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Q3880662 Português
Assinale a opção em que há erro na classificação gramatical do termo sublinhado. 
Alternativas
Q3880661 Português
Assinale a opção em que a lacuna da frase deve ser preenchida pelo segundo elemento contido nos parênteses.
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Q3880660 Português
Leia a frase a seguir.

A fala e a escrita são modalidades diferentes da linguagem humana __ a primeira se utiliza de unidades sonoras __ a segunda __ ao contrário __ emprega sinais gráficos.

Assinale a pontuação que preenche corretamente as lacunas da frase acima.
Alternativas
Q3880659 Português
Assinale a opção em que não há crase em lacuna alguma.
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Q3880658 Português

A charge é antiga, mas o assunto continua atual.



Imagem associada para resolução da questão



Na charge, produzida por Erasmo e retirada do Jornal de Piracicaba, o efeito de humor se dá sobretudo 

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Q3880656 Português
ATENÇÃO: O texto a seguir se refere à questão.


'Quer adressar?', me perguntou a moça


         De início não entendi o verbo cravado no coração da frase e, usando o etarismo a meu favor, pedi graciosamente, por favor, que a moça repetisse.

          O cenário era a loja de um shopping no Leblon, onde eu negociava com ela, vendedora educadíssima, os últimos detalhes da compra de um produto volumoso que, sem carro, eu não podia levar naquele momento. Foram necessárias três repetições da frase até que – como se falava no tempo do orelhão, quando o português era ouvido por aqui – a ficha caiu:

     “Eu posso adressar o produto?”, era o que perguntava a moça, fazendo-se finalmente entender. A moça queria ostentar na fala o mesmo padrão internacional do shopping.

      A pureza vernacular não linka com a minha prosa vadia de cronista. A ideia aqui é mexer com a língua, roçar na de Luís de Camões e – como o tamanduá esticando a dele para pegar as formigas – tirar prazer disso. Para manter o emprego, equilibro num parágrafo as ordens do manual de redação – exibindo às vezes uma mesóclise de polainas – e já no parágrafo seguinte caio de boca – com o piercing no lábio inferior – no saboreio do último barbarismo ouvido na esquina. Nada a ver com os rigores de um professor de português. O target não é preparar o leitor para a nota mil do Enem, mas meter a língua onde não se foi chamado.

    A propósito. Preciso dizer que quando eu, cliente, finalmente entendi o que a moça na loja do shopping queria dizer com a proposta de “adressar” a compra, eu aquiesci jovial – e me fiz up to date:


      “Sim, por favor, adressa, sim”.


(Trecho adaptado da crônica de Joaquim Ferreira dos Santos, publicada em “O Globo”.)
Assinale a frase, retirada do texto, que apresenta intertextualidade com outra frase conhecida, considerada como um ditado popular.
Alternativas
Q3880655 Português
ATENÇÃO: O texto a seguir se refere à questão.


'Quer adressar?', me perguntou a moça


         De início não entendi o verbo cravado no coração da frase e, usando o etarismo a meu favor, pedi graciosamente, por favor, que a moça repetisse.

          O cenário era a loja de um shopping no Leblon, onde eu negociava com ela, vendedora educadíssima, os últimos detalhes da compra de um produto volumoso que, sem carro, eu não podia levar naquele momento. Foram necessárias três repetições da frase até que – como se falava no tempo do orelhão, quando o português era ouvido por aqui – a ficha caiu:

     “Eu posso adressar o produto?”, era o que perguntava a moça, fazendo-se finalmente entender. A moça queria ostentar na fala o mesmo padrão internacional do shopping.

      A pureza vernacular não linka com a minha prosa vadia de cronista. A ideia aqui é mexer com a língua, roçar na de Luís de Camões e – como o tamanduá esticando a dele para pegar as formigas – tirar prazer disso. Para manter o emprego, equilibro num parágrafo as ordens do manual de redação – exibindo às vezes uma mesóclise de polainas – e já no parágrafo seguinte caio de boca – com o piercing no lábio inferior – no saboreio do último barbarismo ouvido na esquina. Nada a ver com os rigores de um professor de português. O target não é preparar o leitor para a nota mil do Enem, mas meter a língua onde não se foi chamado.

    A propósito. Preciso dizer que quando eu, cliente, finalmente entendi o que a moça na loja do shopping queria dizer com a proposta de “adressar” a compra, eu aquiesci jovial – e me fiz up to date:


      “Sim, por favor, adressa, sim”.


(Trecho adaptado da crônica de Joaquim Ferreira dos Santos, publicada em “O Globo”.)
Em relação ao texto, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3880654 Português
ATENÇÃO: O texto a seguir se refere à questão.


'Quer adressar?', me perguntou a moça


         De início não entendi o verbo cravado no coração da frase e, usando o etarismo a meu favor, pedi graciosamente, por favor, que a moça repetisse.

          O cenário era a loja de um shopping no Leblon, onde eu negociava com ela, vendedora educadíssima, os últimos detalhes da compra de um produto volumoso que, sem carro, eu não podia levar naquele momento. Foram necessárias três repetições da frase até que – como se falava no tempo do orelhão, quando o português era ouvido por aqui – a ficha caiu:

     “Eu posso adressar o produto?”, era o que perguntava a moça, fazendo-se finalmente entender. A moça queria ostentar na fala o mesmo padrão internacional do shopping.

      A pureza vernacular não linka com a minha prosa vadia de cronista. A ideia aqui é mexer com a língua, roçar na de Luís de Camões e – como o tamanduá esticando a dele para pegar as formigas – tirar prazer disso. Para manter o emprego, equilibro num parágrafo as ordens do manual de redação – exibindo às vezes uma mesóclise de polainas – e já no parágrafo seguinte caio de boca – com o piercing no lábio inferior – no saboreio do último barbarismo ouvido na esquina. Nada a ver com os rigores de um professor de português. O target não é preparar o leitor para a nota mil do Enem, mas meter a língua onde não se foi chamado.

    A propósito. Preciso dizer que quando eu, cliente, finalmente entendi o que a moça na loja do shopping queria dizer com a proposta de “adressar” a compra, eu aquiesci jovial – e me fiz up to date:


      “Sim, por favor, adressa, sim”.


(Trecho adaptado da crônica de Joaquim Ferreira dos Santos, publicada em “O Globo”.)
Assinale a opção em que a substituição do termo sublinhado por um sinônimo é incorreta.
Alternativas
Q3880653 Português
ATENÇÃO: O texto a seguir se refere à questão.


'Quer adressar?', me perguntou a moça


         De início não entendi o verbo cravado no coração da frase e, usando o etarismo a meu favor, pedi graciosamente, por favor, que a moça repetisse.

          O cenário era a loja de um shopping no Leblon, onde eu negociava com ela, vendedora educadíssima, os últimos detalhes da compra de um produto volumoso que, sem carro, eu não podia levar naquele momento. Foram necessárias três repetições da frase até que – como se falava no tempo do orelhão, quando o português era ouvido por aqui – a ficha caiu:

     “Eu posso adressar o produto?”, era o que perguntava a moça, fazendo-se finalmente entender. A moça queria ostentar na fala o mesmo padrão internacional do shopping.

      A pureza vernacular não linka com a minha prosa vadia de cronista. A ideia aqui é mexer com a língua, roçar na de Luís de Camões e – como o tamanduá esticando a dele para pegar as formigas – tirar prazer disso. Para manter o emprego, equilibro num parágrafo as ordens do manual de redação – exibindo às vezes uma mesóclise de polainas – e já no parágrafo seguinte caio de boca – com o piercing no lábio inferior – no saboreio do último barbarismo ouvido na esquina. Nada a ver com os rigores de um professor de português. O target não é preparar o leitor para a nota mil do Enem, mas meter a língua onde não se foi chamado.

    A propósito. Preciso dizer que quando eu, cliente, finalmente entendi o que a moça na loja do shopping queria dizer com a proposta de “adressar” a compra, eu aquiesci jovial – e me fiz up to date:


      “Sim, por favor, adressa, sim”.


(Trecho adaptado da crônica de Joaquim Ferreira dos Santos, publicada em “O Globo”.)
No trecho “e já no parágrafo seguinte caio de boca [...] no saboreio do último barbarismo ouvido na esquina”, o processo de formação da palavra sublinhada é
Alternativas
Q3880652 Português
ATENÇÃO: O texto a seguir se refere à questão.


'Quer adressar?', me perguntou a moça


         De início não entendi o verbo cravado no coração da frase e, usando o etarismo a meu favor, pedi graciosamente, por favor, que a moça repetisse.

          O cenário era a loja de um shopping no Leblon, onde eu negociava com ela, vendedora educadíssima, os últimos detalhes da compra de um produto volumoso que, sem carro, eu não podia levar naquele momento. Foram necessárias três repetições da frase até que – como se falava no tempo do orelhão, quando o português era ouvido por aqui – a ficha caiu:

     “Eu posso adressar o produto?”, era o que perguntava a moça, fazendo-se finalmente entender. A moça queria ostentar na fala o mesmo padrão internacional do shopping.

      A pureza vernacular não linka com a minha prosa vadia de cronista. A ideia aqui é mexer com a língua, roçar na de Luís de Camões e – como o tamanduá esticando a dele para pegar as formigas – tirar prazer disso. Para manter o emprego, equilibro num parágrafo as ordens do manual de redação – exibindo às vezes uma mesóclise de polainas – e já no parágrafo seguinte caio de boca – com o piercing no lábio inferior – no saboreio do último barbarismo ouvido na esquina. Nada a ver com os rigores de um professor de português. O target não é preparar o leitor para a nota mil do Enem, mas meter a língua onde não se foi chamado.

    A propósito. Preciso dizer que quando eu, cliente, finalmente entendi o que a moça na loja do shopping queria dizer com a proposta de “adressar” a compra, eu aquiesci jovial – e me fiz up to date:


      “Sim, por favor, adressa, sim”.


(Trecho adaptado da crônica de Joaquim Ferreira dos Santos, publicada em “O Globo”.)
Na crônica de Joaquim Ferreira dos Santos, a função predominante é
Alternativas
Q3880651 Português
ATENÇÃO: O texto a seguir se refere à questão.


'Quer adressar?', me perguntou a moça


         De início não entendi o verbo cravado no coração da frase e, usando o etarismo a meu favor, pedi graciosamente, por favor, que a moça repetisse.

          O cenário era a loja de um shopping no Leblon, onde eu negociava com ela, vendedora educadíssima, os últimos detalhes da compra de um produto volumoso que, sem carro, eu não podia levar naquele momento. Foram necessárias três repetições da frase até que – como se falava no tempo do orelhão, quando o português era ouvido por aqui – a ficha caiu:

     “Eu posso adressar o produto?”, era o que perguntava a moça, fazendo-se finalmente entender. A moça queria ostentar na fala o mesmo padrão internacional do shopping.

      A pureza vernacular não linka com a minha prosa vadia de cronista. A ideia aqui é mexer com a língua, roçar na de Luís de Camões e – como o tamanduá esticando a dele para pegar as formigas – tirar prazer disso. Para manter o emprego, equilibro num parágrafo as ordens do manual de redação – exibindo às vezes uma mesóclise de polainas – e já no parágrafo seguinte caio de boca – com o piercing no lábio inferior – no saboreio do último barbarismo ouvido na esquina. Nada a ver com os rigores de um professor de português. O target não é preparar o leitor para a nota mil do Enem, mas meter a língua onde não se foi chamado.

    A propósito. Preciso dizer que quando eu, cliente, finalmente entendi o que a moça na loja do shopping queria dizer com a proposta de “adressar” a compra, eu aquiesci jovial – e me fiz up to date:


      “Sim, por favor, adressa, sim”.


(Trecho adaptado da crônica de Joaquim Ferreira dos Santos, publicada em “O Globo”.)
Com relação ao texto, assinale o comentário inadequado.
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Q3880405 Português
Canudos não se rendeu


   Fechemos este livro.

   Canudos não se rendeu. Exemplo único em toda a história, resistiu até ao esgotamento completo. Expugnado palmo a palmo, na precisão integral do termo, caiu no dia 5, ao entardecer, quando caíram os seus últimos defensores, que todos morreram. Eram quatro apenas: um velho, dois homens feitos e uma criança, na frente dos quais rugiam raivosamente 5 mil soldados.

   Forremo-nos à tarefa de descrever os seus últimos momentos. Nem poderíamos fazê-lo. Esta página, imaginamo-la sempre profundamente emocionante e trágica; mas cerramo-la vacilante e sem brilhos.

   Vimos como quem vinga uma montanha altíssima. No alto, a par de uma perspectiva maior, a vertigem...

   Ademais, não desafiaria a incredulidade do futuro a narrativa de pormenores em que se amostrassem mulheres precipitando-se nas fogueiras dos próprios lares, abraçadas aos filhos pequeninos...

   [...] Caiu o arraial a 5. No dia 6 acabaram de o destruir desmanchando-lhe as casas, 5.200, cuidadosamente contadas.
Um texto, às vezes, perde leitores por ser mal construído, o que não ocorre com o texto.
Assinale a frase a seguir, mal-estruturada, que mostra seu problema de escrita perfeitamente identificado.
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Q3880403 Português
Canudos não se rendeu


   Fechemos este livro.

   Canudos não se rendeu. Exemplo único em toda a história, resistiu até ao esgotamento completo. Expugnado palmo a palmo, na precisão integral do termo, caiu no dia 5, ao entardecer, quando caíram os seus últimos defensores, que todos morreram. Eram quatro apenas: um velho, dois homens feitos e uma criança, na frente dos quais rugiam raivosamente 5 mil soldados.

   Forremo-nos à tarefa de descrever os seus últimos momentos. Nem poderíamos fazê-lo. Esta página, imaginamo-la sempre profundamente emocionante e trágica; mas cerramo-la vacilante e sem brilhos.

   Vimos como quem vinga uma montanha altíssima. No alto, a par de uma perspectiva maior, a vertigem...

   Ademais, não desafiaria a incredulidade do futuro a narrativa de pormenores em que se amostrassem mulheres precipitando-se nas fogueiras dos próprios lares, abraçadas aos filhos pequeninos...

   [...] Caiu o arraial a 5. No dia 6 acabaram de o destruir desmanchando-lhe as casas, 5.200, cuidadosamente contadas.
“Caiu o arraial a 5. No dia 6 acabaram de o destruir desmanchando-lhe as casas, 5.200, cuidadosamente contadas.”
Nesse último parágrafo do texto, o termo “arraial” foi substituído, na continuidade do texto, pelo pronome pessoal “o”.
Assinale a frase abaixo em que o termo sublinhado não é repetido na sequência da frase por um pronome pessoal.
Alternativas
Q3880402 Português
Canudos não se rendeu


   Fechemos este livro.

   Canudos não se rendeu. Exemplo único em toda a história, resistiu até ao esgotamento completo. Expugnado palmo a palmo, na precisão integral do termo, caiu no dia 5, ao entardecer, quando caíram os seus últimos defensores, que todos morreram. Eram quatro apenas: um velho, dois homens feitos e uma criança, na frente dos quais rugiam raivosamente 5 mil soldados.

   Forremo-nos à tarefa de descrever os seus últimos momentos. Nem poderíamos fazê-lo. Esta página, imaginamo-la sempre profundamente emocionante e trágica; mas cerramo-la vacilante e sem brilhos.

   Vimos como quem vinga uma montanha altíssima. No alto, a par de uma perspectiva maior, a vertigem...

   Ademais, não desafiaria a incredulidade do futuro a narrativa de pormenores em que se amostrassem mulheres precipitando-se nas fogueiras dos próprios lares, abraçadas aos filhos pequeninos...

   [...] Caiu o arraial a 5. No dia 6 acabaram de o destruir desmanchando-lhe as casas, 5.200, cuidadosamente contadas.
“Ademais, não desafiaria a incredulidade do futuro a narrativa de pormenores em que se amostrassem mulheres precipitando-se nas fogueiras...”.
Nessa frase, o vocábulo “amostrassem” equivale a “mostrassem”.
Assinale a frase em que houve troca indevida entre parônimos, com relação às palavras sublinhadas.
Alternativas
Q3880401 Português
Canudos não se rendeu


   Fechemos este livro.

   Canudos não se rendeu. Exemplo único em toda a história, resistiu até ao esgotamento completo. Expugnado palmo a palmo, na precisão integral do termo, caiu no dia 5, ao entardecer, quando caíram os seus últimos defensores, que todos morreram. Eram quatro apenas: um velho, dois homens feitos e uma criança, na frente dos quais rugiam raivosamente 5 mil soldados.

   Forremo-nos à tarefa de descrever os seus últimos momentos. Nem poderíamos fazê-lo. Esta página, imaginamo-la sempre profundamente emocionante e trágica; mas cerramo-la vacilante e sem brilhos.

   Vimos como quem vinga uma montanha altíssima. No alto, a par de uma perspectiva maior, a vertigem...

   Ademais, não desafiaria a incredulidade do futuro a narrativa de pormenores em que se amostrassem mulheres precipitando-se nas fogueiras dos próprios lares, abraçadas aos filhos pequeninos...

   [...] Caiu o arraial a 5. No dia 6 acabaram de o destruir desmanchando-lhe as casas, 5.200, cuidadosamente contadas.

O texto traz uma série de vocábulos cultos, próprios da época do livro.

Assinale a frase em que a substituição de um termo abrangente por um mais simples foi feita de forma inadequada.

Alternativas
Q3880400 Português
Canudos não se rendeu


   Fechemos este livro.

   Canudos não se rendeu. Exemplo único em toda a história, resistiu até ao esgotamento completo. Expugnado palmo a palmo, na precisão integral do termo, caiu no dia 5, ao entardecer, quando caíram os seus últimos defensores, que todos morreram. Eram quatro apenas: um velho, dois homens feitos e uma criança, na frente dos quais rugiam raivosamente 5 mil soldados.

   Forremo-nos à tarefa de descrever os seus últimos momentos. Nem poderíamos fazê-lo. Esta página, imaginamo-la sempre profundamente emocionante e trágica; mas cerramo-la vacilante e sem brilhos.

   Vimos como quem vinga uma montanha altíssima. No alto, a par de uma perspectiva maior, a vertigem...

   Ademais, não desafiaria a incredulidade do futuro a narrativa de pormenores em que se amostrassem mulheres precipitando-se nas fogueiras dos próprios lares, abraçadas aos filhos pequeninos...

   [...] Caiu o arraial a 5. No dia 6 acabaram de o destruir desmanchando-lhe as casas, 5.200, cuidadosamente contadas.
“Eram quatro apenas: um velho, dois homens feitos e uma criança, na frente dos quais rugiam raivosamente 5 mil soldados.”
Nesse segmento o termo “dos quais” retoma um termo anterior – “um velho, dois homens feitos e uma criança”.
Nas opções a seguir, de citações diversas, há termos destacados que são referidos na continuidade da frase. Assinale aquela em que essa segunda referência é feita por um termo cognato.
Alternativas
Q3880399 Português
Canudos não se rendeu


   Fechemos este livro.

   Canudos não se rendeu. Exemplo único em toda a história, resistiu até ao esgotamento completo. Expugnado palmo a palmo, na precisão integral do termo, caiu no dia 5, ao entardecer, quando caíram os seus últimos defensores, que todos morreram. Eram quatro apenas: um velho, dois homens feitos e uma criança, na frente dos quais rugiam raivosamente 5 mil soldados.

   Forremo-nos à tarefa de descrever os seus últimos momentos. Nem poderíamos fazê-lo. Esta página, imaginamo-la sempre profundamente emocionante e trágica; mas cerramo-la vacilante e sem brilhos.

   Vimos como quem vinga uma montanha altíssima. No alto, a par de uma perspectiva maior, a vertigem...

   Ademais, não desafiaria a incredulidade do futuro a narrativa de pormenores em que se amostrassem mulheres precipitando-se nas fogueiras dos próprios lares, abraçadas aos filhos pequeninos...

   [...] Caiu o arraial a 5. No dia 6 acabaram de o destruir desmanchando-lhe as casas, 5.200, cuidadosamente contadas.
“Ademais, não desafiaria a incredulidade do futuro a narrativa de pormenores em que se amostrassem mulheres precipitando-se nas fogueiras dos próprios lares, abraçadas aos filhos pequeninos... “
A incredulidade dos leitores futuros se deve
Alternativas
Q3880397 Português
Canudos não se rendeu


   Fechemos este livro.

   Canudos não se rendeu. Exemplo único em toda a história, resistiu até ao esgotamento completo. Expugnado palmo a palmo, na precisão integral do termo, caiu no dia 5, ao entardecer, quando caíram os seus últimos defensores, que todos morreram. Eram quatro apenas: um velho, dois homens feitos e uma criança, na frente dos quais rugiam raivosamente 5 mil soldados.

   Forremo-nos à tarefa de descrever os seus últimos momentos. Nem poderíamos fazê-lo. Esta página, imaginamo-la sempre profundamente emocionante e trágica; mas cerramo-la vacilante e sem brilhos.

   Vimos como quem vinga uma montanha altíssima. No alto, a par de uma perspectiva maior, a vertigem...

   Ademais, não desafiaria a incredulidade do futuro a narrativa de pormenores em que se amostrassem mulheres precipitando-se nas fogueiras dos próprios lares, abraçadas aos filhos pequeninos...

   [...] Caiu o arraial a 5. No dia 6 acabaram de o destruir desmanchando-lhe as casas, 5.200, cuidadosamente contadas.
“Eram quatro apenas: um velho, dois homens feitos e uma criança, na frente dos quais rugiam raivosamente 5 mil soldados.”
Com esse segmento, o autor pretende
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Q3880396 Português
Canudos não se rendeu


   Fechemos este livro.

   Canudos não se rendeu. Exemplo único em toda a história, resistiu até ao esgotamento completo. Expugnado palmo a palmo, na precisão integral do termo, caiu no dia 5, ao entardecer, quando caíram os seus últimos defensores, que todos morreram. Eram quatro apenas: um velho, dois homens feitos e uma criança, na frente dos quais rugiam raivosamente 5 mil soldados.

   Forremo-nos à tarefa de descrever os seus últimos momentos. Nem poderíamos fazê-lo. Esta página, imaginamo-la sempre profundamente emocionante e trágica; mas cerramo-la vacilante e sem brilhos.

   Vimos como quem vinga uma montanha altíssima. No alto, a par de uma perspectiva maior, a vertigem...

   Ademais, não desafiaria a incredulidade do futuro a narrativa de pormenores em que se amostrassem mulheres precipitando-se nas fogueiras dos próprios lares, abraçadas aos filhos pequeninos...

   [...] Caiu o arraial a 5. No dia 6 acabaram de o destruir desmanchando-lhe as casas, 5.200, cuidadosamente contadas.
A primeira frase do texto – “Fechemos este livro” – aparece escrita na primeira pessoa do plural porque
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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AL-RO Provas: FGV - 2026 - AL-RO - Analista Legislativo (Administração) | FGV - 2026 - AL-RO - Analista Legislativo (Arquitetura) | FGV - 2026 - AL-RO - Analista Legislativo (Contabilidade) | FGV - 2026 - AL-RO - Analista Legislativo (Arquivologia) | FGV - 2026 - AL-RO - Analista Legislativo (Psicologia) | FGV - 2026 - AL-RO - Analista Legislativo (Engenharia Civil) | FGV - 2026 - AL-RO - Analista Legislativo (Assistência Social) | FGV - 2026 - AL-RO - Analista Legislativo (Biblioteconomia) | FGV - 2026 - AL-RO - Analista Legislativo (Engenharia de Segurança do Trabalho) | FGV - 2026 - AL-RO - Analista Legislativo (Engenharia de Computação) | FGV - 2026 - AL-RO - Analista Legislativo (Engenharia Elétrica) | FGV - 2026 - AL-RO - Analista Legislativo (Engenharia Eletrônica e Telecomunicação) | FGV - 2026 - AL-RO - Analista Legislativo (Comunicação Social - Publicidade e Propaganda) | FGV - 2026 - AL-RO - Analista Legislativo (Engenharia Mecânica) | FGV - 2026 - AL-RO - Analista Legislativo (Estatística) | FGV - 2026 - AL-RO - Analista Legislativo (Matemática) | FGV - 2026 - AL-RO - Analista Legislativo (Taquigrafia) | FGV - 2026 - AL-RO - Analista Legislativo (Pedagogia) | FGV - 2026 - AL-RO - Analista Legislativo (Tecnologia da Informação - Análise e Desenvolvimento de Sistemas) | FGV - 2026 - AL-RO - Analista Legislativo (Tecnologia da Informação - Banco de Dados) | FGV - 2026 - AL-RO - Analista Legislativo (Tecnologia da Informação - Infraestrutura de Redes e Comunicação) |
Q3880028 Português
As frases a seguir mostram um substantivo e um adjetivo sublinhados, sendo que o adjetivo não pertence à mesma família etimológica do substantivo e é considerado culto.

Assinale a opção em que o adjetivo não corresponde semanticamente ao substantivo.
Alternativas
Respostas
321: A
322: B
323: C
324: E
325: B
326: D
327: C
328: D
329: E
330: A
331: C
332: A
333: C
334: A
335: B
336: D
337: A
338: B
339: C
340: A