Foram encontradas 145.947 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Os tribunais, à exceção do Supremo Tribunal Federal, deverão possuir canal digital de distribuição de comunicação instantânea ou assíncrona com todos os magistrados e servidores vinculados ao órgão.
O canal de comunicação instituído pelas autoridades judiciárias serve para assegurar a divulgação externa de publicações oficiais, atos normativos, campanhas, eventos, jurisprudência e quaisquer outras comunicações de caráter institucional, assim definidos pela política interna de comunicação.
Os tribunais deverão obedecer ao prazo de 60 dias para a implementação do canal de comunicação instituído pelo Plano Complementar de Comunicação Interna dos Tribunais.
No desenvolvimento e na execução das ações de comunicação social no âmbito do Poder Judiciário, é vedado o uso dos meios de comunicação social para a promoção pessoal de magistrados ou servidores, em ações desvinculadas das atividades inerentes ao exercício das funções do Poder Judiciário.
No âmbito do Poder Judiciário, a comunicação social deve buscar estimular a participação da sociedade no debate e na formulação de políticas públicas que envolvam os seus direitos.
Compete ao Comitê de Comunicação Social do Judiciário orientar sobre as diretrizes básicas para a comunicação digital nos sites e portais dos órgãos do Poder Judiciário.
Integra os objetivos da comunicação social do Poder Judiciário a divulgação dos direitos do cidadão e dos serviços colocados à sua disposição pelo Poder Judiciário em todas as suas instâncias.
Um dos propósitos das ações comunicação social no Poder Judiciário deve ser a otimização da visão crítica dos cidadãos a respeito da importância da justiça.
Um dos impactos da Internet sobre a comunicação jornalística foi a redução da capacidade de influência dos veículos de mídia tradicionais sobre a agenda pública.
O uso de inteligência artificial na moderação de conteúdo pode ajudar a reduzir a propagação de fake news em algumas plataformas digitais.
A Internet democratizou o acesso à informação e, nesse contexto, qualquer pessoa pode produzir e divulgar conteúdo, o que implicou a perda de exclusividade dos meios tradicionais no papel de intermediários da notícia.
A inteligência artificial tem potencial para realizar, de forma autônoma, a checagem de fatos, dispensando a intervenção de jornalistas para garantir a precisão da notícia.
A análise de sentimentos com algoritmos de inteligência artificial pode ajudar jornalistas a monitorar reações do público a notícias, mas, por outro lado, seu uso indevido pode levar à manipulação das percepções do público e à propagação de fake news.
A adaptação do jornalismo para formatos como o podcast representa uma renovação da narrativa jornalística, sendo revalorizado o storytelling, o que contrasta com a rapidez da notícia em tempo real nas redes sociais.
Os algoritmos cumprem a finalidade de otimizar a experiência dos usuários ao sugerir-lhes conteúdos que possam ser de seu interesse, garantindo, assim, uma distribuição equitativa da informação.
A comunicação digital permite uma interação bidirecional, de modo que o público, além de receptor, atua também como produtor de conteúdo nas mídias sociais.
A viralização de conteúdos nas redes sociais tem impacto limitado sobre o consumo de notícias, visto que os algoritmos tendem a restringir o alcance de notícias jornalísticas em prol de conteúdos de entretenimento.
Os jornalistas não devem lançar mão da inteligência artificial para personalizar conteúdos para diferentes públicos, uma vez que isso pode gerar questões éticas sobre manipulação da informação.
Ainda no que se refere à produção jornalística, julgue o item a seguir.
Na realização de uma reportagem fotográfica, a tomada inadequada de decisões estratégicas relacionadas ao timing do disparo, à escolha do ângulo e ao enquadramento pode comprometer a integridade da narrativa visual e induzir o público a interpretações errôneas do evento.
Ainda no que se refere à produção jornalística, julgue o item a seguir.
O emprego da voz ativa é amplamente recomendado na redação jornalística, pois favorece a clareza e a dinâmica do texto, podendo o uso excessivo da voz passiva resultar em textos ambíguos e menos impactantes, dificultando-se a compreensão do leitor.