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Q3972522 Português
Texto CG2A1


    A relação entre cientistas e jornalistas, por vezes, é marcada por certa tensão. De um lado, pesquisadores temerosos de que os resultados dos seus estudos, desenvolvidos com rigor durante anos, sejam simplificados demais ou distorcidos. De outro, comunicadores — que têm espaço e tempo limitados para a produção e veiculação das notícias — diante de novos conhecimentos e terminologias difíceis, buscando transmitir conceitos e informações corretas e em uma linguagem de fácil entendimento.

    “A linguagem da academia deve ser, por definição, universal. Entretanto, os artigos científicos são, muitas vezes, impenetráveis. Precisamos nos responsabilizar como atores desse processo de comunicação universal. É nosso dever como cientistas ter forte interlocução com jornalistas. Temos a responsabilidade de fazer uma parte do caminho para que a sociedade possa ter conhecimento da ciência produzida na academia”, enfatizou o pró-reitor de Pesquisa e Inovação da USP.

    O pró-reitor destacou também que a redação científica e a comunicação oral não precisam ser enfadonhas. Correlacionando como ciência e cultura se conectam e se realimentam, o professor assinalou que “apresentar um novo conhecimento usando referências culturais pode fazer a diferença para propagar e tornar memoráveis as ideias da ciência”. 

    Um exemplo mencionado por ele foi a comunicação dos resultados de pesquisas sobre resfriamento de átomos por luz laser por dois grupos distintos. O grupo dos Estados Unidos da América (EUA) utilizou um método matemático, enquanto o grupo francês apresentou uma imagem física que representava o movimento dos átomos subindo e descendo colinas de potencial. “Para denominar esse processo, o grupo francês fez referência a Sísifo, da mitologia grega, que foi condenado a rolar uma rocha montanha acima e, a cada vez que chegava ao topo, a rocha caía e ele precisava começar tudo de novo. Essa conexão de um mecanismo físico com uma imagem cultural levou a uma perenização do conhecimento, e hoje toda a comunidade se refere a esse mecanismo como resfriamento Sísifo”, ilustra.

    Para a diretora da Faculdade de Odontologia de Bauru da USP, a divulgação científica é uma responsabilidade essencial de todos aqueles que fazem pesquisa em uma universidade pública. “Produzimos conhecimento que só cumpre plenamente seu papel quando chega à sociedade de forma acessível, contextualizada e correta, e o diálogo com profissionais de comunicação bem-preparados e interessados em compreender o rigor científico nos ajuda a traduzir achados complexos em informações úteis para o público”, avalia a professora.


Tiago Rodella. Colaboração entre pesquisadores e comunicadores fortalece a divulgação científica. In: Jornal da USP, 14/11/2025 (com adaptações).
De acordo com as relações de sentido e de coesão estabelecidas no texto CG2A1, assinale a opção correta.
Alternativas
Q3972521 Português
Texto CG2A1


    A relação entre cientistas e jornalistas, por vezes, é marcada por certa tensão. De um lado, pesquisadores temerosos de que os resultados dos seus estudos, desenvolvidos com rigor durante anos, sejam simplificados demais ou distorcidos. De outro, comunicadores — que têm espaço e tempo limitados para a produção e veiculação das notícias — diante de novos conhecimentos e terminologias difíceis, buscando transmitir conceitos e informações corretas e em uma linguagem de fácil entendimento.

    “A linguagem da academia deve ser, por definição, universal. Entretanto, os artigos científicos são, muitas vezes, impenetráveis. Precisamos nos responsabilizar como atores desse processo de comunicação universal. É nosso dever como cientistas ter forte interlocução com jornalistas. Temos a responsabilidade de fazer uma parte do caminho para que a sociedade possa ter conhecimento da ciência produzida na academia”, enfatizou o pró-reitor de Pesquisa e Inovação da USP.

    O pró-reitor destacou também que a redação científica e a comunicação oral não precisam ser enfadonhas. Correlacionando como ciência e cultura se conectam e se realimentam, o professor assinalou que “apresentar um novo conhecimento usando referências culturais pode fazer a diferença para propagar e tornar memoráveis as ideias da ciência”. 

    Um exemplo mencionado por ele foi a comunicação dos resultados de pesquisas sobre resfriamento de átomos por luz laser por dois grupos distintos. O grupo dos Estados Unidos da América (EUA) utilizou um método matemático, enquanto o grupo francês apresentou uma imagem física que representava o movimento dos átomos subindo e descendo colinas de potencial. “Para denominar esse processo, o grupo francês fez referência a Sísifo, da mitologia grega, que foi condenado a rolar uma rocha montanha acima e, a cada vez que chegava ao topo, a rocha caía e ele precisava começar tudo de novo. Essa conexão de um mecanismo físico com uma imagem cultural levou a uma perenização do conhecimento, e hoje toda a comunidade se refere a esse mecanismo como resfriamento Sísifo”, ilustra.

    Para a diretora da Faculdade de Odontologia de Bauru da USP, a divulgação científica é uma responsabilidade essencial de todos aqueles que fazem pesquisa em uma universidade pública. “Produzimos conhecimento que só cumpre plenamente seu papel quando chega à sociedade de forma acessível, contextualizada e correta, e o diálogo com profissionais de comunicação bem-preparados e interessados em compreender o rigor científico nos ajuda a traduzir achados complexos em informações úteis para o público”, avalia a professora.


Tiago Rodella. Colaboração entre pesquisadores e comunicadores fortalece a divulgação científica. In: Jornal da USP, 14/11/2025 (com adaptações).
No terceiro período do primeiro parágrafo do texto CG2A1, os travessões são empregados para isolar uma oração que
Alternativas
Q3972520 Português
Texto CG2A1


    A relação entre cientistas e jornalistas, por vezes, é marcada por certa tensão. De um lado, pesquisadores temerosos de que os resultados dos seus estudos, desenvolvidos com rigor durante anos, sejam simplificados demais ou distorcidos. De outro, comunicadores — que têm espaço e tempo limitados para a produção e veiculação das notícias — diante de novos conhecimentos e terminologias difíceis, buscando transmitir conceitos e informações corretas e em uma linguagem de fácil entendimento.

    “A linguagem da academia deve ser, por definição, universal. Entretanto, os artigos científicos são, muitas vezes, impenetráveis. Precisamos nos responsabilizar como atores desse processo de comunicação universal. É nosso dever como cientistas ter forte interlocução com jornalistas. Temos a responsabilidade de fazer uma parte do caminho para que a sociedade possa ter conhecimento da ciência produzida na academia”, enfatizou o pró-reitor de Pesquisa e Inovação da USP.

    O pró-reitor destacou também que a redação científica e a comunicação oral não precisam ser enfadonhas. Correlacionando como ciência e cultura se conectam e se realimentam, o professor assinalou que “apresentar um novo conhecimento usando referências culturais pode fazer a diferença para propagar e tornar memoráveis as ideias da ciência”. 

    Um exemplo mencionado por ele foi a comunicação dos resultados de pesquisas sobre resfriamento de átomos por luz laser por dois grupos distintos. O grupo dos Estados Unidos da América (EUA) utilizou um método matemático, enquanto o grupo francês apresentou uma imagem física que representava o movimento dos átomos subindo e descendo colinas de potencial. “Para denominar esse processo, o grupo francês fez referência a Sísifo, da mitologia grega, que foi condenado a rolar uma rocha montanha acima e, a cada vez que chegava ao topo, a rocha caía e ele precisava começar tudo de novo. Essa conexão de um mecanismo físico com uma imagem cultural levou a uma perenização do conhecimento, e hoje toda a comunidade se refere a esse mecanismo como resfriamento Sísifo”, ilustra.

    Para a diretora da Faculdade de Odontologia de Bauru da USP, a divulgação científica é uma responsabilidade essencial de todos aqueles que fazem pesquisa em uma universidade pública. “Produzimos conhecimento que só cumpre plenamente seu papel quando chega à sociedade de forma acessível, contextualizada e correta, e o diálogo com profissionais de comunicação bem-preparados e interessados em compreender o rigor científico nos ajuda a traduzir achados complexos em informações úteis para o público”, avalia a professora.


Tiago Rodella. Colaboração entre pesquisadores e comunicadores fortalece a divulgação científica. In: Jornal da USP, 14/11/2025 (com adaptações).
Seriam preservados os sentidos do texto CG2A1 caso o termo “certa” (primeiro período do primeiro parágrafo) fosse substituído por
Alternativas
Q3972519 Português
Texto CG2A1


    A relação entre cientistas e jornalistas, por vezes, é marcada por certa tensão. De um lado, pesquisadores temerosos de que os resultados dos seus estudos, desenvolvidos com rigor durante anos, sejam simplificados demais ou distorcidos. De outro, comunicadores — que têm espaço e tempo limitados para a produção e veiculação das notícias — diante de novos conhecimentos e terminologias difíceis, buscando transmitir conceitos e informações corretas e em uma linguagem de fácil entendimento.

    “A linguagem da academia deve ser, por definição, universal. Entretanto, os artigos científicos são, muitas vezes, impenetráveis. Precisamos nos responsabilizar como atores desse processo de comunicação universal. É nosso dever como cientistas ter forte interlocução com jornalistas. Temos a responsabilidade de fazer uma parte do caminho para que a sociedade possa ter conhecimento da ciência produzida na academia”, enfatizou o pró-reitor de Pesquisa e Inovação da USP.

    O pró-reitor destacou também que a redação científica e a comunicação oral não precisam ser enfadonhas. Correlacionando como ciência e cultura se conectam e se realimentam, o professor assinalou que “apresentar um novo conhecimento usando referências culturais pode fazer a diferença para propagar e tornar memoráveis as ideias da ciência”. 

    Um exemplo mencionado por ele foi a comunicação dos resultados de pesquisas sobre resfriamento de átomos por luz laser por dois grupos distintos. O grupo dos Estados Unidos da América (EUA) utilizou um método matemático, enquanto o grupo francês apresentou uma imagem física que representava o movimento dos átomos subindo e descendo colinas de potencial. “Para denominar esse processo, o grupo francês fez referência a Sísifo, da mitologia grega, que foi condenado a rolar uma rocha montanha acima e, a cada vez que chegava ao topo, a rocha caía e ele precisava começar tudo de novo. Essa conexão de um mecanismo físico com uma imagem cultural levou a uma perenização do conhecimento, e hoje toda a comunidade se refere a esse mecanismo como resfriamento Sísifo”, ilustra.

    Para a diretora da Faculdade de Odontologia de Bauru da USP, a divulgação científica é uma responsabilidade essencial de todos aqueles que fazem pesquisa em uma universidade pública. “Produzimos conhecimento que só cumpre plenamente seu papel quando chega à sociedade de forma acessível, contextualizada e correta, e o diálogo com profissionais de comunicação bem-preparados e interessados em compreender o rigor científico nos ajuda a traduzir achados complexos em informações úteis para o público”, avalia a professora.


Tiago Rodella. Colaboração entre pesquisadores e comunicadores fortalece a divulgação científica. In: Jornal da USP, 14/11/2025 (com adaptações).
No trecho 'foi condenado a rolar uma rocha montanha acima e, a cada vez que chegava ao topo, a rocha caía', no terceiro período do quarto parágrafo do texto CG2A1, as vírgulas são empregadas para 
Alternativas
Q3972518 Português
Texto CG2A1


    A relação entre cientistas e jornalistas, por vezes, é marcada por certa tensão. De um lado, pesquisadores temerosos de que os resultados dos seus estudos, desenvolvidos com rigor durante anos, sejam simplificados demais ou distorcidos. De outro, comunicadores — que têm espaço e tempo limitados para a produção e veiculação das notícias — diante de novos conhecimentos e terminologias difíceis, buscando transmitir conceitos e informações corretas e em uma linguagem de fácil entendimento.

    “A linguagem da academia deve ser, por definição, universal. Entretanto, os artigos científicos são, muitas vezes, impenetráveis. Precisamos nos responsabilizar como atores desse processo de comunicação universal. É nosso dever como cientistas ter forte interlocução com jornalistas. Temos a responsabilidade de fazer uma parte do caminho para que a sociedade possa ter conhecimento da ciência produzida na academia”, enfatizou o pró-reitor de Pesquisa e Inovação da USP.

    O pró-reitor destacou também que a redação científica e a comunicação oral não precisam ser enfadonhas. Correlacionando como ciência e cultura se conectam e se realimentam, o professor assinalou que “apresentar um novo conhecimento usando referências culturais pode fazer a diferença para propagar e tornar memoráveis as ideias da ciência”. 

    Um exemplo mencionado por ele foi a comunicação dos resultados de pesquisas sobre resfriamento de átomos por luz laser por dois grupos distintos. O grupo dos Estados Unidos da América (EUA) utilizou um método matemático, enquanto o grupo francês apresentou uma imagem física que representava o movimento dos átomos subindo e descendo colinas de potencial. “Para denominar esse processo, o grupo francês fez referência a Sísifo, da mitologia grega, que foi condenado a rolar uma rocha montanha acima e, a cada vez que chegava ao topo, a rocha caía e ele precisava começar tudo de novo. Essa conexão de um mecanismo físico com uma imagem cultural levou a uma perenização do conhecimento, e hoje toda a comunidade se refere a esse mecanismo como resfriamento Sísifo”, ilustra.

    Para a diretora da Faculdade de Odontologia de Bauru da USP, a divulgação científica é uma responsabilidade essencial de todos aqueles que fazem pesquisa em uma universidade pública. “Produzimos conhecimento que só cumpre plenamente seu papel quando chega à sociedade de forma acessível, contextualizada e correta, e o diálogo com profissionais de comunicação bem-preparados e interessados em compreender o rigor científico nos ajuda a traduzir achados complexos em informações úteis para o público”, avalia a professora.


Tiago Rodella. Colaboração entre pesquisadores e comunicadores fortalece a divulgação científica. In: Jornal da USP, 14/11/2025 (com adaptações).
Assinale a opção em que o trecho destacado do texto CG2A1 pode ser corretamente considerado uma síntese do tema central desse texto.
Alternativas
Q3969923 Serviço Social
A “Revolução informacional”, como denominou o sociólogo Jean Lojikine nos anos 1990, hoje está consagrada até nos vernáculos populares, de modo que as TICs (Tecnologias da Informação e Comunicação) invadiram todos os setores da vida humana, inclusive o trabalho de assistentes sociais nas políticas sociais. Sobre o assunto, examine as afirmativas:

I. A compreensão da geração de valor pelo trabalho explorado nas relações capitalistas de produção, com o advento das TICs nos processos de trabalho, provocou uma redução das taxas de mais-valia, em função da agregação de automação e robotização, reduzindo o tempo de trabalho despendido.

II. Pesquisas recentes revelaram que o deslocamento de significativa parte do tempo de trabalho técnico dispendido por assistentes sociais nos espaços sócio-ocupacionais para o manejo de TICs no funcionamento administrativo, financeiro e técnico operativo, na gestão de políticas sociais, vem gerando a intensificação do trabalho e a redução de contratação de profissionais.

III. A chegada das TICs na esfera das políticas sociais permitiu ao trabalho profissional de assistentes sociais extrair de seu processo de trabalho, através das TICs, a dimensão burocrática desgastante e liberando mais tempo técnico para uma interatividade qualitativa com as(os) usuárias(os), aumentando a possibilidade de garantia de seus direitos sociais.

É(São) verdadeira(s) a(s) afirmativa(s) 
Alternativas
Q3969922 Serviço Social
A Política Nacional de Juventude no Brasil (PNJ - Lei nº 12.852/2013), como outras políticas públicas por segmento no país, carrega em si seu avanço normativo e metodológico e, no plano real, suas contradições e ambiguidades. Nesse sentido, considere as seguintes afirmações:

I. Desde a implementação da PNJ no país, assistimos à redução da violência contra jovens, especialmente, contra a juventude negra e periférica, graças à integração de políticas inovadoras e com financiamento crescente.

II. Os estudos mais recentes sobre os impactos das políticas intersetoriais que compõem a PNJ revelam que o grande impacto social na melhoria de indicadores sociais, nos últimos 10 anos, ancorados no Programa “Pé-de-meia” é a fixação do jovem na escola.

III. A PNJ, criada em 2013, recebeu seu maior impulso a partir do governo Temer, mas sendo drasticamente reduzida no governo seguinte, expressando, como consequência, o agravamento da violência praticada por jovens periféricos.

IV. Na PNJ estão estabelecidos os direitos de cidadania deste segmento e, entres eles, figuram: educação, profissionalização, trabalho e renda, diversidade e igualdade, saúde, lazer, liberdade de expressão, meio ambiente, entre outros.

É(São) verdadeira(s) a(s) afirmativa(s)
Alternativas
Q3969921 Serviço Social
A Política Pública brasileira voltada à proteção dos direitos de crianças e adolescentes é uma das mais avançadas do mundo. Traduz-se no Sistema de Garantias de Direitos da Criança e do adolescente (SGDCA), com amplo respaldo legal, e estrutura-se como um conjunto de ações Estado/Sociedade que visam à proteção integral da criança e do adolescente, sendo que o SGDCA
Alternativas
Q3969920 Serviço Social
O Art. 3º da Lei nº 10.216, de 06 de abril de 2001, define que é responsabilidade do Estado o desenvolvimento da Política de Saúde Mental, a assistência e a promoção de ações de saúde aos portadores de transtornos mentais, com a devida participação da sociedade e da família. A partir dessa perspectiva, no plano da responsabilidade institucional do atendimento à saúde mental da população, 
Alternativas
Q3969919 Serviço Social
O desenvolvimento da Política de Saúde Mental no Brasil (Lei nº 10.216/2001) esteve estreitamente vinculada à criação e implementação do Sistema Único de Saúde (SUS). Entre os grandes avanços desta política, encontra-se a superação da perspectiva hospitalocêntrica, centrada nos hospitais psiquiátricos, com a criação de Núcleos/Centros de Atenção Psicossocial (NAPS e CAPS). Na implementação da Política de Saúde mental,
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Q3969918 Serviço Social
No Brasil, desde o início da epidemia de Aids (1980) até 31 de dezembro de 2024, foram registrados 402.300 óbitos, tendo o HIV ou a Aids como causa básica. No entanto, em 2025 o Brasil recebeu certificação da OPAS/OMS e se consolidou como o único país continental a eliminar a transmissão vertical do HIV, já que o número de mortes por HIV/Aids caiu 13%, entre 2023 e 2024. Considerando tal fundamentação, analise as seguintes afirmativas:

I. O acesso universal reduziu a carga viral das pessoas vivendo com HIV, diminuindo a transmissão (estratégia conhecida como Tratamento como Prevenção – TasP), que contou com o impacto da absorção da terapêutica preventiva inaugurada pela saúde privada na américa latina, somando no avanço da prevenção.

II. A integração do SUS com políticas de direitos humanos se volta para populações vulneráveis, LGBTQIAPN+, pessoas privadas de liberdade, populações indígenas, mulheres em situação de vulnerabilidade, fortalecendo a inclusão social desses segmentos populacionais.

III. O acolhimento à pessoa vivendo com HIV ou Aids é atribuição de todos os profissionais da equipe e deve se iniciar assim que a pessoa chegar ao serviço de saúde, com a garantia de uma escuta respeitosa e profissional, independentemente do motivo que a levou a buscar ajuda.

IV. Mulheres em situação de violência doméstica ou de desigualdade de poder nas relações têm menos autonomia para negociar o uso de preservativos como prevenção e combate à contaminação do HIV.

São verdadeiras as afirmativas
Alternativas
Q3969917 Saúde Pública
O Ministério da Saúde e outras instâncias de Estado, além de setores da sociedade civil organizada, afirmam que o consumo de álcool e outras drogas é um grave problema de saúde pública. Segundo a Fiocruz, “(...) O consumo de álcool no Brasil está entre os mais elevados da América Latina” (Antunes, 1999). Sobre a política de atendimento público nesta demanda,  
Alternativas
Q3969916 Serviço Social
A dependência de substâncias psicoativas configura-se como um transtorno marcado pela heterogeneidade, na medida em que não se manifesta de forma homogênea entre os indivíduos. Trata-se de um fenômeno multifacetado, cuja expressão clínica e social resulta da interação de múltiplos determinantes — biológicos, psicológicos, sociais e culturais — que se articulam em diferentes contextos e circunstâncias. Nesse sentido,  
Alternativas
Q3969915 Serviço Social
O absenteísmo, como um fenômeno nas relações de trabalho, pode ser compreendido como expressão das contradições da organização do trabalho na lógica do capital, considerando, principalmente, que sua mensuração, exclusivamente estatística, não capta os determinantes sociais, psicológicos e organizacionais que o produzem. Considerando tal fundamentação, analise as seguintes afirmativas:

I. O absenteísmo ainda está longe de descobrir suas causas e consequências, em virtude do baixo nível de pesquisas cientificas no mundo do trabalho.

II. O absenteísmo, segundo a literatura mais atual, é um fenômeno multidimensional e contraditório, que não pode ser reduzido a números de faltas.

III. O absenteísmo é uma expressão de desigualdades sociais e condições precárias de trabalho, afetando as populações de baixa renda, consideradas vulnerabilizadas e que se encontram no setor produtivo do mercado.

IV. O absenteísmo, como problema de saúde mental, apresenta maior incidência de afastamentos relacionados a estresse, ansiedade e depressão em mulheres.

É(São) verdadeira(s) a(s) afirmativa(s) 
Alternativas
Q3969914 Serviço Social
O trabalho, concebido como categoria fundante da vida social, constitui, simultaneamente, expressão da trajetória individual e da experiência coletiva dos sujeitos. Inserido na lógica do capital, o processo de organização laboral frequentemente assume caráter destrutivo, gerando condições que favorecem o adoecimento e que produzem o absenteísmo e presenteísmo. Nesse sentido, analisem-se as afirmativas a seguir:

I. O presenteísmo configura-se como uma manifestação do adoecimento no contexto laboral, caracterizada pela permanência do trabalhador em suas atividades, mesmo diante de limitações físicas ou psicológicas que comprometam sua plena capacidade de desempenho.

II. O presenteísmo se caracteriza pela presença do/da trabalhador/a no espaço laboral em casos de doenças crônicas.

III. O presenteísmo é uma tendência do mercado de trabalho capitalista para classificar os tipos de faltas do/da trabalhador/a que estejam associadas à ausência de saúde.

IV. O presenteísmo é uma invenção social do mundo do trabalho capitalista contemporâneo que cria regras de controle da vida do/da trabalhador/a, segundo a OMS.

É(São) verdadeira(s) a(s) afirmativa(s) 
Alternativas
Q3969913 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
No capítulo IX do Estatuto da Pessoa com Deficiência, no Art. 43, estabelece-se que o poder público deve promover a participação da pessoa com deficiência em atividades artísticas, intelectuais, culturais, esportivas e recreativas, com vistas ao seu protagonismo. Considerando tal fundamentação, analise as seguintes afirmativas:

I. O poder público deve superar Barreiras Atitudinais: preconceito, discriminação (capacitismo), paternalismo e a visão da PcD como "herói" ou incapaz, dificultando a interação e a autonomia.

II. O poder público deve assegurar acessibilidade nos locais de eventos e nos serviços prestados por pessoa ou entidade envolvida na organização das atividades de que trata este artigo, por meio da disponibilização de acompanhante para suporte a PcD.

III. O poder público deve assegurar a participação da pessoa com deficiência em jogos e atividades recreativas, esportivas, de lazer, culturais e artísticas, inclusive no sistema escolar, em igualdade de condições com as demais pessoas.

É(São) verdadeira(s) a(s) afirmativa(s) 
Alternativas
Q3969912 Legislação Federal
Uma das inovações mais promissoras foi a Lei nº 10.639/2003, que alterou a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996), tornando obrigatório o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana em todas as escolas de ensino fundamental e médio, que incluiu nos currículos oficiais da rede de ensino a obrigatoriedade da temática história e cultura afro-brasileira e indígena. Nesse contexto, é correto afirmar que 
Alternativas
Q3969911 Serviço Social
Desde a promulgação da Lei nº 11.340/2006 (Lei Maria da Penha), no Brasil, a violência contra a mulher se enquadrou em crime de maior poder ofensivo e a aplicação das medidas protetivas às mulheres, pelos/as juízes/as, passaram a ser acompanhadas por uma equipe multiprofissional, consubstanciando um atendimento específico e humanizado. Sobre o atendimento multidisciplinar, é correto afirmar que
Alternativas
Q3969910 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
O adolescente autor de ato infracional costuma trazer na sua sociobiografia traços de vitimização por violências familiar, comunitária e estatal, se revitimizando quando comete um ato infracional, sendo estigmatizado, em consequência. Nesse sentido, o ECA, no que tange ao conceito de ato infracional, avançou profundamente, demarcando o novo estatuto de sujeito de direitos. Sobre o assunto, é correto afirmar que
Alternativas
Q3969909 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Uma longa trajetória histórica se passou, desde a “roda dos expostos”, passando pelo Código de Menores, até chegar ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA, 1990), e elevar o conceito de adoção a um patamar que reconhece a criança e o adolescente como “sujeito de direitos e pessoas em condição peculiar de desenvolvimento”. Nesse particular, a habilitação dos adotantes é requisito indispensável para o processo de adoção, na qual  
Alternativas
Respostas
11541: E
11542: B
11543: A
11544: C
11545: E
11546: D
11547: A
11548: C
11549: B
11550: E
11551: B
11552: C
11553: C
11554: A
11555: D
11556: B
11557: C
11558: C
11559: B
11560: E