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Q4320141 Português

TEXTO 1



O PARADOXO DA SORORIDADE: AMIGAS OU RIVAIS?



    "Mirian, o que é sororidade? Fico confusa, porque, na realidade, é frequente encontrar mulheres tentando diminuir e desqualificar outras mulheres. Algumas mulheres são mais competitivas do que os homens, não só no meu lugar de trabalho, mas até mesmo na minha família. Afinal, o que é sororidade na prática?", uma jornalista me perguntou.

    Respondi que a reflexão que prefiro fazer não é sobre a definição do termo, mas sobre até que ponto estamos praticando a sororidade em nossas vidas cotidianas.

    Nos anos 1960 e 1970, mulheres feministas, especialmente nos Estados Unidos, passaram a usar o termo "sisterhood" (irmandade entre mulheres) para incentivar a solidariedade, a amizade e a união entre as mulheres.

    No Brasil, a palavra "sororidade" (do latim soror, que significa irmã) passou a ser usada a partir dos anos 2000, com o impacto dos debates feministas no mundo acadêmico e nos movimentos sociais.

    Recentemente, no programa Revista CBN, conversei sobre sororidade com minha querida amiga Petria Chaves.

    Revelei a contradição entre o discurso de sororidade e a prática de rivalidade entre mulheres. E como essa tensão reforça a lógica da dominação masculina.

    "Nós denunciamos o machismo, o patriarcado, a dominação masculina, e parece que as mulheres estão fora dessa lógica. Infelizmente não é assim porque a lógica cultural é a da competição, da comparação e da inveja. O que mais me entristece é constatar que, apesar do discurso de sororidade, algumas mulheres, consciente ou inconscientemente, reproduzem a lógica da dominação masculina. Em meio a tanta competição tóxica, é difícil fazer uma amizade verdadeira porque elas enxergam a outra mulher como uma inimiga a ser destruída."

    "Por que tantas mulheres reproduzem essa lógica que aprisiona as próprias mulheres?", Petria perguntou.

    "Talvez porque aprenderam, desde muito cedo, que no jogo de dominação só há espaço para uma mulher no mercado profissional e até mesmo no chamado mercado afetivo e sexual. Por isso, competem entre si para serem as únicas, a número um", respondi.

    Desde o início das minhas pesquisas, com a publicação do livro "A Outra: Um Estudo Antropológico sobre a Identidade da Amante do Homem Casado", em 1990, tenho enfatizado a importância da amizade entre as mulheres.

    Na minha pesquisa sobre envelhecimento, autonomia e felicidade, quando perguntei "Quem vai cuidar de você na velhice?", as respostas femininas foram "eu mesma" e, em seguida, "minhas amigas".

    As respostas da maior parte das mulheres, inclusive das que são casadas e têm filhos, reforçam a ideia de que a amizade entre mulheres é a nossa maior riqueza, em todas as fases da vida. Mais valiosa do que qualquer status, fama ou notoriedade. Acredito que a união entre mulheres é uma estratégia de sobrevivência e de resistência frente à lógica da dominação masculina, que aprisiona mulheres de todas as idades.

    Apoiar, fortalecer e celebrar as mulheres não pode ser apenas um discurso politicamente correto; deve se tornar uma prática cotidiana.

    Sozinha, nenhuma de nós consegue sobreviver física e emocionalmente.

    Sororidade se constrói na prática, não no discurso.

    Em tempos de tanta violência contra as mulheres, a amizade verdadeira é um patrimônio.     É, acima de tudo, um ato revolucionário.

Será que estamos praticando a sororidade? Ou estamos reproduzindo, entre nós, a mesma lógica que precisamos combater?



Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/miriangoldenberg/2026/05/o-paradoxo-da-sororidade-amigas-ou-rivais.shtml Acesso em: 20 jul. 2026 

A estratégia argumentativa predominante utilizada pela autora consiste em 
Alternativas
Q4320140 Português

TEXTO 1



O PARADOXO DA SORORIDADE: AMIGAS OU RIVAIS?



    "Mirian, o que é sororidade? Fico confusa, porque, na realidade, é frequente encontrar mulheres tentando diminuir e desqualificar outras mulheres. Algumas mulheres são mais competitivas do que os homens, não só no meu lugar de trabalho, mas até mesmo na minha família. Afinal, o que é sororidade na prática?", uma jornalista me perguntou.

    Respondi que a reflexão que prefiro fazer não é sobre a definição do termo, mas sobre até que ponto estamos praticando a sororidade em nossas vidas cotidianas.

    Nos anos 1960 e 1970, mulheres feministas, especialmente nos Estados Unidos, passaram a usar o termo "sisterhood" (irmandade entre mulheres) para incentivar a solidariedade, a amizade e a união entre as mulheres.

    No Brasil, a palavra "sororidade" (do latim soror, que significa irmã) passou a ser usada a partir dos anos 2000, com o impacto dos debates feministas no mundo acadêmico e nos movimentos sociais.

    Recentemente, no programa Revista CBN, conversei sobre sororidade com minha querida amiga Petria Chaves.

    Revelei a contradição entre o discurso de sororidade e a prática de rivalidade entre mulheres. E como essa tensão reforça a lógica da dominação masculina.

    "Nós denunciamos o machismo, o patriarcado, a dominação masculina, e parece que as mulheres estão fora dessa lógica. Infelizmente não é assim porque a lógica cultural é a da competição, da comparação e da inveja. O que mais me entristece é constatar que, apesar do discurso de sororidade, algumas mulheres, consciente ou inconscientemente, reproduzem a lógica da dominação masculina. Em meio a tanta competição tóxica, é difícil fazer uma amizade verdadeira porque elas enxergam a outra mulher como uma inimiga a ser destruída."

    "Por que tantas mulheres reproduzem essa lógica que aprisiona as próprias mulheres?", Petria perguntou.

    "Talvez porque aprenderam, desde muito cedo, que no jogo de dominação só há espaço para uma mulher no mercado profissional e até mesmo no chamado mercado afetivo e sexual. Por isso, competem entre si para serem as únicas, a número um", respondi.

    Desde o início das minhas pesquisas, com a publicação do livro "A Outra: Um Estudo Antropológico sobre a Identidade da Amante do Homem Casado", em 1990, tenho enfatizado a importância da amizade entre as mulheres.

    Na minha pesquisa sobre envelhecimento, autonomia e felicidade, quando perguntei "Quem vai cuidar de você na velhice?", as respostas femininas foram "eu mesma" e, em seguida, "minhas amigas".

    As respostas da maior parte das mulheres, inclusive das que são casadas e têm filhos, reforçam a ideia de que a amizade entre mulheres é a nossa maior riqueza, em todas as fases da vida. Mais valiosa do que qualquer status, fama ou notoriedade. Acredito que a união entre mulheres é uma estratégia de sobrevivência e de resistência frente à lógica da dominação masculina, que aprisiona mulheres de todas as idades.

    Apoiar, fortalecer e celebrar as mulheres não pode ser apenas um discurso politicamente correto; deve se tornar uma prática cotidiana.

    Sozinha, nenhuma de nós consegue sobreviver física e emocionalmente.

    Sororidade se constrói na prática, não no discurso.

    Em tempos de tanta violência contra as mulheres, a amizade verdadeira é um patrimônio.     É, acima de tudo, um ato revolucionário.

Será que estamos praticando a sororidade? Ou estamos reproduzindo, entre nós, a mesma lógica que precisamos combater?



Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/miriangoldenberg/2026/05/o-paradoxo-da-sororidade-amigas-ou-rivais.shtml Acesso em: 20 jul. 2026 

Em relação ao emprego da primeira pessoa do plural, especialmente no uso de "nós", é CORRETO afirmar que 
Alternativas
Q4320139 Português

TEXTO 1



O PARADOXO DA SORORIDADE: AMIGAS OU RIVAIS?



    "Mirian, o que é sororidade? Fico confusa, porque, na realidade, é frequente encontrar mulheres tentando diminuir e desqualificar outras mulheres. Algumas mulheres são mais competitivas do que os homens, não só no meu lugar de trabalho, mas até mesmo na minha família. Afinal, o que é sororidade na prática?", uma jornalista me perguntou.

    Respondi que a reflexão que prefiro fazer não é sobre a definição do termo, mas sobre até que ponto estamos praticando a sororidade em nossas vidas cotidianas.

    Nos anos 1960 e 1970, mulheres feministas, especialmente nos Estados Unidos, passaram a usar o termo "sisterhood" (irmandade entre mulheres) para incentivar a solidariedade, a amizade e a união entre as mulheres.

    No Brasil, a palavra "sororidade" (do latim soror, que significa irmã) passou a ser usada a partir dos anos 2000, com o impacto dos debates feministas no mundo acadêmico e nos movimentos sociais.

    Recentemente, no programa Revista CBN, conversei sobre sororidade com minha querida amiga Petria Chaves.

    Revelei a contradição entre o discurso de sororidade e a prática de rivalidade entre mulheres. E como essa tensão reforça a lógica da dominação masculina.

    "Nós denunciamos o machismo, o patriarcado, a dominação masculina, e parece que as mulheres estão fora dessa lógica. Infelizmente não é assim porque a lógica cultural é a da competição, da comparação e da inveja. O que mais me entristece é constatar que, apesar do discurso de sororidade, algumas mulheres, consciente ou inconscientemente, reproduzem a lógica da dominação masculina. Em meio a tanta competição tóxica, é difícil fazer uma amizade verdadeira porque elas enxergam a outra mulher como uma inimiga a ser destruída."

    "Por que tantas mulheres reproduzem essa lógica que aprisiona as próprias mulheres?", Petria perguntou.

    "Talvez porque aprenderam, desde muito cedo, que no jogo de dominação só há espaço para uma mulher no mercado profissional e até mesmo no chamado mercado afetivo e sexual. Por isso, competem entre si para serem as únicas, a número um", respondi.

    Desde o início das minhas pesquisas, com a publicação do livro "A Outra: Um Estudo Antropológico sobre a Identidade da Amante do Homem Casado", em 1990, tenho enfatizado a importância da amizade entre as mulheres.

    Na minha pesquisa sobre envelhecimento, autonomia e felicidade, quando perguntei "Quem vai cuidar de você na velhice?", as respostas femininas foram "eu mesma" e, em seguida, "minhas amigas".

    As respostas da maior parte das mulheres, inclusive das que são casadas e têm filhos, reforçam a ideia de que a amizade entre mulheres é a nossa maior riqueza, em todas as fases da vida. Mais valiosa do que qualquer status, fama ou notoriedade. Acredito que a união entre mulheres é uma estratégia de sobrevivência e de resistência frente à lógica da dominação masculina, que aprisiona mulheres de todas as idades.

    Apoiar, fortalecer e celebrar as mulheres não pode ser apenas um discurso politicamente correto; deve se tornar uma prática cotidiana.

    Sozinha, nenhuma de nós consegue sobreviver física e emocionalmente.

    Sororidade se constrói na prática, não no discurso.

    Em tempos de tanta violência contra as mulheres, a amizade verdadeira é um patrimônio.     É, acima de tudo, um ato revolucionário.

Será que estamos praticando a sororidade? Ou estamos reproduzindo, entre nós, a mesma lógica que precisamos combater?



Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/miriangoldenberg/2026/05/o-paradoxo-da-sororidade-amigas-ou-rivais.shtml Acesso em: 20 jul. 2026 

Considerando a construção argumentativa, a autora estabelece uma relação de causa e consequência ao afirmar que
Alternativas
Q4320138 Português

TEXTO 1



O PARADOXO DA SORORIDADE: AMIGAS OU RIVAIS?



    "Mirian, o que é sororidade? Fico confusa, porque, na realidade, é frequente encontrar mulheres tentando diminuir e desqualificar outras mulheres. Algumas mulheres são mais competitivas do que os homens, não só no meu lugar de trabalho, mas até mesmo na minha família. Afinal, o que é sororidade na prática?", uma jornalista me perguntou.

    Respondi que a reflexão que prefiro fazer não é sobre a definição do termo, mas sobre até que ponto estamos praticando a sororidade em nossas vidas cotidianas.

    Nos anos 1960 e 1970, mulheres feministas, especialmente nos Estados Unidos, passaram a usar o termo "sisterhood" (irmandade entre mulheres) para incentivar a solidariedade, a amizade e a união entre as mulheres.

    No Brasil, a palavra "sororidade" (do latim soror, que significa irmã) passou a ser usada a partir dos anos 2000, com o impacto dos debates feministas no mundo acadêmico e nos movimentos sociais.

    Recentemente, no programa Revista CBN, conversei sobre sororidade com minha querida amiga Petria Chaves.

    Revelei a contradição entre o discurso de sororidade e a prática de rivalidade entre mulheres. E como essa tensão reforça a lógica da dominação masculina.

    "Nós denunciamos o machismo, o patriarcado, a dominação masculina, e parece que as mulheres estão fora dessa lógica. Infelizmente não é assim porque a lógica cultural é a da competição, da comparação e da inveja. O que mais me entristece é constatar que, apesar do discurso de sororidade, algumas mulheres, consciente ou inconscientemente, reproduzem a lógica da dominação masculina. Em meio a tanta competição tóxica, é difícil fazer uma amizade verdadeira porque elas enxergam a outra mulher como uma inimiga a ser destruída."

    "Por que tantas mulheres reproduzem essa lógica que aprisiona as próprias mulheres?", Petria perguntou.

    "Talvez porque aprenderam, desde muito cedo, que no jogo de dominação só há espaço para uma mulher no mercado profissional e até mesmo no chamado mercado afetivo e sexual. Por isso, competem entre si para serem as únicas, a número um", respondi.

    Desde o início das minhas pesquisas, com a publicação do livro "A Outra: Um Estudo Antropológico sobre a Identidade da Amante do Homem Casado", em 1990, tenho enfatizado a importância da amizade entre as mulheres.

    Na minha pesquisa sobre envelhecimento, autonomia e felicidade, quando perguntei "Quem vai cuidar de você na velhice?", as respostas femininas foram "eu mesma" e, em seguida, "minhas amigas".

    As respostas da maior parte das mulheres, inclusive das que são casadas e têm filhos, reforçam a ideia de que a amizade entre mulheres é a nossa maior riqueza, em todas as fases da vida. Mais valiosa do que qualquer status, fama ou notoriedade. Acredito que a união entre mulheres é uma estratégia de sobrevivência e de resistência frente à lógica da dominação masculina, que aprisiona mulheres de todas as idades.

    Apoiar, fortalecer e celebrar as mulheres não pode ser apenas um discurso politicamente correto; deve se tornar uma prática cotidiana.

    Sozinha, nenhuma de nós consegue sobreviver física e emocionalmente.

    Sororidade se constrói na prática, não no discurso.

    Em tempos de tanta violência contra as mulheres, a amizade verdadeira é um patrimônio.     É, acima de tudo, um ato revolucionário.

Será que estamos praticando a sororidade? Ou estamos reproduzindo, entre nós, a mesma lógica que precisamos combater?



Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/miriangoldenberg/2026/05/o-paradoxo-da-sororidade-amigas-ou-rivais.shtml Acesso em: 20 jul. 2026 

A tese central defendida pela autora pode ser sintetizada em: 
Alternativas
Q4320137 Português

TEXTO 1



O PARADOXO DA SORORIDADE: AMIGAS OU RIVAIS?



    "Mirian, o que é sororidade? Fico confusa, porque, na realidade, é frequente encontrar mulheres tentando diminuir e desqualificar outras mulheres. Algumas mulheres são mais competitivas do que os homens, não só no meu lugar de trabalho, mas até mesmo na minha família. Afinal, o que é sororidade na prática?", uma jornalista me perguntou.

    Respondi que a reflexão que prefiro fazer não é sobre a definição do termo, mas sobre até que ponto estamos praticando a sororidade em nossas vidas cotidianas.

    Nos anos 1960 e 1970, mulheres feministas, especialmente nos Estados Unidos, passaram a usar o termo "sisterhood" (irmandade entre mulheres) para incentivar a solidariedade, a amizade e a união entre as mulheres.

    No Brasil, a palavra "sororidade" (do latim soror, que significa irmã) passou a ser usada a partir dos anos 2000, com o impacto dos debates feministas no mundo acadêmico e nos movimentos sociais.

    Recentemente, no programa Revista CBN, conversei sobre sororidade com minha querida amiga Petria Chaves.

    Revelei a contradição entre o discurso de sororidade e a prática de rivalidade entre mulheres. E como essa tensão reforça a lógica da dominação masculina.

    "Nós denunciamos o machismo, o patriarcado, a dominação masculina, e parece que as mulheres estão fora dessa lógica. Infelizmente não é assim porque a lógica cultural é a da competição, da comparação e da inveja. O que mais me entristece é constatar que, apesar do discurso de sororidade, algumas mulheres, consciente ou inconscientemente, reproduzem a lógica da dominação masculina. Em meio a tanta competição tóxica, é difícil fazer uma amizade verdadeira porque elas enxergam a outra mulher como uma inimiga a ser destruída."

    "Por que tantas mulheres reproduzem essa lógica que aprisiona as próprias mulheres?", Petria perguntou.

    "Talvez porque aprenderam, desde muito cedo, que no jogo de dominação só há espaço para uma mulher no mercado profissional e até mesmo no chamado mercado afetivo e sexual. Por isso, competem entre si para serem as únicas, a número um", respondi.

    Desde o início das minhas pesquisas, com a publicação do livro "A Outra: Um Estudo Antropológico sobre a Identidade da Amante do Homem Casado", em 1990, tenho enfatizado a importância da amizade entre as mulheres.

    Na minha pesquisa sobre envelhecimento, autonomia e felicidade, quando perguntei "Quem vai cuidar de você na velhice?", as respostas femininas foram "eu mesma" e, em seguida, "minhas amigas".

    As respostas da maior parte das mulheres, inclusive das que são casadas e têm filhos, reforçam a ideia de que a amizade entre mulheres é a nossa maior riqueza, em todas as fases da vida. Mais valiosa do que qualquer status, fama ou notoriedade. Acredito que a união entre mulheres é uma estratégia de sobrevivência e de resistência frente à lógica da dominação masculina, que aprisiona mulheres de todas as idades.

    Apoiar, fortalecer e celebrar as mulheres não pode ser apenas um discurso politicamente correto; deve se tornar uma prática cotidiana.

    Sozinha, nenhuma de nós consegue sobreviver física e emocionalmente.

    Sororidade se constrói na prática, não no discurso.

    Em tempos de tanta violência contra as mulheres, a amizade verdadeira é um patrimônio.     É, acima de tudo, um ato revolucionário.

Será que estamos praticando a sororidade? Ou estamos reproduzindo, entre nós, a mesma lógica que precisamos combater?



Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/miriangoldenberg/2026/05/o-paradoxo-da-sororidade-amigas-ou-rivais.shtml Acesso em: 20 jul. 2026 

Considerando a estrutura e a finalidade do texto, pode-se afirmar que ele se caracteriza predominantemente como
Alternativas
Q4319946 Regimento Interno
Durante a condução de uma sessão de julgamento do Plenário do CRA-PR, cujos ritos processuais encontram-se dispostos no Regimento Interno, o Conselheiro Fulano requereu, verbalmente, regime de urgência para a tramitação de determinado processo de fiscalização, sem fundamentação para subsidiar o pleito. Na mesma sessão, constatou-se que o Conselheiro Beltrano reteve um dos processos distribuídos para seu parecer por mais de uma sessão sem oferecer justificativa aceita pelo Plenário, enquanto um terceiro feito, que havia sido objeto de regular pedido de vista pelo Conselheiro Sicrano, não foi devolvido no prazo regulamentar por falta de relatório e voto. Diante desse cenário hipotético e, ainda, com base nas regras regimentais, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q4319945 Regimento Interno
No exercício de suas atribuições de assessoramento processual, o analista jurídico do CRA-PR deve zelar pela fiel observância do rito procedimental das deliberações plenárias, o que inclui as diretrizes que governam os pedidos de vista de processos em julgamento. Acerca das disposições regimentais sobre o assunto, analise as afirmativas a seguir.

I. O pedido de vista deve ser formulado verbalmente pelo Conselheiro interessado após a conclusão do relato em Plenário, operando-se a entrega formal imediata dos autos ao requerente durante o curso da discussão da matéria em apreciação.
II. A restituição dos autos pelo Conselheiro que solicitou vista exige a apresentação formal de relatório e voto devidamente fundamentados, sob pena de se consumar o fenômeno processual da preclusão.
III. O Conselheiro que atuou de forma ativa na análise e na instrução de determinada matéria no âmbito de uma Comissão da autarquia permanece legitimado a formular pedido de vista desse mesmo processo quando de sua apreciação perante o Plenário.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q4319944 Regimento Interno
O Plenário do CRA-PR, na condição de órgão colegiado de deliberação superior, é dotado de um rol expresso de competências administrativas, normativas e julgadoras destinadas a assegurar o cumprimento das finalidades institucionais da autarquia. Considerando as atribuições fixadas para o referido órgão colegiado no regimento interno, assinale a afirmativa INCORRETA. 
Alternativas
Q4319943 Regimento Interno
No CRA-PR, uma Comissão de modernização institucional foi estruturada para conduzir a reorganização de rotinas e o planejamento estratégico da autarquia. Taylor, na condição de Diretor de Fiscalização e Registro, concluiu a minuta das diretrizes de fiscalização de campo para o próximo período. Paralelamente, Fayol, atuando no âmbito da Diretoria Executiva, e Weber, prestando assessoramento em face das competências do Plenário, deram início aos estudos para a revisão estrutural e a instituição do novo Plano de Cargos e Salários (PCS) destinado aos colaboradores da entidade. Diante dessa situação hipotética e, ainda, em conformidade com as regras de competências e atribuições funcionais e colegiadas estabelecidas no Regimento Interno do CRA-PR, assinale a afirmativa correta. 
Alternativas
Q4319942 Direito Administrativo
O Presidente do CRA-PR ordenou a instauração de processo ético-disciplinar para apurar a conduta do administrador Luvanor, sócio de uma proeminente empresa de consultoria organizacional. Restou devidamente comprovado nos autos que Luvanor, no exercício de sua atividade profissional, utilizou, intencionalmente, artifícios enganosos e fraudulentos com o objetivo de induzir tomadores de serviço a erro e, com isso, obter vantagem indevida em contratos de prestação de assistência técnica. Diante do quadro fático apurado e, ainda, considerando as normas relativas às infrações disciplinares em espécie e aos critérios de fixação e gradação das penas contidas no Código de Ética e Disciplina, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q4319941 Estatuto da Advocacia e da OAB, Regulamento Geral e Código de Ética e Disciplina da OAB
Considere que o analista jurídico Daniel está revisando um processo ético-disciplinar no qual a Comissão Processante sugeriu a aplicação da penalidade de censura pública a um registrado que cometeu a infração de assinar pareceres e relatórios técnicos elaborados por terceiros sem a devida orientação ou supervisão do titular do registro. Diante das regras do Código de Ética e Disciplina, ao analisar a legalidade da dosimetria proposta, a orientação correta a ser emitida pelo analista Daniel é de que: 
Alternativas
Q4319940 Legislação Federal
No que concerne às regras estabelecidas exclusivamente no Decreto nº 61.934/1967, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) A exigência de assinatura do profissional devidamente registrado em documentos de sua competência técnica deixa de ser obrigatória quando se tratar de documentos oficiais firmados no exercício de cargo público.
( ) A Carteira de Identidade Profissional expedida pelo Conselho Regional possui validade como documento oficial e tem fé pública em todo o território nacional.
( ) A responsabilidade administrativa e financeira de cada Conselho Regional compete, de forma solidária, a todos os Conselheiros efetivos que integram o Plenário.

A sequência está correta em 
Alternativas
Q4319939 Direito Financeiro
No exercício de suas atribuições regimentais relativas ao controle do estatuto jurídico dos membros do colegiado do CRA-PR, o analista jurídico deve analisar detidamente as situações de vacância, impedimentos, licenças e perda de mandato dos integrantes do Plenário. Tomando por base as regras expressas no Regimento Interno a respeito do regime aplicável aos Conselheiros Regionais, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q4319938 Contabilidade Pública
Durante o encerramento do exercício financeiro, a diretoria financeira do Conselho Regional de Administração do Estado Ômega (CRA-Ômega) instaurou procedimento de revisão dos créditos inadimplidos da autarquia, envolvendo anuidades de profissionais registrados, multas administrativas regularmente constituídas e valores decorrentes de contratos administrativos inadimplidos. Após a conferência documental e a análise jurídica, concluiu-se que diversos créditos já se encontravam vencidos, líquidos e certos, tendo sido encaminhados para inscrição em Dívida Ativa com vistas ao posterior ajuizamento das respectivas execuções fiscais. Na reunião de fechamento contábil, surgiram divergências entre o setor jurídico e o setor de contabilidade. Diante da controvérsia, o Departamento Jurídico foi instado a emitir parecer conclusivo sobre o tratamento jurídico-contábil aplicável aos créditos inscritos. À luz da Lei nº 4.320/1964, assinale, a seguir, a alternativa que apresenta a orientação juridicamente correta.
Alternativas
Q4319937 Administração Financeira e Orçamentária
Fabiana, analista jurídica do Conselho Regional de Administração do Estado Psi (CRA-Psi), atua na assessoria jurídica do setor de suprimentos em procedimentos administrativos destinados à análise de viabilidade da concessão de suprimento de fundos para custeio de despesas de pequeno vulto e natureza urgente, que não se subordinam ao procedimento ordinário de realização da despesa pública. No curso da instrução, verifica-se que o servidor indicado para a responsabilidade pela guarda, aplicação e posterior prestação de contas dos recursos já figura como responsável por dois adiantamentos anteriores, ambos ainda pendentes de análise conclusiva quanto à regularidade da prestação de contas. Paralelamente, suscita-se controvérsia quanto à necessidade de prévio empenho da despesa, diante da alegada excepcionalidade da despesa e da impossibilidade de submissão ao rito ordinário de execução orçamentária. Diante desse cenário hipotético, o setor técnico solicita manifestação jurídica acerca da compatibilidade da operação pretendida com o regime jurídico do suprimento de fundos. Considerando as disposições normativas da Lei nº 4.320/1964, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q4319936 Direito Civil
Duas empresas privadas – DataSoft S.A. e InfoSys Ltda. – celebraram contrato de prestação de serviços de tecnologia da informação com uma instituição privada contratante (credora), assumindo solidariamente a obrigação de entregar e manter um sistema de gestão. No curso da execução contratual, a DataSoft S.A. teve sua insolvência e falência decretadas judicialmente. A InfoSys Ltda., por sua vez, comunicou formalmente à credora que não possuía capacidade técnica para concluir o objeto contratual isoladamente, requerendo a redução do escopo e o aumento do prazo. Considerando, exclusivamente, as regras do Código Civil aplicáveis à solidariedade passiva e à insolvência/falência de codevedor, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q4319935 Direito Civil
Considere, hipoteticamente, que o Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), autarquia federal, possuía um contrato de prestação de serviços com a empresa Construtora Alfa Ltda. Durante a execução, um servidor público lotado na unidade, sem qualquer competência ou delegação formal de poderes pela autoridade competente para tanto, firmou, em nome da autarquia, um negócio jurídico de aditamento para ampliação do objeto. Ao tomar conhecimento do fato, a presidência da autarquia instaurou sindicância administrativa e submeteu a questão à Procuradoria Jurídica para análise da validade e da eficácia do ato celebrado sob a ótica das normas gerais do direito privado. Considerando as disposições do Código Civil acerca dos defeitos, da validade e da eficácia do negócio jurídico, bem como o instituto da representação, e a consequência jurídica aplicável, é correto afirmar que o aditamento em referência é: 
Alternativas
Q4319934 Legislação Federal
Considere, hipoteticamente, que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), autarquia federal, ocupa imóvel comercial de propriedade de Benedito Alves, por meio de contrato de locação não residencial prorrogado por prazo indeterminado. O locador notificou a autarquia sobre a intenção de alienar o imóvel por R$ 4.200.000,00, concedendo trinta dias para o exercício da preferência. A autarquia manifestou formalmente o interesse na compra. O locador, no entanto, vendeu o imóvel para Caio Lima por R$ 3.980.000,00, sem notificar novamente a autarquia. O contrato de locação não estava averbado na matrícula do imóvel. Considerando as disposições da Lei nº 8.245/1991, acerca do direito de preferência do locatário em contratos de locação não residencial, assinale a alternativa que apresenta as consequências jurídicas da conduta do locador.
Alternativas
Q4319933 Direito Tributário
A responsabilidade tributária é importante instituto para o adimplemento dos créditos tributários. Considerando as situações que podem ou não gerar a responsabilização tributária por sucessão, nos termos das normas gerais de direito tributário, analise as afirmativas a seguir.

I. Mévio adquiriu apartamento através de escritura pública de compra e venda devidamente registrada no cartório de registro de imóveis. Não houve registro de certidão negativa de débitos tributários relativos ao imóvel no ato. A prefeitura do município está cobrando contribuições de melhoria relativas ao imóvel, cujos fatos geradores são anteriores à aquisição da propriedade.
II. Matilde adquiriu casa através de escritura pública de compra e venda devidamente registrada no cartório de registro de imóveis. Houve registro de certidão negativa de débitos tributários relativos ao imóvel no ato. A prefeitura do município está cobrando imposto relativo ao imóvel, cujos fatos geradores são anteriores à aquisição.
III. Tício adquiriu apartamento em hasta pública, tendo registrado a respectiva carta de arrematação no registro de imóveis. Houve registro de certidão negativa de débitos tributários relativos ao imóvel no ato. A prefeitura do município da propriedade está cobrando imposto relativo ao imóvel, cujos fatos geradores são anteriores à aquisição.
IV. Caio adquiriu casa em hasta pública, tendo registrado a respectiva carta de arrematação no registro de imóveis. Não houve registro de certidão negativa de débitos tributários relativos ao imóvel no ato. A prefeitura do município está cobrando taxas por prestação de serviços relativas ao imóvel, cujos fatos geradores são anteriores à aquisição da propriedade.

São considerados casos em que NÃO haverá responsabilidade tributária do sucessor o que se afirma em
Alternativas
Q4319932 Direito Tributário
Apesar da isenção, não incidência, imunidade e anistia gerarem resultados práticos de não pagamento de tributos ou sanções por ilícitos tributários, esses institutos têm características próprias que os diferenciam. Houve recente mudança normativa através da qual templos de qualquer culto, ainda que sejam apenas locatários do bem imóvel, não deverão pagar Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). Nesse contexto, é correto afirmar que essa desoneração é uma: 
Alternativas
Respostas
601: B
602: A
603: B
604: C
605: A
606: D
607: B
608: B
609: B
610: D
611: D
612: A
613: D
614: D
615: D
616: D
617: C
618: C
619: D
620: C