novos, em última análise os elementos, que nos servem para reconstituir o passado.

(Marc Bloch, Apologia da história ou o ofício do historiador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002. Adaptado)

Para Marc Bloch, é fundamental que os historiadores 
Alternativas
Q3332575 História
Leia o texto a seguir:
         Não há menos beleza numa equação exata do que numa frase correta. Mas cada ciência tem sua estética que lhe é própria. Os fatos humanos são, por essência, fenômenos muito delicados, entre os quais muitos escapam à medida matemática. Para bem traduzi-los, portanto para bem penetrá-los, uma grande finesse, uma cor correta no tom verbal, são necessárias.

(Marc Bloch, Apologia da história ou o ofício do historiador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002. Adaptado)

No trecho, Marc Bloch sugere
Alternativas
Q3332574 História
Leia o texto a seguir:

    Robespierristas, anti-robespierristas, nós vos imploramos: por piedade, dizei-nos simplesmente quem foi Robespierre.

(Marc Bloch, Apologia da história ou o ofício do historiador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002. Adaptado)

O apelo de Marc Bloch enfatiza a importância do esforço do historiador de
Alternativas
Q3332573 História
Leia o texto a seguir:

    O quarto grande motivo para o desencadeamento da partilha da África foram os interesses em torno da livre navegação e do livre comércio nas bacias do Níger e do Zaire manifestado sobretudo pela Grã-Bretanha, que manifestava também o sonho de um domínio territorial cada vez mais dificultado pelos interesses de outros países europeus.

(Leila Leite Hernandez, África na sala de aula: visita à História Contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2005. Adaptado)

Na segunda metade do século XIX, o sonho do domínio territorial britânico abarcava os territórios
Alternativas
Q3332572 História
Leia o texto a seguir:

    O pensamento africano sobre a partilha e a conquista apresenta uma composição de ideias fiel à prática política de negar a dominação da civilização branca, ocidental, sobre o mundo negro. Ciosas de seu protagonismo na história, se por um lado as elites culturais africanas aceitam o conjunto de elementos econômicos como eixo impulsionador do expansionismo territorial europeu, acrescentam a esse discurso dois elementos fundamentais.

(Leila Leite Hernandez, África na sala de aula: visita à História Contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2005)

Um dos elementos fundamentais a que o trecho se refere é
Alternativas
Q3332571 História
Leia o texto a seguir:

    O processo de independência da Namíbia também pode ser considerado um exemplo clássico de intolerância e racismo. Pouco depois da Primeira Guerra Mundial, em 1920, o sudoeste africano alemão foi delegado à tutela internacional pela Sociedade das Nações para a jurisdição nacional, sob mandato da União Sul-Africana. Em 1925, foi proclamado “quinta província” da União e assimilado ao regime do apartheid. Essa mudança acarretou o confisco de terras do chefe tradicional superior dos hereros para entregá-las a colonos brancos.

(Leila Leite Hernandez, África na sala de aula: visita à História Contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2005. Adaptado)

O trecho evidencia
Alternativas
Q3332570 História
Leia o texto a seguir:

    Não são necessárias extensas leituras sobre o país para compreender duas de suas particularidades: a longa duração do seu império ultramarino, com a questão das colônias presente em todos os regimes, movimentos e resoluções políticas fundamentais; e o fato de o país ter um imaginário baseado em mitos estruturais permanentes, contidos nas diferentes variantes conjunturais do nacionalismo. Quanto à primeira característica, basta lembrar que o ultramar se formou desde o século XV e esteve presente até a metade do século XX, abrangendo, portanto, o “velho” e o “novo” imperialismo.

(Leila Leite Hernandez, África na sala de aula: visita à História Contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2005. Adaptado)

O trecho trata
Alternativas
Q3332569 História
Leia o texto a seguir:

    O movimento tenentista ficou assim conhecido porque teve como suas principais figuras oficiais de nível intermediário do Exército – tenentes em primeiro lugar e capitães. Apesar de suas queixas, o alto comando militar manteve-se alheio a uma ruptura pelas armas. Há uma história do tenentismo antes e depois de 1930. Os dois períodos dividem-se por uma diferença essencial.

(Boris Fausto, História do Brasil. São Paulo: Edusp, 2015. Adaptado)

A diferença a que o autor se refere se deve ao fato de que, antes de 1930, o tenentismo foi um movimento de
Alternativas
Q3332568 História
Leia o texto a seguir:

    O Contestado era uma região limítrofe entre o Paraná e Santa Catarina, cuja posse vinha sendo reivindicada por ambos os Estados. Havia, pois, uma contestação sobre a área. O movimento social aí surgido em 1911, porém, não tinha por objeto essa disputa. Nasceu reunindo seguidores de um “coronel” tido como amigo dos pobres e pessoas de diversas origens, atingidas pelas mudanças que vinham ocorrendo na área.

(Boris Fausto, História do Brasil. São Paulo: Edusp, 2015. Adaptado)

As mudanças indicadas pelo trecho estiveram associadas à
Alternativas
Q3332567 História
Leia o texto a seguir:

    Recentemente, historiadores, entre os quais se destacam João Fragoso e Manolo Florentino, enfatizaram a importância da acumulação de capitais, por parte de um reduzido, mas poderoso grupo, cuja base de atuação era o Rio de Janeiro, embora não se limitasse a ele. Desde a primeira metade do século XVIII, constatamos um processo de acumulação urbana propiciado, em boa medida, por capitais investidos no tráfico de escravos.

(Boris Fausto, História do Brasil. São Paulo: Edusp, 2015. Adaptado)

A perspectiva destacada no trecho complexifica uma visão consagrada da historiografia sobre o período colonial, reconhecida por enfatizar
Alternativas
Q3332566 História
Leia o texto a seguir:

     Nas eleições de 1945, a votação do PCB, agora na legalidade, foi bastante expressiva. Lançando um candidato desconhecido, o PCB alcançou votação correspondente a 10% do total, com uma significativa concentração em eleitores das grandes cidades.

(Boris Fausto, História do Brasil. São Paulo: Edusp, 2015. Adaptado)

Os comunistas se beneficiaram
Alternativas
Respostas
4341: C
4342: A
4343: E
4344: A
4345: C
4346: B
4347: D
4348: A
4349: E
4350: D
4351: B
4352: E
4353: C
4354: C
4355: A
4356: D
4357: B
4358: E
4359: D
4360: C